Ninguém tem voto no Rio e no Estado do Rio, só “máquina”

Helio Fernandes

Pelo menos 8 ou 10 candidatos tentam se aproximar e até vencer a eleição para prefeito da capital, ano que vem. Aparecem nomes os mais disparatados. E partidos que não elegem ninguém, espalham que vão se reestruturar. E querem voltar ao poder, que dominaram por um período, apenas um.

Antigamente, no Rio, existiam lideres que honravam a palavra, existiam mesmo. Depois do governo Marcello Alencar, vieram os governos Garotinho e Garotinha. Com apoio destes, surgiu cabralzinho, retrato vivo e virtual da indignidade e incompetência.

Agora o PSDB, que dominou de 1994 a 1998 (até hoje ninguém sabe por que à ultima hora desistiu da reeleição) pretende disputar a prefeitura . Só que não percebe que tem um nome fortíssimo para ser candidato, e acima de qualquer suspeita.

Trata-se do presidente do PSDB do Estado do Rio, deputado estadual Luiz Paulo Corrêa da Rocha. Como o homem mais poderoso quando o partido exercia a prefeitura e depois o governo do Estado, é considerado “acima de qualquer suspeita” em governos que acumulavam todas eles.

Luiz Paulo, mesmo que não ganhe, continuará deputado. E no PSDB ninguém tem mais cacife do que ele. Este repórter, insuspeitíssimo para fazer a afirmação.
 
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PREFEITURA DE SÃO PAULO

Quase tantos candidatos quanto no Rio capital. Lula é o menos preocupado. Motivo: garante que elegerá Fernando Haddad. Como ele jamais disputou eleição, ninguém terá dúvidas: a vitoria será de Lula.

O ex-presidente está coordenando a campanha, diariamente. E conta com apoio de Dona Dilma, que quer a sua vaga de Ministro. Lula não concorda com a demissão dele, a não ser na hora certa.

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PREFEITURA DE BH

Os políticos estão inteiramente voltados para as eleições municipais. Para vereadores e evidentemente prefeitos. Em Belo Horizonte o “racha” mais comprovado, dominará PMDB e PT.

Com isso, Aécio Neves acredita que fará o prefeito. Mas pode ser o primeiro confronto eleitoral entre ele e o governador eleito por ele. Este é hoje, o maior “dilmista” de Minas. Se tiver que fazer a opção, Aécio ou Dilma, já não é mais opção e sim decisão.

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