Mesmo com a recusa de Fachin, militares devem insistir em reunião técnica no TSE

TRIBUNA DA INTERNET

Charge do Kacio (kacio.art.br)

Gustavo Uribe
da CNN

Mesmo com a negativa do ministro Edson Fachin, as Forças Armadas devem insistir na realização de uma reunião técnica com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral). A avaliação feita à CNN por militares do governo é de que os encontros do comitê de transparência eleitoral, como o promovido nesta segunda-feira (20), têm pouco espaço para discussões aprofundadas sobre a segurança das urnas eletrônicas.

Por isso, a tendência é de que as Forças Armadas reafirmem posição sobre a necessidade de uma nova reunião, com a presença apenas de auxiliares técnicos, para discutir eventuais mudanças no processo eleitoral.

ABRIR DEBATE – Nas palavras de um militar do governo, a reunião poderia ter a participação de especialistas de outros setores da sociedade, mas que permita um debate sobre melhorias do atual sistema eletrônico, sem caráter político.

Na segunda-feira (20), Fachin disse à CNN não haver previsão de reunião fechada com as Forças Armadas e reafirmou que o diálogo sobre eleições é dentro da comissão de transparência das eleições.

“Não imagino que instituição almeje tratamento privilegiado, preciso prezar pela igualdade”, disse o ministro em referência a pedido feito pelo ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira.

DUAS FALHAS – Técnicos das Forças Armadas apontam dois pontos que poderiam ser adotados nas eleições deste ano. Um deles é a participação de um grupo de eleitores no chamado teste de integridade, que é realizado no mesmo dia da eleição. A avaliação é de que a presença de eleitores comuns, mediante a biometria digital, aproxima o teste das condições normais de votação, trazendo mais segurança ao pleito.

A questão foi analisada pela Justiça Eleitoral, que considerou ser um tema para ser analisado apenas em próximas eleições.

O argumento da Corte Eleitoral é de que hoje no país nem todos os eleitores buscaram o registro biométrico e que há unidades da federação que ainda não terminaram o processo de coleta do registro digital.

NOVO TESTE – O segundo ponto defendido pelas Forças Armadas seria a realização de um novo teste público de segurança das urnas eletrônicas, colocando à prova as urnas eletrônicas mais modernas, de 2020.

Segundo a Justiça Eleitoral, a sugestão foi acolhida parcialmente.

A Corte Eleitoral afirma que a realização de uma nova testagem pública esbarra no curto prazo para o processo eleitoral, que terá início em agosto, mas que a auditoria do novo modelo “será assegurada por meio de um ajuste no plano de trabalho”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
O Tribunal Superior Eleitoral convidou as Forças Armadas para participar da fiscalização das eleições. Os militares colocaram seus técnicos à disposição, eles encontraram 15 pontos falhos e alertaram o TSE. O Tribunal aceitou dez recomendações, um outra foi recusada por defender transparência exagerada e as quatro restantes ficaram em análise. O Ministério da Defesa pede uma reunião para debater essas questões, mas o TSE nega, a pretexto de que é melhor deixar para a eleição seguinte. Em tradução simultânea, percebe-se que o TSE queria usar o nome das Forças Armadas para garantir a validade das eleições, mas não pretendia aceitar nenhuma colaboração que pudesse aprimorar a segurança do sistema. Era tudo uma farsa, portanto. (C.N.)

15 thoughts on “Mesmo com a recusa de Fachin, militares devem insistir em reunião técnica no TSE

  1. Parece que o problema do Brasil são as urnas eletrônicas. Vai ver que por causa delas o Brasil nunca decolou até hoje.

    E a descoberta foi feita neste governo.

  2. Vixe ! Além de 90% da Imprensa , TSE , STF , TST, MST, Biden , Merkel , Johnson , ambientalistas , petistas , fraudes em urnas eletronicas , etc além de toda sorte de injustiças que cometem contra o Presidente , agora vem a PF inventando essas lorotas contra esses probos Homens de Deus , só pra solapar a imensa popularidade do homem. Assim não dá!!!

  3. Se o “bug” do sistema de votação detectado pelo pessoal do exército não for crítico”, talvez a melhor decisão seja deixar para depois da eleição. Mexer em software é como mexer em formigueiro. Embora carpinteiro, tenho amigos que entendem do riscado e é o que me afirmam.
    Quanto ao exército, por melhor que nossos heróis sejam, não me consta que o forte deles seja a computação.

  4. Sobre o comportamento do TSE tudo dito resumidamente na Tribuna da Internet. Basta o comentário do editor:
    “NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG – O Tribunal Superior Eleitoral convidou as Forças Armadas para participar da fiscalização das eleições. Os militares colocaram seus técnicos à disposição, eles encontraram 15 pontos falhos e alertaram o TSE. O Tribunal aceitou dez recomendações, um outra foi recusada por defender transparência exagerada e as quatro restantes ficaram em análise. O Ministério da Defesa pede uma reunião para debater essas questões, mas o TSE nega, a pretexto de que é melhor deixar para a eleição seguinte. Em tradução simultânea, percebe-se que o TSE queria usar o nome das Forças Armadas para garantir a validade das eleições, mas não pretendia aceitar nenhuma colaboração que pudesse aprimorar a segurança do sistema. Era tudo uma farsa, portanto. (C.N.)”

  5. O STF me decepcionou e acredito tenha decepcionado muitos brasileiros ao resolver sem mais nem menos tornar o corrupto Lula elegível, mesmo tendo sido ele condenado por 3 instâncias da Justiça. Foi sacanagem, desonestidade, payback. Mas no caso da urna eleitoral não me parece ser absurdo evitar correção em software dado o tempo exíguo. Mexer em software não é como apertar parafuso frouxo.

  6. O STF pode ter decepcionado muita gente. Tudo bem. Mas o cretino do Bolsonaro é INSUPORTÁVEL !!! Com todos os seus defeitos e toda a sua ladroagem e uma terceira via que só existe na imaginação de uns poucos sonhadores, VOU VOTAR NO LULA !!!!!!!

    • Eliel!

      Da jumenta desde a posse de Bolsonaro Zero Zero, que a conspiração para derrubá-lo vem sendo praticada diariamente.

      PS-Todos os “urubus de togas” nomeados por Lula ladrão e pela jumenta Dilma Ruimsseff, tem como missão destruir o presidente e através da FRAUDE ELEITORAL recolocar o corrupto Lula ladrão no poder.

      PS2-Tem que ser muito ingênuo em acreditar no contrário.

      PS3-E Essa farsa do acostamento, ops,terceira via, é puro engodo para enganar os incautos.

      PS4-Os que não percebem tudo isso, estão “alimentando corvos que comerão seus olhos”.

  7. Voto com o relator, digo, com o editor.
    Disse Jesus na cruz ao bom ladrão: “Ainda hoje estarás comigo no Paraíso,”
    Diz Lula em suas palestra$, “Se for eleito todos os bons ladrão que roubaram comigo vão estar no meu governo para terminar a obra.”

  8. O que desejam os militares é poderem fraudar o pleito a favor de Bolsonaro já que não dispõem de um candidato melhor. E a pressão sobre o TSE está aumentando.

    • Dirceu Batista!

      Sugiro não cometer o erro ao afirmar que os militares desejam fraudar o pleito a favor de Bolsonaro.

      É exatamente o contrário. Os “urubus de toga” do STF e TSE que estão programados para FRAUDAR as eleições a favor do condenado Lula ladrão.

      PS-Já passou da hora de aplicar o artigo 142 da Constituição Federal é IMPEDIR que esses “urubus de toga” executem esse crime de lesa-pátria elegendo o corrupto Lula ladrão .

  9. A nota da redação do blog (leia-se Carlos Newton) está perfeita.

    Não tem saída a não ser aplicar o art.142 da Constituição Federal (para começar) e com apoio das Forças Armadas,o presidente Bolsonaro,dar um “freio de arrumação” na atuação criminosa dos “urubus de toga” do STF e TSE, IMPEDINDO que Alexandre Imoral,militante comunista Borroso e marxista Fachin continuem a frente do processo eleitoral, cuja meta principal é recolocar o farsante corrupto Lula ladrão novamente na presidência da República.

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