Meirelles desmente ter sido nomeado ministro por indicação de Joesley Batista

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Meirelles se sentiu ofendido com a especulação

Deu no Estadão

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, evitou tecer comentários sobre a suposta influência de seu ex-patrão, Joesley Batista, na escolha de seu nome para a pasta, conforme indica um trecho da conversa gravada pelo empresário com o presidente Michel Temer recuperado em perícia da Polícia Federal (PF).

“Nunca ouvi falar nisso. O presidente Michel Temer nunca comentou isso comigo. Então, eu não tenho nada a comentar sobre algo que eu nunca ouvi falar”, desconversou o ministro.

Meirelles disse que houve influência de um grande número de pessoas na escolha feita por Temer. “Recebi um apoio enorme de parcelas importantes da sociedade: meio empresarial, imprensa, consumidores, etc. Andando na rua sempre foi fácil verificar isso”, afirmou o ministro, acrescentando que nunca se preocupou se algum empresário foi contra ou a favor à sua indicação.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Chamar Joesley Batista de “ex-patrão” de Meirelles é apenas força de expressão, porque faz muito tempo que Meirelles não tem patrão. Ele só defende os interesses de uma só pessoa, que se chama Henrique de Campos Meirelles. Foi presidente do Conselho de Administração da holding dos irmão Batista, a J&F Investimentos, ajudou a sonegar impostos, mandou comprar uma porção de empresas, inclusive a Alpargatas, criou o Banco Original, pintou e bordou, como se dizia antigamente, e tem jeito para a coisa, porque sua mãe foi “estilista” de vestido de noivas (na época, chamava-se de costureira, mas agora a coisa se sofisticou..). Ninguém manda em Meirelles, ninguém é patrão de Meirelles, que pretende ser eleito presidente da República, para transformar nosso país novamente no Estados Unidos do Brasil, conforme já se chamou outrora. (C.N.)

4 thoughts on “Meirelles desmente ter sido nomeado ministro por indicação de Joesley Batista

  1. A política brasileira esta transformada num balaio de siri. Puxa um, vem todos.
    O lula abrigou o Meireles no BC por 8 anos. Queria que fosse ministro da fazenda da Dilma. Agora no governo Temer, se tornou ministro, tem no passado este envolvimento suspeito com os Batista,
    O Facchin nomeado pela Dilma, é o relator da lava jato no supremo, o Janot nomeado pelo petismo é quem faz as denúncias.
    Se o caso tem todas as características de ser uma armação, porque então o judiciário respalda estas ações, que são totalmente inversas ao que acontece em Curitiba?

  2. A coluna esqueceu de salientar que o ditio cujo estava na presidencia da JBS no periodo que a polícia federal iniciou as investigações sobre a carne fraca

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