Na crise da sade no Rio de Janeiro, falsa a posio do prefeito Marcelo Crivella

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Marcelo Crivella demonstra ser um fracasso administrativo

Pedro do Coutto

Na edio de sexta-feira, O Globo destacou o texto divulgado em vdeo no qual o prefeito Marcelo Crivella tem a coragem de dizer que a crise no setor fundamental, que divide a morte e a vida, falsa. Mas como pode o prefeito fazer tal afirmao se ele foi a Braslia obter socorro de emergncia de 150 milhes de reais para tentar libertar do caos a sade no municpio. Faltam remdios, equipamentos.

Tudo isso do conhecimento direto da populao, temos assim o confronto da realidade com a fantasia, que agride a todos, sobretudo porque o mesmo prefeito chega ao cmulo de sustentar que apenas os salrios encontram-se atrasados.

SEM CIDADANIA – Salrios atrasados so uma violao completa da cidadania praticada por um poder pblico. Relativamente ao atendimento de emergncia, o mesmo jornal expe que Paulo Roberto de Souza morreu num centro do Leblon porque no resistiu a um enfarte que aconteceu s 16 horas de quarta-feira e ele no conseguiu ser atendido at 21 horas. Sua passagem da vida para a morte prolongou-se por cinco horas absurdas, e, no caso, mortais.

Os casos mais dolorosamente absurdos acontecem todos os dias e o prefeito nada faz para atend-los. Como pode um prefeito tentar separar a crise em dois planos, ambos trgicos. Falta de pagamento, escassez de qualquer compromisso tico com a sociedade e com a prpria existncia humana.

Funcionrios no vinham recebendo salrios h vrios meses. O que significa isso? Uma farsa, mas cometida pelo prprio prefeito que no capaz de focalizar o assunto em termos lgicos.

INCOMPETNCIA – No tem Crivella a menor capacidade de exercer funes executivas. Ele tenta escapar com ironias. Ironias macabras, infladas pela desconsiderao para com os contribuintes da prefeitura. Se algum consultar e agrupar os dramas que se produzem na omisso da sade municipal, vai verificar que casos como este aqui citado repetem-se a horas interminveis em que a omisso, seja por falta de mdicos, seja por falta de medicamentos, vai constatar a responsabilidade do servio de sade no Rio como a causa fortemente pondervel no drama de centena e milhares de pessoas que pagam seus impostos em dia, mas que no conseguem ser atendidos em dia pelo sistema pblico.

O mais trgico de tudo que as pessoas de menor renda no podem sequer recorrer rede de sade privada. Por isso o drama se repete.

7 thoughts on “Na crise da sade no Rio de Janeiro, falsa a posio do prefeito Marcelo Crivella

  1. Eis a prova cabal de que o processo democrtico de eleies por voto universal no pode dar certo.
    O pastor Crivella foi eleito justamente pela populao carente que hoje sofre com a falta de provimento dos servios pblicos pela administrao municipal.
    Os eleitos so resultado da falsa propaganda eleitoral, bancada justamente pelos recursos que viro a faltar, sem que haja qualquer possibilidade de avaliarem-se os candidatos qualificados e capazes de realizar um trabalho ao menos razovel.
    Quatro anos parece pouco tempo, mas um perodo em que se pode destruir uma administrao por completo.
    O processo eleitoral deveria permitir a destituio, com agilidade e celeridade, daqueles que, por decorrncia de sua incapacidade, estivessem causando a derrocada da administrao sob sua responsabilidade.

  2. Democracia s apresenta solues quando os eleitores sabem o que esto fazendo. No regime para analfabetos. Nossas escolas pblicas esto caindo aos pedaos. Alm disso, ESCOLA NO FUNCIONA SEM BONS PROFESSORES. Um novo prefeito tem tudo para ser pior do esse traste. Alm disso, QUANDO EM POLTICA ENTRA RELIGIO, MELA !!!

  3. Crivela ganhou pois a maior parte da populao do Rio no suporta o PSOL e seu apoio ao CV e direitos dos bandidos. Simples assim.
    A terceira via era o Paes, enganador que faliu o rio com obras inteis e seu espancador de esposa Pedro Paulo. Simples assim.
    Janana Pascoal se declarou a favor das candidaturas individuais sob a justificativa de que os partidos polticos se unem e legislam com a inteno se perpetuar no poder e para asfixiarem qualquer indivduo ou qualquer grupo livre que tente se estabelecer ou estabelecer uma ideia diferente.
    Simples assim.

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