Num imenso país de desempregados, é burrice jogar pedra em quem gera empregos

Charge Adão Iturrusgarai (Arquivo Folha)

Vicente Limongi Netto  

Um sistema em sintonia com o Brasil. Esta é a síntese da avaliação dos usuários dos serviços da CNC, do SESC e do SENAC etc. Afinal, desde que foram criados, há mais de seis décadas, participam ativamente do desenvolvimento econômico, educacional e cultural do País, cumprindo com excelência as importantes atribuições que lhes foram conferidas.
 
Nessa linha, causa espanto e fere o bom senso, que o abilolado e cretino ministro da Economia, Paulo Guedes, pretenda afiar as garras, novamente, contra o vitorioso sistema S, valendo-se da operação da Policia Federal envolvendo advogados supostamente denunciados em corrupção dentro do SESC e SENAC.
 
CASO DE POLÍCIA – Os fatos precisam ser apurados com rigor. Sem insistir, equivocadamente, em prejudicar o Sistema S nem criminalizar a classe dos advogados. É preciso separar o joio do trigo.

Nessa linha, também sugiro que o nefasto “sábio” Elio Gaspari (quem nasceu para Elio com E jamais chegará aos pés, por exemplo, de um valoroso Helio com H, como Helio Fernandes), dobre a língua e o sarcasmo de botequim e mande a viola (só a viola?) para o Posto Ipiranga.

A CNC representa os interesses de setores fundamentais para a economia brasileira. Cabe também à entidade administrar um dos maiores sistemas de desenvolvimento social do mundo, formado pelo SESC e pelo SENAC. Com mais de mil unidades fixas e móveis espalhadas por todo o território nacional, o SESC e o SENAC têm a missão de oferecer a comerciantes, comerciários, suas famílias e à população em geral acesso à educação profissional, saúde, cultura, esporte e lazer. Apenas isso.

4 thoughts on “Num imenso país de desempregados, é burrice jogar pedra em quem gera empregos

  1. Seu artigo demonstra um total desconhecimento do que é atualmente o sistema S. Ou então não escondeu sua má intenção em plantar falsidades. Qdo o sistema S foi criado por Getúlio D Vargas, era utilíssimo ao ensino técnico para o desenvolvimento do Brasil, e para recreação da classe trabalhadora. Hoje em dia posso afirmar e dar inúmeros exemplos da malverssação da receita das folhas de pagamento. O primeiro exemplo: o SENAC da rua Pompeu Loureiro em Copacabana tem variados cursos com profissões orientadas ao comércio e serviços. Mas quem paga e pagam MUITO bem são os ALUNOS! Não tem mais curso grátis. E o que falar da casa da indústria um casarão recuperado na Rua São Clemente em Botafogo pela FIRJAN? Recursos de quem?

  2. Não entendi o porquê do título do texto. Para mim, nada a ver.
    Não sei como está agora, mas o SESC realmente proporcionava lazer aos comerciários. O SENAC proporcionava cursos técnicos gratuitos, hoje, embora pagos, mais em conta que privados.

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