Na Libertadores, o poderoso futebol brasileiro, desarmado, foi assassinado por terroristas-otimistas, precavidos.

Helio Fernandes

O ambiente e o “clima” de quarta-feira eram o mais animador possível. Quatro clubes que já se consideravam vitoriosos. Falavam de um Grenal obrigatório. O Grêmio perdeu em casa e no Chile. O Internacional, considerado em “excelente” situação, fez 1 gol aos 2 minutos, entregou tudo ao adversário, nem ligavam para ele.

O Fluminense de “guerreiros”, mas sem técnica, tática ou treinador, ganhou em casa, foi passear no exterior. Num jogo violentíssimo, podia perder de 1 a 0, na verdade sofreu três. Dois deles devem ser colocados na conta do goleiro Berna, os chutes vieram de longe, de fora da área,

Tinham como certa, uma disputa nas “quartas”, Santos-Cruzeiro. O Santos ganhou de “magro” 1 a 0 em casa, lá fora garantiu 0 a 0. Cruzeiro, que goleou todos os adversários, jogou aqui mesmo no Brasil, com o último colocado, desclassificado.

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PS – Sobrou o Santos. Será aplaudido, ou não poderão mostrar o que restar dele, “horroroso”?

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