No meio da rua, Doria atirou no chão as flores que recebeu de uma ciclista anciã

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Dória cometeu um terrível erro político e social

Jorge Béja

A questão das ciclovias e de tudo quanto lhe diz respeito é da competência e atribuição das prefeituras. Neste sábado, João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo, teve um encontro, casual ou fortuito, talvez, com ciclistas e moradores da cidade que o elegeram prefeito.  Como mostrou a televisão, o encontro foi na via pública, quando Doria deixava o local onde houve uma solenidade no Japan House, centro cultural japonês, que contou com a presença do presidente Michel Temer. Ao encontro de Doria foram muitos ciclistas com flores em buquês. As flores eram em “homenagem aos mortos nas marginais”.

Noticia-se que desde 25 de janeiro último, quando a prefeitura de São Paulo autorizou maior limite de velocidade para os veículos, sete pessoas já morreram em acidentes nas marginais.

Em dado momento do encontro de Doria com os ciclistas, quando o prefeito estava perto de entrar no carro para ir embora, uma ciclista, Giulia Grillo, ofereceu a Doria um ramalhete de flores amarelas. Eram girassóis. Doria recusou. Então, dona Giulia, que não nenhuma criança, mas uma bela senhora, delicadamente colocou o buquê de flores no painel do veículo em que o prefeito embarcou e que estava com o vidro da porta direita todo arriado. E Doria imediatamente pegou o buquê de flores do painel do carro e o jogou no chão da rua e seu motorista partiu, sem mais. Depois, a prefeitura distribuiu nota justificando que a atitude de dona Giulia foi “gesto invasivo e desnecessário”.

SEM FINO TRATO – Este fato tem muitos significados. É certo que João Doria não teria agido assim, quando ainda candidato em busca de votos. Mas depois de eleito….

O gesto da educada ciclista também nada teve de “invasivo e desnecessário”. A privacidade do prefeito não foi invadida. Entregar flores a alguém não invade a privacidade de ninguém. Pelo contrário, é gesto nobre, gesto de admiração e carinho. É delicadeza pura.  Mormente quando a pessoa é o prefeito de toda a imensa comunidade de munícipes paulistanos. Mais ainda quando se trata de um novato na política e que foi eleito já no primeiro turno. Quanto mais liderança um prefeito desfruta, muito maior deve ser o fino trato com o povo.

GIRASSOL NUNCA MACHUCA – Quanto à “desnecessidade”, aí a questão é de foro íntimo. É preciso ter habilidades, sutilezas, refinamentos e muita sensibilidade para o convívio humano. E muito mais se exige do governante com seus governados, que são a razão de o governante existir. As flores de dona Giulia eram girassóis. Quando o Pequeno Príncipe viu as rosas no deserto do Saara, ele as achou belas. Mas as temeu, “porque elas têm espinhos que machucam”.

Mas os “girassóis” que Doria recusou e depois as atirou no chão da rua, não têm espinhos. É uma flor especial, porque está sempre voltada para o Sol, que não cansa de buscar e girar até encontrar o astro-rei para mostrar a sua beleza por inteiro.

PELA CULATRA – O prefeito João Doria não deveria ter agido como agiu. Sua grosseria é que passou a ser notícia. Que desastre! O tiro saiu pela culatra. Por que o prefeito não recebeu o buquê de girassóis das mãos da cidadã, contribuinte, eleitora e dama Giulia Grillo? Por que não a ouviu e não a abraçou?. Se a beijasse, aí, então, é que teria externado o máximo carinho, o reconhecimento e total preparo para o cargo que ocupa e para o qual foi levado pelo voto da maioria dos eleitores paulistanos. E certamente pelo voto de dona Giulia, por que não?

Sim, porque os que estavam naquele local eram todos ciclistas, vestidos com roupa e equipamentos de ciclistas, todos com suas bicicletas e flores, muitas flores. Não eram adversários políticos. Não eram “black blocs”. Não promoviam protestos nem baderna. Foi um belo e expressivo encontro que o novel João Doria não entendeu e jogou no lixo. Ou melhor, no chão da rua.

PEDIR DESCULPAS – Outra consequência do gesto insensato do prefeito é de ordem metafísica e transcendental. As flores eram “em homenagem aos mortos nas marginais”, disseram os ciclistas. É sempre perigoso quando somos materialistas, insensíveis, irreverentes, ingratos e autoritários em relação aos que nos precederam nesta passagem pela Terra.

Todos somos iguais. Nossas vidas são eternas. E a eternidade está no Espírito e não na carne, que tem começo e fim. Infeliz aquele que não soube aceitar e repartir com a Espiritualidade os cânticos, as solenidades, as homenagens, as reverências…flores e girassóis que os que transitam neste vale de lágrimas lhes prestam, lhes dedicam, lhes oferecem. Respeitemos a chamada Lei do Carma (ou Karma): aqui se planta, aqui se colhe. Prefeito João Doria, vá ao encontro de dona Giulia Grillo e lhe peça desculpas que o senhor será desculpado. Aqui e no Além.

60 thoughts on “No meio da rua, Doria atirou no chão as flores que recebeu de uma ciclista anciã

    • Ele está atrapalhando é o povo paulista, que infelizmente votou nele e os eleitores vão pagar caro por isso. Esse empresário/político já pensa em ser o próximo governador e se sua estratégia de poder der certo, talvez a presidência da República em 2018 pelo PSDB, pois Serra e o governador Alckmin já são cartas fora do baralho político rumo ao Planalto. Aécio explodiu e só pensa na campanha para deputado federal. O mundo político está desabando.

      Jogar a flor para fora do carro, demonstra sua deselegância em relação a dama que a ofereceu gentilmente.

      • Visitem o perfil da ciclista Giulia Grillo no facebook e notarão que a mesma é simpatizante de políticos e do Partido dos Trabalhadores. Está explicado!

  1. João Dória Jr. é um empresário e um político inteligente, mas certamente está com uma grave falha de assessoria. Tudo que um homem público faz e é registrado pelas câmaras, tem imediata repercussão na mídia e nas redes sociais. Um simples comentário no Facebook e no Twitter pode ser repercutido para milhões de internautas. Portanto, isso não vale apenas para homens públicos, mas para todos nós que usamos estas redes. Tenha cuidado com as fotos que postam e os comentários que fazem.

  2. Doria cometeu uma gafe ao jogar as flores no chão; Lula e Dilma cometeram crimes contra a pátria! Falem destes dois pilantras, exijam cadeia para eles! Mas não, criticam o Doria que jogou flores no chão.
    O Gilmar Mendes e os outros mosqueteiros Toffoli, Lewando e Marquinho agem transparentemente para combater a lava-jato e proteger os kumpanheros; exijam retidão desses maus juízes! Mas não, criticam o Doria que jogou flores no chão…

    • Sobre os indivíduos citados pelo prezado leitor e comentaristas, muito já se falou, se fala e muito ainda se falará. Muito já se criticou, se critica e se criticará. O surpreendente foi Doria, uma esperança para todo o povo brasileiro, que fez feio.

      Se vê que quando Doria se vestiu de gari e foi para rua ser fotografado, ele nada tinha de gari, nem de povo. Porque quando uma idosa senhora, franzina, ciclista, tenta lhe entregar um buquê de girassóis, aí Doria se mostra por inteiro. Recusa. Para em seguida atirar o ramalhete de flores no chão da rua. É a surpresa grosseira que chama a atenção.
      Ninguém deseja detonar Doria. Ele própria começou a se detonar.

    • Ao tomar essa atitude deprimente ele se nivela aos demais que vc cita em seu comentário, Foi realmente grosseiro, ainda mais em se tratando de uma dama.

      • Não, meu caro Jose, o Doria não se nivela a Lula, a Dilma, a Renan, a Jucá. Nada foi ventilado até agora que acuse o Doria de ser corrupto. Nem consta que ele bebe cachaça.

    • Agora ficou claro para mim: as flores da ciclista eram uma crítica ao governo paulista pelos mortes de ciclistas nas marginais. Eis um trecho de uma reportagem no Google:
      “Esta flor é em homenagem aos mortos nas marginais”, disse a mulher. Doria não aceitou o presente. A ciclista então colocou o braço pela janela do passageiro e deixou o ramalhete no painel do veículo. O prefeito pegou as flores e as atirou no chão. “Agradeço”.
      Eu faria o mesmo.

  3. É apenas prefeito e age indelicadamente, imaginem se for presidente, espero que este povo tenha consciência e saiba discernir o que a mídia faz com as mentes de eleitores.

      • Babão, quem quer saber disso ? O caso foi em 1991 e já “prescreveu”. FH, Aécio, Alkimin e Serra já estão fora e o país “precisa” de alguém fora dos roubos atuais, independentemente se os cometeu no passado. Mais uma insistência e serás tachado de “petista”, “comunista”. Talvez antissemita, se a comunidade judaica também estiver apoiando Dória.

    • Há um motivo para ele ter se desfeito das flores. Ele pode ser alérgico, ele pode ter jogado as flores para pessoas próximas para agradá-las. Ou pode ter cometido gafe.
      Esse ataque gratuito ao Doria dá aos mortadelas a chance de tentar compará-lo aos monstros corruptos petistas.
      Isso não é bom. Neste momento, devemos cerrar esforços contra o PT.

  4. Doria, Doria, Doria…
    Este povo sofrido não precisa de ditador e simplesmente de compreensão e paciência, e haja paciência.
    Sou carioca e contrário a maior velocidade nas marginais. Morei em São Paulo há 6 anos.
    Favor ou contra, o fato que devemos reconhecer os muitos acertos que fez, mas por favor, nunca fale que não cometerás erros.
    Quem é vc para um Mangabeira Unger ser contrário ao seu pensamento no qual é literalmente contra as reformas , dito isso na REDE BOBO. Ninguém é o dono da verdade.
    Nada disso pesa contra vc, mas atenção, as pessoas precisam serem respeitadas, como seus empresários amigos que lhe ajudam.

  5. A nota oficial da prefeitura de São Paulo não faz referência a qualquer ofensa ou “belas palavras” que a idosa ciclista tivesse dito ao prefeito, antes e depois da entrega do ramalhete de girassóis. Se algo tivesse dito, é certo e não tenhamos dúvida de que a nota mencionaria.

    • A senhora estava em grupo que foi criticar a homenagem a Airton Senna como nome de parque.Segundo esses manifestantes petistas, ele “morreu por causa da velocidade”. Claro que Doria, um cavalheiro, não deveria ter jogado as flores no chão. Claro que não. Mas, que a assessoria dele fique esperta, quando petebas estiverem por perto.

  6. Sem entrar em consideração a parte política, se tal fato acontecesse comigo, colocaria as flores (ou os panfletos entregues nos semáforos) no assoalho e depois as jogaria no lixo, que é o lugar correto.

    Ele, como homem público, deveria saber disso.

  7. Viram, classe média, é bom tomar um tapa na cara de vez em quando, para que vocês coloquem os pés no chão e vejam que são gente comum! Não a “nata da nata”!

        • Sim, Cazé, apenas acrescentei as flores e mudei o verbo. Há algum mal nisso ?
          Depois, acrescentei uma
          proporção: 17 está para 15 assim como 51 está para 45.
          17 x 45 = 51 x 15.

        • 30/04 às 15h37 – Atualizada em 30/04 às 15h45

          Doria joga no chão flor dada por ciclista em homenagem aos “mortos nas marginais”

          Prefeitura afirmou que prefeito de São Paulo reagiu a “gesto invasivo e desnecessário”
          Jornal do Brasil

          O prefeito de São Paulo João Doria (PSDB) jogou no chão flores recebidas de uma ciclista no fim de um evento na Avenida Paulista, no início da tarde deste domingo (30).
          Segundo a mulher que presenteou o prefeito, as flores são “em homenagem aos mortos nas marginais”. Doria não recebeu a flor e a ciclista as colocou no painel do carro. Doria então as jogou fora do carro.

          A ciclista, Giulia Grilo, afirmou ser contra o posicionamento da Prefeitura em transformar ciclovias em ciclorrotas, e também critica a mudança no limite de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros. Desde o dia 25 de janeiro, quando o novo limite foi estabelecido pelo governo Doria, sete pessoas já morreram em acidentes nas marginais.

          “Falei que estava entregando flores em homenagem aos mortos que vieram. Ele jogou a flor no chão”, disse Giulia. “Eu como ciclista e pedestre estou me sentindo muito desprotegida. Se ele tirar as ciclovias vamos correr risco.”

          A assessoria da Prefeitura de São Paulo diz que “o prefeito reagiu a um gesto invasivo e desnecessário”.

          O local teve presença de vários ciclistas, e um deles chegou a abordar Doria antes do incidente, pedindo que o prefeito não tirasse as ciclovias. “Nós precisamos. Não tire a [ciclovia] da Consolação. Coloque ciclorrotas nas outras ruas, não na Consolação”, afirmou o homem, cumprimentando o prefeito. Doria ouviu a solicitação e depois agradeceu a moradores que o parabenizaram no local.

          No dia 20 de abril, Doria afirmou que faria mudanças no mapa de ciclovias, trocando algumas delas por ciclorrotas – onde o tráfego das bicicletas é compartilhado com os carros – e extinguindo outras. O prefeito citou a ciclovia da Consolação como uma que poderia ser extinta; quatro dias depois, o secretário municipal de Transportes, Sérgio Avelleda, disse que a retirada ainda está em estudo.

  8. Nossa, tudo isto por uma flor lançada ao chão? Realmente o que é diferente incomoda muito o sistema. Enquanto isto, aquele que não tem triplex, não tem sítio, não tem cobertura, não tem terreno, não é amigo dos Odebrecht, nunca conversou com o Delcídio, não está nem aí para as delações do Palocci, continua sendo artificialmente aclamado como uma certeza no segundo turno das eleições presidenciais de 2018. Que feio…

  9. Bate, bate, bate a asinha,
    varre varre varre vassourinha,
    joga, joga, joga a florzinha,
    cava, cava, cava a covinha….
    Doriana Bundão!!!!

  10. Mistura um Doria com um Chiquinho Scarpa e um Cauby Peixoto, dá um Paulo Maluf….

    E la vamos nos enfrentar mais um engodo, mais um enganador, mais um verme oferecido a todo Brasileiro recalcado de seu status social….

    Um LUórrrde! Doria o seborréia…
    Vai levar uma bolsdada do Bolsonardo,
    Até aquele capenga do Russomano ganha dele num debate politico, convenhamos….

  11. Como não existe diálogo entre a senhora ciclista que entregou as flores a Dória para que tivesse a reação violenta demonstrada, lembro que os girassóis poderiam estar acompanhados de insultos, então as flores no chão e com raiva, que não justificam o gesto do prefeito paulistano.

    Interessante que as maiores ofensas podem estar nos atos mais singelos possíveis, mais até do que um atentado à base de arma branca ou de fogo!

    Resgato o beijo de Judas, por exemplo, de traição, de entregar Cristo aos romanos, e de crucificá-lo posteriormente.

    O famoso Cavalo de Tróia, presente dos gregos aos troianos, também.

    Da mesma forma, jogar as flores ao chão depois de tê-las sido entregues por uma senhora indefesa, frágil, uma contribuinte!

    Enfim, Dória errou porque um homem com função pública, o alcaide de São Paulo, e deve dar exemplos de superioridade quando provocado ou insultado, que não se sabe o que aconteceu com as flores ofertadas e o gesto levado a efeito posteriormente.

    Agora, curiosamente, os candidatos a 2018 à presidência estão deixando muito a desejar, convenhamos:

    Ciro declarou que receberia Moro e sua tropa à bala;
    Dória joga as flores de uma senhora ao solo, e com raiva, pela foto;
    Bolsonaro é cuspido na cara e fica por isso mesmo;
    Marina é um retrocesso à Idade Medieval;
    Lula, um ladrão, inescrupuloso, imoral, corrupto e antiético;
    Temer, temerário, omisso, incentivador desta política deletéria e abjeta, igualmente corrupto e desonesto!

    Cruz Credo, aonde vamos parar com esta gentalha?!

    • Menos, meu amigo, senhora frágil e indefesa?
      Que coincidentemente foi fotografada no momento certo qdo em um ato claramente de protesto?
      Ele foi ingênuo, ela, mal educada e invasiva.
      Abraços.

      • Todos somos frágeis e indefesos. Isso porque a própria vida humana é curta, fragilíssima e sem nenhuma defesa diante das doenças fatais e diante da morte. Portanto, ser frágil e indefeso todos somos. Dos que nascem com vida, a fragilidade é tanta que em um segundo a perdemos e morremos.

        Nas democracias, o que foi eleito governante é mero mandatário dos eleitores, que dele são os mandantes. O eleito não passa e nada mais é do que um de nós, alçado para nos representar e fundamentalmente para nos defender. Eis sua missão. A pessoa humana, seja ela quem for, motoristas, andantes, ciclistas…, é que é o alvo de toda Democracia. O eleito há de dispensar a todos os eleitores-mandantes a máxima cortesia, educação, tolerância, compreensão. Jamais a hostilidade.

        A razão do eleito existir tem como única motivação a também existência dos eleitores, dos cidadãos, da pessoa humana.

        Mas na prática ocorre justamente o contrário. O candidato é um. Depois de eleito e empossado, torna-se outro. Crê ser o dono do poder. Crê ser superior a todos os eleitores. Crê ser um imortal, um ser que não adoece, que não sente dor, um super-humano. Ignora a docilidade, a fraternidade, a solidariedade, a meiguice, a humildade e se torna arrogante, se arrogante já não era antes de ser eleito.

        O caso Doria X Giulia bem retrata a personalidade de um governante soberbo. Fosse aquela mulher a mais detestável do mundo, a mais repugnante, a mais hedionda criminosa, ainda assim, como cidadã-eleitora, como pessoa humana, era para merecer toda a atenção do governante da cidade que o elegeu.

        Vamos à Súmula do Eclesiastes: “Vaidade das vaidades, tudo é vaidade”.

        • A senhora não foi e nem está sendo vitimizada. O surpreendente foi a atitude do prefeito, que poderia ser sido contra qualquer pessoa. É preciso entender que não há distância, mínima que seja, entre um prefeito e seus munícipes. Ambos, prefeito-mandatário e munícipes-mandantes, formam um só corpos social e político. E se há alguém que mais se destaca e, digamos, que manda mesmo, é o eleitor.Assim é no Canadá e nos países altamente politizados e civilizados.

      • Teresa Fabrício, minha cara comentarista,

        Defini a senhora que se aproxima de Dória desta forma porque mulher, desarmada, querendo entregar um ramo de flores que, se em tom agressivo ou irônico não sabemos.

        A foto mostra uma senhora de meia idade ou na terceira idade, portanto, frágil, e sem qualquer artefato que pudéssemos definir como um instrumento que ferisse o prefeito, que se quisesse a derrubaria com um soco, atitude que ainda bem não levou a efeito.

        Desta forma, se mal educada e invasiva, conforme escreveste, Dória não deveria ter sido tão contundente ao rejeitar as flores, a meu ver. Que as jogasse fora metros adiante, mas não fosse tão arrogante e prepotente com a senhora que protestava pela velocidade maior estabelecida nas Marginais, e que pode levar muita gente a óbito por esta determinação.

        Sabes que sou um defensor absoluto das mulheres, motivo pelo qual se Dória tem ou não razão no seu gesto estou ao lado da senhora, que recebeu do prefeito um gesto que não o enaltece e dignifica, pelo contrário, o diminui e o deplora como homem público.

        Um abraço, minha cara.
        Saúde e paz.

        • Palavras ferem mais que espinhos. Ele foi ingênuo em jogar as flores, mas não sabemos o que ele ouviu!
          Não enaltecido nenhum políticos, mas vitimizar essa “senhora” não me parece justo.

        • Em todos os jornais saiu Giullia Grillo, homônima da deputada italiana. O CN não errou, quem colocou este nome foi a folha, estado, g1, etc. Curiosamente nenhuma Giuliia Grillo nem Gallo aparecem em pesquisa no google. Somente pessoas estrangeiras. Se a madame florista é produtora cultural é bem discreta e vive escondida. estranho…

  12. Dilma e Lula já foi história. Dória não tem tempo para trabalhar e seu tempo é ocupado para fazer suas cenas coloridas – é um gogó midiático. Estamos sem lideranças políticas e as que pensávamos estão afogadas na lama da lava jato.

  13. Triste o episódio das flores.
    Mostra que os substitutos são tão ou mais iguais que os atuais.
    A politica brasileira continua descendo a ladeira. Os substitutos suplantarão os atuais!

    • Concordo com o Alex,mas que o alcaide foi extremamente deselegante isto foi.Mas também,não sabemos o que a ciclista disse para ele.Só vimos as imagens,daí minhas dúvidas.

  14. Dória joga flores no chão e a mortadelada toda critica. A “franzina” (que é ciclista… cuidado, hein, senhora, para não cair!) acertou o lance político.

    Lula e Dilma jogaram (indiretamente) flores no caixão de muita gente largada nos corredores de hospitais e a mortadelada aplaude.

    Cambada!

  15. Desculpas … é o mínimo mediante ao gesto grosseiro praticado,
    e claro, como comumente explora, “é insignificante em relação a herança PT”.

  16. Caro Dr. Béja, o último parágrafo, resume tudo, a cem anos atráz, minha avó analfabrta, mais de grande sabedoria moral, já ensinava a seus netos a Moral Cristã: Aqui se faz, aqui se paga”, é a Lei de Justiça Dívina, da Reencarnação, que os Judeus chamavam “Ressurreição”dita por Jesus, ao Dr. da Lei Nicodemos, o que é da carne, é carne, o que é do Espirito, é Espirito, é preciso nascer de novo, para entrar no Céu de Deus. Dória, nesse caso, creio, que deixou falar mais alto, seu Caim, pelo “orgulho” de conquistar de 1ª mão, o poder p´úblico, se ele timer humildade, pedirá a Srª desculpas e até perdão, pelo desprezo da oferenda de gira sois, representando o Amor fraterno, dos ciclistas: recomendado por Jesus.
    O Código da Vida, o Evangelho de Jesus, continua desprezado em sua essência pelos homens, cuja consequência, de Dor e sofrimento, estamos vivendo no Brasil, e no resto da Humanidade, entrosando no Altar do coração, os bens materiais, despresando o Tesouro Eterno da Luz Dívina, destino de nossas Almas, que conquistaremos por Mérito de nosas “Obras” no bem, de Amor fraterno, e a Deus Pai, sobre todas as coisas, o momento crucial, de transformação, estamos vivendo, tendo a Dor como companheira, para resgate, de nosso desamor.
    Oremos a Deus, mas, façamos o Bem, ao próximo, nosso irmão em Deus,

    • Prezado Théo Fernandes.

      Seria muito bom se o prefeito Doria (João Agripino da Costa Doria Junior) lesse todos os comentários, principalmente o seu. Se lesse e refletisse o que nele o senhor escreveu, ele passaria por uma transformação em sua vida. Seu gesto, como pessoa humana, foi reprovabilíssimo. E como prefeito, mandatário do povo que o elegeu, o gesto foi muito pior. Pura arrogância. Ele desconhece as leis naturais que regem e presidem as relações entre os humanos. Mas ainda há tempo de praticar um gesto de contrição.

  17. A GloboNews noticiou hoje a morte de uma mulher-paciente e que foi espancada pelo enfermeiro no CTI (ou UTI) de um hospital da prefeitura de São Paulo quando lá estava internada. Isso acontece justamente no governo João Agripino da Costa Doria Junior, que não tem culpa, é claro. Mas não deixa de ser um registro doloroso ocorrido logo no início da sua gestão. A Lei do Carma (Karma) é implacável: aqui se faz, aqui se paga.

    A indicação do G1 feita pelo leitor sr. Schoslland, mostra um prefeito que se julga perfeito, impecável, infalível; que se sente superior a tudo e a todos. Um pouco de humildade lhe faria bem. Disse expressões marcadas por rancor. Esquece que foram os eleitores, que foi o povo que o elegeu. Entre ele e os paulistanos não existe mínima distância. O povo é o mandante. O prefeito, o mandatário. Ele é o prefeito de todos os paulistanos, seja quem for, endinheirado, pobre, jovem, idoso, empregado, desempregado, enfermo, não enfermo….de todos. Dos adversários, também. Ainda guardo na memória, porque foi ontem, ele vestido com roupa de gari a simbolizar que é do povo, das ruas, das massas…despojado da menor vaidade. É o sentido que passou.

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