Nada acontecerá se ficarmos esperando, esperando.

Antonio Carlos Fallavena

Argumentos a parte, esperança é algo que devemos ter sempre, mas com realismo. Nada acontecerá se ficarmos esperando, esperando.

Acho uma graça quando alguem afirma que “é preciso estar alinhado com o governo federal para receber ajuda”. Na verdade, quando candidatos afirmam isto, deveriam ser recolhidos ao xadrez! Isto significa submissão: controle federal total sobre os estados e municípios. Pergunto: por onde andará o patriotismo, o respeito à federação e ao povo brasileiro? Se isto for verdade, só teremos uma saída: partido único.

Quanto ao Rio Grande, longe está de suas origens e tradições. E o futuro é incerto. Faz muito tempo que perdemos nossa casta de bons e inteligentes políticos. Escrevi inteligentes e não espertos! A qualidade do povo gaúcho também está diluída, da mesma forma que nos demais estados. A mediocridade tomou conta – talvez tenhamos de descobrir ou importar uma vacina que possa imunizar parte do povo.

Amigos colunistas, certamente, como sociedade, uma parcela melhorou, financeira e economicamente, nos últimos anos: não falo da classe, sem crise financeira: a dos políticos. Existe um movimento que pede auditoria para clarear informações sobre alguns novos ricos. Verdade é que, uma parcela do que foi produzido, foi distribuída com os mais necessitados. Não foi tudo o que dizem, mas alguma coisinha.

No entanto, embora todos os avanços tecnológicos, regredimos na instrução e culturalmente. Com os resultados produzidos pela escola pública (que não é e nunca foi gratuita), vide dados divulgados todos os dias, certamente entramos na terceira geração de idiotas: uma enorme e crescente parcela de “cidadãos” que sabem ler/escrever mas não conseguem raciocinar para transmitir o que leem ou pensam. A isto chama-se de “analfabeto funcional”.

Os espertos administradores já pensam em cotas no serviço público – os testes e exigências na área privada não dão chances de acesso a eles. Somados aos analfabetos políticos, estamos a um passo da eternidade.

Vamos juntos encontrar soluções? Mas vamos acordar o seguinte: não vale pedir ao último que sair “para apagar a luz!”

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