Normal chamar a plataforma de Lula, ridículo dizer, “é o molusco”. A Petrobras é nossa? Por que pretendem que Lula e Dilma tenham mais divergências que as naturais?

Helio Fernandes

Todos gostam de homenagem, para o presidente que está saindo, os 83% de popularidade não bastam. Não é surpreendente colocar o nome dele num equipamento de petróleo, nem é inédito. Na Bahia, tudo é ACM, naturalmente não completam a placa com o indispensável Corleone.

No Brasil todo, temos que cruzar estradas, atravessar pontes e até “minhocões” (São Paulo) lembrando de Castelo Branco e Costa e Silva. Ficou tão comum e habitual, batizar penitenciárias ou prisões com nomes de grandes juristas, que o Evaristinho de Moraes, sabendo que ia morrer, deixou escrito para os filhos: “Não deixem de maneira alguma que ponham meu nome numa penitenciária”.

Até admitiria a plataforma como o nome de Lula, mesmo porque, na volta ele mesmo colocaria. Mas essa tolice desnecessária de dizer que a “homenagem” foi para lula, o molusco? Falta de segurança ou sensação antecipada do ridículo?

ATÉ AS PEDRAS DA RUA SABIAM

Deixaram o presidente da maior empresa brasileira, para ser anunciado no último dia antes da posse. Até as pedras da rua (Rui Barbosa) sabiam que seria confirmado o atual presidente, Sergio Gabrielli. Como não manda nada, não contraria ninguém, era o candidato de todos, dentro e fora da empresa.

A surpresa: por que Lula na Bahia e Dilma em Brasília, “anunciaram” a confirmação no mesmo momento? Está faltando comunicação? Ou existe alguma força não identificada, querendo que Lula e Dilma tenham mais divergências do que as naturais?

FRACASSO DA TAXAÇÃO DE MANTEGA

Quando Mantega, há mais de dois meses, resolveu fazer o dólar “subir por decreto”, ele estava em 1,69. Hoje, já no fim do ano, não sai de 1,66. A Bovespa dos 70 mil, foi a 71 mil, acaba o ano em 69 mil. Adiantou?

EUA: 4,3% RECEBEM SEGURO-DESEMPREGO

São mais ou menos 6 milhões. Como o próprio Obama, na semana passada, disse publicamente que os desempregados são 16 milhões, de que vivem os outros 10 milhões?

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