Não é a pobreza que destrói a floresta; quem o faz precisa ter capital, muito capital…

Resultado de imagem para tratores desmatando com correntao

O desmatamento é feito usando correntões e custa muito caro

Míriam Leitão e Alvaro Gribel
O Globo

Quanto custa uma motosserra? E várias delas? Quanto custam tratores, correntões, caminhões? Tudo isso é necessário para desmatar. Um método primitivo, mas muito usado, é o correntão. Ele vai arrastando as árvores, mas não funciona sem tratores. São necessários dois, um de cada lado. Quanto custam dois tratores? Depois, é preciso ter caminhões para transportar as toras até o consumo. Mas, antes, é necessário ter uma escavadeira hidráulica com garra de metal para empilhar as toras nos caminhões.

Capangas armados ocupam a terra que está sendo grilada. Fazem isso a soldo. De quem? Documentos são esquentados, como as guias de transportes. São comprados títulos falsos de propriedade.

DISSE GUEDES – O ministro Paulo Guedes disse em Davos que “o pior inimigo do meio ambiente é a pobreza” e que “as pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer”. Não é a pobreza que desmata. Para grilar e desmatar é preciso capital. Muito capital.

O ministro estava num debate sobre outro assunto. Era um painel sobre indústria avançada e o uso de recursos naturais. Paulo Guedes, segundo explicou depois, defendia a tese de que os países de economia avançada derrubaram florestas para escapar da pobreza. Mas essa ideia de que, como disse, “as pessoas destroem o meio ambiente porque precisam comer” já foi dita algumas vezes pelo ministro do Meio Ambiente. É uma avaliação errada dos vetores reais do desmatamento.

No ano passado foram desmatados quase 10 mil km2 só na Amazônia, numa alta de 30%, segundo o Prodes, do Inpe. E aumentaram as queimadas. Há muitos estudos provando a correlação direta entre o aumento do desmatamento e o das queimadas.

HOUVE OMISSÃO – Não houve um surto de alta da pobreza que explicasse o que aconteceu em 2019. O que houve foram sinais do governo de que o crime não seria combatido. E qualquer economia, até a do crime, é estimulada por sinais e expectativas.

Movimentar essa cadeia do crime, montar as conexões, ocupar a terra com pastagem, esquentar o documento para vender, tudo isso exige um enorme investimento. Quando o governo combate o crime e impõe o império da lei, o risco fica mais alto e o retorno do capital, mais incerto. Neste cenário, há uma redução do incentivo e a taxa do crime cai.

As leis econômicas, sempre elas, determinam alta e queda da destruição ambiental. Uma forma de combater o crime é pegar todo aquele material — motosserras, caminhões, tratores, escavadeiras — e apreender ou destruir. Isso aumenta o prejuízo do criminoso, mas agora está proibido pelo presidente da República.

NÃO É A POBREZA… – O ministro disse que a pobreza é o pior inimigo do meio ambiente. Deve-se combater a pobreza por inúmeros motivos, mas é preciso inverter o entendimento do fato. O pobre é a grande vítima da destruição do meio ambiente. Ele é recrutado como mão de obra em trabalho degradante, depois é ele que vive os efeitos da degradação da terra, da água e do ar.

A falta de saneamento contamina principalmente as regiões onde moram os pobres. Os lixões se acumulam é nas periferias. Nos extremos climáticos são os pobres os mais afetados. Eles não são os agentes da destruição ambiental. São suas primeiras vítimas.

A criação do Conselho da Amazônia pode ajudar, principalmente se levar para o governo informações que o ilustrem sobre a verdadeira origem das redes de ilegalidade na Amazônia e afastem os mitos que têm dominado as declarações oficiais sobre o assunto.

TEORIAS CONSPIRATÓRIAS – O Conselho será mais eficiente se não for feito para atender às teorias conspiratórias que mobilizam o governo Bolsonaro. Foi anunciada também a criação da Força Nacional Ambiental. Ela precisará de orçamento. Mas esta é a administração que cortou orçamento do Ibama e do ICMBio, que limitou as ações preventivas e as operações de comando e controle nas regiões vulneráveis.

É urgente que este governo conclua o período de noviciado e entenda o que se passa na Amazônia, para deter o aumento do desmatamento. Primeiro, para impedir a destruição de riqueza coletiva. Segundo, porque o mundo mudou, como se pode constatar em todos os relatórios que foram feitos por instituições financeiras para o Fórum Econômico Mundial. O assunto deixou o terreno da retórica para ser determinante da alocação de recursos dos grandes investidores.

60 thoughts on “Não é a pobreza que destrói a floresta; quem o faz precisa ter capital, muito capital…

  1. Matéria de Xico Graziano, no Poder 360, analisando o pretenso purismo ambientalista descolado da realidade:

    “Ecologistas radicais costumam ser anti-históricos. Imaginam manter a natureza imaculada a despeito de existir uma espécie terrivelmente dominadora na Terra: os seres humanos. Que se multiplicam sem parar.

    Curiosamente, porém, esses ecologistas simplórios olham somente para seu umbigo, que reside nas poluídas metrópoles. Preferem culpar os agricultores pela “devastação”, como se estes carregassem uma maldade inata.

    Desde o Império Romano, ou antes, a expansão civilizatória rouba territórios naturais para alimentar a população humana. Na Europa, a primeira grande revolução agrícola do século 19 desmentiu Malthus derrubando florestas, avançando sobre os pântanos, recuando o mar.

    Não poderia ter sido diferente. A história humana tem sido a história do domínio sobre a natureza. Mitigar os efeitos da pegada ecológica sobre o planeta representa o presente, e enorme, desafio da humanidade. Nesse contexto, formulou-se o conceito-chave para o futuro: a sustentabilidade.

    Agricultura sustentável significa exatamente isso: via avanço tecnológico, conseguir produzir e preservar ao mesmo tempo. Só produzir virou passado, só preservar não tem sentido.”
    https://www.poder360.com.br/opiniao/brasil/ecologistas-radicais-costumam-ser-anti-historicos-analisa-xico-graziano/

    • Pedro Meira,

      Você tem alguma dúvida de que as queimadas na Amazônia, os desmatamentos, o abatimento de árvores centenárias feitos por madeireiros ilegais que cortam árvores de nossas florestas, a amazônica principalmente; que a grilagem de terras, inclusive de terras indígenas, o abissal desmatamento apoiado por Bolsonaro, são a causa das enchentes nunca vistas nas proporções ocorridas em 2019 e agora em 2020 em várias cidades do Brasil, capital e interior, na baixada fluminense, e em outras cidades pelo Brasil , causando inundamento de cidades, moradores de casas e condomínios perderem tudo por causa de tempestades também nunca antes havidas como as de agora têm uma relação de causa e efeito ?

      O estímulo de Jair Bolsonaro a estes desmatamentos, queimadas na amazônia e em florestas tropicais em milhões de quilômetros quadrados de nossas matas e florestas virgens é o motivo destes desastres ambientais com enchentes e desabamento de encostas, que têm matado ou desalojado milhares e milhares de brasileiros em todo o país.

      E a devastação é provocada, sim, pelos agricultores grileiros que ocupam terras federais com incentivo do governo Bolsonaro, e não pelos agricultores legalizados, cujas fazendas e terras vêm sendo utilizada há décadas, adquiridas com documentação legítima, que vêm passando de pai a filho, porque os que registraram estas terras envelhecem, morrem, e passam as terras por herança a seus filhos. Mas estes não fazem predação em terras virgens, muito menos nas florestas protegidas por Lei e terras públicas, segundo a Constituição, tais como a floresta amazônica e as terras demarcadas e destinadas aos indígenas. Estes últimos agricultores de que estou falando não são invasores nem assassinos, principalmente não são assassinos de indígenas, e pagam salário digno a seus trabalhadores.

      • Francamente, só estou enjoado desse noticiário enviesado que acredita que todos os males do Brasil começaram em 1º de janeiro de 2019. Antes disso, quando se tinha no governo gente muito respeitável, sempre se podiam varrer os problemas para debaixo do tapete, ou adiar sua solução para o fim dos tempos, ou considerá-los simplesmente como parte natural das coisas ou conseqüências do progresso. Lula no poder se aliou ao agronegócio e desafiou ongs ambientalistas.Hoje isso é esquecido.

        Não tenho tempo nem paciência para escrever textões na internet. Por isso tenho reduzido meus comentários neste site.

        Acho o artigo d’O Globo defeituoso por visão enviesada. Sim, o desmatamento exige capital. Fazer qualquer coisa exige dinheiro. E fazer as coisas legalmente exige ainda mais dinheiro. Quem tem muito dinheiro consegue até mudar as leis para deixar as coisas do seu jeito. Mas quer dizer então que quem é pobre não faz nada? Isso é uma romantização da pobreza própria de quem não tem contato com ela. Acaso as favelas são ecologicamente corretas? Sérgio Cabral, aquele patife que governou o Rio por oito anos e que foi amado pela imprensa por muito tempo, queria construir muros em voltas das favelas cariocas, falou da necessidade de “ecolimites” para impedir a favelização de áreas de proteção ambiental. Cabral é um canalha, seus muros eram cruéis e segregadores, mas a construção de favelas em áreas invadidas, inclusive algumas protegidas pela legislação ambiental, existe.
        http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL1160206-5606,00-GOVERNADOR+DO+RIO+E+MORADORES+DE+FAVELAS+DISCUTEM+A+CONSTRUCAO+DE+MUROS.html

        Como disse o Graziano em outro texto que citei em comentário mais abaixo, motosserra não tem ideologia e as invasões de terra não se preocupavam com preservação. Ainda, os projetos de reforma agrária do passado impunham o desmatamento de áreas para a liberação de verbas da SUDAM.
        Com certeza que as grandes propriedades e o agronegócio devem ser responsáveis pela maior parte do desmatamento, até porque são eles os responsáveis pela grande maioria da nossa produção agrícola. O campo, que pensam os moradores da cidade grande ecologicamente preocupados que nunca viram uma vaca de perto, há muito deixou de ser um idílio pastoral, se é que o foi algum dia. A comida que comemos não vem, quase em lugar nenhum, de encantadoras fazendinhas do tipo do filme “Babe, o Porquinho Atrapalhado” ou do sítio da Dona Benta, mas sim do agronegócio, que nada tem a ver com as imagens românticas que vemos em rótulos e embalagens nos supermercados.
        Pode-se dizer que os agricultores mais pobres são menos culpados, mas mesmo assim, ainda segundo Graziano, 21% da supressão florestal na amazônia até janeiro de 2019 ocorreu em áreas de assentamento de reforma agrária.

        • Só uma correção:
          “O campo, ao contrário do que pensam os moradores da cidade grande ecologicamente preocupados que nunca viram uma vaca de perto, há muito deixou de ser um idílio pastoral, se é que o foi algum dia. A comida que comemos não vem, quase em lugar nenhum, de encantadoras fazendinhas do tipo do filme “Babe, o Porquinho Atrapalhado” ou do sítio da Dona Benta, mas sim do agronegócio, que nada tem a ver com as imagens românticas que vemos em rótulos e embalagens nos supermercados.”
          Peço desculpas pelo deslize no texto, reescrito algumas vezes.

  2. Guedes mente descaradamente ao dizer que o desmatamento da Amazônia é feito pelos pobres. Todos sabemos que para desmatar a Amazônia e cultivar gado, só pode ser feita por gente de dinheiro, e o resultado disso tem sido o aumento de pobreza na região amazõnica, além do uso de trabalho escravo,

    O desmatamento da Amazônia é desnecessário para o crescimento do Brasil.

    O desmatamento da Amazônia não se converteu em riqueza para a maior parte dos amazônidas. A prova disso é que os municípios da Amazônia estão entre os de menor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) e IPS (Índice de Progresso Social) do país. Eles seguem a chamada lógica do “boom-colapso”: num primeiro momento, o acesso fácil aos recursos naturais produz uma explosão de riqueza no município. Entretanto, essa riqueza fica concentrada nas mãos de poucos e se esgota em poucos anos. O resultado são cidades inchadas, com infraestrutura deficiente, sem empregos de qualidade e com concentração de renda.

    A contribuição econômica do desmatamento para a economia é mínima.Toda a área desmatada durante o período de 2007 a 2016 representou somente 0,013% do PIB médio entre 2007 e 2016.

    O argumento de que o desmatamento da Amazônia é necessário para aumentar a produção agropecuária é inválido, uma vez que já existe uma enorme área desmatada que vem sendo mal utilizada. Grande parte são pastagens degradadas.

    Quando as medidas contra o desmatamento foram mais eficazes, a produção agropecuária continuou a crescer, pois os produtores investiram em aumento de produtividade da terra.

    Desmatamento da Amazônia em série histórica

    Dez anos após a Moratória da Soja – que passou a bloquear produtores que plantaram em áreas de novos desmatamentos – a área plantada passou de 1,2 milhão de hectares para 4,5 milhões de hectares, isso se deveu ao plantio em áreas de pastagens. O grande estoque de áreas mal aproveitadas na região resulta, na maioria das vezes, do desmatamento para especulação fundiária (grilagem), por meio da invasão de terras públicas, frequentemente com uso de trabalho análogo ao escravo.

    Em 2016, pelo menos 24% do desmatamento ocorreu em florestas públicas ainda não destinadas. Essa grilagem também está ligada a uma pecuária bovina de baixíssima eficiência: 65% da área desmatada na região está ocupada por pastagens, com taxa de lotação média de menos de uma cabeça de gado por hectare.

    No governo Bolsonaro, a destruição da floresta amazônica por fazendeiros de terras públicas cresceu exponencialmente, chegando, com as derrubadas de árvores e queimadas em massa a deixar o mundo preocupado com a possibilidade da Terra (o mundo) se tornar um planeta inabitável, podendo levar à extinção da humanidade. Esses grileiros não são pobres. São pessoas ricas e inescrupulosas, e, para estes, os pobres que se danem ! Não se preocupam nem com a sobrevivência de seus netos e bisnetos, porque se preocupariam com a pobreza ? Querem mais é aproveitar o trabalho escravo além de invadir e dizimar matas em terras indígenas.

    É desnecessário continuar com o desmatamento na Amazônia, já que se calcula ser possível abrigar toda a produção agropecuária nas áreas que já se encontram abertas. Vários governadores amazônicos concordam com isso.

  3. Paulo Guedes é um cara inteligente, sem dúvida alguma.
    E usa a sua memória prodigiosa para tergiversar problemas que lhe dizem respeito para transferi-los para quem não tem culpa alguma pelos acontecimentos.

    Tanto é o seu poder de raciocínio, que acusa o pobre de ser o principal agente causador da poluição, de aumentar as causas que impedem a preservação do meio ambiente.

    Esperto, o Paulinho, muito esperto.

    Indiscutivelmente, o pobre e o miserável vivem em condições sub-humanas:
    Sem água encanada, luz, pequenos riachos tomados de sujeiras, morando em lixões, esgotos a céu aberto, quem vê de longe atribui mesmo aos carentes e necessitados a responsabilidade pela imundície, pela devastação do meio ambiente.

    No entanto, a tentativa de se esquivar daquilo que compete ao governo, Guedes se omite, pula fora, E COM A MAIOR CARA DE PAU acusa o segregado, injustiçado, roubado, explorado e manipulado cidadão, de ainda prejudicar a “natureza”.

    Os causadores dessa miséria e pobreza são ignorados, desconsiderados, deixados de lado. Afinal das contas são aqueles que movem o país com as suas indústrias, comércio e prestação de serviços, enquanto o abandonado à própria sorte gera lixo, restos, porcarias, fedor, poluição.
    Em outras palavras e grosseiras, como a acusação requer:
    Pobres, miseráveis, desempregados, endividados, analfabetos … e merda são a mesma coisa, para o Paulinho.

    Logo, dou razão e apoio o artigo de Mírian Leitão e colega, que foram certeiros em suas análises sobre a devastação na Amazônia, pois a derrubada de árvores não pode ser ocasionada pelos acusados do ministro, o povão, mas aquele que tem o dinheiro, que pode comprar as máquinas e materiais necessários, que pode transportá-los, incluindo pessoas que irão trabalhar e servir de “segurança” durante o “serviço”.

    O cruel Paulinho, que era da turma dos “Chicago Boys”, com esta afirmação afirmo textualmente:
    – Chi … “cagô” o Paulinho.
    O fedor foi sentido nos quatro cantos do mundo!

    O ministrozinho polui e macula o meio ambiente mais que o pobre e miserável com esse discurso de merda.

    • ô meu, não é o pobre que é culpado pela destruição do meio ambiente é a pobreza que aqui no Brasil, por ser um país socialista, coisa que não está ao seu alcance entender, é criada.

      Ninguém está querendo condenar o pobre e sim a pobreza. Vê se entende a diferença, meu.

      Vc precisa estudar mais.

          • Larga de ser tolo!

            Então a causa da poluição e problemas do meio ambiente é a pobreza??!!

            O pobre é também o responsável pelo descaso governamental??!!

            Para onde vai o dinheiro dos impostos?
            Bolsos de magistrados e de parlamentares??!!

            Estupidez tem limites.

        • Che,

          Tu dá demais com a tua idiotice, e sem ter vergonha alguma do ridículo que te expões!

          Quer dizer que, no teu “entendimento”, pobreza não está atrelada ao pobre, em termos materiais??!!

          A pobreza existe por si só, assim como pobre pode viver fora da pobreza, é isso?

          Credo, mas tu andas meio tantã.

          Ah, larga dessa obsessão de a esquerda ser a culpada pelos males nacionais, te orienta, sejas verdadeiro e não um sujeito dado a fantasias.

          Por outro lado, se estudar significa eu perder as minhas emoções e sentimentos, então viva a burrice, pois certamente estou comprovando ser humano, e não pessoas que transformaram o dinheiro em deus.

          Estuda menos, manhoso, e passarás a entender mais a espécie humana, e não tanto o aspecto político quanto o econômico, que estudarei mais para compreender certos comentários abomináveis e insanos!

          • Vc está confundindo, o que não é novidade, a pobreza que é um produto das autoridades corruptas e incompetentes com os pobres.

            Paulo Guedes não está culpando os pobres e sim as causas que os levam a serem pobres.

            As causas da pobreza, em sua maior parte, é culpa da esquerdinha que, com suas demagogias e distorções da realidade, faz de tudo contra qualquer projeto de progresso e convence os ingênuos com sua mentiras.

          • Tu tá doido, mesmo!

            Lê, pelo menos, o que escreves, antes de postares as tuas idiotices.

            Tens sido invencível nas falácias e sofismas, além de conclusões absurdas e desconexas da realidade.

            Mais a mais, tô de saco cheio das tuas intervenções.
            Registra os teus comentários, que faço o mesmo com os meus.
            E vamos compartilhar a TI de forma mais saudável, combinado?

          • Prezados Chico Bendl e Mario Jr. … saudações!

            Tentando ajudar:
            1 – Desde Nimrod, o primeiro rei depois do Dilúvio, que preponderava o Estado … pois qualquer empreendimento necessitava de alvará, certo?
            2 – Até que tivemos Smith, Ricardo etc que vieram com a Livre Iniciativa, a Concorrência … e empregados e consumidores – cabendo ao Estado, recolher impostos kkk KKK kkk
            3 – Com os empresários indo à Riqueza … acabaram suplantando a dos reis.
            4 – e Engels e Marx (houve outros) bolaram a volta do Alvará, com a Estatização dos Meios de Produção.
            5 – Então a Igreja tentou fazer o meio de campo com a Doutrina Social – em que Governo, Empresários e Trabalhadores se entenderiam.
            6 – O problema é que os que tentaram aplicar a DSI acabaram em ditaduras … fascismo de Mussolini, nazismo de Hitler etc etc etc só o New Deal foi democrático (e logo abandonado).
            7 – No Brasil de Bolsonaro não há nadica nem nadicão de fascismo ou nazismo (tampouco de Doutrina Social da Igreja) … há mesmo é neoliberalismo, que vem desde Collor!!! pelo menos kkk KKK kkk

          • Vc que já propôs há algum tempo criar uma comissão de censura, não é surpresa também querer que ninguém faça alguma crítica às suas postagens.

            Vê se manca, che, este espaço é para debates e quem aqui posta alguma coisa aqui arca com as consequências.

            Quem entra na chuva é para se molhar.

          • Prezado Lionço, Vc está certo, mas o fato é que o Homem é incontrolável.

            Existe mais em nossa natureza que imagina a nossa vã filosofia.

            De maneiras que a “perfeição” pregado por idealistas jamais acontecerá. Logo temos que lutar pelo menos pior contra o pior.

            Como determinar o pior do menos pior?
            R.: Observando pelos resultados, com números.

          • Manhoso,

            Jamais fugi de qualquer debate ou crítica que eu tenha recebido sobre os meus comentários.

            O teu caso é diferente, pois não expões o teu pensamento, a tua ideia, mas ironizas o texto que discordas.

            E essa tua obsessão pela esquerda é qualquer coisa de maluco, como se fosse essa tendência política a causa da pobreza e miséria no Brasil!

            O PT pode, sim, tê-las aumentado, porém o povo brasileiro é pobre e miserável – em termos materiais e financeiros -, e na sua maioria da população, desde quando fomos descobertos pelos portugueses!

            As revoluções sociais que tivemos, a História do Brasil comprova que o cidadão sempre foi maltratado pelos governantes, fosse durante o período colonial, imperial, republicano, ditatorial, parlamentarista e presidencialista, afora haver democracia ou não.

            Guerra dos Farrapos, Cabanagem, Sabinada, Praieira, Guerra de Canudos, a tragédia de Desterro, foram revoltas ocasionadas pelas tentativas de se impedir que a miséria e a pobreza ceifassem mais vidas do que produziam!

            O descaso dos presidentes da República que tivemos, desde 1.889, com relação à população pobre, miserável e analfabeta, é histórica, tradicional, mesmo quando os governos nacionais eram identificados de direita ou de extrema-direita.

            Dos 130 anos que temos como República, o Brasil teve como governo identificado como de esquerda o PT, e camufladamente o PSDB.

            Portanto dos 130 anos de governos de direita, a esquerda nos governou 8 anos com FHC, Lula da mesma forma, o mesmo com Dilma, pois com o seu impedimento assumiu o Vice, totalizando 24 anos com essa tendência política.

            Então como, honestamente, atribuir à esquerda a nossa pobreza e miséria como a responsável por essas péssimas condições de vida??!!

            Tá ela não melhorou os índices, ao contrário, aumentou-os, pois as carências e necessidades do povo eram de muito tempo atrás, sejamos verdadeiros!

          • Eu não propus uma comissão de censura, seja honesto.

            A discussão versava sobre a punição sobre os comentaristas que invadiam o terreno pessoal, na ânsia de obterem mais ênfase ou amedrontar o oponente com os seus argumentos.

            E, reafirmo:
            má educação, desrespeito, insultos, agressões, ataques verbais … não devem e não podem ser considerados liberdade de expressão.

            Fosse assim, de quem eu discordo, eu sairia escrevendo uma séria de palavras de baixo calão em nome dessa suposta “liberdade”, contra quem está me contestando.

            Não adultera o assunto.

      • Che,

        Eu não tenho que responder nada!

        Apenas exponho as minhas razões, e tu vens com as tuas idiotices.
        Te objetivas no tema proposto, e deixas de desmerecer ou fazer chacotas com os textos alheios.

        Larga de ser criança ou imbecil ou idiota ou ridículo ou tudo isso ao mesmo tempo.

          • Engraçadinho,

            Deixa de ser tão estúpido e idiota, dá um tempo, volta e meia.

            Tenho 70 anos, sim;
            aponta, bobalhão, uma mentira que eu tenha postado na TI;
            intervenções são feitas nos meus comentários, enquanto que, da minha parte, as discordâncias ou críticas, elogios ou apoios, eu as faço dentro do tema, do assunto, da matéria.

            Olha, mais uma vez, a forma como te diriges a mim:
            “… ou até na idade você mente?”

            Aponta a mentira, safado.

          • Eu fiz uma pergunta, baseado nas mentiras que você conta. Repito a pergunta, e coloco um trecho de um comentário seu.
            Eu só quero saber se estava ou está mentindo, ou deu nó INSS ou é apenas ruim de conta. Se explica aí, para as pessoas que você engana a 9 anos. Declaração sua : “Eu me aposentei em 2015, ao completar 65 anos de idade”.

          • A tua ignorância é conhecida, mas agora escancaraste também a tua estupidez e o quanto és um mentecapto!

            Se eu me aposentei em 2015 aos 65 anos, e estamos em 2020, cinco anos depois, que idade eu tenho, idiota??!!

            Mas vai te catar, bobalhão e burro, ainda por cima.

          • Tanto a primeira declaração que você fez : “Eu me aposentei em 2015, ao completar 65 anos de idade”.; quanto a segunda : “Tenho 70 anos”, foram feitas em 2019. 2019. 2019. Mas, você para encobrir uma mentira, vai contar outra mentira.
            Vai afirmar agora, que já fez aniversario, em janeiro de 2020 ?
            PS: o que é uma mentirinha, para um mentiroso contumaz ?

    • Eu entendi errado, ou o pombo enxadrista está mesmo pedindo penico ?

      “”Mais a mais, tô de saco cheio das tuas intervenções.
      Registra os teus comentários, que faço o mesmo com os meus.
      E vamos compartilhar a TI de forma mais saudável, combinado?””

      PS: Se pedir penico, eu aceito.

      • O idiota não sabe entender qualquer tipo de aviso ou acordo.

        Pensa sempre de acordo com a sua estultice.

        Se achas que estou pedindo penico, o problema é teu.
        Quero encerrar esse tipo de discussão que não leva a nada, além de criar desconforto na TI, espaço que prezo muito.

        Quero um ambiente saudável, coisa que não sabes e não queres.
        Por mim, se continuares comprovando o mal que fazes ao blog …
        A questão é que a tua covardia, pelo anonimato usado, não te dá qualquer credencial para cobranças e questionamentos.

        Mas, segue sendo o bobo da corte, se é o teu desejo.

        • Se você pedir penico, eu deixo você continuar atacando e ofendendo os outros comentaristas.
          Agora se quiser apenas um “acordo”, é só você parar de atacar/ofender/xingar os outros comentaristas.
          PS: Você tem ideia de quantas pessoas boas e educadas, que tinham boas e educadas opiniões, se afastaram desse blog (como o Joao da Bahia), por medo dos seus ataques ?

  4. No fundo no fundo, é a pobreza sim, ou vc acha que quem opera as maquinas caminhões e faz tudo funcionar são milionários, não, são famintos sem trabalho para tirar o sustento da família, alem de que são totalmente desamparados da CLT.
    Então o primeiro passo é dar trabalho e renda para os desvalidos, e duvido que vai ter milionário operando D8

  5. Pobreza destrói sim o meio ambiente.

    Vão lá no Haiti e vejam o deserto que lá se transformou pela pobreza usar todas as matas para fazer lenha de fogão.

    Essa nossa pobreza é produto de legislações esquerdistas que radicalizam em seus regulamentos a proibição de empresas , que são mais fáceis de de se fiscalizar , de operar na Amazônia.

    Se lembram da campanha contra a exploração mineral na amazônia numa área que já até é liberada para isso, a Renca em 1984?

    A tara da esquerda em deturpar tudo é eterna.

  6. Caro CN … Bom dia!

    Não li toda a matéria … nem todos os comentários … só posso ajudar informando que o tipo de desmatamento da foto é efetuado no CERRADO … e a principal finalidade é queimar para virar CARVÃO – até para siderúrgicas kkk KKK kkk

    É o que acho, né???

    Sds.

  7. São muito edificantes os debates intelequituais na pocilga Brasil….

    Os quadrúpedes bolsonaristas conseguiram ideologizar até pobreza e as queimadas…

    “Ainnnn, é de direita!!!!!!!”

    “Ainnnn, é de esquerda!!!!!!!!!!!”

    Só neste país de merda mesmo…..

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

      • Fla X Flu (Alcione)

        “Abri Meu Domingo numa cerva lá no bar do Edú
        Tira gosto de moela pra lembrar da minha dor
        Eu pensava na Guiomar para ser o meu meia amador
        Nosso amor era um Maracanã em dia de Fla X Flu
        Pra começar me dava bola o tempo todo sem parar
        Me deixava louco para cruzar
        toma lá dá cá
        Matava no peito, descia pra coxa, tocava no meio voleio e gol
        O jogo só podia empatar
        Pois é

        Tava muito mais para urubu do que pra pó de arroz
        Tava 2X2, mas no final você me atrasou
        Convocando a linha burra
        Me parou, me derrubou
        Foi dizendo que a “Guiõ”
        Comigo sempre pichotou
        Ai eu ti fiz de juiz, apontei teu nariz e xinguei tua mãe
        O coro da turma da geral atenta repetiu
        Te peguei de primeira te dando rasteira
        Rachei só pra dividir
        A galera gritou Uf!
        É foi só porrada, foi só garrafada
        A arquibancada ficou à Bangu
        Acabei em cana num Fla X Flu
        Pois é …”

  8. Ao Editor, Carlos Newton,

    Faz nove anos que frequento a TI.
    Vim para cá acidentalmente, procurando na Internet algo que me chamasse à atenção.

    Ao me deparar com este blog, percebi que eu havia encontrado um espaço excelente para opinar, contestar, protestar, apoiar, discordar … um local apropriado para bons debates.

    Mas, se imagino que minhas postagens são sérias, honestas comigo mesmo, de acordo com a minha experiência, conhecimentos, visão de mundo, a minha presença não é para ser ridicularizada ou debochada por quem quer que seja, muito menos por quem se esconde através do anonimato.

    A diferença em favor do covarde é muito favorável à sua posição, de não se identificar porque pode, dessa forma, registrar o que bem entende.

    Nada contra a pessoa usar o anonimato.
    Tenho bons colegas que os utilizam, e são corretos nos seus registros, pois educados, respeitadores, gente boa, como se diz.

    Agora, os Mário Jr, o troca-troca de apelidos piadinha, que não discutem, porém fazem questão absoluta de ironizar os textos alheios, a TI deveria ser mais contundente contra esse tipo de frequentador, a menos que deixou de lado a qualidade do blog tão decantada em prosa e verso pela maioria dos comentaristas – eu cheguei a denominá-lo de incomparável -, permitindo no lugar da liberdade de expressão, a licenciosidade de opinião!

    Não só desgosta quem participa seriamente do blog, quanto desgasta a participação de comentaristas excelentes que havia anteriormente.

    Deixo patente o meu protesto, pois continuar escrevendo e eu me deparar com engraçadinhos, radicais, intolerantes, idiotas e imbecis, prefiro o meu anonimato de antes, ou seja, quando eu era um solene desconhecido.

    Os meus respeitos ao Editor.

    • ô simplório não tô nem pra sua pessoa , mas pelo que escreve. Vê-se não mistura as coisas e ou comentaristas que vem aqui comigo.

      Seu problema é ser muito afetado emocionalmente, o que prejudica sua percepção da realidade dos fatos, impedindo de vê-la com responsabilidade.
      No seu comentário sobre Paulo Guedes vc o agrediu por vc não diferenciar pobreza de pobre. Foi por isso que tive que discordar desse e outros equívocos que está cometendo aqui devido a essa sua condição emocional..

      “O cruel Paulinho, que era da turma dos “Chicago Boys”, com esta afirmação afirmo textualmente:
      – Chi … “cagô” o Paulinho.
      O fedor foi sentido nos quatro cantos do mundo!”

      • Ele mente quando diz que você o xinga de simplório; porque ele mesmo (quando não está tomado pelo ódio) disse que considera um elogio ser simplório.
        Pra mim ele é um “pombo jogador de xadrez”, ele critica (xinga e ofende) os comentários alheios, e quando é contraposto; caga no tabuleiro, derruba as peças, estufa e peito e vai embora (criticar outra pessoa em outro post).

  9. Quanta incoerência da tua parte!

    Paulo Guedes é uma figura pública.
    Se discordo de suas declarações idiotas, posso usar as expressões que eu quiser, e não foram com relação à sua pessoa, porém à sua função.

    Agora, tu ofenderes diariamente a esquerda estás no teu direito?
    Ou por que tenho de me manter discreto com o pessoal do governo, enquanto desancas a pau quem contestas politicamente??!!

    Guedes não ofendeu a pobreza e a miséria culpando-a da poluição do meio ambiente e das queimadas?
    E tu defendes esse tipo de ministro, me agredindo por isso?

    Mas vai lamber sabão, Mario Jr.

  10. Caríssimo Bendl.
    Admiro seus comentários há muito tempo. Se mais não escrevo por aqui é porque não me sobra o tal do tempo, mas acompanho sempre que posso.

    Pois é. É nessa condição que, tirando as más arestas do Mario Jr. e dos seus variados pseudônimos (se é que ele os usa), tendo a concordar com ele.

    Em momento algum, nesse discurso, o Paulo Guedes, que acho péssimo, atacou os pobres. Falou uma verdade. Os pobres, vítimas da pobreza, que, consigo, traz uma sorte enorme de infortúnios – como a ignorância, a fome, o estado permanente de necessidade, eventualmente deflagrador de consequências próprias da carência etc. etc. -, por falta de meios, culpa de diversos e sucessivos governos, colaboram, sim, com a degradação do meio ambiente. Mas é um problema complexo, como ele mesmo disse.

    O esgoto em que se transformou o nosso Rio Guandu, que hoje serve água podre à população fluminense, é resultado da incúria dos governantes e do esgoto, em suas variadas formas, despejado pelas populações carentes que vivem às suas margens. Ou não é verdade.

    Um abraço a todos. Vivamos em paz.

    • Prezado Martinelli,

      Muito obrigado pelo comentário e reprimenda, que não a contesto.

      Respeito a tua posição, antes de mais nada.
      No entanto, se eu critiquei o Guedes por entender que ele acusara o pobre e miserável pela degradação do meio ambiente, saliento que essas pessoas foram obrigadas a encontrar um local que pudessem se instalar em abrigos de papelão, restos de madeira e caixas.

      O lixo que produzem, incluindo o cloacal, que é descarregado em ribeirões ou pequenos riachos altamente poluídos, em consequência derivam da falta de políticas sociais condizentes, adequadas à quantidade expressiva que registramos de brasileiros que vivem graves necessidades e carências.

      Se, – e concordo -, essa gente contribui para poluir o meio ambiente, a causa está nos governantes, pois a pobreza deriva justamente do desprezo pelo povão.

      Há um esquecimento nessa discussão, caríssimo Martinelli, que diz respeito ao ambiente que vive o pobre e o miserável!
      Eles são absurdamente obrigados a se adaptar ao meio onde nasceram e vivem, na mesma sincronia do meio ambiente fétido e podre que ajudam a aumentar e poluir.

      Há uma causa identificada, que é o descaso governamental em políticas sociais, e cujo efeito é a pobreza, a miséria, que atraem esses seres humanos abandonados à própria sorte, em buscarem um canto por pior que seja para viver!

      Se ele está poluído, sujo, mal cuidado, se as autoridades não limpam a periferia e não instalam água encanada, esgotos, luz, calçamento, o meio ambiente vai sofrer pela demanda de nascimentos, e de mais pessoas a cada ano que ingressam neste estado de indigência!

      Logo, a meu ver, então a minha crítica contundente, transferir para o pobre e miserável a responsabilidade pelos maus tratos ao meio ambiente, Guedes deveria ter sido honesto e declarar que a poluição é resultado de descasos, desprezos e incompetências dos governos anteriores e deste, que nada fizeram para diminuir essa situação de caos reinante entre a população.

      Muito antes dessa “preocupação” com a natureza, nossos governantes deveriam se objetivar em tirar milhões de seres humanos desse quadro trágico que elas se encontram.
      Até porque, na matemática, mais com mais é mais ou menos com menos também é mais, isto é, quanto menos condições de sobrevivência, menos meio ambientes limpos, despoluídos, e mais problemas naturais e pessoais!

      Guedes falou ao vento, pois deveria trazer a sua ideia de melhorias para essas áreas, o que deixou de fazer.
      De nada adiantou o seu preciso “diagnóstico”, se não deixou o tratamento para sanar a doença ou a receita de remédios para que combatessem o mal identificado.

      Meu caro amigo, um forte e fraterno abraço.
      Saúde, muita saúde.

  11. Nóis sabe, dona Miriam, nóis sabe. Mas é difícil proteger ovelhas com raposas.
    Com o fumo foi a mesma coisa: os fabricantes buscavam opiniões de especialistas comprados para convencer os fumantes de que o cigarro não é adictivo. Nóis sabe, mas só confrontando diariamente os interessados no desmatamento poderemos vencer. Que tal chamarmos os desmatadores de inimigos do clima, de filhos de puta, de sermos tão agressivos com eles como eles são com as nossas florestas? Talvez um dia o povo cordeiro, que gosta de linguagem direta e simples, se transforme num pitbull. É o que nóis deseja.

  12. Está claro que Paulo Guedes mentiu no caso, ao se referir na degradação do meio ambiente.

    Quem mais altera o meio ambiente é o agro-negócio. Com a monocultura, com os agrotóxicos, com o uso de água potável, com o desmatamento, com a transformação da natureza.

    A opção do Brasil foi focar na exportação de produtos primários e para que esse negócio continue crescendo é preciso de mais áreas e, claro, isso deteriora o meio ambiente.

    Mas não é exclusividade do Brasil, acontece em todo o mundo, com mais ou menos destruição.

    Hoje, os recursos que a natureza fornece não são suficientes à população mundial. Então, essas intervenções são necessárias. A questão é que tal exploração do meio ambiente seja a menos danosa possível. A ciência deveria ser ouvida, mas muitas vezes os interesses financeiros falam mais alto.

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