Nada atinge este repórter, mesmo que repitam o Equador

Helio Fernandes

O Brasil é “escola” para o presidente do Equador. A chamada “Secretaria dos Direitos Humanos”, no governo Lula, queria “restringir” os meios de comunicação, através de uma Comissão. Não conseguiram. O presidente duríssimo do Equador conseguiu, através de REFERENDO.

Há mais de 30 anos não apareço na televisão ou no rádio. Meu nome é “vetado” em todos os jornalões, mesmo que sejam algumas palavras, ditas num enterro.

No enterro de Lacerda, estávamos em plena ditadura, até o artigo que escrevi na primeira página da Tribuna impressa, foi todo cortado. No de Brizola, já na proclamada democracia, me ouviram (por equívoco ou engano da repórter), mas não publicaram, nem rádio ou televisão.

Sem esquecer que em 1963 (antes da ditadura aberta e ostensiva), fui o único jornalista preso. Qual a razão? Revelei um documento que o Ministro da Guerra mandara para 12 generais. No envelope, as palavras: “Sigiloso-Confidencial”. Eu deveria ser preso,  se não publicasse o documento.

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