“Nem mãe Dinah adivinharia se PSDB continua a apoiar Temer”, diz o líder tucano

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Charge do Frank (A Notícia)

Pedro Venceslau e Renan Truffi
Estadão

Em um evento raro na liturgia do PSDB, lideranças tucanas do Brasil inteiro desembarcarão nesta quinta-feira, dia 8, em Brasília para uma plenária que deve selar a posição da legenda sobre a permanência ou desembarque da gestão Michel Temer. Pressionado pela base do partido que defende a entrega de todos os cargos no Governo Federal, o senador Tasso Jereissati (CE), atual presidente, ampliou o “colégio eleitoral” que se reunirá para definir a posição da legenda.

Em vez de consultar apenas a executiva, o dirigente convocou as bancadas no Congresso e todos os presidentes estaduais do PSDB. A ideia é dar um caráter institucional inquestionável ao posicionamento tucano, seja ele qual for. “Nem (a vidente) Mãe Dináh adivinharia o resultado da reunião de amanhã”, disse ao Estado o deputado federal Ricardo Tripoli (SP), líder do PSDB na Câmara.

DIA DE REFLETIR – “Independente do julgamento (da cassação da chapa Dilma Rousseff-Michel Temer no TSE), o partido vai encaminhar esse debate. Será o dia de refletir sobre esse tema”, completou o líder Tripoli.

Pelo menos dois diretórios tucanos – Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul – tiraram posição em defesa do desembarque do governo. O diretório de São Paulo caminhava para esse desfecho, mas um concorrida plenária realizada na segunda-feira acabou sem que o tema fosse encaminhado para votação.

A permanência do PSDB na base governista é considerada pelo Palácio do Planalto determinante para evitar uma debandada geral de aliados.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Como diz a velha piada, cada vez mais atual, “o último a sair apague a luz”. (C.N.)

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