Nadal faz chover em Nova Iorque, consolida prestígio e a sua ERA

Foi uma noite admirável, apesar do jogo vir de domingo e ser interrompido muito tempo, ontem mesmo. Nadal é o maior jogador dos novos tempos, marcando uma época, só ele e Federer. Mas como Nadal está com 24 anos e Federer 29, tudo caminha a favor dele.

Nadal poderia ter ganho muito mais facilmente. Com Djokovic sacando, ficou 4 vezes em 15/40, conseguiu se recuperar e vencer o game. O set, primeiro mostrou o descontrole e desacerto do sérvio, que dava a impressão de ter a certeza da derrota.

Basta ver esses números. Aos 23 minutos, perdendo um game, deu duas raquetadas violentas nos dois pés, quase atinge o tornozelo, absurdo. Aos 26, disse uma palavra (entendido), aos 31 quebrou violentamente a raquete, foi advertido.

Djokovic, um coadjuvante de luxo, (igual ao escocês Murray) costuma se “penalizar”, batendo com a raquete na cabeça. Há dias, com uma batida mais violenta, tirou sangue da testa. E ontem, de uma vez, mais três batidas. Sua força mental é precária, o que o transforma num possível cliente do famoso cirurgião Paulinho Niemeyer.

Interrompido no segundo set, com o game em 4 a 4, Nadal foi prejudicado. Perdia por 4 a 1, ganhou 3 games seguidos, com a interrupção de 1 hora e meia, acabou perdendo o set, o único.

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PS – Nadal é completo. Antigamente diziam, “o espanhol só é bom no saibro”. Agora reconhecem: é sensacional no saibro, grama, cimento, carpete, concreto.

PS2 – E marca pontos inesperados e inacreditáveis. Domina todos os fundamentos, do saque à “deixadinha”, e que devolução.

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