No Rio de Janeiro, Dilma desaba, arrastada por Cabral e Paes

Cesar Maia                             

A pesquisa Ibope-CNI, entre 23/11 e 02/12, com 812 entrevistas, foi divulgada com todos os detalhes, inclusive Estado a Estado.

No Estado do Rio de Janeiro, Dilma tem os piores resultados do país. Não apenas piores, mas com índices escalofriantes. A razão é a rejeição a Cabral e a Paes. Sergio Cabral tem 18% de ótimo+bom e 47% de ruim+péssimo. Eduardo Paes tem 26% de ótimo+bom e 43% de ruim+péssimo.
Vejamos:

A avaliação de Dilma no Rio de Janeiro é de 31% de ótimo+bom X 26% de ruim+péssimo. No Brasil é de 43% x 20%. Na Capital, Dilma tem 30% x 30%.

Entre os jovens (olha aí as ruas) de 16 a 24 anos, tem 26% x 30%. No cruzamento com o Ruim+Péssimo de Cabral (quase a metade dos entrevistados), Dilma desintegra, com 20% x 42%.

A expectativa para o último ano do governo de Dilma é de O+B 32% x R+P 31%.

Entre os jovens, cai para 28% x 37%. No cruzamento com o R+P de Cabral é de 22% x 47%.

No Rio de Janeiro, 44% confiam em Dilma e 48% não confiam (41% no Brasil). Entre os jovens, 38% confiam X 56% não confiam. Na Capital, 39% x 55%. No cruzamento com R+P de Cabral é de 32% x 63%.

Em relação às funções de governo, também no Rio de Janeiro, Dilma desaba.

Aprova x Desaprova.
Juros: 23% x 72% /
Desemprego: 34% x 63% /
Segurança: 18% x 81% /
Inflação: 25% x 71% /
Fome e Pobreza: 42% x 56% /
Impostos: 20% x 75% /
Meio Ambiente: 38% x 54% /
Saúde: 14% x 85% /
Educação: 23% x 75%
Piores Desempenhos: Saúde 23%, Educação 15%, Segurança-Violência-Drogas 16%, Corrupção 11%.

A avaliação de Cabral está em 18% de ótimo+bom X 47% de ruim+péssimo. Na Capital é de 17% x 50%. 61% desaprovam seu governo. Na Capital são 68%. Não confiam em Cabral 65%. Na Capital 70%.

Melhor desempenho (uma só resposta): Nenhum + Não sabe 46%/ Segurança-Violência-Drogas: 3% (navio-chefe foi a pique).

Piores desempenhos (uma só resposta): Segurança-Violência-Drogas 22% / Saúde 21% / Educação 16% / Corrupção 10%.

Avaliação de Eduardo Paes, Prefeito da Capital: ótimo+bom 26% x ruim+péssimo 43%.

(artigo enviado por Mário Assis)

6 thoughts on “No Rio de Janeiro, Dilma desaba, arrastada por Cabral e Paes

  1. cesar maia é um ARROGANTE que pensa que a cidade do rio é propriedade dele. Foi até o final com uma obra inútil, disposta em local impróprio, deu um nó no trânsito da barra,não escutou a voz do povo que não queria a casa da música de cesar . Se eduardo tem conta no Pananá, imagina cesar maia que é político muito antes de eduado nascer. Eduardo Paes perto de paes é um neófito em corrupção. Cesar acabou com são conrado, como prêmio, ganhou um apê em são conrado. Qual é a avaliação de cesar junto ao povo da cidade do rio ?

  2. Antes fosse só arrogante. É enriquecido na vida pública impunemente como poucos nos últimos 30 anos. Ganhou também uma bolada naquela empreitada da Linha Amarela. Até apartamento de Roberto Marinho. Os taxistas do Rio dizem que ele tem um montão de táxis associado com um desses mafiosos donos de frota que só recebem dinheiro vivo dos que pagam aluguel para ralar pela cidade. A Receita Federal deixa correr solto há anos essa modalidade motorizada de lavagem. A PF nem dá flagra nessas garagens cheias de seguranças policiais. Está ocupadíssima em monitorar os bolsos de quem carrega mais de 10 mil reais em efetivo quando entra em avião, flagrar quem resiste à tutela e mandar para a prisão.

  3. Quem desabou de fato no Rio de Janeiro foi o Cesar Amaia (denominação do bravo Sr. Hélio Fernandes). Cesar Amaia não consegue deixar de ser municipal. Trata-se de um provinciano colecionador de taxis ultrapassados, que enrolou o povo carioca com a tal Cidade da Música, aquele monstrengo de concreto, enquanto as ruas ficavam esburacadas.

  4. O Cesar Maia pode ser o que for como dizem alguns comentários: arrogante, corrupto, ineficiente, atabalhoado etc. Mas, os números são esses indicando que no Rio de Janeiro a Dilma perde as eleições e não é somente no Rio de Janeiro perde também em Brasília, São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. Pelo menos, é o que exprimem os números no momento atual, apesar de o noticiário informar de forma não muito clara os rumos da eleição presidencial, favorecendo por motivos óbvios a candidata do governo que faz campanha 24 horas em todos os meios de comunicação.

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