Militares impediram um “golpe de estado chavista” de Dilma

José Carlos Werneck

Em entrevistas a correspondentes da imprensa estrangeira e a todo momento que encontra um microfone ou um gravador à sua frente, a presidente Dilma Rousseff está denunciando a preparação de um golpe para derrubá-la do poder. Sabe-se que se trata de uma argumentação fantasiosa. O que não se sabia é que a realidade era bem diversa.

Conforme o jurista Jorge Béja já comentou aqui na Tribuna da Internet, o site “Diário do Poder”, do jornalista Claudio Humberto, informou que chefes militares informaram à oposição, em reuniões reservadas, que o governo do PT discutia a adoção de medidas semelhantes àquelas utilizadas na Venezuela para sufocar os protestos de rua. Houve inclusive tratativas com próceres da semiditadura venezuelana. O plano era decretar “Estado de Defesa”, suspendendo direitos fundamentais, como de reunião e manifestação e sigilos telefônicos e de correspondência, seguindo o exemplo do que fez Hugo Chavez, quando era presidente do país vizinho.

O pretexto do “Estado de Defesa” seria evitar “graves distúrbios” em cidades onde ocorreram as maiores manifestações, no último dia 13. Diante disso, agora eu pergunto: quem quer mesmo dar o golpe?

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
A informação divulgada por Cláudio Humberto é importantíssima e revela um fato da maior relevância. Com toda a certeza, a decretação do “Estado de Defesa” somente não ocorreu porque os comandantes das Forças Armadas impediram. É claro que eles foram consultados, porque nenhum governante (no caso, governanta) tem condições de decretar medida de tamanha gravidade sem consultar os comandos militares, que são responsáveis por colocar em prática tal determinação. Como dizia Ibrahim Sued, olho vivo porque cavalo não desce escada. (C.N.)

115 thoughts on “Militares impediram um “golpe de estado chavista” de Dilma

  1. Caro dr.Werneck,
    A situação que vivemos com o PT, melhor, com os bandidos no poder, é muito mais grave que pensamos!
    Dilma usa as mesmas alegações de Collor contra Lula, quando o ex-governador das Alagoas venceu o ex-metalúrgico, afirmando que, se Lula vencesse, a sua primeira medida seria confiscar a poupança do brasileiro, lembra?
    Pois, agora, a presidente não cansa de divulgar que está sendo vítima de um golpe e, no entanto, quem trama violações constitucionais é Dilma Rousseff, se antes caracterizada como contumaz mentirosa, agora é também cínica e hipócrita!
    Se existem milhares de pessoas clamando pela intervenção militar, esta não deixou de acontecer quando as FFAA abortaram o plano engendrado por Lula, Dilma e a corja de petistas que, sem o apoio militarm nada conseguiriam com a decretação do tal “Estado de Defesa”.
    Partido de merda este PT, que tanto protesta contra a ditadura e, no entanto, no poder, tenta o mesmo comportamento que tanto condena!
    Canalhas, grupelho de gente sórdida, solerte, traidora do País e do povo brasileiro!
    Lula e Dilma não podem sair impunes de seus crimes, na razão direta que a cúpula petista deve acompanhar o casal de mafiosos na cadeia.
    Dilma perdeu os últimos resquícios de credibilidade, de autoridade moral que ainda lhe restava, principalmente porque foi “consultar” os venezuelanos(!?) para implantar os mesmos métodos do bosta do Chávez, que o diabo deve estar lhe espetando a bunda com o seu tridente, que durará até o fim dos tempos o prazer que o demônio deve estar sentindo com esta distração!
    O Maduro que se cuide, pois está prestes a cair do galho, vagabundo.
    Da mesma forma o ladrão e cocaleiro Morales, que nos ameaça de invasão em auxílio dos também ladrões petistas e GOLPISTAS.
    Este boçal quer conhecer a força do carvão de pedra e, se Lula é uma jararaca sem veneno e de rabo cortado, basta uma viatura Cascavel com a sua picada mortal e mandá-lo para o inferno, mesmo “setor” onde está o boquirroto Chávez, para alegria e felicidade do cramunhão, DEMOCRACIA E LEGALIDADE!
    Lula e Dilma, dois GOLPISTAS trapalhões, um par de mal intencionados, que deve ser impedido de continuar no Planalto de uma vez por todas!

      • Matias,
        Se eu disse tudo, muito obrigado, mas confesso que a minha indignação foi a causa deste comentário.
        Se estavas mencionando o artigo brilhante do dr.Werneck, tens a minha concordância e apoio integral, em face de que o articulista escreveu de acordo com os conhecimentos que tem da capital federal.
        Feliz Páscoa.
        Saúde e Paz!

          • Prezada Eliane,
            Obrigado pelo apoio.
            Agradeço a compreensão pelas palavras que usei, que não são aquelas que costumeiramente faço uso nos meus textos, mas existem momentos que eufemismos ou dourar a pílula não surtem o efeito desejado.
            Feliz Páscoa.
            Saúde e Paz!

    • Traidores da pátria. Uma vez li uma entrevista em que o pai da pobreza afirma que o plano dele só daria certo com a Dilma…”O plano dele”. Infelizmente não consegui achar a matéria senão postaria o link.

      • Caro Fábio,
        Grato pelo apoio ao meu comentário, feito com revolta e indignação, em face que estamos à mercê de um grupo de bandidos, e que dificilmente sairá do Planalto pacificamente.
        O GOLPE que foi abortado, intenção de Lula e Dilma para frearem as reações do povo contrários a este governo corrupto e desonesto, comprova que a democracia petista é relativa e, a legalidade que divulgam, precisa estar em consonância às ilicitudes que praticam!
        Feliz Páscoa.
        Saúde e Paz!

    • SR FRANCISCO BENDL,adorei seu comentário ,como disse o Fabio Silva,nem vou comentar mais nada pra não estragar…Realmente o sr disse tudo e acredito que muito breve esta falange demoníaca vai cair,só que o estrago foi tão grande que levaremos anos pra voltar a ser o que éramos…Mas só de ficar livre da corja estaremos muito melhor!!! FELIZ PÁSCOA a o sr e a todos,se é que é possível com este desgoverno !

      • Cara Marilene,
        Muito obrigado pelo comentário gentil.
        Sem dúvida, ninguém vive impunemente as delícias dos extremos, portanto, um dia o PT sairá do poder, quer ele queira ou não.
        E convenhamos, após essa série de GOLPES da Dilma em proteger Lula da prisão, em tentar impedir as manifestações do povo contra o seu governo corrupto e desonesto, o Brasil inerte, a presidente sem qualquer autoridade moral para enviar projetos ao Legislativo para aprovação, o lulopetismo está com seus dias marcados porque o País não suporta mais esta administração incompetente e deletéria, nociva e nefasta, e repudia continuar sendo explorado de formas sádica e cruel pelos petistas.
        Um respeitoso abraço.
        Feliz Páscoa.
        Saúde e Paz!

    • Nada mais me surpreende da parte dessa giga-máfia encabeçada por essas duas PRAGAS (Luiz I. L. S. e Dilma R.). A INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL MILITAR em tota a sua essência é uma necessidade URGENTE !!!!

    • A MAIS PURA VERDADE.ENTENDEM AGORA PORQUE DEVEMOS ACABAR COM A ESQUERDA DEFINITIVAMENTE? ELES JAMAIS CONSEGUIRÃO VIVER EM PAZ E EM UMA DEMOCRACIA,PORQUE NÃO É DA NATUREZA DESSA ESCÓRIA HUMANA O RESPEITO A LIBERDADE.ELES QUEREM UM ESTADO TOTALITÁRIO DE QUALQUER MANEIRA! QUE PENA QUE OS MILITARES DE 1964 NÃO LIQUIDARAM TODO ESSE LIXO!

    • Deveriam ser exilados pra Coréia do Norte…Sempre soube das intenções desses dois fascistas…Nunca me enganaram…Eu já cantava essa bolo antes da copa e a reforcei quando Dilma estava para se reeleger !!!

    • O inferno está de portas abertas com o salão todo enfeitado de bandeirinhas vermelhas com o ANFITRIÃO segurando seu estandarte tridentudo para espeta-los na bunda e colica-los na churrasqueira.

    • Esta quadrilha, que mercê de urnas viciadas, capturou a República e seus cofres, assaltando-os, não têm limites para se manter no poder. Para quem já se serviu de assassinatos (vide Toninho do PT, Celso Daniel e várias testemunhas), esmagar instituições democráticas é fichinha. Por outro lado, as Forças Armadas, em demonstração de patriotismo, cidadania, espírito democrático, recusou-se a sujar a farda.

    • Eu, Gilberto Amaral estou de acordo em gênero, número e grau com respeito aos manifestos e até a destituição de poder da cambada perniciosa que infesta povo BRASILEIRO e de pronto como vivi a época do comando dos MILITARES sou todo a favor de voltarem para por ORDEM neste nosso PAÍS.

    • TÁ VIRADO ,Não viu nada,não sabe nada,a mídia tem donos,não sou a favor do casal,muito menos dos militares,vc não sabe o que vai acontecer,ore a Deus por nosso país!Ainda vem coisas piores,só Deus agora.Um abraço fraterno.

    • Oque um impeachment mudaria no cenário político nacional com todos órgãos e instituições aparelhados ? Então a solução para você é tirar somente a Dilma e manter todo o resto livres e milionários ? Então quem seria o presidente se metade do Congresso Nacional já está na lava jato e ainda falta a Eletrobrás, Eletronuclear, Banestado/Itaú, BNDES ? o interessante é que vocês sequer conhecem Pacto de Princeton e acham que PT e PSDB são oposição ou que o PMDB controla o Congresso Nacional a quase 40 anos, então ainda acreditam em um impeachment sobre pedaladas fiscais (pedido dos petistas Reale e Bicudo) que o próprio Congresso Nacional aprovou ? Que direito você tem de reclamar se luta apenas para trocar ladrões de lugar ? O pior é que eu sei que muito em breve você dirá que devia ter pedido intervenção militar pois verá que é a única saída

  2. FALAR EM GUERRA É FÁCIL, DIFÍCIL PREGAR A PAZ

    As coisas tomam rumos tortuosos no Palácio do Planalto, não tenho clareza de tudo o que se passou antes da rendição da presidente Dilma Rousseff à ideia de recrutar o antecessor para ministro. Ela pode ter lá seus motivos, continuo achando que deu tiro nos pés (juntou antes de atirar) e não concordo com isto: “É o seguinte meu filho, eu tô com a seguinte tese: é guerra, é guerra e quem tiver artilharia mais forte ganha”, declara Lula, em conversa por telefone com o senador Lindbergh Farias (PT-RJ), monitorada com autorização da Justiça Federal. O parlamentar responde ser aliado nessa batalha – “estamos nessa guerra também, não tenho nada a perder”. Divergimos na época do impeachment contra o presidente Fernando Collor, em 1992, enquanto Lula celebrava acordo com Roberto Marinho e o então presidente da UNE (Lindbergh) era pintado de herói pela TV Globo, liderando os caras pintadas nas ruas, nós destoava clamando pela Legalidade e Leonel Brizola afirmava que a JS-PDT Brasil (juventude brizolista) mantinha suas caras limpas. Não vamos manchar nossas caras com aquelas tintas que agora voltam às ruas com as cores de nossa bandeira. http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2016/03/25/internas_polbraeco,524095/e-guerra-e-quem-tiver-artilharia-mais-forte-ganha-dispara-lula.shtml

    O juiz Sergio Moro coordena na Operação Lava Jato uma equipe que conta com vários magistrados, está tudo bem quanto ao apoio para que ele siga em frente, mas falta um ato desses para que outros juízes sigam o exemplo. Aqueles que cuidam da Operação Zelotes, escândalo de R$ 1,5 trilhão em desvios e sonegações fiscais, com algumas apreensões ou vazamentos de informações e os absurdos roubos da Petrobras poderiam ser tratados num ‘tribunal de pequenas causas’.

    REPÚBLICA DE CURITIBA – O prefeito Gustavo Fruet (PDT) rechaça qualquer vínculo com esquemas de corrupção, ressaltando que a capital paranaense marcha na contramão das denúncias que há em vários níveis de governo. “Sem nenhuma pretensão, podemos dizer que aqui está a República de Curitiba, que é um exemplo de atitude para o Brasil”, disse ele, esperando que as investigações apontem se alguém angariou em nome dele recursos de forma ilícita. http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/fruet-diz-que-republica-de-curitiba-e-um-exemplo-para-o-brasil-9libd2zbp46hh86gwesjtr7d3?utm_source=facebook&utm_medium=midia-social&utm_campaign=midia-social

    QUESTÕES A CONSIDERAR: 1. Há controvérsias sobre a Operação Lava Jato como tentativa de golpe (judiciário, policial e midiático), porém uma verdade precisa ser dita. Em 2011, dois antes da grande mídia adotar o caso Petrobras como maior escândalo de corrupção do Brasil (efetivamente não é, o caso Zelotes é dezenas de vezes maior), a presidente Dilma Rousseff demitiu aqueles que seriam os primeiros delatores. É algo, portanto, que remonta conivências e omissões de governos anteriores ao dela; 2. Em visita à Argentina o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu desculpa pela participação norte-americana na implantação e sustentação da ditadura no país vizinho. Agora falta reconhecer também a ajuda e influência dos Estados Unidos no golpe de 1964, que derrubou o honrado presidente João Goulart abrindo e mantendo em nosso país vinte anos de perseguições e obscurantismos; 3. Dilma vai até o fim do mandato, porque não há causa legal que fundamente sua destituição da Presidência e as cúpulas dirigentes não conseguirão impor suas vontades sobre o conjunto da população, que a despeito de falsas concepções e questionáveis pesquisas de indução da opinião publicada, se levantará em defesa da Legalidade. Fortalecer os BRICS é o caminho da resistência. http://www.facebook.com/CartaCapital/videos/1099214146766665/?pnref=story

    Está certo André Figueiredo, ministro brizolista das Comunicações: ‘Nosso líder Leonel Brizola, com a rede da legalidade, já mostrou como se deve lutar. Vamos, unidos, em frente’. Outras empresas, além da Odebrecht, devem divulgar logo suas listas apontando os políticos que se envolveram nessas atividades corruptoras. Vamos virar logo esse jogo!

    REFORÇO AO PDT – A deputada Martha Rocha ingressou na sigla brizolista contra a iminente candidatura de Indio da Costa à Prefeitura do Rio. “É preciso destacar que partidos são ferramentas e não vejo como dar continuidade à minha trajetória divergindo de pontos essenciais”, enfatizou ao G1, confirmando sua filiação. No vídeo a seguir, entrevistada pelo Jogo do Poder, da Rede CNT, ela fala sobre segurança pública, modernização do trabalho policial, jogo do bicho, tráfico de drogas e combate ao crime organizado. http://www.youtube.com/watch?v=mom9QcI_LW0

    • O partido de onde veio a ditadorazinha dos Pampas falar em paz é ridículo…. A Czarina de Porto Alegre não mede consequências, para de forma ditatorial, implementar os seus projetos. Na 5.ª feira 17/03, mandaram 9 viaturas e mais de 50 agentes da polícia Federal, invadirem uma Universidade Federal para passarem na marra a privatização do Hospital Universitário, através da EBESERH, pois essa privatização atende os desejos da Qualicorp, cujo dono é amigão do Lula.
      Fato que eu não via desde os anos de chumbo. É na prática e não no discurso que se vê o caráter das pessoas.

    • Eu quero mesmo que alguém ignorante como você entre na guerra, guerra que não será virtual e desta vez será sem perdão, sem dó, sem anistias, você que acusa crimes do PSDB e defende os do PT deveria ao menos conhecer o Pacto de Princeton e não acusar seu criador, então não renegue seu PT pois virão as auditorias da Eletrobrás, Eletronuclear, Banestado/Itaú, BNDES,… não fuja, venha para a guerra pois a intervenção militar é inevitável

  3. Dr. Werneck, um decreto legislativo não invalidaria tal ato dessa desmiolada? A Constituição diz que, em 24 horas, o decreto que imponha tal estado deve ser enviado ao Congresso. Já fui consultar nosso “livrinho maior”.

  4. Nunca poderia imaginar viver para ver tal cenário!
    Aqueles que se vitimizam historicamente frente às Forças Armadas são contidos por estas ao se postarem como opressores de uma nação!
    De fato causa alívio!
    Surreal!
    Sem mais delongas…

  5. Quando estes atuais governantes brasileiros, junto a muitos intelectuais, artista e tantos outros, dizem que lutaram contra a ditadura, com a finalidade de reimplantar a democracia no Brasil, fico a pensar.
    Se através da lutar armada tivessem derrubado a ditadura, no dia seguinte ao evento, teriam convocado
    eleições, ou também implantariam a sua ditadura, com a desculpa de necessitar de tempo para reorganizar o pais?
    O espirito ditatorial da esquerda, é visível em todas as partes. Existe democracia em pais onde a política é de partido único? Existe disputa no comando deste “partido único”? E o culto ao “grande timoneiro”, não é uma
    prática deles?
    Tivemos a sorte do lula ter “nomeado” a Dilma com sucessora, fosse um “cumpanhero” mais qualificado ou
    competente, teríamos sido “embrulhados” por eles e talvez quando déssemos conta do fato, já estaríamos
    vivendo em um regime totalitário.
    Começo a achar que a Dilma, dos males foi o menor, foi o despertador que nos fez acordar ainda em tempo de
    ver a banda petista passar, cantando coisas de amor ao comunismo, que se tem alguma de bom, só o chico
    buarque e os saltimbancos sindicalistas, conseguem ver.

    • Segundo os estatutos de todas (que eu conheço) as organizações de esquerda que pegaram em armas contra a ditadura, o objetivo não era estabelecer uma democracia mas uma outra ditadura, alinhada a sua ideologia.

      Portanto, as falas de Dilma dizendo que lutou a favor da democracia é uma falácia (algo que lhe é peculiar, inclusive).

      As forças que verdadeiramente derrotaram a ditadura foi movimentos civis, como MDB, entre outros. A luta armada só serviu para endurecer e apoiar a chamada “linha dura” dos militares que era contrária a entregar o governo a civis.

      • Concordo plenamente Roberto Dias, já falamos isso aqui, infelizmente os petistas/governistas ficam com essa “conversa mole pra boi dormir”. Seria bom que eles fossem transparentes. E, eu que escrevo estas linhas, vivi isso na família; um tio meu é desaparecido político até hoje, não sou de direita, nem conservador, nem reacionário, muito menos fascista, e convido aos petistas/governistas: sejamos verdadeiros sempre !

    • Nossos políticos da esquerda mais radical se espelham em fidel castro (iniciais minúsculas por minha conta), o que houve em cuba após a derrubada de Fulgêncio Batista? Trocaram uma ditadura ruim por outra pior. Aniquilaram o país que já não estava muito bem e implantaram uma ideologia retrógrada e sanguinária, não cumprindo as promessas que utilizaram para “engalobar” o povo e submetendo a população a um banho de sangue, tirando a vida de qualquer opositor sem dó nem piedade.
      Aqui no Brasil começaram a por isto em prática, lembram do Celso Daniel? Como ele resolveu não rezar mais na mesma cartilha da esquerda fanática, tiraram sua vida e de todas as testemunhas do caso. Era o esquema que sonhavam impor ao nosso país, daí o fascínio que eles tem pela cor vermelha; a expectativa do sangue que querem derramar…

    • Bem lembrado! Será que nem ler essa criatura sabe??? Ou será que não tem quem escreva seus discursos? Pois mais patéticos não há. A “coitada” não diz coisa com coisa.

  6. É super importante ouvir o áudio contido nessa matéria, pois ele além de provar a tentativa do Lula em interferir no Judiciário, ele diz claramente que o Ministro da Justiça Aragão, batia em sua mulher, a levava para a seita onde e chicoteava…. Mais , disse que iria colocar as feministas do PT, para acuá-lo …. Essa é a ‘democracia’!

    Para PF, Lula queria que marido de Dilma intercedesse junto a Rosa Weber
    Por: Severino Motta 25/03/2016 às 6:01
    Investigadores da Lava-Jato acreditam Carlos Araújo, ex-marido de Dilma Rousseff, é o personagem de conversa entre Lula e o ex-ministro Paulo Vannuchi interceptada pela Polícia Federal.
    No telefonema, de 27 de fevereiro, Lula reclama das investigações sobre a propriedade do tríplex do Guarujá e do sítio em Atibaia. A conversa ocorreu um dia depois de Rosa Weber ter sido sorteada relatora de um recurso do petista no STF.
    No grampo, Lula e Vannuchi falam sobre a tentativa de contatar uma pessoa que poderia interceder junto à ministra, mas que estaria hospitalizada, tratando um enfisema pulmonar e com “um canudo no nariz”.
    Lula solta um palavrão e pergunta se o contato não poderia “tirar o canudo 30 segundos”. Carlos Araújo teve atuação central no lobby pela nomeação da gaúcha Rosa Weber para o STF.
    O ex-marido de Dilma estava internado no Hospital São Francisco, em Porto Alegre, na data da conversa, tratando de um enfisema – e com um “canudo no nariz”.

    http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/brasil/sem-o-canudo-por-30-segundos/

  7. Vejam isso:

    China paga US$ 2,5 bilhões por 30 supernavios
    Valemax para controlar fretes
    (Título Original do WSJ)

    Nota DefesaNet

    Para o entendimento do assunto dos mineraleiros VALEMAX é recomendado a leitura do artigo:
    BR-CN – China torpedeia a frota dos VALEMAX Maio 2015 DefesaNet Link

    O Editor
    Costa Paris
    The Wall Street Journal

    As gigantes chinesas do transporte marítimo Cosco Group, China Merchants Group e ICBC Financial Leasing Co. fizeram encomendas para 30 navios mineraleiros VALEMAX avaliadas num total de US$ 2,5 bilhões, dizem pessoas envolvidas no negócio.

    A medida vai ampliar o controle da China sobre as exportações de minério de ferro do Brasil nos próximos dez anos e aumentar a pressão sobre as transportadoras marítimas ocidentais, que vêm penando para encontrar cargas em meio a uma das crises mais duradouras do setor.

    As fontes disseram que as três titãs do transporte marítimo da China fizeram pedidos de dez navios cada uma para quatro estaleiros locais — Shanghai Waigaoqiao Shipbuilding, Behai Shipbuilding, CIC Jiangsu e Yangzijiang Shipbuilding — com entregas programadas a partir de 2018.

    “Apesar do colapso do mercado a granel, os chineses estão encomendando novas embarcações para efetivamente controlar as taxas de frete de minério de ferro nos próximos dez anos ou mais”, diz Basil Karatzas, da Karatzas Marine Advisors & Co., consultoria nova-iorquina do setor. “Isso vai pôr mais pressão sobre dezenas de transportadoras independentes às voltas com uma mínima recorde nas tarifas de frete.”

    Os navios mineraleiros classe VALEMAX foram lançados no mercado em 2010 pela mineradora brasileira Vale SA . O plano era construir cerca de 60 navios, mas apenas 18 foram entregues. A VALE sofreu um golpe quando a China proibiu esses navios de grande porte de atracar em seus portos, afirmando que eles eram inseguros. O embargo foi suspenso em julho do ano passado, mas naquele momento a VALE já havia vendido ou alugado os cargueiros para proprietários chineses, inclusive a Cosco.

    O mineraleiro VALEMAX pode transportar até 360 mil toneladas de carga. Eles são duas vezes maiores que os navios Capesize (aptos a cruzar a rota do Cabo), os maiores cargueiros de granéis sólidos de produção comercial, que possuem capacidade para 180 mil toneladas.

    A China é a maior importadora de commodities e a desaceleração de sua economia é a principal razão dos problemas vividos pelas transportadoras marítimas. As importações de cimento e minério de ferro do país recuaram 46% e 38% em valor no ano passado, respectivamente, ante 2014, segundo a alfândega chinesa. Donos de navios de carga de granel sólido que transportam produtos como esses para a China vêm operando a um custo quase quatro vezes maior que as tarifas que cobram pelos fretes.

    Dezenas de transportadoras de granéis sólidos estão em recuperação judicial, enquanto outras estão atrasando o pagamento de empréstimos para os bancos, deixando grandes quantidades de navios ociosos ou vendendo os cargueiros a preço de banana.

    Corretores de Cingapura e Londres afirmam que as novas compras dos navios VALEMAX darão às transportadoras chinesas o controle de cerca de 30% do total das importações de minério de ferro do país, em termos de volume. Karatzas diz que tal domínio vai reprimir as tarifas de fretes durante anos.

    “No auge do mercado, em 2007 e 2008, nós costumávamos pagar fretes diários de mais de US$ 200 mil por um navio Capesize”, diz um executivo de uma das empresas compradoras do VALEMAX. “Estamos nos precavendo para que isso não aconteça novamente, quando o mercado se recuperar.”

    Os fretes diários de navios Capesize estão atualmente abaixo de US$ 3 mil.

    Nota DefesaNet

    No dia 10 de Março 2016, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, do Senado Federal realizou a Audiência Pública sobre os Acordos com a China.

    Foram palestrantes as personalidades abaixo listadas. Ao lado os links para as suas apresentações no You Tube.
    Embaixador Sérgio Silva do Amaral ( Link You Tube)

    Presidente Emérito do Conselho Empresarial Brasil China

    Embaixador José Alfredo Graça Lima (Link You Tube)

    Subsecretário-Geral para Ásia, Oceania e BRICS do Ministério das Relações Exteriores

    Larissa Wachholz (Link You Tube)

    Sócia Diretora, Vallya Negócios e Investimentos

    Roger Agnelli (Apresentação abaixo)

    Presidente da AGN Participações
    (Quando presidente da VALE foi o formulador da Estratégia VALEMAX)

    Comentário DefesaNet
    A Audiência Pública, realizada no dia 10 de Março 2016, pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, do Senado Federal trouxe importantes subsídios e uma visão sobre a Economia e os Acordos com a China.

    O Editor de DefesaNet enviou pergunta ao Sr Roger Agnelli, que foi lida pelo presidente da Comissão, o Sen Aloysio Nunes (PSDB/SP).

    A pergunta questionava a postura da VALE, a formulação da estratégia e as perdas incorridas pela pressão chinesa para o fim da frota dos mineraleiros VALEMAX.

    A resposta do Sr Roger Agnelli, após uma laudatória apresentação sobre a economia chinesa (ver video abaixo), foi o exemplo típico da atual postura governamental e empresarial brasileira frente à China: “Evasiva” e “Tíbia”.

    Talvez a presença de assessores da Embaixada da China, na platéia, tenha constrangido o Sr Roger Agnelli, temendo a possibilidade de retaliações com a perda de futuros negócios naquele país.

    É triste ver que ao Brasil restou somente a Tragédia de Mariana.

  8. Presidente do PT, José Dirceu caprichou na pose de defensor da pátria em perigo ao tentar justificar o que acabara de fazer naquele 25 de agosto de 1999. “Qualquer deputado pode pedir à Mesa a abertura de processo de impeachment contra o presidente da República”, declamou depois de entregar ao presidente da Câmara, Michel Temer, o documento que propunha o afastamento de Fernando Henrique Cardoso, reeleito dez meses antes. “Dizer que isso é golpe é falta de assunto”.

    https://www.youtube.com/watch?v=tXagS_xwhsw&feature=player_embedded

  9. NA FOLHA
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    SE AFASTADA DILMA NÃO TERÁ AJUDA DO MERCOSUL, DIZ FRANCISCO RESECK

    MARIANA CARNEIRO
    26/03/2016

    Quando o Mercosul nasceu, há exatos 25 anos, o presidente do Brasil era Fernando Collor de Mello. Afastado do cargo no ano seguinte, em 1992, em um processo de impeachment, Collor não foi socorrido pelos companheiros de bloco.

    O então chanceler brasileiro, o jurista Francisco Rezek, 72, faz essa observação ao afirmar que, caso a presidente Dilma Rousseff perca o cargo em processo semelhante, ela também não deverá contar com o apoio externo em seu favor.

    “O processo de impeachment é perfeitamente constitucional”, afirmou Rezek, em entrevista à Folha.

    “Além disso, depois que terminou a era kirchnerista, não vejo no âmbito do Mercosul, exceto pela Venezuela, onde o governo brasileiro encontraria apoio. Não será na Argentina de [Mauricio] Macri, dificilmente no Uruguai, menos ainda no governo liberal do Paraguai”.

    Folha – Qual foi o incentivo do Brasil para criar o Mercosul?
    Francisco Rezek – A semente estava no entendimento bilateral entre Argentina e Brasil, ao tempo dos governos de [Raúl] Alfonsín e [José] Sarney. Isso é mais do que sabido. Quando começou o governo Collor, o Itamaraty, não exatamente a presidência da República, aqueceu o assunto, em comunicação já não apenas com a Argentina. E foi aí que a ideia de uma cooperação bilateral se transformou numa integração econômica regional.

    Havia a tentativa de replicar a comunidade europeia.
    Sim, mas com extremo realismo. Nós olhávamos para a comunidade europeia e víamos um sonho dificilmente realizável. Porque na Europa, apesar das diferenças quantitativas, de população e território, havia uma igualdade qualitativa -a renda per capita dos cidadãos dos seis países fundadores não era acentuadamente desigual.
    Nós tínhamos consciência de que aqui as coisas seriam diferentes, primeiro porque éramos países economicamente mais frágeis. Segundo porque o enorme peso do fator histórico, que obrigou os europeus a se agregarem a fim de evitar uma Terceira Guerra Mundial, não existia aqui. Fizemos porque era bom, mas não era uma questão de vida ou morte.
    E havia um terceiro problema. O Brasil era a principal das nações, o maior dos quatro parceiros, e nós não tínhamos moeda. Como se faz uma integração econômica sendo que o mais forte não tem moeda? Porque a inflação, ninguém sabia como neutralizá-la àquele momento.

    A ‘falta de moeda’ no Brasil, em 1991, fez do Mercosul menos ambicioso?
    Sim. Mesmo quando o Brasil alcançou a estabilidade monetária, os outros enfrentaram problemas. Isso não interfere diretamente no projeto de integração, mas era um empecilho, que causava preocupações.
    E havia ainda o sentido de autocrítica e continência, que nos dominava à época. Pensávamos: “não vamos nos expor ao ridículo, não vamos criar ilusões e não vamos criar despesas sem que haja resultados”.
    A burocracia de Bruxelas é extremamente poderosa e eles nos pressionavam para termos coisas parecidas com o que faziam, sede, secretário-geral, aparato…
    Nós resistíamos com firmeza quase agressiva, dizendo que as nossas condições não eram as mesmas. O Mercosul nasceu sem personalidade jurídica. Era apenas uma reunião periódica de quatro chefes de Estado, chanceleres e ministros da Fazenda.

    Por quê?
    Não sabíamos se iria funcionar, se corresponderia aos nossos projetos e, enquanto não sabíamos, não iríamos nos precipitar formalizando coisas e criando dispêndios.
    O Mercosul nasce em 1991 mas só vem a ter personalidade jurídica em 1995.
    E, tal como previsto desde a primeira hora, o ritmo é extremamente lento.

    Por que tem ritmo lento? É a principal crítica ao bloco.
    Por nossas circunstâncias econômicas e políticas. Me lembro de, uma vez em Buenos Aires, já após meu período como chanceler, que era mais fácil para um brasileiro entrar na Suiça do que na Argentina. Ou seja, ainda tínhamos problemas de ordem cartorial que não foram abolidos na primeira hora. A terceira e última fase da integração, o mercado comum autêntico, com o planejamento da economia e da produção em comum, ainda está distante. Isso se deve a problemas de várias naturezas, incidentes econômicos e políticos.

    Havia o intuito de ser um projeto continental?
    Não queríamos colocar um sonho maior do que nos permitiam sonhar. Chile e Bolívia entraram como associados e, só anos depois, houve o incidente que propiciou o ingresso da Venezuela, no governo do presidente Hugo Chávez.
    O parlamento paraguaio resistia à entrada da Venezuela e aí houve a deposição por impeachment do presidente Fernando Lugo [em 2012].
    Naquele momento, embora Lugo não clamasse por solidariedade externa, os governos da Argentina e do Brasil resolveram dizer que aquilo não foi correto e resolveram rogar a cláusula democrática para suspender o Paraguai. [O Paraguai foi suspenso do Mercosul por pouco mais de um ano e, neste ínterim, a Venezuela teve sua entrada no Mercosul aprovada pelos demais sócios].

    A cláusula foi mal utilizada?
    A cláusula é de 1998. Foi acionada sob o argumento de que o processo paraguaio foi rápido demais, fulminante…
    Mas os prazos previstos na lei paraguaia são bem mais curtos. Então aquilo que não condiz com nossos prazos é antidemocrático e temos o direito de impor nossos padrões? Foi algo com um fundo ideológico semelhante ao que aconteceu em Honduras, no caso Manuel Zelaya.
    Não é algo a lamentar, mas é de se estranhar o aspecto irônico da história: usar a cláusula para admitir a Venezuela, que já era um regime de fidelidade duvidosa ao princípio democrático.
    O ingresso foi resultado de uma manobra de valor ético discutível, mas é fato consumado. E a presença do país no grupo é objetivamente uma coisa boa. Chávez se foi, Maduro não ficará no cargo indefinidamente. Teremos a qualquer momento um parceiro cuja presença é positiva. E, verdade seja dita, a Venezuela foi o único país que se empenhou em entrar no Mercosul, embora com uma coreografia muito matreira. Os outros nem em 1991, nem depois.

    A indústria brasileira se queixa que o Mercosul amarrou os países à exigência de negociar em conjunto acordos comerciais. O bloco deveria mudar?
    Essa rediscussão não seria muito fácil agora. Estamos em um momento de reflexão e expectativa. Não vejo os presidentes rediscutindo neste momento a relação no Mercosul. Há indefinições no ar, em razão da situação de Brasil e Venezuela.
    Com este momento na política interna, o Brasil não tem condições de discutir coisa alguma no exterior. A Venezuela menos ainda. A Argentina está reconsiderando uma série de políticas, estabelecendo um projeto que ainda não está bem definido. O Paraguai e o Uruguai não são capazes de ser motores desse novo diálogo.

    Os países do Mercosul poderiam acionar a cláusula democrática contra o Brasil ou adotar outro tipo de sanção em caso de impeachment da presidente Dilma Rousseff?
    Um dos fundadores do Mercosul foi Fernando Collor de Mello e ninguém cogitou isso à época [do seu afastamento]. O processo de impeachment é perfeitamente constitucional.
    É impensável que, na hipótese de que o Congresso Nacional decida pelo crime de responsabilidade, o governo busque apoio em fontes externas. Além disso, depois que terminou a era kirchnerista, não vejo no âmbito do Mercosul, exceto pela Venezuela, onde o governo brasileiro encontraria apoio. Não será na Argentina de [Mauricio] Macri, dificilmente no Uruguai, menos ainda no governo liberal do Paraguai.

    http://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/03/1754153-se-afastada-dilma-nao-tera-ajuda-do-mercosul-diz-francisco-rezek.shtml

  10. Tamberlini.
    O mesmo povo que elege, é o mesmo povo que destitui. Não se deve esquecer esta lição.(Luis Inácio Lula da
    Silva)
    Senhor Luis Inácio, tem toda razão, não esqueceremos os seus ensinamentos.,

  11. Alguém consegue identificar as pessoas constantes na foto acima? Tenho a impressão que é a Marina Silva à esquerda do Temer. Tempo em que impeachment não era golpe…

    • Parece a Marina sim; ao ombro de Dirceu, de barba, o ex-governador do DF, Agnello; no outro ombro, de bigode, parece o ex-governador do RS, Olívio Dutra. E ao ombro de Lula, o ex-governador de PE,Miguel Arraes.

  12. Istoé –

    Há argumento constitucional para o impeachment da presidente?

    Fernando Gabeira –

    Há muito tempo. Os argumentos constitucionais existem desde as pedaladas, passando pela campanha eleitoral; pelo dinheiro empregado na campanha, no João Santana (marqueteiro) via (empreiteira) Odebrecht; pela denúncia do Otávio Azevedo, presidente da (empreiteira) Andrade Gutierrez. São denúncias que já existem aí. Executivos da Andrade Gutierrez já fizeram a delação premiada e alguns elementos já viraram públicos. Então tudo isso mostra que há uma base clara. Se não houvesse, ainda há uma grande vontade popular de que ela saia. As ruas estão gritando por impeachment. Então, não só há base constitucional como há base política para o impeachment.

    Istoé –

    Dilma é corrupta?

    Gabeira –

    Não há nada que diga respeito a ela, pessoalmente. O problema é que ela é a presidente da República e foi eleita nesse contexto de ilegalidade. O que se pede hoje não é a prisão dela, é o impeachment. A prisão que se pede é a do Lula. Você vai às ruas e ninguém fala “Dilma na prisão”. Se fala em “Fora Dilma e Lula na prisão”.

    Istoé –

    O ex-presidente Lula como ministro estabiliza ou incendeia o País?

    Gabeira –

    Eu acho que ele vai agravar a situação. Não vejo nele, no momento, condições de aglutinar a base aliada em torno de um governo que está desmoronando. A entrevista que ele deu ao sair da Polícia Federal (sexta-feira 4) se identificando como uma jararaca, é um dos desastres mais monumentais que já vi. Acho que o talento político de articulação que se atribui a ele talvez não seja tão grande assim. E só se articula quando tem algo nas mãos para oferecer. O governo está em frangalhos, não creio que alguém possa ressucitá-lo. Creio que Lula pode morrer com o governo, acabando por acelerar a queda de Dilma.

    Istoé –

    O que pode acontecer após o impeachment, se assim for decidido?

    Gabeira –

    No primeiro momento, o próprio impeachment e a transição vão garantir uma retomada nas expectativas da economia. Quando isso acontece, o crescimento já começa a se manifestar, há mais investimentos, uma sensação nova que impulsiona a economia. Essa é a primeira etapa. Mas nós precisamos fazer uma sequência de coisas que tornem o Estado menos oneroso, reduzir os custos, fazer reformas como a da previdência, e uma série de outras que busquem um Estado brasileiro viável economicamente – e não um imenso vampiro sugando a população. Ela (presidente) saindo, o (vice-presidente) Michel Temer (PMDB/SP) passa a trabalhar a transição. Aí fica dependendo de uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre a chapa. Como o Brasil é um país com muitos acordos nesses momentos de crise, muito possivelmente a definição da cassação do Temer também leve algum tempo até que a transição esteja estável.

    Istoé –

    A lista do empresário Marcelo Odebrecht (planilha apreendida pela Polícia Federal com supostos registros de repasses a mais de 200 políticos) é extensa e envolve grande parte dos parlamentares do Congresso Nacional. Isso pode abalar a política em geral?

    Gabeira –

    Acredito que ainda vem mais gente por aí. Mas é preciso, primeiro, avaliar as doações que foram registradas legalmente, ver os recibos de campanhas.

    Istoé –

    O juiz Sérgio Moro está sendo questionado pelo governo pelas suas atitudes. O sr. acha que ele exagerou?

    Gabeira –

    Eu acho que não! Acredito que a imagem dele continua muito firme na opinião pública brasileira. A maioria das pessoas considera que ele está fazendo um excelente trabalho e, mais ainda, que ele fez muito bem em revelar a conversa da Dilma com o Lula, porque fazia parte de um processo que ele estava investigando. De acordo com a norma, no final dos processos é preciso levantar o sigilo dos fatos. Então não acho que a força do Moro tenha caído, pelo contrário. Acho que ele continua sendo respeitado.

    Istoé –

    O Congresso está praticamente parado em torno de um impasse político. O que fazer?

    Gabeira –

    Acho difícil que a Câmara venha a discutir alguma coisa nos próximos 30 dias além do impeachment. Então, o pacote econômico apresentado esta semana dificilmente será apreciado.

    Istoé –

    A presença do deputado Eduardo Cunha (PMDB) prejudica o Congresso?

    Gabeira –

    Ele precisa se afastar imediatamente. Seria uma grande ajuda ao País. Se não houver força nem rapidez na Câmara, o Supremo (Tribunal Federal) poderia fazer isso. A saída de Cunha daria legitimidade muito maior ao Congresso e ao que se está discutindo. É claro que o impeachment tem a legitimidade das ruas, mas é importante também que ele seja conduzido por alguém de nível. O processo de decadência do Congresso Nacional se deveu muito, por um período, à política do próprio governo, aviltando e estabelecendo uma postura de toma lá dá cá. O governo, progressivamente, minou a base moral do Congresso.

    Istoé –

    A homologação da delação do senador Delcídio do Amaral (PT) vale como forte indício de ilícitos?

    Gabeira –

    O ministro Teori Zavascki (do STF) homologou a delação premiada e agora terão de ser feitas as investigações para concluir se o conteúdo da delação é verdadeiro ou não. Tudo tem que ser apurado.

    Istoé –

    O PSDB e o PMDB já discutem sobre o País sem Dilma. Agora que alguns de seus representantes também constam nas denúncias, muda algo?

    Gabeira –

    Eles não têm saída. É preciso discutir o futuro do Brasil. Lá adiante, caso todos, ou um deles, estejam envolvidos, a gente vê o que faz. Não tem jeito, a Lava Jato não vai parar porque caiu o governo. Ela vai continuar atuando porque todas essas delações serão computadas, processadas e examinadas. Não acredito que o impeachment seja uma forma de travar a Lava Jato.

    Istoé –

    Manifestantes vaiaram petistas, tucanos, representantes do DEM e do PMDB. Isso significa que a população brasileira está com ódio de políticos de modo geral?

    Gabeira –

    A população que estava na rua no dia 13 estava muito atenta. O Brasil mudou muito, não é possível que tantos milhões de pessoas sejam tão facilmente enganadas. Há quem diga que a manifestação foi uma expressão da direita, do conservadorismo, mas essas pessoas estão muito equivocadas. Vimos que tinha muita gente nas ruas, rica e pobre. Todos são contra a corrupção ou o PT. E isso não faz delas conservadoras. Possivelmente, uma parte significativa dos manifestantes, até a maioria, tenha alta escolaridade e alto nível de renda. Mas, quando o PT ganhou as eleições, a base era justamente gente de alta escolaridade e renda. É muito indicativo que, talvez, essas pessoas, pela capacidade e possibilidade que elas têm, percebam um pouco mais rápido o que a população mais pobre leve um pouco mais de tempo para perceber.

    Istoé –

    Perceber o que?

    Gabeira –

    Todo o projeto deles (PT) era esse: comprar o parlamento, conquistar a justiça através das suas inserções e chegar ao controle da imprensa. Este último, no Brasil foi impossível, tal qual o controle total da Justiça, que não conseguiram. Tentaram derrubar o parlamento para tê-lo nas mãos, mas o processo de degradação foi tal que os bandidos maiores assumiram: um bandido maior assume na Câmara dos Deputados (referindo-se a Cunha) e um bandido também grande assume no Senado (referindo-se a Renan Calheiros, do PMDB). Então você tem o parlamento dirigido por dois bandidos.

    Istoé –

    O que o sr. acha que acontecerá com a operação Lava Jato e com o País daqui para frente?

    Gabeira –

    A Lava Jato vai continuar seu curso, não há hipótese de ela ser interrompida. Ela continua sendo respeitada, embora esteja sob pressão. No momento, os ataques à Lava Jato são uma dificuldade em defender o mérito do caso. Não dá para dizer: ‘Isso não foi feito. Não foram roubados tantos milhões da Petrobras. Não foram recuperados no exterior R$ 800 milhões’. Tudo isso são provas muito concretas e substanciais da corrupção. Em vez de falar da corrupção e explicar o que aconteceu, as pessoas se detém na forma como a operação se mantém. Em vez de discutir o mérito, que é o grande assalto ao País, eles discutem a forma como a PF está conduzindo o caso. A única coisa que eu acho que a Lava Jato precisa tomar algum cuidado é na divulgação de escutas particulares que não têm importância para o processo, nem para a vida política do Brasil. No geral, a minha impressão é de que eles fazem uma partida magnífica e, como todas, sempre cometem algumas faltas.

    Istoé –

    O sr. chegou a ser chamado por ex-companheiros de golpista por defender o impeachment. Para quem tem o seu passado de luta contra a ditadura, como recebe isso?

    Gabeira –

    Recebo com tranquilidade. Já estive com eles na luta contra o Collor (Fernando, senador), e fui chamado de golpista. Éramos todos golpistas, então. É o impeachment, né? Isso para mim é tranquilo. De mim, podem falar o que falarem, não tenho grandes problemas, não. Apesar de eu achar que, por mais que falem, e falam muito, comigo eles até são bastante brandos. Faz parte do jogo, também, falarem de você quando vira uma pessoa pública. E quando você se volta para o seu trabalho, focando em fazer o que tem que ser feito, é muito possível conviver com tudo isso sem grande inquietação.

  13. FFAA
    O povo nao vencera essa quadrilha sem vcs
    seremos escravos no projeto comunista
    nao deixem nossos filhos agredidos pela escravidao.

    Milhoes de nos ,civis ,lutaremos ao lado de vcs,em caso de invasao.
    E o que tudo indica.
    Dilma se aliou e financio ditaduras
    bilhoes doados aqui e ali
    por isso ,muitos presidentes defendem essa sra com tanta paixao.
    Somos o povo brasileiro
    sofrido .cargas tributarias escravagista
    Bandidos livres pra agir
    ate o direito de nos defender em nossos lares esse governo o fez
    cheguei ao limite da escravidao
    prefiro lutar
    se invadirem o Brasil
    nos convoque!
    Seremos milhoes de soldados pela patria Brasil.

  14. O artigo não se sustenta, é uma bobagem só. O Estado de Defesa é mecanismo constitucional de defesa das instituições democráticas presente no artigo 136 da Carta Magna de 88, e a ascensão de Chaves ao poder na Venezuela ocorreu só em 99. Além disso, o Estado de Defesa só pode ser decretado após ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, dos quais fazem parte o Vice Presidente da República (que em breve assumirá o poder), além dos Presidentes do Senado Federal e da Câmara dos Deputados como membros natos, ver ats. 89 e 91 da Constituição). Além disso, é só ler o art. 136, parágrafos 4º a 7º da Carta Política, os quais transcrevo abaixo (O Congresso Nacional, no qual o atual Executivo está em franca minoria, tem que aprovar o decreto do Estado de Defesa por maioria absoluta):

    “§ 4º Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de vinte e quatro horas, submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta.

    § 5º Se o Congresso Nacional estiver em recesso, será convocado, extraordinariamente, no prazo de cinco dias.

    § 6º O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento, devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa.

    § 7º Rejeitado o decreto, cessa imediatamente o estado de defesa.”

    Tentar caracterizar o Estado de Defesa como instrumento bolivariano e chavista é uma tremenda besteira. Não tem nada a ver uma coisa com a outra.

    • Isso é estado de sítio, não de defesa…. A Czarina dos Pampas já tinha tentado isso em outra vez, durante o movimento dos caminhoneiros e recebeu a seguinte resposta do Comandante do Exército : ‘ Depois que a senhora me chamar para desimpedir as estradas tomadas pelo MST, eu penso no assunto ‘ .

    • Art. 136. O Presidente da República pode, ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional, decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer, em locais restritos e determinados, a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza.

      § 1º – O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração, especificará as áreas a serem abrangidas e indicará, nos termos e limites da lei, as medidas coercitivas a vigorarem, dentre as seguintes:

      I – restrições aos direitos de:

      a) reunião, ainda que exercida no seio das associações;

      b) sigilo de correspondência;

      c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica;

      II – ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos, na hipótese de calamidade pública, respondendo a União pelos danos e custos decorrentes.

      § 2º – O tempo de duração do estado de defesa não será superior a trinta dias, podendo ser prorrogado uma vez, por igual período, se persistirem as razões que justificaram a sua decretação.

      § 3º – Na vigência do estado de defesa:

      I – a prisão por crime contra o Estado, determinada pelo executor da medida, será por este comunicada imediatamente ao juiz competente, que a relaxará, se não for legal, facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial;

      II – a comunicação será acompanhada de declaração, pela autoridade, do estado físico e mental do detido no momento de sua autuação;

      III – a prisão ou detenção de qualquer pessoa não poderá ser superior a dez dias, salvo quando autorizada pelo Poder Judiciário;

      IV – é vedada a incomunicabilidade do preso.

      § 4º – Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação, o Presidente da República, dentro de vinte e quatro horas, submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional, que decidirá por maioria absoluta.

      § 5º – Se o Congresso Nacional estiver em recesso, será convocado, extraordinariamente, no prazo de cinco dias.

      § 6º – O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento, devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa.

      § 7º – Rejeitado o decreto, cessa imediatamente o estado de defesa.

    • Ouvido este, ouvido aquele… Um nem sequer existe. E, mais, vigorando por 24 horas, estará dado o recado.Esse infeliz grupo que se adona agora – porque perdeu a legitimidade – do poder não ouve nem nada, nem ninguém. A intenção é sempre manter o Pais em sobressalto. Os senadores da oposição já se disseram alertas, a respeito de mais essa atitude tresloucada dessa desequilibrada senhora.

      • Ela queria decretar no sábado , comunicar o Congresso que só abre na terça…. Para variar a localidade escolhida seria São Paulo.

  15. O que eu acho mais curioso nessa cadeia de eventos são as “coincidências”

    – Dirceu foi da Casa Civil do governo Lula, e Dilma, diretora da Petrobrás. Quando as coisas começaram a vir a tona, o Lula disse que de nada sabia. Das três, uma: Ou foi tremendamente incompetente, ou foi conivente, ou então o chefe do esquema. Qualquer das três opções já desqualificaria o Lula como chefe de estado em qualquer país sério. Dilma afirma o mesmo sobre Passadena, o que leva-me a concluir a mesma coisa sobre as três opções.

    – Dirceu sai e Dilma vai para a casa civil. Um tipo de Deja-vu.

    – Dilma assume a presidência, continua “não vendo nada” e cada vez mais autoritária e arrogante. Afinal teve um ótimo professor. Ambos pensam em si mais do que no país.

    Independente da culpa ou não de outros atores políticos, a dupla Lula-Dilma, acessorada por Mantega só poderia dar no que deu. Populismo não é barato. É caro e agora todos os contribuintes estão pagando o pato.

    O interessante é o Lula falando que se seguirmos o plano esquizofrênico dele, veremos a luz no fim do túnel em breve. Só se for pelo espelho retrovisor.

  16. O processo de impeachment é previsto na Constituição Brasileira, portanto não há aqui que se falar em golpe, pois todos os ritos estão sendo seguidos de acordo com o Estado de Direito. O que realmente me preocupa é o desfecho desse processo. Se o Governo do PT conseguir barrar o impeachment será sua última grande vitória, pois nada mais conseguirá fazer que dependa do voto dos parlamentares do Congresso Nacional e a economia continuará travada, pois o governo já desistiu do ajuste fiscal e o que vai haver é aumento de impostos. Não haverá incentivo para investir no Brasil. Caso a oposição consiga aprovar o impeachment, o grande receio que muitos manifestam é a explosão dos movimentos sociais, como o MST (sem-terra) e MTST (sem-teto) em todo o país, sendo necessária a intervenção de forças policiais dos Estados e das Forças Armadas. O que tem contido esses movimentos até este momento é a presença do PT no poder. Contudo, deve prevalecer o Estado de Direito e para isso temos Polícias Militares e Forças Armadas para a garantia da ordem. Só é preciso acabar definitivamente com conversas sobre conciliação e união nacional porque isso não vai existir. Quem vencer essa parada, terá de impor a ordem, de uma forma ou de outra.

  17. Werneck, você entrou nessa. Você também acredita no Cládio Humberto. Quem das Forças Armadas iria receber uma proposta dessas sem dizer a seus superiores? Iso é tudo matéria podre. Isso não vale nada. Você é um homem de bem e inteligente. Vocês estão colocando Dilma em um patamar impossível de que ela atinja. Conspirar com militares? Que é isso Werneck? As Forças Armadas estão tranqülas em seus quartéis, bases e navios. Estão vigilantes como sempre devem estar. As informações que tenho de gente minha da ativa e reserva diferem totalmente. O que pode acontecer com o impechment de Dilma se acontecer é os militares exigirem limpesa total. Aí será uma avalanche. Todos os políticos que estiverem envolvidos em corrupção serão obrigados a renunciar para responderem como cidadãos comuns. Um pedido: Você que frequenta a Tribunadaimprensa. Comente a colaboração de Moro com os EUA e relação de Furnas. Você já leu e pode comentar aqui. Você tem credibilidade.

    • O partido de onde veio a ditadorazinha dos Pampas falar em paz é ridículo…. A Czarina de Porto Alegre não mede consequências, para de forma ditatorial, implementar os seus projetos. Na 5.ª feira 17/03, mandaram 9 viaturas e mais de 50 agentes da polícia Federal, invadirem uma Universidade Federal para passarem na marra a privatização do Hospital Universitário, através da EBESERH, pois essa privatização atende os desejos da Qualicorp, cujo dono é amigão do Lula.
      Fato que eu não via desde os anos de chumbo. É na prática e não no discurso que se vê o caráter das pessoas.

          • Então, deixe que Chico Buarque reconheça que está errado e encerre seu apoio ao PT. É feio ficar afirmando que ele recebe dinheiro do governo, que ganhou uma casa em Paris (quando se sabe que a sua família sempre teve morada lá) e muitas ofensas. Parece mais incitamento ao ódio.
            Quer 100% de apoio ? Lembre-se de Nelson Rodrigues: “Toda unanimidade é burra”.
            Boa Páscoa !!!

          • Carlos eu nunca falei isso do Chico… Apenas disse que ele é um ótimo compositor, como o Wagner foi…. Só não acho que a sua obra de razão absoluta sobre a sua posição política.

          • Deixe-o. Assim como você percebeu o que aconteceria, ele também pode perceber. A menos que esteja antevendo algo.

  18. Senhores,

    A informação do jornalista Claudio Humberto casa perfeitamente com o comunicado feito pelo MRE às embaixadas brasileiras, sobre o golpe que estava acontecendo por aqui.
    Por isso, acredito que foi a Dilma quem mandou emitir tal comunicado para, em seguida, decretar o “Estado de Defesa” em resposta ao “golpe” em curso e para salvar a democracia.

    O problema é que entre a emissão do comunicado e a decretação do “Estado de Defesa”, algo deu errado.

    • Creio sinceramente meu caro Watson Vieira, que sua dedução parece ter “desvendado” – NA MÔSCA, – a GENEALOGIA do GOLPE que O PT-DILMA-LULA (com esse objetivo, inclusive, o Lula deve ter sido nomeado “na marra” “Assessor Especial” da PRESIDANTA) que pretendiam levar adiante, . . .

      Louvo em concluir que, FINALMENTE as FFAAs abriram o placar: 1 X 0 ! ! !

  19. É perfeitamente compreensível,que o Sr. Alverga defenda com unhas e dentes seus patrões petistas.Ele é funcionário do Governo e pode perder o ganha-pão.Não conseguiria sobreviver sem sua mesada.
    Iniciativa privada não é para medíocres.

    • Praticamente NADA do que essa petralhada posta aqui se aproveita meu caro Watson, . . . no entanto temos a oportunidade tanto de mostrar os fatos como realmente são para os próprios, como o Tamberlini insuperavelmente se incumbe de apresentar, . . . como de nos mantermos informados de a que níveis se encontra a contaminação de sua “ideologia” e suas distorções, no inconsciente dessa massa de oportunistas e delinquentes sociais manipulada e doutrinada pela corja de sua “liderança”, . . .

  20. O PT tem como modelo Cuba e Venezuela. Portanto, nada disso me espanta. Eles só não aplicaram um golpe ainda pois não tem força para isso.

  21. Sr. Moreira de Souza, não o conheço, nem quero conhecer. Apenas lhe digo que sou servidor público federal concursado, efetivo e estável, tendo ingressado em 98 e adquirido estabilidade em 2001. Não devo nada ao PT, sendo, inclusive, favorável ao impedimento da Presidente Dilma. Em 2006 e 2010 votei no PSDB para Presidente, contra os interesses do segmento a que pertenço. Quanto à mediocridade, não vou comentar sobre este assunto com o senhor, já que és professor catedrático deste assunto.

  22. “Quanto à mediocridade, não vou comentar sobre este assunto com o senhor, já que és professor catedrático deste assunto.”
    Mas precisa aprender o Português.
    O correto seria:Quanto à mediocridade, não vou comentar sobre este assunto com o senhor, já que é professor catedrático deste assunto.
    Concursinho fajuto o seu “Dôto”…

    • Carlos Newton, para ser imparcial, deveria se pronunciar:

      Desculpe, Paulo Roberto (Ou Carlos Alverga), mas estas correções de erros de escrita não levam a nada. Todo mundo erra ao escrever. O que importa é a mensagem, o sentido do texto. Mas há comentaristas que ficam ridicularizando os outros, em função de pequenos erros cometidos. Temos de discutir as ideias. O resto é só perda de tempo e exercício de vaidade intelectual.
      No artigo que postei hoje sobre Lula, cometi dois erros. Qual o problema disso?

      Abs.

      CN

      Por que isso ? Porque tentou minimizar o que eu disse a Paulo : ” ”E com menos automóveis haverá menos acidentes! “. HAVER no sentido de EXISTIR vai para a terceira pessoa do singular”.

      E uma anta revidou: “E o Mordaz, poderia morder o rabo, de tão mordaz que ele é”.

      E a réplica oportuna é:
      “E desde quando mordaz tem a ver com o verbo morder, Anteza ?

      PS: Anteza significa Alteza para as Antas. E elas assim entendem. Dilma ou Lula, por exemplo”.

  23. O MAGNOLI LIQUIDA A QUESTÃO COM HUMOR……

    …………………………………………………………………………………………………………………………….
    O NOME DA TRAIDORA
    Demétrio Magnoli
    26/03/2016

    O golpe de 1964 consumou-se porque o “dispositivo militar” de Jango Goulart não passava de um blefe do general Assis Brasil.

    O golpe em curso, identificado pelo governo, avança na estrada aberta pela inércia de Dilma Rousseff, que prefere denunciá-lo em discursos a aplicar as medidas previstas na Constituição. O remédio está no artigo 137, que prevê a decretação do estado de sítio na hipótese de “comoção grave de repercussão nacional”.

    Sob o estado de sítio, o governo adquire poderes excepcionais para reprimir os golpistas, suspendendo a liberdade de reunião, restringindo a liberdade de imprensa e encarcerando os conspiradores. Mas a presidente nada faz, exceto falar. Isso se chama traição.

    No Itamaraty, o diplomata Milton Rondó Filho emitiu circulares às representações no exterior com mensagens de alerta sobre o golpe, mandando que fossem transmitidas à opinião pública no estrangeiro. O gesto patriótico, um eco das denúncias emanadas do Planalto, valeu-lhe admoestação oficial e foi anulado por circular do secretário-geral do ministério.

    A conspiração golpista tem ramificações dentro do próprio governo. Dilma reuniu em palácio, num ato de denúncia do golpe, os juristas Celso Bandeira de Mello, Dalmo Dallari, Fábio Comparato e Paulo Bonavides. Em 2001, os quatro protagonizaram tentativa de golpe urdida pelo PT, apresentando pedido de impeachment de FHC.

    Os golpistas arrependidos, hoje convertidos em arautos da legalidade, conhecem o texto constitucional. Mesmo assim, não apontaram à presidente a solução contida no artigo 137, uma evidência de que simpatizam secretamente com os conspiradores. Na campanha de defesa da democracia, o governo deve se afastar de aliados ambíguos, cujos princípios oscilam ao sabor das circunstâncias.

    A conspiração avança à luz do dia, usufruindo da inação do governo. Uma vantagem disso é que a identidade dos golpistas não está coberta pelo manto da clandestinidade. Na sua missão legalista, o governo tem o dever de elencar os criminosos. Ofereço uma lista preliminar de perigosos subversivos.

    1) Sergio Moro. Crimes: violação da lei, instauração do arbítrio. O juiz obtém confissões pelo recurso à “extorsão” (Eugênio Aragão), persegue Lula por motivos políticos e divulga áudios privados da Presidência da República, ameaçando a “segurança nacional” (Dilma). Co-réus: juízes do TRF da 4ª Região, do STJ e do STF que confirmaram suas decisões.

    2) Procuradores, auditores e policiais da força-tarefa da Lava Jato. Crimes: atentados contra a ordem política e econômica. A “república de Curitiba” prepara o golpe criando comoção popular por meio de vazamentos seletivos e espalhafatosas operações midiáticas. Na orgia subversiva, desestabiliza a economia, gerando desemprego e “R$ 200 milhões em prejuízos” (Lula).

    3) Rodrigo Janot. Crimes: os mesmos que pesam sobre a força tarefa. O Procurador-Geral aceita delações premiadas obtidas por “extorsão” e autoriza interceptações telefônicas que envolveram a presidente.

    4) Mídia. Crime: difusão de notícias destinadas a provocar comoção social. A imprensa coordena a operação golpista, disseminando os vazamentos oriundos da “república de Curitiba”. Na lista de subversivos, excetue-se a “imprensa” patriótica baseada na internet e financiada por empresas estatais.

    5) STF. Crime: legalização do plano golpista. A corte suprema definiu o rito parlamentar do impeachment, que é a forma política assumida pelo golpe de Estado.

    6) Manifestantes do 13 de março. Crime: insurreição contra a democracia. Os milhões nas ruas são a infantaria da conspiração golpista.

    Dilma trai a Constituição ao convocar CUT, MST e MTST à resistência contra o golpe. Sua obrigação é, na forma da lei, solicitar ao Congresso a decretação do estado de sítio. Se não a cumprir, sujeita-se a IMPEACHMENT.

    http://www1.folha.uol.com.br/colunas/demetriomagnoli/2016/03/1754253-o-nome-da-traidora.shtml

  24. Admiro-me de o Sr. Newton ter deixado passar comentário tão vulgar. De hoje em diante, senhor, sequer lerei seus escritos. Jamais agredi aqui quem quer que fosse, muito menos o senhor. Passar bem e com muita saúde, são meus desejos cristãos a quem me desrespeita.

  25. Sra.Mara,
    Em nome dos homens de VERDADE,nossas desculpas pelos comentários infelizes,grosseiros,racistas e desrespeitosos do Sr.Aquino.
    Não os leve em conta.

    Cordialmente
    Paulo Roberto.

  26. Essa é a melhor atitude, porque se acionados a servirem estariam a mando de Dilma. Acho que elas estão tomando uma postura profissional, isto é, agem conforme a lei. Se Dilma é a presidente ela é a chefe das forças armadas. Acontece que em algum momento ele, Exército percebe as ruas e o comando sabe o que é correto, então ninguém poderia segurar a caserna porque ela é o próprio povo.

  27. Há dois anos os intervencionistas eram chamados de loucos. Como o impeachment , se ocorrer,não vai resolver nada já que o problema se encontra neste congresso corrupto, a intervenção passa a ser uma opção. Quando o povo perceber que o impeachment foi enganação, que os três poderes estão mancomunados, que o lula não vai ser preso e que vão melar uma lavajato que está quase chegando no BNDS e consequentemente nos três poderes, a intervenção será a única solução.

    • Parabéns! Alguém saiu do “mi mi mi” e olhou mais além, para aquilo que começa a se descortinar ante nossos olhos… Se o impeachment for retardado e só for oficializado depois de 31 de Dezembro próximo (quando se inicia a segunda metade do mandato de Dilma Rousseff), as ELEIÇÕES serão INDIRETAS… E esse é o grande interesse da oposição, principalmente do PSDB e do PMDB, que possuem muitos parlamentares envolvidos nos escândalos de corrupção da Operação Lava-Jato. Se isto acontecer, aí, sim, com certeza, podemos esperar uma grande NEGOCIATA: a indicação de Michel Temer para Presidente da República e, em troca, o “esvaziamento” da Operação Lava-Jato e a consequente liberdade de Lula e Dilma e todos os corruptos!
      Por isso, falei em “mi mi mi”… Porque, em vez de ficarmos paralisados nesta etapa de trocas de opiniões e/ou indelicadezas, devemos focar e lutar pelo IMPEACHMENT ANTES DO DIA 31 DE DEZEMBRO DE 2016! Porque aí, sim, cairiam todos! E novas eleições – com políticos “ficha limpa” – teriam que ser convocadas! E a Operação Lava-Jato tomaria novo fôlego, para “limpar” o máximo que conseguisse dessa lama que, de tanta, nos está imobilizado.
      Estou enganada?!..

  28. Date: Wed, 30 Mar 2016 16:27:44 -0300

    Não esqueço as palavras de meu pai, do alto da sua vivência proletária e de esquerda honesta
    e ao mesmo tempo idiota, que hoje ouço com o cantar do vento sempre que meus ouvidos escutam
    o nome LULLA.
    Foi um militante, que ao aparecer este homem disse-me: – ESTE É O MAIOR ENGANADOR QUE APARECEU NOS
    ÚLTIMOS 100 ANOS. É entreguista e isto será mostrado. Ele vai enterrar o país.
    “com o eu acreditaria nisto, naquele momento? Era chegada a nossa hora, o movimento fervia contra os militares, e eu
    recém concursado da Petrobrás, seguindo o caminho do meu pai, engajei-me na luta. Agora vejo que foi em vão.
    Perdi as oportunidades de mim tiradas, pela minha militância e combate ferrenho contra a corrupção, que imaginava
    existir “!FORA FHC!”.
    TODOS OS COLEGAS QUE IMAGINAVA SEREM DEFENSORES DA EMPRESA, PUSERAM-SE À SERVIÇO DA PODRE ROUBALHEIRA
    QUE HOJE OBSERVAMOS.
    Agora brado à todos pulmões “”FORA LULLA”, para mim o maior canalha que também ajudei a ascender ao cargo que ocupou.

    LUIZINHO
    ———- Mensagem encaminhada ———-
    UMa das muitas verdades sobre o “mito” Lula, na realidade fabricado por “intelectuais” e por políticos interessados em levar vantagem.

    -Para:

    Assunto: RESUMO da TRAJETÓRIA do MITO LULA – IMPERDÍVEL

    O ocaso de um mito chamado Lula
    26/03/2016 – 01h15 – Rui Fabiano no Blog do Noblat

    Neste momento em que a Operação Lava Jato desconstrói a imagem de Lula, depurando-a de todos os artifícios, instala-se uma espécie de assombro geral nos meios intelectuais e artísticos do país, onde ainda reina forte resistência aos fatos.

    Tal depuração baseia-se em alentados registros – e o mais eloquente vem da própria voz de Lula, captada nos recentes grampos telefônicos, autorizados pela Justiça, em que exibe solene desprezo pelas instituições, em especial o Judiciário.

    Não se deve apenas aos truques do marketing político-eleitoral a construção da imagem do falso herói. Bem antes do advento dos Duda Mendonça e João Santana, hoje às voltas com a Justiça, Lula já desfrutava de altíssimo conceito redentor, esculpido no âmbito universitário, onde o projeto do PT foi engendrado.

    E aqui cabe repetir o bordão lulista: nunca antes neste país, um presidente da República foi brindado com tantos títulos honoris causa por parte de universidades, mesmo sem ter dado – ou talvez por isso mesmo – qualquer contribuição à atividade intelectual.

    Ao contrário: Lula e seus artífices difundiram o culto à ignorância e ao improviso, submetendo a atividade intelectual à condição subalterna de mera assessora de um projeto populista.

    A epopeia de alguém que veio de baixo e galgou o mais alto cargo da República fascinou e comoveu a intelligentsia brasileira, que o transfigurou em gênio da raça. Pouco interessava o como e o quê fez no poder – questões que agora se colocam de maneira implacável -, mas o simples fato de que a ele chegou.

    O símbolo falsificava o ser humano por trás dele. E o país embarcou numa ilusão de que agora, dolorosamente – e ainda com espantosas resistências, – começa a desembarcar.

    Fernando Henrique Cardoso, símbolo da nata acadêmica nacional, deixou suas digitais nesse processo. A eleição de Lula, em 2002, contou com sua colaboração. Como se recorda, FHC desengajou-se da campanha presidencial de José Serra, dizendo a quem quisesse ouvi-lo: “Agora, é a vez de Lula”.

    Conta-se que, naquela ocasião, ao recebê-lo em Palácio, chegou a oferecer-lhe antecipadamente a cadeira presidencial. Era o sociólogo sucedido pelo operário, ofício que Lula já não exercia há mais de duas décadas. As cenas da transmissão da faixa presidencial, encontráveis no Youtube, mostram um Fernando Henrique ainda mais deslumbrado que seu sucessor.

    Lula, na ocasião, disse-lhe: “Fernando, aqui você terá sempre um amigo”. No dia seguinte, cessou o entusiasmo: o ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, em sua primeira entrevista, mencionava a “herança maldita” do governo anterior, frase repetida como mantra até os dias de hoje.

    E o “amigo” não mais pouparia seu antecessor, por quem cultiva freudiana hostilidade. A erudição, ao que parece, o incomoda, embora a vida lhe tenha proporcionado meios bem mais abundantes de obtê-la que a outros grandes personagens da cultura brasileira, de origem tão modesta quanto a sua, como Machado de Assis, Gonçalves Dias e Cruz e Souza, mestiços que, em plena escravidão, ascenderam ao topo da vida intelectual do país.

    O mito Lula começou ainda na década dos 70, em pleno governo militar – e contou com a cumplicidade do próprio regime, que, por ironia, o viu como peça útil na desconstrução da esquerda, abrigada no velho MDB e em vias de defenestrar eleitoralmente o partido governista, a Arena. O regime extinguiu casuisticamente o bipartidarismo, de modo a esvaziar a frente oposicionista.

    A frente, em que a esquerda tinha protagonismo, entendia que não era oportuno o surgimento de um partido de base sindical, que a esvaziaria, diluindo os votos contrários ao regime. Lula foi peça-chave nesse processo, concebido pelo general Golbery do Couto e Silva, estrategista político do governo militar.

    Há detalhes reveladores em pelo menos dois livros recentes: “O que sei de Lula”, de José Nêumanne Pinto, que cobriu as greves do ABC pelo Jornal do Brasil naquele período, e com ele conviveu; e “Assassinato de Reputações”, de Romeu Tuma Jr., cujo pai, o falecido delegado Romeu Tuma, então chefe do Dops, foi carcereiro de Lula, no curto período em que esteve preso.

    Tuma e Nêumanne convergem num ponto: Lula foi informante do Dops, o que lhe facilitou a construção do PT, a cujo projeto se agregariam duas vertentes fundamentais – a esquerda universitária paulista e o clero católico da Teologia da Libertação.

    Essa gênese explica a trajetória vitoriosa do partido: o clero proporcionou-lhe a capilaridade das comunidades eclesiais de base e os acadêmicos prestígio e acesso à grande mídia.

    A ambos, o PT retribuiu com Lula, o símbolo proletário de que careciam para forjar o primeiro líder de massas que a esquerda brasileira produziu e que a levaria, enfim, a vencer eleições presidenciais. Deu certo – e deu errado.

    Lula chegou lá, mas corre o risco de concluir sua trajetória na cadeia. Os acertos de seu primeiro governo derivam da rara conjunção de uma bonança econômica internacional com os ajustes decorrentes do Plano Real. Finda a bonança e desfeitos os ajustes, restou a evidência de que não havia (nunca houve) um projeto de governo – e tão somente um projeto de poder.

    A Lava Jato, ao tempo em que reduz Lula a seu exato tamanho, político e moral – e, ao que se sabe, há ainda muito a vir à tona -, mostra o que fez, à frente do PT e do país, para que esse projeto se consolidasse e o eternizasse como pai dos pobres – uma caricatura de Vargas, com mais dinheiro e menos ideias.

    De gênio político, beneficiário de uma conjuntura que desperdiçou, lega à posteridade sua grande obra: Dilma Roussef, personagem patética que tirou do anonimato para compor um dos momentos mais trágicos da história da República.

    O historiador do futuro terá o desafio de decifrar o que levou a inteligência do país – cujo dever de ofício é antever e evitar tais desvios – a embarcar num projeto suicida, a serviço da estupidez, não hesitando em satanizar os que a ele se opõem.

    NUNCA ALGO FOI TÃO BEM ESCRITO

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  30. Respeito a decisão dos comandantes de nossas gloriosas forças armadas, discordando de opinião e decisão esdrúxula do Governo em tentar criar um abominável Estado de Defesa. É o fim da picada. O Governo e os petistas estão desesperados

  31. Werneck continuas com essa bobogem do Claúdio Humberto. Golpe chavista? Deixa de pantomima. Acho que os momentos tumultuados em que estamos vivendo te desestabilizaram mentalmente. Repetes isso querendo aparecer? Queres forçar 15 minutos de fama? E tem gente que escreve laudas e mais laudas acreditando naquilo que em jornalismo chamam de BARRIGA. Vai tomar chá de camomila Werneck.

    • Grato Aquino pela milésima leitura do texto e pela elegância e serenidade de seu comentário.
      Grande abraço,Saúde e vida longa.
      E, mais uma vez,obrigado pela audiência.
      Agora um pedido especial:
      Respeite a Srta.Mara.Ela tem a admiração de todos aqui.
      Cordialmente,
      Werneck

  32. Vá em frente Werneck. Nada podemos fazer com os 10% a 12%, dos brasileiros, que, patologicamente, estão envenenados e deformados, por esse vírus pestilento da ignorância.!!!!!!

  33. O Brasil está sob “golpe” desde que o FHC entregou-o para os vermelhos. Ou que nome se dará, no futuro, à entrega da refinaria da Petrobras da Bolívia ? E às invasões de propriedades privadas ? E à invasão nacional por Haitianos, por Africanos e por Cubanos ? Quem se lembra do Rio Grande do Sul, antes de sua administração ser, ingenuamente, entregue aos vermelhos ? Quem compara a criminalidade de hoje, com a de outrora, no glorioso Sul ?

  34. EU LAMENTO MUITO PELO POVO,SOMOS UMA NAÇÃO DESGRAÇADA.NADA FUNCIONA,QUEM DEVIA DAR EXEMPLO SE VENDE,ESTAMOS AFUNDANDO,A COISA É GRAVE,SÉRIA,PARECE QUE EXISTE UM DESEJO COLETIVO DE ABRIGAR OS DEMÔNIOS NO PARAISO,TENHO UMA NOTICIA BOA.DEUS O PRÓPRIO DEUS,ESSE QUE TODOS FIGEM NÃO CONHECER,VAI POR UM PRUMO.SE PREPARE.ANOTE,ESPERE.SOMOS NAÇÃO ESCOLHIDA.

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