Não dá para brincar de empresa com a Petrobras

João Luiz Mauad
Gazeta do Povo

O jornal Valor Econômico estampou, no fim do mês passado, matéria preocupante sobre a situação econômico-financeira da Petrobras. De acordo com o jornal, a “observação dos indicadores nos últimos 19 anos mostra que a situação financeira da estatal atualmente se compara apenas com aquela vista no fim da década de 1990, quando o tamanho era metade do atual em termos de produção e a cotação do petróleo oscilava em média abaixo de US$ 20, ante os mais de US$ 100 atuais. Desde aquela época, a margem bruta da companhia não caía abaixo de 30% e nem a margem líquida se mostrava inferior a 10%, como ocorreu em 2012 e se repete até setembro de 2013 (…) Em termos de endividamento, a relação entre a dívida líquida e o patrimônio líquido, que atingiu 56,24% em setembro, também é a maior desde 1999”.

Como chegamos a esse descalabro? Má gestão! Decisões políticas e corporativistas predominam no dia a dia da estatal, transformando-a em mero joguete nas mãos de políticos oportunistas e grupelhos sindicais, no lugar de servir aos interesses de consumidores e acionistas, como seria esperado por qualquer investidor.

Por essas e outras, ainda que este escriba tivesse muito dinheiro sobrando, jamais colocaria suas economias em ações da Petrobras. Não que o petróleo seja um mau negócio, longe disso. O problema é a sociedade com o governo, que transforma as empresas estatais em entidades normalmente ineficientes, mal administradas, tocadas por funcionários improdutivos e utilizadas para fins político-eleitoreiros.

EXAGERO?

Alguns dirão que exagero, principalmente os neófitos dos monopólios estatais e da administração pública em geral. Será?

Peguem, por exemplo, a estapafúrdia história da aquisição daquela refinaria em Pasadena, nos Estados Unidos. Depois de diversas trapalhadas e de uma disputa judicial com os antigos sócios, a Petrobras fechou um acordo segundo o qual irá pagar o valor total de US$ 1,18 bilhão pelo controle de uma refinaria que, segundo as estimativas mais favoráveis, não valeria hoje 10% disso. Alguém foi punido ou demitido?

Querem mais? Em 2005, foi anunciado ao país, com toda a pompa e circunstância (o setor de marketing é, sem dúvida, o mais ativo da empresa), que a Petrobras havia alcançado um patamar de produção necessário para que o Brasil pudesse ser considerado autossuficiente em petróleo. Nacionalistas e protecionistas, tanto à esquerda quanto à direita, rejubilaram-se com o grande acontecimento. Mas eis que tudo não passou de propaganda enganosa. Estima-se que em 2013 o país tenha um déficit próximo de US$ 12 bilhões na “conta petróleo”, já que a produção praticamente estagnou desde então, enquanto a demanda não parou de crescer.

Como ensinou o economista Murray Rothbard, empreendimentos estatais estão fadados ao fracasso pelo simples motivo de que “é impossível brincar de empresa”. Empreender significa arriscar o próprio dinheiro. Burocratas e políticos não têm incentivo real para desenvolver habilidades empresariais, para se ajustar às demandas do consumidor ou para reduzir custos. Simplesmente porque não arriscam o próprio dinheiro no negócio, mas o dinheiro dos outros.

Infelizmente, poucos têm coragem para falar em privatização, mas seria melhor que se pensasse nisso rápido, enquanto ainda há tempo.

(artigo enviado por Celso Serra)

23 thoughts on “Não dá para brincar de empresa com a Petrobras

  1. O governo nessa questão dos “índios”, é crime de “lesa pátria”, respeitar sua cultura, é importante, o que não é cabível, e 6 dúzia de índios, por em risco a integridade territorial.
    Os chamados índios, usam as benesses: carros, televisões, geladeiras, etc., mas não querem ser “brasileiros”. Os descendente dos negros, que construiram, este País, no regime da escravidão, estão aí discriminados, pendurados em barracos nos morros, mas trabalhando pelo Progresso da Nação, como brasileiros que são, por aqui terem nascidos.
    Infelizmente o PT sonho, ao assumir o governo, virou PESADELO.
    O artigo a respeito, deveria ser lido por todos os brasileiros, e a ultima esperança é 05/10/14.

  2. Sr. Newton, parabéns pela matéria.

    Veiculamos a informação do verdadeiro nível de endividamento da Petrobrás meses antes do leilão do campo de Libra aqui na Tribuna da Internet.

    Fizemos o cálculo e mostramos que o endividamento da Petrobrás é de 55%, enquanto todos os jornais do país falavam em 36%.

    Fomos além, mostramos porque é impossível à Petrobrás reduzir o tempo de exploração do pré-sal sozinha. Sendo isso possível, apenas por conta da partilha com outras empresas do ramo.

    O artigo atual é muito bom e verdadeiro, mas chega com um atraso de pelo menos 5 meses em relação ao nosso comentário.

  3. A Petrobrás, o Leilão e a estratégia econômica do Brasil

    A Petrobrás divulgou em seu último relatório de gestão que o grau de alavancagem da empresa é de 0,36, ou 36%, e isso foi replicado na mídia como o nível de endividamento.

    A realidade é um pouco pior do que a divulgada e de fácil conferência a partir da leitura do Balanço Patrimonial da entidade.

    As informações financeiras das entidades de capital aberto – com ações negociadas na bolsa de valores – devem ser divulgadas ao público, e especialmente em relação a seus acionistas. A Lei das Sociedades Anônimas e a Comissão de Valore Mobiliário (CVM) obrigam a empresa a divulgar seus demonstrativos financeiros.

    O Balanço Patrimonial da Petrobrás e seu Endividamento

    De posse dos dados, vemos que o Ativo da Petrobrás totalizou até setembro do corrente ano em R$758,432 bilhões. Já seu Passivo Exigível em R$415,330 bilhões, e o Patrimônio Líquido em R$343,102 bilhões.

    Numa representação compacta o Balanço Patrimonial da Petrobrás é assim visualizado:

    ATIVO TOTAL:——R$758,432 bilhões——–PASSIVO EXIGÍVEL:——R$415,330 bilhões
    ————————————————————PATRIMÔNIO LÍQUIDO:–R$343,102 bilhões
    TOTAL DO ATIVO:–R$758,432 bilhões——-TOTAL DO PASSIVO:——R$758,432 bilhões

    O Ativo Total corresponde ao total de bens e direitos da empresa. Caixa, recursos em conta corrente, aplicações financeiras, participações societárias entre outros. O Passivo Exigível da Empresa corresponde a suas obrigações com credores, fornecedores, a obrigações de todos os gêneros e com diversas empresas, instituições e trabalhadores. O Patrimônio Líquido é o conjunto de recursos dos acionistas, portanto, inexigíveis.

    O endividamento é dado, então, pela divisão entre o Passivo Exigível e o Ativo Total, e denota o quanto do ativo da empresa está comprometido com suas obrigações. É claro que, quanto maior for esta relação pior será para a empresa, menos folga financeira e menos recursos para expandir investimentos.

    No caso da Petrobrás essa relação real é de 0,55, ou 55% de comprometimento do Ativo com obrigações já adquiridas com terceiros. Fruto da divisão de R$415,330 bilhões por R$758,432 bilhões.

    Quanto mais esta relação caminha em direção a 1, ou 100%, pior será a situação patrimonial da empresa, mais endividada estará. Se chegar a 1, contabilmente dizemos que a empresa está em pré-insolvência. E se ultrapassar o índice 1 estará insolvente, contabilmente chamamos de passivo a descoberto. O que significa que a empresa não tem recursos disponíveis para saldar suas dívidas. O Ativo tornou-se menor que o Passivo Exigível. Como é o caso da OGX de Eike Batista.

    Muito se tem discutido sobre a capacidade da Petrobrás ser a única exploradora dos reservatórios do pré-sal. O argumento é de que a empresa tem condições de arcar com todos os custos e investimentos necessários. Basta que se dê tempo ao tempo, para que isto se concretize num espaço de mais de 20 anos, e os resultados virão.

    Então, porque do leilão?

    O leilão foi criado para acelerar o processo de extração do petróleo e adiantar os resultados econômicos para o país, trazendo estes resultados para um tempo mais próximo possível.

    Sabendo que o investimento necessário para explorar o pré-sal circula em torno de R$1,105 trilhão, segundo dados levantados pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), não é possível à Petrobrás suportar sozinha este volume de recurso no curto prazo de 12 anos. São R$92 bilhões em investimento anual no período.

    Fazendo as Contas

    Se somarmos este número ao Passivo Exigível atual da empresa teremos: R$92,0 bilhões + R$415,330 bilhões. Teremos, então, R$507,330 bilhões de Passivo Exigível. Na outra ponta, se somarmos o lucro atual da entidade R$17 bilhões ao seu Ativo R$758,432 bilhões, teremos R$775,432 de Ativo.

    Achando novamente o índice de endividamento para o primeiro ano de investimentos, teremos: R$507,330/R$775,432 = 0,64, ou, 64% de endividamento.

    Para o segundo ano de investimento e levando em conta o nível atual de lucro reduzido por conta de a Petrobrás subsidiar o preço do combustível importado, teremos do lado do Passivo Exigível R$507,330 bilhões + R$92 bilhões, que é igual a R$599,330 bilhões. Na outra ponta teremos o Ativo R$758,432 bilhões somado ao lucro líquido R$17,0 bilhões, totalizando R$775,432 bilhões.

    Destarte, o endividamento para o segundo ano de monopólio da Petrobrás acarreta endividamento de R$599,330/R$775,432, ou seja, 0,77, ou 77% de endividamento.

    Este raciocínio segue até que no quinto ano a Petrobrás atinja a insolvência (falência) mantida a exclusividade da exploração do pré-sal pela empresa e o tempo estipulado para preparação e início de exploração, ou seja, 12 anos.

    O porquê do Leilão

    Para que a Petrobrás pudesse explorar de maneira solitária o pré-sal, seria necessário o dobro do prazo estipulado para o consórcio firmado no leilão, ou seja, 24 anos.

    E isto empurraria muito mais para frente os resultados econômicos que o país tanto necessita. Em termos de geração de emprego, de investimentos, da necessidade de tornar a balança comercial novamente superavitária, da necessidade de aumentar a entrada de divisas e compor as reservas cambiais, de criar uma poupança sólida e necessária de pelo menos 30% do PIB e de alcançar a autossuficiência energética do país.

    Pelas regras do leilão, a Petrobrás assumirá apenas 40% do compromisso de custo e investimento, representando um montante em torno de R$37 bilhões anuais.

    Este volume anual, a Petrobrás terá como bancar sem comprometer a sua saúde financeira. Basta promover um reajuste dos preços dos combustíveis repassando a diferença do valore de importação do combustível ao consumidor.

    Esta diferença corresponde a 12% de combustível importado e consumido no país, já que 88% dele é produzido aqui mesmo, no Brasil.

    Assim a empresa volta a ter lucro líquido em torno de R$35,0 bilhões e concretiza a possibilidade de sustentar os investimentos necessários durante os doze anos de preparação e início de exploração do pré-sal.

    Certamente o leilão do pré-sal foi o segundo fato mais importante em nossa economia contemporânea após a criação do real. Foi, por certo, um grande passo estratégico e marco inicial do crescimento sustentável do Brasil.

    • A explicação é boa.
      Só lembro que as apresentações em Power Point permitem tudo até que a Criminalidade esta reduzindo, a Educação é boa, a Saúde esta no padrão Dinamarquês, não existe Corrupção, não existe mais seca no nordeste, etc. etc.
      Quem consegue ver o futuro vive ganhando na Mega Sena.
      Sou igual São Thomé “Só acredito vendo”.

      • Olá Guilherme. Tens razão, a competência tem de ser demonstrada. E é essa grande verdade que queremos ver no governo atual.

        Quanto aos números, estes não mentem. E o endividamento em 0,55% da Petrobrás é preocupante. A empresa já está a mais de meio caminho andado para a falência.

        O PT tem de mudar a política de preços dos combustíveis e, infelizmente, repassar o custo da importação ao consumidor brasileiro.

        • Wagner

          O grande problema que eu vejo é que a produção de petróleo tem que andar junto com a capacidade de refino e os administradores nomeados para a Petrobras pelo governo sabem que é cargo político e temporário. Não possuem o compromisso com a melhoria da Empresa e seus funcionários.

          É sabido que a maior percentual da nossa produção de petróleo é de petróleo viscoso e, apesar de estarmos explorando a Bacia de Campos desde 1977 nossas refinarias não foram preparadas para refinar 100% desse tipo de petróleo. Dizem que atualmente as refinarias conseguem processar adicionando até 30% do petróleo de Campos.

          Qual foi a solução encontrada: exportamos petróleo de campos, dizem que é de baixa qualidade e por isto tem um valor de mercado mais baixo. Para que consigamos processar o óleo nas refinarias importamos petróleo de maior qualidade por um preço mais alto. Logo devemos exportar mais para comprar a mesma quantidade necessária.

          Agora, vejamos o que acho que de acontecer:
          1- Quando vendemos deve existir um corretor ou organização ou intermediário que ganha uma comissão.
          2- Quando compramos deve existir um corretor ou organização ou intermediário que ganha uma comissão.
          Pelo visto muita gente, nessas décadas, não tiveram interesses em capacitar nossas refinarias para o óleo produzido no Brasil.
          Se a comissão for de apenas 1,00 dólar por barril na venda e na compra então teremos:
          1.000.000 barris dia venda = US$ 1.000.000 dia
          1.000.000 barris dia compra = US$ 1.000.000 dia

          Em um ano, 365 dias = 365 x US$ 2.000.000,00 dia = US$ 730.000.000,00

          Também acho estranho os atrasos da refinaria que esta sendo construida em Pernambuco.

          • Tens razão, Guilherme. Precisamos de mais refinarias e elas estão sendo construídas.

            O grande lance para a economia nacional é atingir a autossuficiência em petróleo.

            E por quê?

            1 – Porque, a partir daí os preços internos se estabilizarão em um patamar favorável à população;

            2 – A balança comercial voltará a ser superavitária;

            3 – O balanço de pagamentos poderá se positivo seguindo o sinal da balança comercial;

            4 – O fluxo de dólares será positivo e as nossas reservas monetárias poderão dar um salto significativo – de 376 bilhões de dólares para algo em torno de 1 trilhão de dólares;

            5 – O Brasil vai formar poupança. Quando a poupança interna atingir os 30% do PIB (hoje temos apenas 15%) o país experimentará níveis de investimento e crescimento jamais vistos em nossa história.

            Tudo isso virá com a autossuficiência. O Brasil está a um passo das maiores economias mundiais. Mas, para isso se concretizar o governo tem de demonstrar mais competência e compromisso com o projeto econômico e menos compromisso com o projeto político.

  4. Fala muita bobagem, esse Sr. Mauad. Para começar, chama a Petrobrás de estatal, quando qualquer estudante com parcos conhecimentos de administração de empresas não desconhece que se trata de uma sociedade de economia mista. Mostra sua contradição ao declarar que não compraria ações da supracitada empresa. Mas estatal não vende ações!
    Cita a situação atual da empresa, comparando-a à do final da década de 1990.
    E daí? Se é parecida, não há motivo para se preocupar, já que a empresa não foi a pique. Exibe seu parti-pris, falando em “grupelhos sindicais” e funcionários incompetentes. Mas quem deslanchou a Patrobrás, colocando-a em situação de altíssimo nível técnico, foram os competentes funcionários da falida Varig, da falida PANAM, da GM (que teve que ser socorrida pelo governo estadunidense), da British Petroleum (que recém poluiu o Golfo do México, com enorme prejuízo)?
    O autor do texto não merece o menor crédito, em decorrência de seu posicionamento fascista ultrapassado. Ele se mostra adepto da direita radical e da privataria.
    Gostei do comentário do Sr. Wagner Pires. O povo sabe que a Petrobrás impulsiona a economia brasileira.

  5. A Petrobras construiu um gasoduto de 3 km para o Brasil importar gás da Bolívia. Construímos para importar um produto que temos em nosso território. Um absurdo. Depois do gasoduto pronto om transporte do gás foi tirado da Petrobrás. Ninguém reclamou. Era o governo FHC, que chegou até a trocar o nome de petrobras para petrobrax para vender a empresa. O Estado do Rio recebe royalties que muito ajuda a prosperidade do Estado do Rio. Em cabo Frio, não tem mais disponível aquela mão de obra que atendia a casa dos turistas porque a mão de obra foi absorvida pela indústria do petróleo localizada em Macaé. No governo militar, a ditadura golpista, teve um ministro de minas e energia que virou dono de petróleo no Texas, uma tenebrosa transação mal explicada. A Petrobras não vai quebrar, quem vai quebrar mesmo é a cara dos detratores.

  6. A Petrobras foi a empresa brasileira que obteve o maior lucro em 2012. Foram mais de R$ 20 bilhões de lucro. A segunda foi o banco Itaú com R$ 13 bilhões. Banco não tem como não dar lucro, basta ver os preços dos serviços e dos juros.Para uma inflação de 6% ao ano,banco cobra mais de 10% de juros ao mês. Banco não tem compromisso social. A Petrobras paga royalties, financia o PAC, é a empresa brasileira que mais paga impostos ao governo.

  7. Perfeito, prezado Renato Lima. Como eu disse acima, e você reafirmou agora com outras palavras, a Petrobrás impulsiona a economia brasileira. E também a cultura. Indústria e comércio, como por exemplo a indústria naval, não receberiam incentivo sem a Petrobrás.
    Antes de 1990, o PSDB queria transformar a Petrobrás em Petrobrax, com aquele presidente judeu (Ratchuld, ou nome parecido judaico) internacional lá colocado pelo famigerado entreguista FHC. A resistência nacionalista brasileira não permitiu. Naquela época o investimento do empresa estava praticamente paralisado por ação do entreguista FHC, que fazia seus pronunciamentos em inglês, quando estava no exterior. Mas só nesse idioma. Nos demais, ficava de bico fechado.

  8. Paulo Solon, FHC sabia do pré sal. Paulo Maluf, na década de setenta, sabia q. A riqueza era conhecida só não havia tecnologia para prospectar a grandes profundidades. O crime de FHC é justamente este, querer vender a empresa que tinha e tem capacidade para ir lá no fundo do mar para buscar o óleo. FHC queria entregar o óleo para as petrolíferas internacionais, o genro de FHC, Davi zilbertagem, foi o vetor da tentativa entreguista,assim como fez com o ferro da Vale do Rio Doce, que foi vendida exatamente quando a China ia precisar de ferro para crescer. O valor do pré sal não é só econômico o ganho tecnologico é imenso. As baterias da oposição estão voltadas para a Petrobras porque a Petrobras foi instrumento de combate a inflação. A frota brasileira aumentou, caminhões mais modernos, que poluem menos circulam pelas estradas levando riquezas. Não dá para acreditar naquelas que sempre combateram a Petrobras e que agora se dizem defensores. Na verdade a Petrobras é uma jóia que foi valorizada pelo governo do nove dedos. Como a Petrobras vai quebrar se o Brasil tem reservas monstruosa de óleo no pré sal, e a Petrobras tem excelência em engenharia. Na verdade é inveja. Querem depreciar o que um “analfabeto de nove dedos”, “um dedo duro da ditadura”, implantou com o objetivo de aproveitar a força da gloriosa Petrobras.

  9. FHC sabia do pré sal. A riqueza era conhecida só não havia tecnologia para prospectar a grandes profundidades. O crime de FHC é justamente este, querer vender a empresa que tinha e tem capacidade para ir lá no fundo do mar para buscar o óleo. FHC queria entregar o óleo para as petrolíferas internacionais, o genro de FHC, Davi zilbertagem, foi o vetor da tentativa entreguista. O valor do pré sal não é só econômico, o ganho tecnologico é imenso. As baterias da oposição estão voltadas para a Petrobras porque a Petrobras foi instrumento de combate a inflação. A frota brasileira aumentou, caminhões mais modernos, que poluem menos, circulam pelas estradas levando riquezas, que têm preços vinculados ao preço do combustível. A Petrobras é uma jóia que foi valorizada pelo governo Lula. Na verdade a oposição tem é inveja. Quer depreciar a política implantada com sucesso no aproveitamento da força econômica da Petrobras. Como a Petrobras vai quebrar se o Brasil tem reservas monstruosa de óleo no pré sal, e a Petrobras tem excelência em engenharia ? Não dá é para acreditar naqueles que sempre combateram a Petrobras, mas que agora se dizem defensores.

  10. …idiotices,… pois eu, nao exitaria em comprar açoes da petrobras…
    …Serviçais do privatismo, pagos ou nao para isso,
    sempre a postos para defesa de seus interesses mesquinhos.
    …sao incapazes, com suas analises fajutas, de citarem quantas vezes o preço da gasolina(combustiveis) aumentaram no governo fhc e outros anteriores. Vou refrescar a memoria seletiva de muitos, so em dezembro de 2002, foram quatro variaçoes. Na epoca a gasolina, uma das mais caras do mundo, custava em torno de 2,60 ( dois reais e sessenta centavos), Salario minnimo 200,00 – 10 anos depois, o barril tendo atingido os 200 dolares, estamos proximo disso. A petrobras, tem sim, capacidade de absolver custos e manter os preços, ate, termos combustiveis mais baratos. Agora, é claro, para os acionistas, quanto mais lucro, melhor. sugestao, vendam suas açoes e coloquelm esse dinheiro, para gerar lucros trabalhando de verdade.
    …o resto é anti -propaganda para verem se compram a petrobras, querem botar as maos de ratos no patrimonio do povo brasileiro.

  11. Pelo amor de Deus… entendam o que está sendo dito!

    55% de endividamento não vai falir a empresa, mas, se a Petrobrás continuar sendo utilizada pelo PT, para conter a inflação, represando os preços dos combustíveis, corre o risco de atingir os 100% de comprometimento do ativo com o passivo exigível. Isso se chama pré-falência.

    Se ultrapassar os 100%, chama-se FALÊNCIA, na linguagem comum das ciências contábeis, quer queiram ou não!

    Ninguém está inventando nada. Os números estão aí para serem analisados friamente.

    E é só isso.

    A Petrobrás goza de boa saúde financeira, mas tem que eliminar os déficits nos três seguimentos que lhe dão prejuízo por conta da importação de combustíveis e derivados. Para isso ser feito a empresa tem de repassar a diferença do valor do produto importado para o mercado interno.

    Mesmo que isto acarrete mais pressão inflacionária.

    Entendam!

    Entendam!

    Ninguém aqui é do contra. Ou “urubólogo”!

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