Mourão diz que povo está se lixando para sua declaração sobre o 13º salário

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Não houve briga com Bolsonaro, afirma Mourão

Andréia Sadi
G1 Brasília

O general Hamilton Mourão, vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL), disse nesta sexta-feira (28) que não existe briga entre ele e colega de chapa devido às críticas que fez nesta semana ao 13º salário. “Temos uma relação de lealdade absoluta. Não somos como políticos. Ele é político, mas eu não sou. Vocês precisam entender isso: dois paraquedistas andam de passo miúdo.”

O general disse que nunca foi tão “abraçado” como entre estas quinta (27) e sexta (28), após ter declarado que o 13º salário é uma “jabuticaba brasileira”. “Fui na minha academia hoje [sexta] e todo mundo que vinha falar comigo eu explicava. O faxineiro me perguntou, eu expliquei! Pediram para tirar foto comigo. O povo está se lixando para isso porque está preocupado com segurança e emprego”, disse o general.

“SOU SINCERO” – A reportagem insistiu que o 13º salário estava vinculado ao emprego e, por isso, o povo não poderia estar “se lixando” para isso. E Mourão respondeu: “Está se lixando, sim, está se lixando porque não é bem assim. Não estou falando que vou cortar, nem posso. Eu sou um cara que fala a verdade, sou sincero. Expus o problema, estamos falando de aumento de imposto. E as questões da segurança e emprego são muito graves. Você sabe que isso aí não tem em outros países”, enfatizou.

Mourão disse que não foi enquadrado por Bolsonaro. “Ele me ligou antes de tuitar aquela resposta”, referindo-se à postagem desta quinta na qual o candidato do PSL desautorizou o vice.

Questionado sobre se haviam discutido a possibilidade de ele se afastar da candidatura a vice na chapa, Mourão refutou. “Nada disso, nem pode pela legislação.”

9 thoughts on “Mourão diz que povo está se lixando para sua declaração sobre o 13º salário

  1. Se outros países não têm, é problema deles.Estamos no Brasil Sr. Mourão, e o décimo vem desde o governo do Getúlio Vargas, e está na CLT e Constituição do Brasil,.

    Portanto direito adquirido. Vamos fazer um plebiscito para ver se o povo aceita , ou não.

    Esta sua fala não cola!

  2. “Vocês acabaram de eleger o Bolsonaro”, disse Alckmin a jornalistas da Globo ao final do JN.

    Quando forem reveladas as histórias de bastidores das eleições de 2018, uma das mais constrangedoras terá se passado nos estúdio da Rede Globo, no Rio, depois da entrevista do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, ao Jornal Nacional.

    O sempre tranquilo e fleumático Alckmin conseguiu ocultar sua ira durante a entrevista, quando foi duramente interpelado por William Bonner e Renata Vasconcellos – aliás, como seus adversários.

    Diferentemente de outros, como Jair Bolsonaro, que contra-atacaram e criaram situações embaraçosas para a emissora, aguentou calado a pancadaria. Quando acabou, porém, virou-se para integrantes do Jornalismo da Globo e disse:

    – Vocês acabaram de eleger o Jair Bolsonaro. Se é isso que vocês queriam, conseguiram, com a forma como me trataram – desabafou o tucano.

    Com cara de poucos amigos, Alckmin foi conduzido à sala onde ficou esperando a entrevista seguinte, ao Jornal das Dez, da GloboNews. Lá, foi procurado por integrantes da direção da emissora que, acompanhados por Bonner e Renata, tentaram suavizar o clima. Não adiantou. A eles, o candidato do PSDB repetiu:

    – Vocês estão elegendo Jair Bolsonaro.

    https://goo.gl/jiwoRu

    • Para mim, a TV Globo foi dura com todos os candidatos.
      A vitória do PT, se ocorrer, o partido terá que agradecer a Alckmin, que tratou de detonar o Bolsonaro, imaginando que iria tomar seus eleitores.
      Puro engano.
      PT, PSDB, MDB, PP e alguns outros partidecos menores, é tudo farinha do mesmo saco.

  3. JOSÉ MAURÍCIO DE BARCELLOS
    Radicalizar ou definir?
    No mesmo diapasão da cantilena em torno do “vamos conversar” para se livrar a testada daqueles que arrasaram esta “Terra Brasillis” e, também, daqueles que ao longo destes últimos 30 anos de governos civis se locupletaram até fartar com o roubo da esquerda delinquente aliada ao negocismo usurpador do qual falei no ultimo artigo, um jornalão pertencente a um dos maiores Conglomerados da Comunicação do País – que dizem está à beira de quebrar porque lhe tiraram as mãos sujas dos cofres públicos – estampou recentemente um Editorial batalhando no sentido de não se radicalizar posições políticas antagônicas por causa do que chama de uma “banalização de golpe”. Isto quer dizer na verdade que pugna, sorrateiramente, para que os homens de bem desta Nação deem as mãos e as costas aos maus, perdoando e esquecendo tudo quanto fizeram principalmente a nossa gente mais humilde e a quase 20 milhões de famílias dos desempregados.
    Conquanto não aceite, bem entendo e identifico os condenáveis propósitos daquela gente. Querem o continuísmo. Querem continuar se locupletando, querem permanecer com seus privilégios, querem nivelar todos nós cidadãos honrados a um bandido condenado, julgado e preso, bem como igualmente aos membros de todas as quadrilhas de Sarney a Temer que um dia foram (ou continuam) aliados a Lula.
    Às vezes penso que estou ficando louco ou que parte desta sociedade enlouqueceu de vez. Que droga de história é esta de se votar em candidatos que um dia e por muito anos estiveram de mãos dadas com os bandidos de Lula e Dilma? Não são corruptos também? Não roubaram juntos? Não se locupletaram de igual forma e com igual conivência? Não concorreram para que fossem levados bilhões do nosso País para entregar a cruéis ditadores da “América Latrina” e de África? São ou não são coautores dos crimes que nos levaram aos caos social, moral e econômico?
    Explique-me como pode um chefe de família honrado, um patriota, um cristão votar em um nome da esquerda ladra e delinquente ou da direita usurpadora chamada de “Centrão” e depois disto retornar ao lar para encarar sua esposa e filhos? Antes da Lava Jato eu poderia até admitir que este cidadão, ingênuo e incauto, estivesse agindo de boa-fé iludido pelas mentiras e pelas canalhices dos PT’s da vida.
    Agora, depois de tudo que restou consabido, estou certo de que um dia, quando tiver que olhar nos olhos daqueles que assim procederem, penso que não saberei esconder. Eles perceberão o quanto os desprezos, como brasileiros e patriotas. Digo de outra maneira, a esses aos quais aqui me refiro, o opróbrio que, doendo embora, acabarei por lhes ter, não será maior, contudo, que a dor da condenação que um dia vai lhes impor suas consciências porque, simples e deliberadamente, vestindo a camisa e empunhando as bandeiras dos vermelhos, ser tornaram traidores desta Pátria Verde e Amarela.
    Quando pelas mãos dos que querem eleger – se curvando e se rendendo ao comando do maior ladrão da coisa pública da história contemporânea – virem nosso País transformado em uma nova Venezuela ou em algo parecido, o remorso que os atormentará até o final dos dias só lhes recordará o que há milênios está inscrito nas Escrituras quanto ao relato do arrependimento de Judas Iscariotes.
    A esta altura dos acontecimentos como pode alguém deixar de ter uma posição firme e intransigente em relação aos crimes praticados contra esta Nação? Percebam o cinismo do calhorda que foi ungido por Lula. Anda pelas ruas cercado, da “Anta Guerrilheira” que nos envergonhou perante o Mundo, de umas poucas dezenas de apoiadores, de asseclas e de pobres diabos comprados com um sanduiche qualquer, e assim mal acompanhado vai gritando por aí que ele é tão bandido quanto seu chefe e mentor; que defende o larapio petista incondicionalmente apesar do mesmo ter sido condenado por mais de 17 magistrados, em vários Tribunais do País e, também, que vai entregar o Brasil novamente à gente mais desprezível da classe política atual. Se for eleito está autorizado a subjugar o Brasil àquele bandido e à sua quadrilha, colocando-nos de joelhos.
    Apesar disto vêm os cínicos e mal intencionados de sempre da imprensa profissional, além dos canastrões da cultura, dos chupins da “Lei Rouanet”, e da “esquerdalha” doente para aplaudi-lo e incensá-lo. A meu sentir, se aquele cidadão, depois de tudo que ele e sua caterva fizeram a nossa gente, tivesse um único voto além do seu evidentemente, já seria vergonhoso para esta Nação. O stablishement bem sabe que o Brasil não vai elegê-lo afinal, mas trama, urde e conspira com os viscosos Institutos de Pesquisa para que possa eleger um número significativo de ladrões para o Parlamento, visando a, através deles, garrotilhar o próximo Presidente da República.
    Por onde tenho andado em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas, o que vejo são multidões de pessoas gritando pelas ruas do País o nome do candidato apontado como líder nas pesquisas para Presidência da República pelas “Agências de Avaliação de Risco” (BTG-PACTUAL, XP INVESTIMENTOS e etc.) que, ao contrário dos vendidos Institutos de Opinião (reles negociantes de seus dados estatísticos), se errarem em suas análises perdem os clientes por falta de confiabilidade.
    O que recebo pela Rede Mundial de Computadores de todos os rincões deste Brasil, principalmente do norte e do nordeste – já que do sudeste e do sul nem surpreende mais – são vídeos e mais vídeos com meia dúzia da trupe vermelha sendo expulsa aos gritos das ruas e das praças. Ainda recentemente me chegou o filme de um palanque com Haddad, Pimentel, Dilma, Gleisi Hoffmann e Manuela D’Ávila, cuja plateia na principal Praça de Ouro Preto-MG não conseguia ocupar a calçada em que montaram seu circo, gritando “Lula Livre”. Na noite desse mesmo dia a “Rede Goebells” proclamou o resultado da última pesquisa comprada por ela, dizendo que o comparsa do condenado havia subido “mil pontos” nas intenções de votos. Não há lógica alguma nisto, não bate a cara com a carreta e quem quer tenha hoje um celular na mão sabe que o exibido nas televisões é irreal e pérfido.
    Igualmente, transitam pelo território livre das Redes Sociais dois vídeos emblemáticos, filmados em dias subsequentes em um mesmo local do conhecido calçadão no Centro da cidade de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Aquela cidade da baixada fluminense há décadas foi tomada pela trupe do PT e teve como Prefeito por muito tempo o atual Senador Lindbergh Farias (PT-RJ), o tal réu na Lava Jato em cujo gabinete o Senador Ronaldo Caiado pediu nos microfones do Senado Federal que a Polícia Legislativa desse uma batida em busca de drogas. No vídeo da campanha do senador petista não se contavam dez pessoas, enquanto do lado oposto da rua dezenas de cidadãos o xingavam de ladrão para baixo.
    No outro vídeo, no qual aparecem apoiadores espontâneos do candidato líder de intenção de votos, vê-se uma multidão de pessoas de todas as idades que ocupou quilômetros do entorno do local. Vê-se, igualmente, o primogênito do candidato à Presidência da República, também candidato a senador pelo PSL-RJ, no meio do que parecia um mar de gente berrando de forma uníssona: “Mito, Mito, Mito”! Coisa de arrepiar até quem não simpatiza com o candidato líder. Tenho convicção de que qualquer cidadão neste País já assistiu algo semelhante. Só gostaria de saber onde os “comerciantes de pesquisas” estão encontrando as bases dos números que fabricam?
    A campanha para desconstruir o candidato odiado pelo sistema que apodreceu, sempre muito perversamente enfatiza suas matérias, mentiras e métodos diversionistas que vão sendo repetidos, repetidos e repetidos até que alguém admita como verdade. Neste processo, como vez por outra ressalto, colaboram as penas de aluguel como, por exemplo, a de um “esquerdopata porcaria” que de Franco só tem o nome, que todo dia destila seu fel contra o candidato mais odiado da canalha política pelo tal jornalão e, pressuroso para atender as ordens do patrão, esforça-se para festejar os comprados números da sempre “última pesquisa” eleitoral, fazendo coro com a patranha veiculada.
    Pouco se me dá que venham com suas conversas fiadas em torno de radicalização e outras baboseiras. Graças ao bom Deus, radicalmente ou não, nosso povo de bem já se decidiu contra os bandidos presos ou soltos egressos da classe política e não os querem no Planalto, e não os querem no próximo governo. Ou tudo quanto se vê e diariamente escancarado nas Redes Sociais é real e não uma surreal montagem ou tudo não passaria de uma miragem que vai se esvair no próximo dia 07 de outubro, quando o Brasil se entregará a um descarado pilantra que não dá um passo sem antes ir à cadeia de Curitiba prestar vassalagem ao mais reles dos brasileiros: o “Ogro Encarcerado”.
    Esta Nação não merece tão grande castigo. Os vermelhos antes radicalizaram atingindo da forma mais vil a educação, a saúde, a segurança, a subsistência deste povo que fizeram desvalido e, ainda, a família e a cultura judaico-cristã que pretendem destruir. Há que se revidar ou continuaremos sendo alvo do escárnio perante a comunidade das Nações livres e soberanas.
    Não custa repetir “pra firmar”, se a sorte nos for madrasta e trouxer de volta aquela gente do mau, este povo que nunca se rendeu não vai só radicalizar, vai isto sim se definir optando por uma ruptura deste carcomido sistema que, em definitivo, ponha a ferros esta corja imunda de velhacos e impostores. Não há outra saída e aí, então, o sangue dos seus filhos lavará a honra da Pátria ultrajada. Quem viver verá.
    Jose Mauricio de Barcellos ex Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. Email:bppconsultores@uol.com.br.

    • Perfeito.
      Só faltou falar um pouco daquelas maquininhas que registram nossos votos.
      Eu tenho tido pesadelos só em pensar no que pode acontecer.
      É pra ficar preocupado ou estou exagerando?

  4. Parece que o BOLSONARO NÃO VALE NADA mesmo:
    Corre nas redes sociais que ele agora está sendo acusado de TENTATIVA DE PARRICÍDIO:
    “-Ele chutava muito forte a minha barriga”, revela a pobre senhora, mãe candidato.

  5. Copiando, reproduzindo, porque concordo com o texto!
    O admirado colega Dr. Varela “pisou na bola”, no momento em que deveria marcar um gol importante para o Brasil: enfim…c’ est la vie…”
    Carta aberta ao Doutor Dráuzio Varela
    (Manifesto contra Bolsonaro)
    Acabo de ler que o festejado Doutor Dráuzio Varela, e mais uma penca de artistas, conhecidos e desconhecidos, além de atores e atrizes, e autoproclamados intelectuais, assinaram um manifesto contra a candidatura de Jair Bolsonaro. Batizado de Democracia sim, o tal manifesto afirma que sua candidatura é um risco que flerta com o autoritarismo. Acusa-o de intolerante, e mais uma dezena de adjetivos desqualificadores. Diz que é preciso somar forças na defesa da liberdade, da tolerância, e do destino coletivo entre nós. Segue afirmando que a história demonstra que líderes fascistas e nazistas foram eleitos sob a promessa de resgatar a autoestima e credibilidade da nação.
    Que conversa torta é essa Dr. Dráuzio? De onde o senhor e mais essa penca de idiotas tiraram a ideia que somos retardados mentais que necessitam de seus conselhos? Ora, ora, Dr. Dráuzio, onde fica nesse seu manifesto, o artigo primeiro, da Constituição que afirma: TODO PODER EMANA DO POVO E EM SEU NOME É EXERCIDO? Mudem então a Constituição para: TODO PODER EMANA DE UMA ELITE ARTISTICA E INTELECTUAL, A QUAL ORIENTA O VOTO.
    Não vi, não li Dr. Dráuzio, uma autocrítica sua e nem dos que assinam o tal manifesto, por terem apoiado incondicionalmente um governo corrupto, que tinha um projeto político de instalar no país uma ditadura aos moldes do que hoje se assiste na Venezuela. Quem apoiou o governo corrupto do PT, ainda mais quando se classificam como artistas e intelectuais, possuem sim responsabilidade na desgraça que hoje nos afligem. Os senhores são corresponsáveis, apoiaram e ainda apoiam uma quadrilha que nos levou à beira do abismo. Quem são os senhores e as senhoras para falar com autoridade em intolerância? Quem se atreve a questionar qualquer dado da esquerda, é logo taxado de fascista. Questionar a importância de se ensinar sexo para crianças de seis anos nas escolas, é ser fascista. Questionar a invasão de propriedades ao arrepio da lei, é ser fascista. Desconfiar doutor, apenas desconfiar que a fortuna do seu líder máximo é produto de corrupção, é ser fascista.
    Por que doutor Dráuzio toda esta verborragia mal-ajambrada contra um candidato que possui uma imensa aceitação popular, que representa a esperança, a última chance, e nada contra as famigeradas ditaduras de Cuba, Coreia do Norte, Nicarágua, sem esquecer a Venezuela? Devemos então doutor Dráuzio voltar ao início do século, onde apenas a elite masculina votava?
    Também não li, e nem soube de algum manifesto dos senhores contra as chacinas diárias contra policiais e cidadãos de bem que morrem como moscas todos os dias no caminho ou na volta do trabalho. Não soube de ninguém do seu exclusivo “circo”, reclamando dos bilhões e bilhões de dólares, dinheiro nosso, suado, entregues de mão beijada para ditadores sanguinários, enquanto nos faltam transporte decente, segurança, saúde e educação. Ou será que não fazem falta?
    O senhor doutor Dráuzio talvez conheça superficialmente o que é uma favela. Quanto aos demais que assinam esta sandice alcunhada de manifesto, duvido. Não sabem nem onde fica. Sou policial doutor Dráuzio, conheço praticamente todos os morros e favelas do Rio de Janeiro. Posso sim falar com autoridade da desgraça que testemunho quase diariamente. A desgraça imposta por décadas por governos corruptos apoiados pelos que hoje têm a petulância de nos dizer como devemos agir com nosso voto. A desgraça por manter na ignorância, na sujeira, na falta de saúde, trabalho e segurança, milhões de pessoas, criando e recriando currais eleitorais.
    Desculpe doutor, mas esta verborragia soa como infantilidade ou canalhice. Quantos dos que assinam esta baboseira vivem com bolsa ditadura, com o dinheiro fácil da Lei Rouanet? É normal então que se assustem com um candidato que promete acabar com tais mamatas. Se não acreditar nele doutor, vou acreditar em quem? Aponte-me um doutor, um apenas que não tenha rabo preso, que ainda não foi citado em escândalo de corrupção. Basta um doutor. Prometo que faço uma análise profunda do nome que apontar.
    Afirmou Winston Churchill doutor, o grande estadista inglês, que dentre todas as formas de governo, a democracia é a menos pior. Ora, a democracia não é a vontade do povo? Então doutor Dráuzio, não me venha com patrulhamento, poupe-me de suas advertências. Com risco ou sem risco vou votar no Bolsonaro. A vida doutor Dráuzio é um risco constante. Prefiro correr este risco do que aceitar a canalhice como regra e baixar a cabeça.
    Aurílio Nascimento – Comissário da Polícia civil do Rio de Janeiro.”
    Parabéns, Comissário.

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