Noronha, presidente do STJ, é um ministro grosseiro que não respeita jornalistas

Intrigas e 'esqueletos' minam candidaturas a ministro do STF | VEJAVicente Limongi Netto

Colérico e destemperado, o presidente do Superior Tribunal de Justiça, ministro João Otávio de Noronha chamou jornalistas de “analfabetos”, alegando que “não entendem nada de leis”. A torpe e estapafúrdia agressão foi em vídeo conferência, na Ordem dos Advogados do Brasil. O magistrado não tem o direito de insultar ninguém. O bom senso exige que Noronha seja civilizado e respeite o direito de crítica. Precisa ter compostura.

O uso da toga não permite desaforos. Exercer o cargo com decisões e manifestações que engrandeçam a si próprio e a importante corte que preside. Nessa linha, estranho e lamento que a OAB e entidades jornalísticas não tenham repudiado, no tom que o assunto exige, a falta de educação do ministro Noronha. É aquele que colocou o famoso Fabricio Queiroz e a mulher em prisão domiciliar, mas negou o mesmo direito a outros 700 presos.

DIA DOS PAIS – Vem aí mais um Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo, dia 9. O pai tem o ombro amigo. Mãos severas. É a bússola do bem. O olhar solidário. Gestos largos de alegria e orgulho. Vibra com o sucesso dos filhos. Compartilha responsabilidade e confiança. Estimula sonhos. Constrói emoções. Oferece lições. Abre caminhos. Corrige maus impulsos. É o zeloso companheirão que Deus colocou nas nossas vidas.

O presente para os pais só será entregue mais para a frente. Os alquimistas palacianos querem a volta da famigerada CPMF. São as quatro letras do demônio rondando os lares brasileiros. É aquele maldito imposto cujas letrinhas significam: Canastrões planejam mesquinharia financeira.

4 thoughts on “Noronha, presidente do STJ, é um ministro grosseiro que não respeita jornalistas

  1. Bom dia Limingi e tribunários!
    Esse ministro é da mesma raça torpe daquele desembargador que descumpriu medida sanitária e destratou, ofendeu um Guarda Municipal de Santos/SP (confere?)

  2. Quem são os bandidos escondidos atrás da toga, que caracterizam a ditadura do judiciário, como disse a então Corregedora Calmon ? Urge localizá-los e jogá-los para fora da toga que não pode ser fantasia e nem esconderijo de bandidos.

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