No Brasil, aos poucos o racismo foi se transformando em preconceito social

Charge do Nani (nanihumor.com)

Antonio Santos Aquino

No Brasil, é uma ignorância completa falarmos de racismo e igualdade racial. Desde a Proclamação da República está em nossa Constituição que todos são iguais perante a lei. Consequentemente nossa igualdade é jurídica. Racismo tem amparo nas legislações do Estados Unidos, África do Sul e na antiga Rodésia, hoje outro país . Entre nós, o que existe é preconceito social “latu senso”.

Na maioria das vezes, se o indivíduo tem o curso superior, ele se sente, respeitando a redundância, superior a pessoas de menos escolaridade. Os ricos nem se fala,. Quase todos se sentem superiores.

TEM MAIS – Alguém já definiu o que é racismo? Cientificamente é uma raça que se diz superior a outra. Na Alemanha do tempo de Hitler, cultuava-se a superioridade da raça ariana/germânica.

No Brasil, o genoma do povo brasileiro foi decodificado por Danilo Pena, um genetecista mineiro. Diz o Dr. Danilo que a nossa miscigenação vem de quinhentos anos. E que é mínima a quantidade de brancos e negros puros.

Se no Brasil todos fossem obrigados a fazer Exame de Ancestralidade, acabaria essa frescura de racismo. Todos ou quase todos veriam que em sua árvore genealógica está latente o sangue indígena e negro.

NO BAR DO KALIL – Eu frequentava no Leblon o bar do Kalil, que foi presidente do Flamengo. Ele fez um contrato com uma Faculdade para em determinados dias do mês acolher estudantes para tocarem e beberem – enfim, se divertirem.

Eu era amigo da casa, ficava tomando meu uísque, e via um fato curioso. Tinha só um estudante negro. As vezes ele chegava atrasado. Mas quando chegava quase todos corriam para abraçá-lo. Tinha porém um detalhe: Ele chegava sempre elegante, bem vestido, barba escanhoada. Ficava logo sendo o centro da conversa. A razão é simples. Qualquer pessoa de qualquer cor que chegar em um ambiente decentemente vestido com roupa simples será sempre bem vindo.

Agora, seja branco, negro ou índio, se está mal cheiroso e mal vestido, cheio de conversa fiada, não será bem aceito.

ESCRAVOS – Os cativos africanos aqui chegaram vindo primeiro da Ilha da Madeira. Não existe uma data exata. Vieram para Pernambuco, compradoS por senhores de engenho. (Era muito difícil os índios serem dominados e usados sem que fosse na pesca, caça e guerra). Essa a razão de os português pedirem ao Rei de Portugal a permissão para trazerem algumas peças (escravos) para o cultivo de cana.

Possivelmente aqui chegaram entre 1540 e 1550. O certo é que os portugueses colonizadores não trouxeram mulheres e os primeiro brasileiros nascidos aqui foram chamados de “mamelucos” (filhos de portugueses e índias). Depois vieram os cativos da África, que se cruzaram com os portugueses e foram chamados de mulatos. Do cruzamento de índios e negros então nasceram os cafuzos. E fez a miscigenação, como diz Martinho da Vila.

IGUALDADE – Racismo no Brasil é mais uma questão psicológica que atinge a todos nós. É preciso apenas ter esse entendimento: Todos somos iguais perante a lei. Nossa igualdade é jurídica. Tem pilantra, bandido, veado e pedófilo de toda cor.

Para encerrar: o geneticista Danilo Pena diz que nossa “mãe primeva foi uma índia” e que na maioria das mulheres brasileira, se fizerem o Exame de Ancestralidade, será encontrada “a célula mitocondrial que o provará”.

Negros, brancos e índios puros têm a mesma proporção: 0,05%. Somos miscigenados. O resto é frescura.

27 thoughts on “No Brasil, aos poucos o racismo foi se transformando em preconceito social

  1. Sem dúvida que qualquer pessoa bem vestida e asseada, de qualquer cor será bem recebida em qualquer lugar.
    Eu particularmente, tenho horror de gente fedorenta, mas adoro um preto bonito e cheiroso,rsrs.
    Sr.Carlos vai censurar ?
    .

    • O caso do ” Brancao ” da Beija Flor é definitivo !

      Atualizado às: 29 de maio, 2007 – 11h00 GMT (08h00 Brasília)

      Neguinho da Beija-Flor tem mais gene europeu

      Carolina Glycerio
      Do Rio de Janeiro

      Neguinho da Beija-Flor
      Neguinho: ‘Europeu, eu?! Um negão desse’
      Neguinho da Beija-Flor, o sambista carioca que leva a cor da pele no nome artístico, é geneticamente mais europeu do que africano, indica uma análise do seu DNA feita a pedido da BBC Brasil como parte do projeto Raízes Afro-brasileiras.
      De acordo com essa análise, 67,1% dos genes de Luiz Antônio Feliciano Marcondes, o Neguinho, têm origem na Europa e apenas 31,5%, na África.

      “Europeu, eu?! Um negão desse”, disse, apontando para si mesmo e num tom entre divertido e desconfiado, ao ouvir o resultado do exame da amostra de saliva que enviou ao Laboratório Gene, do genetista Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

  2. Desta vez concordo com Aquino. Plenamente.

    O racismo aqui foi implantado ou exacerbado por partidos racistas como o PT e o Psol: aquela coisa de se criar ódio ódio entre as pessoas para ser mais fácil de dominá-las. Essa gente hedionda até tinha blogs que chamavam Joaquim Barbosa de macaco, quando este exercia a condição de juiz do supremo.

  3. São tantos os problemas setoriais do Brasil que me parece impossível resolve o país no varejo ( nos municípios onde as pessoas vivem), sem resolvê-lo antes no atacado, em Brasília (onde os bandidos condecorados de alto coturno e plumagem vistosa deitam o rolam). Daí resolvi por todos os problemas do Brasil no super Caldeirão do Leão (RPL-PNBC-DD-ME) e fazer deles um Sopão palatável a ser degustado por todos os segmentos sociais. E se os quinta-coluna do partidarismo eleitoral, do golpismo ditatorial e seus tentáculos, velhaco$, permitirem, com a RPL-PNBC-DD-ME, o Brasil será de fato de todos, brancos, negros, amarelos, vermelhos…, e afins, todos juntos e misturados, governados pelas melhores cabeças do país, estados e municípios.

  4. Minha primeira esposa era americana. Tivemos três filhos e todos moram nos Estados Unidos e são brancos, bem brancos. Adotamos na ocasião uma menina negra que mora nos EUA.

    Minha experiência é esta: no Brasil o racismo é uma face da moeda, a outra é o preconceito social.

    Nos EUA é racismo, não preconceito.

  5. Que racismo, que nada. O preconceito é econômico,
    negro rico é branco e branco pobre é negro.
    Negros bem situados na vida, casaram-se quase todos com mulheres brancas e ninguém nunca questionou a atitude, porque só o branco não pode ser racista.
    Eu mesmo, sou o resultado da miscigenação, tenho sangue de pelo menos 4 tipos de raças, inclusive de uma das etnias africanas, e nem por isso sou menos feliz.
    Meus netos, são ainda mais misturados, meu filho, que é um sulista, casou com uma alagoana, seus filhos são todos morenos, brasileiros legítimos,o que nos orgulha e muito.
    Racismo no Brasil, não existe, o Pelé e outros “afros” vão a lugares, onde descendentes de europeus, são barrados já porta.
    Aqueles que querem separar as pessoa pela cor da pele, seja com o objetivo que for, é que são os verdadeiros racistas.
    A esquerda tem apelado para o racismo, como forma de confrontar os brasileiros.

    • Numa relação a dois, quem está em desvantagem é que paga a diferença. Ele é velho, ela jovem. Ela é branca, ele negro. Em pares assim: quem é o gigolô, quem é a “gigoloira”?
      Por causa dessa relação interesseira, cada vez mais buscada, isso também passa a impressão de que o racismo pulou do perfil racial ao social.

  6. Está não é minha área. Porém, assisti um programa no Discovery: A Origem da Humanidade que descreve o surgimento dos primeiros humanóides e sua migração para Europa e Ásia. Neste mesmo programa uma pesquisadora mostrou que levou aproximadamente 20000 anos para a o embranquecimento da pele. Isto em razão que quanto mais ao norte os raios ultravioletas decrescem de intensidade e não há tanta melanona. A raça é uma só: raça humana. Portanto usar a palavra racismo não é correto.

  7. Antonio Santos Aquino deve continuar sob efeito do whisky degustado, no bar do Kali, onde ele disse frequentar. O racismo, no Brasil, existe de fato entre as pessoas e, subjetivamente, de direito. No caso da nossa gente miscigenada, em sua maioria, o limiar que estabelece os caracteres brancos, são mais superficiais do que na Europa. Porque aqui a gente se embasa mais é nas impressão visuais.
    Em 2007, a Rede BBC divulgou uma pesquisa, assinalando que, na dúvida, a Justiça condena o feio. Depois, o mesmo estudo foi segundado aqui, se não me falha a cachola, pelo Conselho Nacional de Justiça, repetindo o mesmo resultado. Para não parecer feio, feio, na enquete, está vinculado a negro. Isso nos remete a Cesare Lombroso, o pai da antropometria criminal.
    Oriundo da memória oral, diziam os mais idosos: quando aqui chegaram os franceses, loiros de olhos azuis, os índios os raptavam, a fim de que os gauleses cruzassem com as cunhantaís. Daquelas “trepadas forçadas” nasceram os sararás. Tamanho foi o arrebatamento dos indígenas, quando viram os franceses, que logo os batizaram de: Mairy ou Mairys (filhos de Mair, divindade da crendice indigena). De Mair teria originado Marabá- PA (homem de Mair); e Mairiporã-SP (água linda de Maíra).
    Se forem confirmados esses relatos, repassados por verbalismo, então, há de se convir que o racismo não seja uma seleção ensinada ou orquestrada. Aqueles selvagens tinham algum referencial biotípico, anterior, que os inspirassem a escolher os franceses para “melhorar” o pedigree da maloca? O que nos resta é cogitar que no cérebro existem arquétipos que se aprazem com determinadas impressões organolépticas: cores amenas e inspiradoras; som suave e eufônico; superfícies macias e simétricas etc. Tudo que se encaixe na leitura da estesia ou senso do belo.
    Coincidentemente, bem próximo donde nasci, há duas comunidades grandes: ambas Ponta Branca. Nelas, a maioria dos habitantes possui tez clara, olhos verdes e azuis, cabelos loiros…. Meu avô materno me falou que esta safra de galegos também foi germinada pelos malditos franceses. Em 1927, eles implantaram aqui, no arredores, uma usina de beneficiamento de babaçu, comandada pelo engenheiro, Henry Charboneille. Isso foi o bastante para as nativas dos lugarejos circunjacentes endoidarem: com nove meses, meninas e casada começaram a pintar o arco-íris da região com outros matizes.
    De volta ao tema, restrito ao nosso país, para acentuar mais o conceito reinante no inconsciente coletivo, de que o negro é menos inteligente, os esquerdopatas inventaram um presente de grego: cotas para negros, em universidades e concursos públicos. A partir do momento que a comunidade negra aceitou essa “muleta intelectual”, ela admitiu que tem alguma desvantagem mesmo! A exemplo do jogo de bilhar, quem aceita receber uma bola na lona, está-se autoconfessando inferior. No inglês, esse tipo de “mãozinha” se chama handicap. Aliás, handicap já não pertence mais exclusivamente ao inglês; já foi adotado como holicismo.
    Por fim, a melhor maneira de sufocar as diferença é fingir que elas não existe. Imitando o SUS: mandou retirar dos hospitais públicos uma lista ostensiva de enfermidades, às quais os afrodescendentes são mais vulneráveis.
    PS: como os dialetos indígenas eram ágrafos, encontrei Mair grafado de várias formas.

  8. Eu já estive preso no anexo da Frei Caneca (prisão extinta), Milton Dias Moreira. Passei lá um ano e não vi essa difernça que os bobocas repetem de que a maioria de presos são negros. Mentira pura. Sé somos miscigenados como dizer que Ferndinho Beira Mar é negro? Ele é mulato e ser chamado de mulato não é ofensa. Quantas músicas foram compostas falando de mulata dos olhos verdes, mulata assanhada, mulato sarará, mulato escuro. mulato claro, mulato saruê. Isso faz parte de nossa cultura. Tem gente que houve falar uma besteira e repete como verdade. Uns são bobalhões;outros falsos intelectuais. Não conhecem o país que vivem nem seus costumes e tradições.

  9. Prezado Aquino, veja este post já publicado neste espaço:

    DNA DE NEGROS E PARDOS NO BRASIL É MAIS EUROPEU DO QUE AFRICANO

    Um trabalho coordenado pelo geneticista Sérgio Danilo Pena, professor titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), publicado em 2011, diz que cerca de 70% da herança genética nacional vem da Europa e abrange brancos e negros, e que a variação genética de região para região é baixa, pois a cor da pele tem ligação com poucos genes e que, por isso mesmo, é um parâmetro enganoso para comprovação de origem.

    Não dá para dizer, por exemplo, que o fato de alguém ser negro signifique que todos os seus antepassados tenham sido trazidos como escravos para o Brasil ou o fato de alguém hoje ser branco seja, obrigatoriamente, descendente de um “senhor de engenho”. Pode-se muito bem ser um branco descendente de escravos ou ser um negro herdeiro do “senhor Leôncio” ou de um “capitão do mato” torturadores…
    Se o critério que o governo escolheu para distribuir as cotas foi a quantidade de melanócitos por milímetro quadrado de pele, tudo bem. Agora, se o que dará esse direito a alguém for o fato de ele ser ou não descendente de escravo ou dos seus antepassados terem sido explorados como escravos, a biologia mostra que tais “estudos” não passam de lixo político, feito por políticos lixo!

    POPULAÇÃO MISCIGENADA
    No Brasil faz cada vez menos sentido considerar que brancos têm origem apenas europeia e escravagista e que negros têm origem apenas africana e que todos os antepassados deste foram, portanto, escravizados.
    Segundo o estudo, mesmo quem se diz “preto” ou “pardo” nos censos nacionais, traz forte contribuição da Europa em seu DNA, indicando que, apesar das diferenças regionais, a ancestralidade dos brasileiros acaba sendo relativamente uniforme. Felizmente.

    “A grande mensagem do trabalho é que, geneticamente, o Brasil mostra-se bem mais homogêneo, mais miscigenado, do que se esperava”, diz Pena.
    De Belém (PA) a Porto alegre (RS) a ascendência europeia nunca é inferior a 60% nem ultrapassa os 80%, em média. Há doses mais ou menos generosas de DNA africano, enquanto que a menor contribuição é a de sangue indígena, que só ultrapassa os 10% da população na região norte.
    Além dos moradores das capitais paraense e gaúcha, foram estudadas, também, populações de Ilhéus e Fortaleza, compondo a amostra nordestina, e do Rio de Janeiro (correspondendo ao sudeste) e Joinville (segunda amostra da região sul). A todo foram 934 pessoas.
    Para analisar o genoma, os geneticistas se valeram de um conjunto de 40 variantes de DNA, os chamados Indels (sigla para “inserção e deleção”). São exatamente o que o nome sugere: pequenos trechos de letras químicas do genoma que, às vezes, sobram ou faltam no DNA.
    Cada região do planeta tem o seu próprio conjunto de indels na população, alguns são típicos da África, outros da Europa e, dependendo da combinação deles no genoma de um indivíduo, é possível estimar a proporção de seus ancestrais que vieram de cada continente.
    “Do ponto de vista histórico, o trabalho deixa claro que a chamada política do branqueamento (defendida por estadistas e intelectuais nos séculos XIX e XX, com forte conteúdo racista) acabou dando certo”, diz Pena. O Brasil hoje é um país de população miscigenada.

    Entre os anos de 1872 e 1975 chegaram 5,4 milhões de imigrantes da Europa e, segundo os pesquisadores, a combinação entre essa imigração e o casamento de homens brancos com mulheres indígenas e negras ocorrido desde o século XVI gerou uma população na qual a aparência física tem pouco a ver com os ancestrais da pessoa!
    Isso porque os genes da cor da pele e dos cabelos, por exemplo, são muito poucos, são partes desprezíveis da herança genética total, embora o seu efeito fenotípico seja muito mais perceptível visualmente do que o conteúdo genotípico.
    Veja na tabela abaixo o índice de ancestralidade genética europeia (AGE) e o índice de ancestralidade genética africana (AGA) em cada população, por Estado, publicados no estudo:

    PARÁ BAHIA RIO DE JANEIRO RIO GRANDE DO SUL (conforme a ordem de posição na “coluna”)
    BRANCOS% AGE:78,2-AGA:7,7 AGE:66,8-AGA:24,6 AGE:86,1-AGA:7,4 AGE:85,5-AGA:5,3
    PARDOS% AGE:68,6-AGA:10,6 AGE:60,3-AGA:30,8 AGE:67,5-AGA:23,8 AGE:33,2-AGA:44,4
    NEGROS% AGE:52,4-AGA:27,5 AGE:53,9-AGA:35,9 AGE:42,7-AGA:49,5 AGE:43,1-AGA:45,9

    Nela, podemos destacar os extremos:
    -53,9% dos negros baianos têm ancestralidade europeia;
    -5,3% dos brancos gaúchos tem ancestralidade africana.

    FORMAMOS UMA ÚNICA RAÇA
    Veja este outro artigo do professor, discorrendo sobre o mesmo assunto:
    “A representação genômica da variabilidade entre os grupos humanos dos diferentes continentes – ou seja, as ditas “raças” humanas – é muito pequena. As características físicas desses grupos, na realidade, representam ADAPTAÇÕES MORFOLÓGICAS AO MEIO AMBIENTE, sendo, assim, produtos da SELEÇÃO NATURAL agindo sobre um pequeno número de genes”.
    Acredita-se, por exemplo, que dois fatores seletivos servem para adaptar a cor da pele aos níveis de radiação ultravioleta do ambiente geográfico: a destruição do ácido fólico quando é excessiva e a falta de síntese de vitamina D3 na pele, quando a ela é insuficiente. A cor da pele é determinada pela quantidade e tipo do pigmento melanina na derme, que são controlados por poucos genes (de quatro a seis), dos quais o mais importante parece ser o gene do receptor do hormônio melanotrópico.

    Da mesma maneira que A COR DA PELE, AS OUTRAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS EXTERNAS como o formato da face, da fissura palpebral, dos lábios, do nariz e a cor e a textura do cabelo SÃO TRAÇOS LITERALMENTE SUPERFICIAIS. Literalmente. Embora não conheçamos os fatores geográficos locais responsáveis pela seleção dessas características, é razoável assumir que esses traços morfológicos espelhem adaptações ao clima e a outras variáveis ambientais de diferentes partes da terra.
    Assim como a cor da pele, essas características físicas das porções expostas e visíveis do corpo dependem da expressão de poucos genes.

    RESUMO DA ÓPERA
    As diferenças icônicas das chamadas “raças” humanas correlacionam-se bem com o continente de origem, mas dependem de uma porção ínfima dos cerca de 25.000 genes estimados do genoma humano.

    -O fato assim, cientificamente comprovado, da inexistência das “raças” deve ser absorvido pela sociedade e incorporado às suas convicções e atitudes morais. Uma postura coerente e desejável SERIA a construção de uma sociedade sem raças, na qual A SINGULARIDADE, A DIFERENÇA, A UNICIDADE DO INDIVÍDUO SEJA VALORIZADA, CELEBRADA E RESPEITADA. Temos de assimilar a noção de que a única divisão biologicamente coerente da espécie humana é a de bilhões de indivíduos de uma mesma raça e não em um punhado de “raças” antagônicas que se destroem e competem entre si.

    A DIFERENÇA ENTRE OS INDIVÍDUOS É A FORÇA DA RAÇA.
    Os governantes, se tivessem o menor conhecimento de biologia ou de genética, PREGARIAM A VALORIZAÇÃO DAS DIFERENÇAS entre as pessoas, pois são elas que FAZEM A RAÇA HUMANA FORTE, adaptada às situações mais extremas! Se algum dia, por desventura, aparecer uma doença, um vírus que ataque as pessoas que possuam uma determinada carga genética, se, de repente, aumentar o nível de radiação solar, se acontecer uma mudança climática ou uma catástrofe alimentar a nível mundial, essa variação poderá ser a garantia que nem todos perecerão e que a RAÇA HUMANA prosseguirá no seu caminho, livre do perigo da extinção, seja o mundo transformado em um Saara escaldante ou numa Sibéria congelante. Em qualquer um desses extremos que o planeta se transformar, JÁ EXISTE HOJE uma comunidade humana adaptada para povoá-lo.
    Os “intelectuais”, “especialistas” e racistas do Governo, ANALFABETOS EM BIOLOGIA E EM EVOLUÇÃO, deveriam deixar o egoísmo e a vaidade de lado, voltar ao ensino fundamental para estudar biologia e genética e olhar a humanidade como um todo. Deveriam, ao invés de pregar as pequenas divergências e esconder as grandes convergências, juntar todos os seres humanos, ao invés de dividi-los como cães, pois este deveria ser o papel de um homem público.
    Deveriam pregar às crianças que A DIFERENÇA EXISTENTE ENTRE AS PESSOAS NÃO É UMA MALDIÇÃO, MAS UMA BÊNÇÃO para a sobrevivência da humanidade! Se essa informação fosse passada às crianças de hoje, os adultos de amanhã olhariam os diferentes de forma natural e até com certa dose de admiração, pois, quando se trata de sobrevivência em tempos difíceis, a diferença faz a diferença e até mesmo aquelas pessoas com dificuldade para perder peso e que ostentam celulite ou a famosa “barriga de chope” significam maior chance de sobrevivência da espécie em tempos de vacas magras.
    É isso.

    PS: Texto baseado no trabalho do professor Sérgio Danilo Pena, titular do Departamento de Bioquímica e Imunologia da UFMG que foi publicado na revista “PLoS One”, e uma resenha dele foi noticiada no jornal Folha de São Paulo pelo jornalista Reinaldo José Lopes, editor do caderno Ciências.
    A Inexistência Biológica De Raças Humanas: Fatos Científicos
    http://www.usp.br/revistausp/68/02-sergio-telma.pdf

    Títulos
    Médico – Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG – 1970.
    Fellow – Royal College of Physicians of Canada (Pediatrics) – 1975.
    Diplomate – American Board of Pediatrics – 1976.
    Ph.D. (Genética humana) – Universidade de Manitoba, Canadá – 1977.
    Professor adjunto (Bioquímica e Imunologia) – UFMG – 1982/1985.
    Professor titular – (Bioquímica e Imunologia) – UFMG – 1985/….

  10. Seu post faz sentido: no programa da rede globo, “Comoserá”, aquele negão repórter, Alexandre Handerson, submeteu-se ao teste e foi constatado que mais de 70% da suas carga genética aponta para aquele povo ali entre Holanda e Alemanha. No final, ele deu um sooriso debochado e gozou: “Pô cara, eu pensei que eu fosse um baita dum negão! “

  11. A título de curiosidade:

    “Cerca de 15 mil bôeres, descendentes dos colonos holandeses, franceses e alemães, querem emigrar da África do Sul para a Rússia, onde planejam estabelecer uma colônia agrícola e investir na economia russa.

    A África do Sul está no limiar de uma guerra racista e de um desastre econômico. A devastação, racismo e confiscações, bem como os assassinatos de agricultores brancos, fazem com que os bôeres estejam pensando em emigração massiva.”

    Artigo completo
    https://br.sputniknews.com/russia/2018070811666942-africa-sul-boeres-russia-migracao/

    • Coincidência às avessas: quando, na África do Sul, 76% eram negros e 24% brancos. Dali saiu o cara a quem coube a glória de ter realizado o primetro transplante cardíaco da terra. Ano de 1967. Probabilisticamente, Dr. Christian Barnard deveria ser verde?

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