Natalia, agigantada, derrotou Bernardinho e deu o título ao Osasco

Numa reação, (não a republicana de Nilo Peçanha, em 1922) o Osasco venceu o primeiro set contra o Rio. Ganhou ânimo e otimismo, mas perdeu o segundo e o terceiro. Esperava-se que o Rio fechasse logo o jogo, mas tudo mudou a partir do cartão amarelo (1 ponto contra) levado pela Natalia.

Natalia reconheceu que errou, bateu palmas para o juiz, só que passou a jogar enraivecida, compenetrada, com a fúria santa que consagra os grandes jogadores, quaisquer que sejam os esportes. Fez 8 pontos seguidos, atacando ou sacando. E o time, compreendendo a situação, jogava em função dela.

A equipe do Rio, assombrada e assustada, obrigou o Bernardinho a gastar todos os tempos que tinha disponíveis. Não adiantou. Natalia massacrou, o Osasco venceu esse quarto set por incríveis 25 a 13, a maior diferença entre as duas equipes. Foram então para o set-desempate, que narradores e comentaristas chamam equivocadamente de tiebreak.

Nesse 5º set, o Rio fez 4 a 0, Natalia respondeu com 4 pontos, empatando o jogo. E a cada ponto do Rio, mais 1 da Natalia, até os 10 a 10. A partir daí, só deu Natalia e Osasco. Dos 15 pontos do último set, 10 foram da Natalia. Dia 18 de abril, 12,15, dia e hora inesquecíveis para o Osasco, seu time, seu técnico, mas principalmente para Natalia.

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