No domingo, despreze os “Embaixadores da Tragédia” e vote sem medo

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Charge do Fred (Arquivo Google)

José Carlos Werneck

O diretor de cinema José Padilha publicou artigo no jornal “Folha de São Paulo”, no último sábado, avisando que tanto Haddad quanto Bolsonaro podem levar o país a uma tragédia anunciada. O texto do artigo do diretor de “Tropa de Elite” e “O Mecanismo” foi reproduzido no domingo pela “Tribuna da Internet”.

Nele o autor faz previsões para lá de catastróficas para o futuro do País. Acredito que o cineasta tem convicção no que escreveu e o fez com a melhor das intenções. Mas, meu Deus, quanta bobagem!

DEMOCRACIA PLENA – Nem Fernando Haddad nem Jair Bolsonaro querem e pretendem um destino trágico para o Brasil! Qualquer um dos dois que for eleito tem fortes compromissos com as Instituições Democráticas e respeito pela Constituição.

As investigações da Polícia Federal e do Ministério Público vão continuar acontecendo, porque essas instituições são independentes e o presidente da República não pode interferir nelas conforme ficou provado tanto no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, como no atual de Michel Temer.

Ao contrário do que muitos pensavam, a Operação Lava Jato continua a pleno vapor e está mais forte e respeitada como nunca. O mesmo igualmente acontece em relação ao respeitabilíssimo juiz Sergio Moro, que é admirado pela totalidade dos brasileiros de bem.

VOTE SEM MEDO – Os eleitores devem ignorar solenemente os vaticínios sombrios desses verdadeiros “Embaixadores da Tragédia”, que surgem aos milhares às vésperas de qualquer eleição.

Vote tranquilamente no seu candidato preferido e principalmente escolha livremente, vote sem medo. Qualquer que seja o eleito, nenhum caos vai ser instalado no País. Escolha o seu candidato preferido, ouvindo unicamente uma pessoa: você. Vote acreditando no que é o melhor para o Brasil e principalmente para nós brasileiros e, principalmente, vote sem ódio ou ressentimentos.

13 thoughts on “No domingo, despreze os “Embaixadores da Tragédia” e vote sem medo

  1. SERÁ SE DEPOIS DAQUELA SUJEIRA DE LIBERAR AS GRAVAÇÕES SIGILOSAS, SÉRGIO MORO TRAMA MAIS UMA?

    Lula diz que Palocci mentiu em delação para ‘obter generosos benefícios’
    Delação do ex-ministro foi tornada parcialmente pública nesta segunda-feira. Dilma diz que Palocci inventou que campanhas da ex-presidente tenham arrecadado R$ 1,4 bilhão

    https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2018/10/01/lula-diz-que-palocci-mentiu-em-delacao-para-obter-generosos-beneficios.ghtml

    • A ex-presidente Dilma Rousseff também se manifestou. Ela questionou o fato de a delação ter sido divulgada a seis dias do primeiro turno das eleições presidenciais. Classificou a delação de “delação implorada” e disse que Palocci “inventa” ao dizer que as duas campanhas de Dilma à Presidência arrecadaram R$ 1,4 bilhão.

  2. Essa lebre tinha que ser levantada, de maneira ENÉRGICA E BARULHENTA, não agora, há uma semana das eleições, mas a partir de 06 DE JUNHO DE 2018, quando o STF derrubou o voto impresso, passando por cima de uma lei sancionada em 2015.

    Agora provavelmente é tarde demais.

  3. Sou Arbitrista da eletrônica, desde os sete anos de idade, inclusive, tenho patente registrada de invento na base do IPI. Posso-lhes afirmar sem medo de ser contestado: dentro do meu alcance, nessa área, seja da eletrônica analógica, digital ou mista: desconheço quaisquer sistemas invioláveis. Lembrem da facilidade relativa como garotos hackers invadem o sistema de segurança do Pentágono. Você sabe o que é Pentágono e o apocalipse que ele guarda em seu cérebro mefistofélicos?

  4. Prezado Werneck, permita-me ocupar o teu post com um texto que, embora seja uma ficção, tem uma certa lógica:

    “Um professor disse que nunca havia reprovado um só aluno, até que certa vez reprovou uma classe inteira. Essa classe, em particular, havia insistido que o assistencialismo do PT realmente funcionava e que com um governo esquerdista intermediando a riqueza, ninguém seria pobre e ninguém seria exageradamente rico, tudo seria igualitário e justo.

    O professor então disse:
    “Ok, vamos, experimentalmente, socializar nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas, que, assim como a riqueza, também são os resultados dos esforços de vocês.”

    Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’ dentro dos princípios igualitários petistas. Todos receberão notas iguais e, teoricamente, ninguém será reprovado, assim como também ninguém receberá um “10”.

    Após calculada a média da primeira prova todos receberam “7”. Quem estudou com dedicação para tirar nota alta ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram e que apenas curtiram o bimestre na gandaia ficaram muito felizes com o resultado. “Bom demais! No final do ano estarei passado!”

    Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos porque, de qualquer forma, sabiam que tirariam notas boas, beneficiados pelas notas dos que haviam se esforçado e estudado bastante.

    Como resultado, a segunda média das provas foi “4”. Ninguém gostou.
    Como os que tinham estudado se sentiram roubados e injustiçados, não estudaram tanto quanto antes e os que não tinham estudado, ficaram revoltados porque não foram beneficiados pelos que tinham estudado. Os acomodados com a vida mansa acreditavam que aqueles não tinham feito a obrigação.

    Depois da terceira prova, a média geral foi um “1”. E as notas nunca mais voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, a busca por culpados e os palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ eram a principal causa das reclamações dos estudiosos e dos vagabundos, das inimizades e das brigas que passaram a fazer parte daquela turma, onde todos se voltaram contra todos. Agora ninguém mais queria mais se matar de estudar, perder finais de semana e dar o duro para beneficiar os outros que não queriam nada com a vida… Resultado: Todos os alunos foram reprovados naquela disciplina…

    O professor então explicou:

    “O experimento igual aa política social do Partido dos Trabalhadores falhou porque quando a recompensa é grande, o esforço pelo sucesso individual é também é grande”. Mais quando são eliminadas todas as recompensas pelo mérito, tirando dos que produziram para dar aos que nada produziram, então ninguém mais vai produzir, fazer seu melhor ou investir recursos sabendo que não receberá qualquer lucro ou recompensa pelo esforço. Tão simples quanto o exemplo de Cuba, Coréia do Norte, mais recentemente, a Venezuela, onde os pobres estão desempregados por falta de empresários que os empreguem… e com o Brasil e a Argentina, estão indo no mesmo rumo”.

    DAÍ, o professor concluiu:

    1. Você não pode levar o mais pobre à prosperidade apenas tirando a prosperidade dos mais ricos e de quem tem o mérito de produzir riquezas, caso contrário, todos acabarão se nivelando por baixo, a posição mais cômoda e natural de ser conseguida sem que se faça esforço.

    2. Para cada um que receber sem ter que trabalhar, haverá uma pessoa trabalhando sem receber o que lhe é merecido pelo esforço feito;

    3. Não se consegue dar nada a quem não produziu, sem que se tire de quem gastou recursos para produzir;

    4. Ao contrário do que prega o atual comunismo petista, é impossível multiplicar as riquezas tentando dividi-las;

    5. Quando metade da população percebe que não precisa trabalhar para receber alguma coisa porque a outra metade irá sustentá-la, a outra metade que trabalha percebe, também, que não vale mais a pena trabalhar ou aumentar a produtividade para sustentar a primeira metade; e, finalmente, chegamos, então, ao começo do fim de uma nação, o mais puro exemplo do que querem fazer no Brasil.”

    Abraços.

    • Caro leitor e comentarista Francisco Vieira – Brasília DF
      Permita-me endossar o texto com que brindou os leitores da TI, com o pensamento abaixo transcrito da filósofa judia-russa Ayn Rand, pois será mera coincidência ou um pensamento que se encaixa perfeitamente ao dantesco momento em que se encontra o nosso amado Brasil varonil ?
      “Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.” (Ayn Rand)

    • Aqui a reprimenda:

      “”O Brasil é outro caso. É uma beleza. Eles cobram de nós o que querem. Se você perguntar a algumas empresas, eles dizem que o Brasil está entre os mais duros do mundo, talvez o mais duro. E nós não os chamamos e dizemos ‘ei, vocês estão tratando nossas empresas injustamente, tratando nosso país injustamente”, afirmou.”

      Abraços.

  5. O PT chegou ao poder em janeiro de 2003 e foi destituído em agosto de 2016. Durante esses quase 14 anos, nada melhorou: educação, saneamento, saúde, infraestrutura, segurança pública – hoje, o Brasil é o 9º país mais violento do mundo. Sem mencionar mensalão, petrolão, Sete Brasil, “financiamentos” para Cuba, Venezuela, Bolívia, Angola, Nicarágua para captar subornos. Tesoureiros presos, ex-ministros presos, ex-presidente preso e outros a caminho da cadeia.
    Agora, querem jogar todas essas mazelas no colo do Temer, que está aí há dois anos.
    É muita dissimulação, cinismo, demagogia e cara de pau.

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