Na série “As Grandes Lorotas”, pode ser incluída a visão de mundo dos marxistas

Charge do Diogo Novaes (Arquivo Google)

Percival Puggina

Assim como existem males que vêm para o bem, há mentiras que servem para estabelecer verdades. Todo marxista (refiro-me, aqui ao ativista da causa e não àquele que lê Marilena Chauí, bebe sua vodca e põe a revolução para dormir com um ursinho de pelúcia) – todo marxista repito, tem absoluta convicção de sua superioridade intelectual e moral.

Para entender as razões da nuvem de gafanhotos que caiu sobre o trabalho humano e sobre a economia no combate à covid-19, pense no modo como vêm sendo tratados entre nós os crimes contra o patrimônio.

ROUBOS E FURTOS – É extremamente didático fazê-lo. Mesmo uma ligeira busca no Google evidenciará que, em diferentes pontos do país, a pandemia fez decrescer muito o número de furtos e roubos. Vale dizer, os criminosos “contra o patrimônio” respeitam mais o vírus do que a lei, que é branda e aplicada a eles com brandura por uma justiça que atenua tais delitos.

No entanto, na vida fora dos livros mal pensados, o cidadão que sai à rua é caça, pronto para ser caçado por uma multidão de ladrões mantidos soltos malgrado serem frequentadores assíduos das carceragens.

Há braços da justiça recolhidos, romantizando esse tipo de ação que seria cometida por alguém buscando com as próprias mãos dar materialidade à justiça.

Não importa se a sociedade se percebe como caça, acossada por caçadores à espreita, nem que os cidadãos, a cada ato desses, temam pela própria vida e pela vida dos seus.

TUDO É PERDOADO – É um roubinho, um furtinho, uma saidinha de banco, que se perdoam com um pai-nosso e duas ave-marias. O diminutivo ajuda a minimizar atribuindo valor apenas ao bem alheio, tomado ou furtado. “São só bens materiais!”, alegam, num generoso desprendimento em relação ao que é dos outros…

Só que não! Essa atitude finge desconhecer que por trás de cada bem há um ser humano agredido, ameaçado, em pânico, ferido em sua dignidade. Que uma anciã foi furtada de sua aposentadoria. Que os negócios do proprietário estavam no notebook que lhe tomaram. Que a senhora de quem levaram a bolsa gastará horas e horas de diligências para recompor a própria identidade. Que com o carro levaram uma poupança de muitos anos. Pecaminosa indulgência!

Assim pensam, escrevem, ensinam, convictos de manterem para com a humanidade uma relação de amor e de que o ser humano só pode ser realmente amado num estado comunista.

SUPOSTA BEATITUDE – Não ria que eles ficam aborrecidos. A suposta beatitude impulsionada pela superioridade moral desse amor não sofre qualquer abalo ante o fato de toda experiência nesse sentido ser um flagelo de muitas dimensões.

Uma eterna nuvem de gafanhotos se instala sobre a economia. Uma corte de privilegiados malfeitores se instala no poder. Uma sequência de genocídios se faz necessária para que a sociedade se submeta a seu miserável papel na história.

É assim, sempre, nas muitas dimensões dessas experiências. A liberdade individual é sempre capturada na portaria do sistema. “Sua loja está sendo fechada, senhor!”.

UM ESTADO LADRÃO – Chegamos, então, à momentosa questão das empresas (e dos empregos); da atividade econômica e do trabalho humano. A interpretação marxista comete em relação ao enfrentamento ao novo coronavírus o mesmo equívoco, distinguindo a dimensão material da atividade econômica dos seres humanos concretos sem os quais ela sequer existe. Aqui, o Estado age como o ladrão.

É a mesma ideologia que Marx bebeu de canudinho em Proudhon, para quem a propriedade privada é o roubo. Ora, se a propriedade é apenas um bem material e é, além disso, um roubo, são supérfluos os interesses nela envolvidos.

Então, fecha tudo e vamos cuidar da mídia.

13 thoughts on “Na série “As Grandes Lorotas”, pode ser incluída a visão de mundo dos marxistas

  1. O que sempre me intrigou é o fato de os índios em seu estado natural não exercerem um mínio d propriedade privada. Só lembrando que não concordo com os índios. Tanto que atualmente eles se transformaram em gananciosos.

    • Data vênia, a terra não seria deles? E sendo deles já não é uma propriedade privada?
      Pelo que sei, grande parte indígena planta, pesca, recolhe e vende frutos e sementes, recebe turistas, enfim existem negócios entre índios e brancos, o que caracteriza, na medida do possível, um exercício de sua propriedade privada.
      Claro que falta muito para um capitalismo como o nosso, mas podemos conviver com eles respeitando as diferenças.

      “… atualmente eles se transformaram em gananciosos”.
      Exercer propriedade privada destituído de qualquer espírito de ganância é meio complicado, porque um alimenta o outro.
      É o que penso, um abraço.

  2. Como contrapartida ao artigo de Puggina, poderia haver um outro cujo título fosse:
    “Os Grandes Egoístas bem que poderiam fazer parte da série Visão de Mundo dos capitalistas.”

    Há um ódio latente dos liberais contra o marxismo, que só se pode atribuir a instabilidades mentais ou receio em demasiado de perderem seus patrimônios.

    Em princípio, inexiste alguma nação neste mundo que seja marxista, que use a filosofia do alemão, que a tenha posto em prática.
    A partir dessa constatação, atribuir ao comunismo ou ao marxismo os problemas de ordem econômica no mundo, os capitalistas além de egoístas e exclusivistas são também notórios mitômanos, enganadores e mentirosos!

    A bem da verdade, jamais admitirão as falhas gritantes do capitalismo, sua natural exclusão social, suas injustiças, suas diferenças, seu segregacionismo.
    Marx estava corretíssimo quando vislumbrou o quanto que o trabalho seria desvalorizado em benefício do lucro, do crescimento das empresas, ocasionando desemprego, pobreza, e criando o paradoxo econômico:
    Os industriários ou comerciários não poderiam depois ter dinheiro para adquirir as suas produções e serviços!

    O mal maior do capitalismo é colocar o dinheiro acima do trabalho e do ser humano.
    Benefícios, conforto, segurança, patrimônio … somente com dinheiro.
    Mas, ter recursos como, se a moeda circulante está nas mãos de uma minoria absoluta, que controla o mundo e as produções?!

    Assim, inverteu-se a lei que o trabalho gera capital, predominando hoje que o dinheiro é que rende trabalho!
    Resultado:
    Desemprego, miséria, pobreza, saúde pública deteriorada, segurança inexistente, educação pífia!
    Mas, o sistema financeiro jamais lucrou tanto, jamais ganhou tanto, jamais enriqueceu tanto, justamente nos momentos de crises econômicas no Brasil!

    A inflação que o diga; depois, durante o curto período que tivemos de consumo.
    Nesse momento, conforme a pandemia e os juros nas alturas, como sempre.

    Puggina quer dizer que o importante é ter, e não ser.
    Para ter, dane-se o próximo;
    Para conquistar, que o ser humano seja atropelado pelo outro;
    Para ser alguém, que derrote quem lhe estiver pelo caminho!

    Não sou e jamais serei marxista e/ou comunista.
    A explicação é simples:
    Não haveria líderes despojados, legítimos, pessoas decentes e honestas, competentes e sérias, que implantassem a filosofia marxista na sua essência, nas suas observações e cuidados, na valorização do trabalho, na importância do proletariado (aquele que não tem nenhum meio de vida exceto sua força de trabalho, que ele vende para sobreviver).

    O capitalismo segrega essas pessoas; rotula-as de inúteis e improdutivos; a ganância é muito maior que a solidariedade, a bondade, a caridade, o compartilhamento!
    Decididamente não será o capitalismo a mola mestre do mundo.

    Se, em nações socialistas, mesmo poucas, existem a pobreza e a miséria, o capitalismo não é diferente, pelo contrário, aumenta as diferenças sociais, é mais injusto, desumano, o dinheiro é o deus a ser cultuado, e o lucro é o seu apostolo!

    Puggina, que já foi seminarista, sabe que o maior exemplo de solidez, de permanência no mundo como organização, de vida em COMUNIDADE e com amplo sucesso, é o catolicismo, um comunismo perfeito, onde todos usufruem das riquezas e do poder da Igreja, mas membro algum tem patrimônio ou deixa heranças milionárias!

    Alguma dificuldade em se viver como os padres, e sem a existência do celibato?!

    E, uma vez que abordei o aspecto religioso no comunismo ou, ao contrário, o comunismo na religião católica, torna-se imperioso que, no regime capitalista, o seu maior inimigo nada mais nada menos, é o homem, o concorrente, aquele que tem mais poder, quem tem mais dinheiro, mais influência, e que precisa ser combatido, derrotado, vencido e humilhado!

    O liberalismo econômico pode ser muito bom em níveis teóricos, pois, na prática, é tão ou mais complicado praticá-lo do que o comunismo.
    Quem tem dinheiro, patrimônio, empresas, jamais irá compartilhar a sua fortuna; quer é ter mais, aumentar a quantidade de bens ou ativos de várias formas;
    Quem não tem nada compartilha com o outro nas mesmas condições mas, pelo menos, ambos terão um ao outro, apoio, solidariedade, caridade.
    Depois, quando se morre, leva-se desse mundo o quê?!

    A fortuna será disputada a ferro e fogo pelos herdeiros;
    Depois pelos acionistas;
    Mas, o morto, leva consigo o quê?
    Esse é outro mal do capitalismo, a sensação de imortalidade, de perenidade, de vida eterna, desde que seja nesse mundo onde ele é rico e poderoso que, no entanto, morre até antes, preocupado com a sua fortuna, perda de lucros ou de patrimônio!

    Se, o comunismo tolhe a criatividade, desvaloriza a individualidade, a capacidade e inteligência não são levadas em conta, pois todos estão no mesmo nível e assim devem continuar, no capitalismo o procedimento é o mesmo:
    Quem é pobre e miserável não vale nada; quem tem pouco dinheiro é engolido por aquele que tem mais; que precisa de dinheiro e tem crédito, deixa uma boa parte do que conquistou com o seu trabalho em forma de juros para os bancos.

    Sobrevive quem tem, quem foi mais desumano, quem menos considerou o próximo, quem foi o mais egoísta.

    • Pretendia apor algo pelo post do Puggina, mas depois do Chico – sempre ele! rsrsrsrs – fica difícil. Mas vou tentar.

      Talvez eu tenha sido um primeiros (6:30am) a ler e impulsivamente pensei em emitir opinião. Dei break.

      Mas agora me sinto confortável para discorrer sobre o post. Puggina eu acompanho há poucos anos, talvez 2 ou 3. Mesmo neste curto período pude notar – desculpe, Puggina! – a insistência na matéria comunismo, socialismo e congerenes. Parece falta de assunto, contudo eles estão nos rodeando com força.

      O mr. pres. (como era chamado carinhosamente dado a Lester Young por Billie Holiday) Bolsonaro que não merece o título de mr., o querido posto Ipiranga (nós gaúchos, temos, ops, tínhamos o maior orgulho) e outros que tais, da maior atualidade e não merecem sequer uma palavra, citação que seja, do Puggina.

      Tem algo mais além do comunismo e socialismo sobre o sol.

  3. Meu amigo Ricardo,

    O pessoal que se pode dizer da direita radical ou extrema-direita, precisa encontrar uma razão para iludir, enganar o povo, de modo que permaneça no poder.

    Puggina tem escrito artigos somente batendo na tecla do comunismo e socialismo por uma única razão:
    não tem nada para enaltecer na administração de Bolsonaro, pelo contrário, o ex-capitão enveredou pelos mesmos caminhos corruptos e desonestos de seus antecessores!

    Logo, imagina que abordando o marxismo, onde nenhuma nação no globo terrestre o implantou de verdade, em face do quanto somos ardorosos na busca pelo poder e depois nos tornamos déspotas em mantê-lo, o articulista tenta desviar a atenção do nada, que é o governo atual, para meras suposições e retórica ultrapassada, o marxismo!

    Até que poderíamos comparar o nada com coisa alguma, se fosse o caso, e se Puggina quisesse debater o ridículo.
    Na dificuldade que não tem de postar críticas e textos constantes sobre o regime que é o oposto do capitalismo, a verdadeira religião para a direita, resta apenas e tão somente amedrontar, pois sabe o articulista o quanto o povo é inculto e incauto!

    Aliás, herança dos governos que tivemos desde a Proclamação da República:
    condenar o povo à miséria, à pobreza, à falta de educação/ensino, e incutir-lhe na mente como se fosse uma lavagem cerebral, que só nos cabe obedecer e outorgar poderes!

    Governar, enriquecer, mudar, reformar, aperfeiçoar, somente com e para as elites, castas, poderes constituídos.
    Ao povo, sangue, suor, lágrimas e trabalho.

    Não sei se já não percebeste, meu caro – claro que sim, pois és um gaudério inteligente e sagaz, culto e dotado de grandes conhecimentos -, se tem assuntos que a direita não toca, não aborda, não discute, não debate, não existe o que dizer, é justamente sobre o aspecto social, a condição de vida popular, suas dificuldades, necessidades, carências e abandono!

    Exímios em cortinas de fumaça, Puggina e seguidores da direita política engendram possíveis dramas e tragédias, se mudássemos o governo.
    Nosso futuro(?!) reside na luta contra o marxismo, o socialismo, as “lorotas” como intitula a sua crônica em tela.

    Apenas deixa de lado porque de praxe, os milhões de cidadãos sem eira nem beira, pois não podem fazer parte desse futuro, desse novo raiar do sol, desse novo universo que o capitalismo e a direita prometem!

    Pobres, miseráveis, desempregados, velhos, pessoas sem estudos, devem ser consideradas como efeitos colaterais do excesso de população da Terra, evidentemente, logo, que elas mesmas se dissipem, que se eliminem, que desapareçam.
    Por que gastar dinheiro com inúteis, improdutivos, desqualificados, gente que fede, sem dentes, esfarrapados e maltrapilhos?!

    O capital não é para obras sociais; o dinheiro é para se ganhar mais dinheiro e, se possível, sem pagar nada para ninguém, então os embustes nos cassinos dos capitalistas e da direita mundial, as Bolsas de Valores.

    Os cassinos para os necessitados são as latas de lixo, onde a sorte é encontrar restos de comida e, o azar, ter apenas material que não serve de alimento!

    Sabe, Ricardo, tenho asco da direita e da esquerda, pelo fato de nos roubarem, explorarem e manipularem.
    Muitas vezes tenho raiva da democracia – esta nossa, relativa e enganadora -, pois esconde a realidade do sistema, onde somos obrigados a votar e eleger quem as castas e elites desejam.
    E não nos damos conta do quanto somos engabelados, enganados, pois a verdade absoluta nesse processo eleitoral e o que menos interessa é o voto!!!!

    Observa:
    se eu não saio de casa para votar sou multado;
    se saio de casa para depositar o meu “sufrágio” na urna, e anulo o voto ou o deixo em branco, tudo bem!
    Ora, bolas, mas por que devo sair de casa para fazer o mesmo na zona eleitoral?

    Porque nesse caso, a multa arrecadada, os milhões de reais a cada eleição, os valores são entregues aos partidos políticos, Ricardo!
    Quanto mais eleitores ficarem em casa, MUITO MELHOR!

    Ou tu poderias me dizer as razões pelas quais votar são difíceis, desconfortáveis, custosas e desgastantes para o povo?!
    Pelo fato de motivar não comparecer, pois as multas, primeiro e segundo turnos, custarem 3,00 a cada turno.
    Pago a multa, mas fico em casa, muito melhor!

    Resultado:
    conchavos políticos;
    uniões partidárias;
    promessas de campanha;
    acordos espúrios;
    eleições dos mesmos;
    sistema que permanece sem qualquer mudança.

    Pois este é o teatro onde os atores e coadjuvantes são os políticos de esquerda e de direita.
    A pantomima onde nos enganam, mentem, exploram, e roubam nossas expectativas e esperanças.
    Mas, de modo que não desanimemos, a cada dois anos a “festa popular”, eleições de novo, novas esperanças – agora vai!

    Vai prá eles, pois para nós retorna com mais intensidade e força, nos esmagando contra uma realidade cruel, infame, hedionda.

    Mas, esse sistema, Ricardo, feito pela esquerda e direita no Brasil, esse processo de manipulação do povo, esse modo que nos empobrece e nos leva à miséria, tais critérios não podem ser discutidos.
    A questão é o mal do marxismo para a direita;
    para a esquerda, o mal é o capitalismo.
    Em ambas as situações ou políticas nos comandando, o povo cada vez mais se encontra abatido, sem ânimo, sem forças, sem vontade.

    Puggina, claro, foge desse tema, pois um dos responsáveis diretos pela situação do povo e país!
    A sua, vai muito bem, obrigado e, para terminar, Ricardo, a situação tanto da esquerda quanto da direita vai sempre bem para ambos.
    Menos, óbvio, para o povão, eterno iludido pela política, pelo dinheiro, pelo egoísmo, vaidade e soberba.

    Abração.
    Te cuida, meu!

    • Li de um fôlego só! o que acrescentar…vou tentar o impossível Chico.

      As lições do que somos e seu diagnóstico – epitáfio? – está bem expresso por ti. Mas me meto a acrescentar que o consumismo capitalista, liberalista, conduziu a pessoas mais e mais e mais egoístas.

      Quanto ao Puggina, me meto a pensar se, arquiteto, trafega bem no Autocad – programa de computador que facilita enormemente o trabalho dos arquitetos nos seus projetos – porque parece que está plantado no início do século XX e estamos no XXI!

      Voltando ao consumo e a propósito: o meu é um Honda Civic ano 2000. Alguns tintos e queijos e a namorada (que não é consumo)!

      Gaúchos sempre se amam. Abração!

  4. Prezado Leão da Montanha,

    Vou conforme o vento me leva, parceiro.
    Obrigado por perguntares.
    Tu, espero que estejas bem de saúde, junto com a tua família, claro.

    Concordo contigo quanto a direita e extrema-direita estarem com Bolsonaro, indubitavelmente, mas, em se tratando de Moro, penso que o ex-juiz arrebanha votos de eleitores mais diversos.

    Explico:
    Os crimes de Lula e do seu PT não tinham apenas o repúdio da direita e seus radicais, porém de todo o país, e, nesse caso, de todas as tendências políticas.
    Somos obrigados a considerar que o maniqueísmo atual, quem é bom é de direita e quem não presta é de esquerda, nos contamine e prejudique a visão.

    Não. Existem maus na esquerda e na direita, assim como honestos e decentes em ambos os lados.
    Pois seriam essas pessoas que querem o bem do Brasil e sem coloração partidária, que poderiam votar em Moro, eu sou um deles.

    O ex-juiz não é egresso do parlamento;
    não tem trajetória política;
    não tem rabo preso ou episódios que contrastem com a sua conduta pessoal e profissional;
    de certa forma, o cara é “virgem” em uma área onde a exigência é ser uma espécie de Messalina!

    Logo, eis a razão principal, do quanto que cada parlamentar nos cobra para “trabalhar”.

    Enfim, penso que precisamos para o Planalto alguém de fora desse meio político-pornográfico, desse swing partidário no Legislativo e Executivo.
    Precisamos enaltecer o casal que se mantém, fiel, e contestar os infiéis, os hedonistas, aproveitadores, os obcecados pela sodomia usando o povo para suas satisfações e fetiches!

    Acho que Moro poderia trazer uma espécie de antibactericida consigo, e desinfetar o Planalto com as bactérias incrustadas nas paredes e pisos dos palácios concernentes ao presidente.

    Mas, o cara ainda não decidiu ou, pelo menos, até agora, diz que não vai concorrer.
    Temos de encontrar uma opção viável a Bolsonaro e a turma que conhecemos da esquerda.
    Difícil, como sempre, para o cidadão brasileiro.

    Abraço, Leão.
    Te cuida, meu!

    • Estou bem.
      Pois que sejamos concordantes quanto à Bolsonaro…
      Sobre Moro. Pode haver, sim, um pouco mais ao centro. Mas tem rejeição tal como Bolsonaro entre os progressistas, trabalhistas, humanistas e ecologistas, que estão à esquerda.

  5. Carlos newton; como eu já disse aquela vez que você me acusou de ser um safado igual á você. Você é um pilantra. Você se finge de democrático, coloca um texto coerente, permite que seus baba ovos critiquem o texto, mas, censura os comentários que desmascaram “as suas” (sua, é a do bedel, adorador da teta publica) mentiras.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *