No Dia dos Namorados, um poema de Paulo Peres em louvor à sua musa, a bela Cristina

Resultado de imagem para paulo peres poetaCarlos Newton

O advogado, jornalista, analista judiciário aposentado do Tribunal de Justiça (RJ), compositor, letrista e poeta carioca Paulo Roberto Peres homenageia o dia de hoje através deste “Soneto dos Namorados” e festeja seu amor à bela Cristina.

SONETO DOS NAMORADOS

Paulo Peres

Dia dos Namorados.
Corações iluminados,
Beijos, abraços, amores,
Poemas, canções e flores.

Nos salões dos sentimentos
Sob luz de velas e violinos
Casais eternizam momentos,
Sonhos reais, cristalinos.

O namorar é o vital sabor
Da idade, descoberta e valor
Cuja beleza maior está na grandeza modesta.

Invoco à bênção futura
Cultivar do passado a ternura
Aos hoje namorados em festa.

4 thoughts on “No Dia dos Namorados, um poema de Paulo Peres em louvor à sua musa, a bela Cristina

  1. O Amor da Rosa Branca

    Num certo mundo encantado havia um beija-flor
    Que vivia muito ocupado a voar de flor em flor.
    Num constante vaivém, em repetidos clamores,
    Jurava sempre querer bem e amar todas as flores.

    Mas elas bem que sabiam que ele adorava o perfume
    De uma rosa branca que fazia às outras inveja e ciúme.
    Um dia, porém, surgiu no jardim uma flor muito formosa,
    Pequenina como o jasmin e perfumada como a rosa.

    Com sua graça e encanto logo o beija-flor seduziu,
    E a rosa branca com o pranto de dor as pétalas tingiu.
    Muitos dias se passaram, sempre tristes e cinzentos,
    Sem que nela houvesse, ao menos, esperança ou alento.

    Certa manhã, porém, muita supresa ela viu
    Enxames de abelhas a voar e um girassol que se abriu.
    Viu também milhares de jasmins, begônias e margaridas
    Radiantes a festejar a primavera bem-vinda.

    Primavera! Primavera! Parecia a natureza clamar,
    E os perfumes do jardim misturavam-se no ar…
    De repente a rosa viu, vindo de um canteiro distante,
    Um pequenino beija-flor, falando às flores, galante.
    Um frisson incontido por suas pétalas correu:
    Era ele que voltava, afinal, o seu amado Romeu!

    ***

    • Vinícius de Moares
      Ah, insensatez que você fez
      Coração mais sem cuidado
      Fez chorar de dor o seu amor
      Um amor tão delicado
      Ah, por que você foi tão fraco assim
      Assim tão desalmado
      Ah, meu coração, quem nunca amou
      Não merece ser amado
      Vai, meu coração, ouve a razão
      Usa só sinceridade
      Quem semeia vento, diz a razão
      Colhe sempre tempestade
      Vai, meu coração, pede perdão
      Perdão apaixonado
      Vai, porque quem não pede perdão
      Não é nunca perdoado

Deixe um comentário para vicente limongi netto Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *