Na live, Bolsonaro comprovou fraude eleitoral, mas ninguém lhe deu a menor atenção

Charge do Benett (Folha)

Marcos Franco

Sobre a live de quinta-feira, o que me deixou mais impressionado foi a divulgação sobre o que ocorreu na eleição para prefeito de São Paulo ano passado. Mostraram a totalização de votos do TSE logo no início, com 0,39% de urnas apuradas e 24.220 votos, quando “estranhamente” o sistema teria dado uma “parada”.

Quando retornou, os votos foram sendo contabilizados e, no final, com 100% das urnas apuradas e 6.354.100 votos algo inacreditável teria ocorrido, indicando fraude indiscutível.

IMPOSSÍVEL ACONTECER –  No final da apuração, os percentuais dos votos dos candidatos tinham “exatamente” os mesmos percentuais na “parte inteira” dos números. Ou seja, a fraude na programação para adulterar foi tão mal feita que adaptaram os números para manter a parte inteira que existia quando se tinha apenas 0,39% da apuração, momento em que o sistema “supostamente” teria “travado”, e depois foram mudadas apenas as partes decimais dos percentuais de votos de cada candidato.

Isso é típico de que houve programação. Quem conhece de informática sabe. Como não se pode conferir, tem que se ficar acreditando que isso aconteceu mesmo de verdade. Só que agora, com essa divulgação, veio à tona a farsa.

0,89% URNAS APURADAS  24.220 votos
Bruno Covas 32,58%
Guilherme Boulos 20,33%
Márcio França 13,95%
Celso Russomano 10,44%
Arthur do Val 9,74%
Jilmar Tatto 8,79%
Andrea Matarazzo 1,67%
Joice Hasselmann 1,60% 
E mais 5 candidatos com 0,… %

100% URNAS APURADAS  6.354.100 votos
Bruno Covas 32,85%
Guilherme Boulos 20,24%
Márcio França 13,64%
Celso Russomano 10,50%
Arthur do Val 9,78%
Jilmar Tatto 8,65%
Andrea Matarazzo 1,55%
Joice Hasselmann 1,84%
E mais 5 candidatos que continuaram com 0,… %

Quem quiser pode conferir esses dados diretamente no site do TSE: https://resultados.tse.jus.br/oficial/#/divulga-desktop/votacao-nominal;e=426;cargo=11;uf=sp;mu=71072

Gostaria de saber a opinião do editor Carlos Newton especificamente sobre essa situação da eleição para prefeito de São Paulo. Será que ele acredita que foi limpa essa eleição? Que não houve manipulação, diante de dados tão flagrantemente suspeitos como esses?

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Agradeço demais ao advogado Marcos Franco essas informações, que não tiveram a devida divulgação pela mídia. Já afirmei aqui na TI, diversas vezes, que jamais confiei nas urnas eletrônicas. Antes de ser jornalista, trabalhei no IBGE e na ABCAR, lidando com estatísticas. Esses números exibidos na live de Bolsonaro comprovam fraude, com toda certeza. Ou os números estão errados (fake news) ou a fraude está mais do que provada. E os ministros do TSE são mais ignorantes e despreparados do que Lula ou Bolsonaro. (C.N.)

50 thoughts on “Na live, Bolsonaro comprovou fraude eleitoral, mas ninguém lhe deu a menor atenção

  1. Como analista de sistemas afirmo que a fraude é possível mas ela independe se o voto é impresso ou não.
    A fraude pode ser facilmente programada na computação dos mesmos.
    A urna é mais segura porque não permite que votos em branco sejam neste momento preenchidos, já no papel poderiam ser preenchidos e até rasurados para serem anulados!
    A fraude, se existe é na soma! No main frame.

    • Mas cada seção emite boletins impressos que são afixados na porta, procedimento esse acompanhado pelo fiscal de partidos na seção antes de a urna ser levada com disquete à zona eleitoral que fará a exportação dos dados para a nuvem do servidor do TSE….

      • Os fiscais que aparecem nos locais de votação somam esses votos do boletim e para confrontar com a totalização feita pelo TSE.
        E podem ainda comparar com a pesquisa de boca de urna.
        Logo, fraude é na mente de alguns mal intencionados.
        Se é para ter voto, ou seja eletrônico ou impresso. Adotar o primeiro e ainda mecanismo do segundo, para que num passe de mágica malandro leve um impresso debaixo da manga e substitua ao depositar na urna, com propósito de causar questionamentos da apuração, é coisa de mal intencionado.

  2. Este país é uma mentira;
    nossos poderes são uma mentira;
    nossas leis são mentirosas …

    Por que as eleições não poderiam ser também falsas?
    Pelo menos encontramos algo coerente e que se coadune com nossos mandatários e comportamento do Estado, com relação a ter criado a sua realidade própria, o seu mundo à parte, o seu país das maravilhas.

  3. Acusações de roubo em eleições, é ainda do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça, portanto imaginar que a única coisa “inroubável”
    no Brasil, seria a urna eletrônica, é querer gozar com as nossas caras.
    Aqui, rouba-se até caixa de esmola de casa de acolhimento a miseráveis.
    Ladrão é que não falta no Brasil, eles estão desde o planalto até o mais recôndito cafundó do Judas.

  4. Agradeço ao jornalista Carlos Newton por estar divulgando isso e pela isenção, independente de quem seja contra, a favor, ou tanto faz, em relação a Bolsonaro.

    Mas se essa fraude perceptível, escancarada, na manipulação dos números totalizados pelo TSE, aconteceu na cidade com o maior eleitorado do país, imaginem então no resto do Brasil.

    O que se deseja são eleições limpas, em que a vontade dos eleitores seja realmente aquela expressa no resultado final, e não fraudes como essa.

  5. Independente de o artigo ser muito útil, esclarecedor, ainda mais tendo como autor Marcos Franco, resta saber quem manipula os resultados por quê?

    Se a Dilma foi eleita, mesmo tendo menos votos que Aécio, quem era o responsável pela eleição?

    Quem será em 2022?
    Barroso?

    Caso o voto “auditável” não passar no congresso ou coisa parecida, o ministro presidente do TSE não poderia convidar os presidentes de partidos a acompanharem a apuração?

    De que maneira a eleição poderá se tornar transparente, confiável?
    Se, via eletrônica, pode ser adulterada, lógico que qualquer outro processo se dará o mesmo!

    E, pergunto ao excelso articulista:
    Uma das possibilidades para diminuir as fraudes não poderia ser o voto LIVRE?
    O sufrágio absolutamente democrático, e não obrigado, que inicia justamente questionando a democracia brasileira não seria a solução para essas dúvidas permanentes?

    Se alterarmos o modo da eleição;
    se voltarmos ao voto como era antes, mesmo com mais controle;
    se, mesmo assim, sempre haverá a possibilidade de fraude, então por que não tentamos a única maneira ainda não considerada?
    VOTO LIVRE??

    Por outro lado Marcos, a meu ver, o eleitor que sair da sua casa para votar porque assim o deseja e quer, deverá ser mais rígido na eleição dos candidatos.
    Assim, obrigados como somos a comparecer às urnas, me parece que eleger safados tem sido a consequência desta imposição.

    Logo, mudar este processo imposto, que também pune o eleitor, seria não só a chance de eleições transparentes mas, principalmente, de elegermos gente melhor que esses trastes que temos colocado no antro de venais e no Planalto. demais Estados da Federação, prefeituras, deputados estaduais e vereadores.

    Concorda comigo ou estou errado?

    Abraço.

  6. Outra situação que percebi e que passou batido, nenhum jornalista ou jornal deu atenção é com relação ao candidato Mamâe Kaguei.
    Em todas as pesquisas davam ele como “carta fora do baralho’, “sem chance”.´”e só para testar o nome para as próximas eleições.
    Sempre entre os candidatos que davam Traço, quase 0% de intenções de voto.
    Estava empatado com os nanicos…
    E quando “abriu” as “Maravilhosas Urnas Eletrõnicas, aquelas que não erram nunca, qual foi a surpresa.??
    Ficou em 5o. Lugar, á frente da Organização Criminosa dos Petralhas e bem colocado sobre os naninos….

    Arthur do Val Mamãe Falei
    9,78 %
    PATRIOTA
    522.210 votos válidos

    Demais Nanicos…

    06°
    Jilmar Tatto
    8,65 %
    PT
    461.666 votos válidos
    07°
    Joice Hasselmann
    1,84 %
    PSL
    98.342 votos válidos
    08°
    Andrea Matarazzo
    1,55 %
    PSD
    82.743 votos válidos
    09°
    Marina Helou
    0,41 %
    REDE
    22.073 votos válidos
    10°
    Orlando Silva
    0,23 %
    PC DO B
    12.254 votos válidos
    11°
    Levy Fidelix
    0,22 %
    PRTB
    11.960 votos válidos
    12°
    Vera
    0,06 %
    PSTU
    3.052 votos válidos
    13°
    Antônio Carlos
    0,01 %
    PCO
    630 votos anulados
    Brancos
    5,87 %
    373.037 votos
    Nulos
    10,11 %
    642.277 votos
    Abstenção
    29,29 %

    • Será que sabiam que ele tinha condições de ir para o Segundo Turno, como um nome fora do Circuito da Corrupção entre as Quadrilhas do FHcorrupto e Luladrão e o “roubaram” seus votos?
      Somente para ir para o segundo turno as quadrilhas de sempre.??

  7. Se esta urna eletrônica fosse confiável, os países sede dos fornecedores (Diebold e Unisys = USA) e (Positivo = China) não estariam usando as mesmas como afirma o TSE ?
    Porque só o Butão e Bangladesh

  8. Sempre tive a convicção de que a fraude se da na transmissão e coleta de dados (totalização)

    Não conhecia este exemplo de SP (esclarecedor se verdadeiro) mas acompanhei a eleição de 2014 e a famosa “paradinha de muitos minutos) e uma sala só com Tofolli e outros técnicos e ao retomar, Aécio que estava a frente em MG (seu reduto e de sua família ) incrivelmente, passou para o segundo e perdeu a eleição no Brasil

    Em outro comentário aqui na Tribuna fiz uma sugestão e como tenho poucos conhecimentos técnicos de todo o sistema eleitoral, gostaria de saber dos amigos se não inibiria a fraude (na totalização)

    Parecem que o presidente da urano ao encerrar a eleição faz a totalização e imprime uma copia do total da urna, que fica disposição dos fiscais dos partidos.

    Se isto for assim ( se não for poderia/deveria ser posto em pratica) por que não criar vários sites que seriam alimentados por cada partido por cada empresa jornalística, por cada curioso etc e teríamos a apuração paralela que as rádios e tvs faziam com muito mais dificuldades antes da urna eletrônica.

    Me parece ( se sobreviver as apreciações dos técnicos e entendidos no assunto) uma aca o, barata, fácil e eficaz contra a fraude na totalização.

    Se a fraude for nas urnas igualmente a publicação do resultado de cada urna permitiria pelos menos nos casos de candidatos com menor votação levantar o desconfiometro do votante sobre o que aconteceu com seu voto.

    Se necessário então pode-se acoplar a impressora ficando facilmente recontável e conferível esta urna

    Não é relativamente simples ou é muito ingênuo?

  9. O PROBLEMA NÃO DEVE SER NA TOTALIZAÇÃO.

    Se o problema fosse esse, era só os partidos/candidatos fazerem sua própria totalização?

    Após o termino da votação, toda “zona” emite um boleto com o resultado da “zona” para cada representante dos partidos.

    Não é só cada representante enviar os valores para a sede de cada teta partidária, para que eles mesmos façam sua totalização?

    • Caro Rubens

      Exatamente o que quero dizer.

      Os partidos fazem isto?

      Se fazem, algum deles encontrou alguma diferença ?

      Se encontrou o que fez? Qual foi o resultado de sua ação?

      Se não fez por que nao o fez?

      Se não existe fraude na totalização pela adoção deste cuidados já , então a possível fraude só pode estar nas urnas

      Se for assim , não existe razão crível e defensável para não usar a impressora acoplada imprimir o voto colocar na urna lacrar e conferi aleatoriamente um numero x e todas aquelas com suspeitas fundamentadas.

      Por que tanto alvoroço???

      Tenho repulsa a Bolsonaro e também a convicção de que nenhum Espírito democrático norteia sua luta pelo voto impresso mas esta luta vem desde os gatos escaldados da Proconsult e não consigo entender a absoluta e pétrea defesa da urna eletrônica feita por todos os ministros de stf desde que as mesmas foram implantadas.

      A pergunta que também não sei responder é quem controla esta fraude e como vende os seus serviços.

      Ideologias deve estar de fora pois em tese apesar da fraude ou com a fraude elegemos PSDB, PT e PSL. Então, parece não existe um senhor ideológico.

      Talvez e provavelmente o Deus dinheiro, mas ai devemos seguir o rastro do dinheiro como sempre…….

    • Será que essa lista é verdadeira ou é mais uma dos truques que os amigos dos amigos usam. Existiria outras listas referentes a tempos diferentes da apuração.
      Não me parece razoável jurar de pés juntos com em duas listas que podem ser fajutas.
      Nesse governo do Jumento qualquer unguento é usado como medicamento.

  10. Também não entendi o que CN quer dizer com fraudes mais que comprovadas. Cada uma que aparece, O cara coloca percentuais iniciais e finais e isso é comprovação? É, depois reclamam quando Bolsonaro diz bobagens.

    • Se não entendeu, peça para alguém desenhar para você entender; sem desdenhar de quem está te explicando.

      O que os dados mostram; é que no inicio já se sabia o resultado final.

      • Meu caro J.Rubens, claro que entendi. Se os votos revelados nas primeiras urnas foram amostras de um universo, o resultado final deveria ser parecido com o inicial. É estatística. Os resultados só comprovaram as pesquisas.

  11. Síntese das “provas” boçais:

    O cabrón “falou por 2 horas para provar que ele ganhou uma eleição fraudada em 2018

    … e perdeu uma eleição fraudada que só vai acontecer em 2022.”

    Obs. E pensar que mais de 50 milhões de “homo sapiens sapiens” votou nessa excrescência humana…

  12. BOCA DE URNA – IBOPE São Paulo
    Votos válidos
    Bruno Covas (PSDB): 33%
    Guilherme Boulos (PSOL): 25%
    Márcio França (PSB): 13%
    Arthur do Val Mamãe Falei (PATRIOTA): 8%
    Celso Russomanno (Republicanos): 8%
    Jilmar Tatto (PT): 8%
    Joice Hasselmann (PSL): 2%
    Andrea Matarazzo (PSD): 1%
    Levy Fidelix (PRTB): 1%
    Marina Helou (REDE): 1%
    Antônio Carlos (PCO), Orlando Silva (PCdoB) e Vera (PSTU) tiveram menos de 1%.

    Indecisos, brancos e nulos somaram 13%, mas não foram somados aos votos válidos apresentados acima.

    Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
    Data: 15/11/2020
    Número de entrevistados: 6.000 eleitores
    Solicitante: Ibope
    Registro Eleitoral: registrada no TRE- sob o protocolo Nº SP-00742/2020.
    Nível de confiança: 99%
    Conceito de voto válido: O percentual de votos válidos de cada candidato corresponde à proporção de votos do candidato sobre o total de votos, excluídos os votos brancos, nulos e indecisos.

    • O comentarista AC tem razão, faltou complementar e corrigir, caso Carlos Newton possa fazê-lo.

      O índice de urnas apuradas quando o sistema do TSE supostamente travou é 0,39%, e não 0,89%.

      A tela referente ao fato foi mostrada na live de ontem e está em
      https://www.youtube.com/watch?v=C_FLKQi6qbE
      a partir de 1h17m42s e é da divulgação feita pela TV BAND no dia do 1º turno da eleição municipal de São Paulo, conforme mostra o símbolo no alto lado esquerdo daquela tela.

  13. Repito, esse título é uma afronta à inteligência. Não sei se foi o autor que colocou ou o editor da TI, mas isso não comprova nada. A estatística é usada universalmente em pesquisas, mas parece que aqui essa parte da matemática é desconhecida. Ora, dizer que os resultados iniciais não podem ser parecidos com os resultados finais é um completo (como posso dizer sem ofender), desconhecimento de projeções matemáticas. Se as urnas apuradas eram de vários lugares, então, os resultados só poderiam ser parecidos. Se fossem muito diferentes aí é que poderíamos desconfiar.

    • Se o titulo afronta sua inteligência; use-a (sua inteligência) e contraponha com fatos.

      Alias, o caso é mais escabroso do que a matéria diz. Fui pesquisar; e a própria malandragem (defensores da urna), diz que os números se manterão do inicio ao fim; sem variação nenhuma.

      • Inacreditável o que se diz nesse site para tentarem justificar.

        A única resposta que apresentam é que estava tudo certo e que os eleitores do universo total (100% urnas) votaram iguaizinhos aos de 0,39% de urnas.

        E isso aconteceu “magicamente” em relação a “todos” os candidatos. Que resposta simplória! Ainda mais se tratando da cidade com o “maior eleitorado do país”, o que logicamente leva a características diferentes e distintas na distribuição da população.

        Para eles, essa amostra de 0,39% foi “tão perfeita” que já representava “igualzinho” ao que seria com 100%.

        • Quer dizer então que todos os institutos de pesquisas estavam mancomunados com as fraudes? Isso é delírio. E os percentuais em 0,39% e 100% não são iguais, mas sim parecidos.

          Raciocínio simplório de que um percentual pequeno não pode representar o todo. Se fosse assim, nenhuma pesquisa de qualquer coisa poderia estar correta. Em todas as eleições isso acontece. E quanto menor o universo, mais isso é verdade. Qualquer um que entenda de estatística chegará a essa mesma conclusão.

          • Tenta comentar sobre pesquisas eleitorais, confundindo amostra com o todo, sem perceber o que seria uma amostra adequada, que necessita de quantidade e qualidade.

            Inúmeros foram e continuam sendo os erros de pesquisas de boca de urna.
            Justificativa patética, típica de quem desconhece o assunto.

            Na live de 5ª feira foram divulgados os alertas ao TSE feitos em relatórios oficiais de peritos criminais em informática da Polícia Federal (servidores públicos concursados e especialistas) sobre a inauditabilidade do sistema eleitoral do TSE desde as urnas eletrônicas até a totalização dos votos, com diversas falhas de segurança e de possibilidade de fraudes.

    • Como o Sr. Duarte já disse lá em cima; é impossível fraude na totalização.

      Mas, sua defesa é infantil. Não tem nada haver, estatística com apuração; que é a divulgação dos votos imediatamente conforme vão chegando.

  14. Comprovam fraude porcaria nenhuma. Não se esqueçam que o TSE estava sob ataque de negação de serviço. Cambada de cretinos vocês são!!!

  15. E ainda perde no judô… Brasil nem nisso. Fiquei aqui como idiota assistindo. Tem que acabar com essa mamata dos atletas que vão para não trazer medalhas.

  16. Eu mesmo pessoalmente constatei fraude na totalização de votos do TSE, como já comentei noutro dia neste blog.

    Um colega meu de trabalho, que se candidatou a deputado federal em 1998, ia acompanhando no computador a sua votação pelo site do TSE. Ele imprimia as folhas com os prints das telas de seus votos totalizados pelo sistema do TSE.

    Qual não foi a surpresa quando o número de votos dele foi diminuindo. Ele me mostrou as telas impressas, com os respectivos horários registrados nas telas. Fui então acompanhando junto com ele a divulgação pelo site do TSE. E a situação continuava a acontecer. O número de votos dele realmente ia diminuindo. Ora, num sistema informatizado, isso significa fraude.
    Recorreu, mas nunca lhe responderam.

    A partir dali, percebi a fragilidade de se ter um sistema fechado, em que não se pode contestar nem checar possíveis fraudes.

    E o sistema de totalização final de votos no TSE continua sendo feito por um programa em que não se divulga o código-fonte, impedindo qualquer checagem. Por que a falta de transparência? O que querem esconder?

    As urnas eletrônicas usadas ainda são as mesmas de 1ª geração, da década de 90. Só Brasil, Butão e Bangladesh ainda a utilizam. Já existem urnas eletrônicas de 2ª e 3ª geração com a impressora acoplada, usada em países mais avançados, para poder ser confirmado o voto do eleitor.

    Para os otários aqui no Brasil que acreditam, é só dizer que é tudo perfeito e que os resultados divulgados pelo TSE são verdadeiros e que não há falha alguma.

  17. O Sr. Jose Vidal me convenceu. Se algum dia eu cometer alguma falcatrua, gostaria de contratar os serviços dele para minha defesa.

    Aceito a explicação dele que: O STE se trancava em uma sala, pegava as urnas apuradas, escolhia algumas por amostragem de regiões; e liberava os boletins, apenas quando tinha um valor percentual próximo ao valor da primeira amostra estatística; tudo isso para manter a uniformidade.
    Porque se STE divulgasse as resultados conforme as urnas iam chegando por região, ele considera que essa variação normal, é que caracterizaria fraude.

    OBS: Porem o comentário que mais me convenceu, foi o do Sr.Duarte; ou seja, se o problema é só a totalização, cada partido que faça sua própria totalização.

    PS: Sem falar do leao da montanha, que xingou todo mundo, e quer acabar com a mamata “só” dos outros.

  18. Cada urna emite:
    Uma zerézima (logo que ligada)
    Um boletim de urna com os votos (no final)
    Na presença dos fiscais dos partidos estando no colégio fiscais do TRE, polícia para qualquer denúncia ou reclamação.
    Esses são afixados na porta do local de votação.
    A urna é levada à Zona Eleitoral e então os dados da urna são transmitidos para a nuvem do TSE.
    Sabe-se que os dados daquele BU são anotados pelos fiscais dos partidos para somá-los com aqueles que outros fiscais, em outros locais de votação, registraram, todos somados para comparação.
    Pode-se comparar tanto é especialmente com a totalização do TSE – ou do TRE, se não me engano, nas anteriores, ao contrário da última, os dados primeiro eram transmitidos para esse, totalizando e retransmitido para aquele.
    Além disso, pode-se confrontar esses a pesquisa de boca de urna.

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