O Brasil no necessita de interveno militar, precisa de ter vergonha na cara

Charge do Veronezi (Correio Popular)

Carlos Newton

As Foras Armadas esto conscientes de que o maior problema brasileiro a falta de planejamento governamental (sem falar na dvida pblica de R$ 4,6 trilhes, claro, incluindo estados, municpios e fundos de penso). Pelo regulamento das Foras Armadas, que tem fora de lei, militar no pode abordar tema poltico, mas h vrios anos essa falta de um projeto Brasil vem sendo abertamente questionada pelos oficiais generais e comandantes militaresem palestras, seminrios e eventos.

SEM PLANEJAMENTO – Quando assumiu a presidncia do BNDES, em janeiro de 2003, o economista Carlos Lessa se surpreendeu ao constatar que o PT no tinha um projeto econmico em seu programa de governo. Lessa e seu vice Darc Costa ento implantaram seu prprio projeto e levaram o BNDES a firmar as bases do slido crescimento que o pas viveu at 2010, ltimo ano de Lula, quando o PIB cresceu 7,5%. Mas o crescimento seria “um voo de galinha”, como o prprio Lessa previu, ao deixar o governo em novembro de 2004, aps considerar “um pesadelo” a poltica econmica de Palocci (Fazenda) e Meirelles (Banco Central).

A Era Dilma confirmou as palavras de Lessa e o pas entrou em estagflao (recesso com inflao). Seis anos depois, at hoje o Brasil ainda respira por aparelhos, no saiu da UTI. Em maio, a dvida interna aumentou 3,2%, diante de uma inflao de apenas 0,31%, a menor evoluo do ndice de Preos ao Consumidor – Amplo (IPCA) no ms de maio, nos ltimos dez anos. Em traduo simultnea, a dvida pblica aumentou mais de dez vezes a inflao do ms, e no foi manchete em nenhum jornal de destaque.

INTERVENO MILITAR Temos explicado aqui que no pode haver interveno militar, porque isso no resolver os problemas. No adianta sonhar em reduzir os salrios e penduricalhos dos marajs dos trs Poderes. Uma interveno ditatorial poderia at faz-lo, mas no ia adiantar nada. Logo que houvesse a redemocratizao a Justia restabeleceria os privilgios, sob o manto do direito adquirido.

Hoje, com os penduricalhos, um juiz substituto iniciante pode ganhar salrio maior do que um juiz do Supremo, que recebe R$ 33,7 mil mensais. O dispositivo constitucional para coibir essas distores salariais at j existe e est em vigor duplamente, contemplado em dois dispositivos. Um deles o artigo 17 das Disposies Transitrias da C.F.: Os vencimentos, a remunerao, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituio sero imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, no se admitindo, neste caso, invocao de direito adquirido ou percepo de excesso a qualquer ttulo.

O texto constitucional clarssimo, imune a duplas interpretaes, mesmo assim o Supremo fez com que virasse uma lei tipo vacina, que no pegou.

REFORO LEGAL Preocupados com o descumprimento da norma constitucional, os parlamentares aprovaram a Emenda Constitucional n 41, de 19 de dezembro de 2003, e o inciso XI do artigo 37 passou a vigorar nos seguintes termos: “Aremunerao e o subsdio dos ocupantes de cargos, funes e empregos pblicos da administrao direta, autrquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes polticos e os proventos, penses ou outra espcie remuneratria, percebidos cumulativamente ou no, includas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, no podero exceder o subsdio mensal, em espcie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municpios, o subsdio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsdio mensal do Governador no mbito do Poder Executivo, o subsdio dos Deputados Estaduais e Distritais no mbito do Poder Legislativo e o subsdio dos Desembargadores do Tribunal de Justia, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centsimos por cento do subsdio mensal, em espcie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no mbito do Poder Judicirio, aplicvel este limite aos membros do Ministrio Pblico, aos Procuradores e aos Defensores Pblicos.”

MAIS UMA PROIBIO – E a mesma Emenda Constitucional 41, em seu artigo 9, reforou a caa aos marajs: “Aplica-se o disposto no art. 17 do Ato das Disposies Constitucionais Transitrias aos vencimentos, remuneraes e subsdios dos ocupantes de cargos, funes e empregos pblicos da administrao direta, autrquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes polticos e os proventos, penses ou outra espcie remuneratria percebidos cumulativamente ou no, includas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza.

O Congresso merece aplausos atuou muito bem,no deixou a menor possibilidade de dvida. Mas o Supremo, para facilitar o corporativismo dos juzes, abriu as pernas (desculpem a clareza da argumentao, mas necessrio) e permitiu que a Constituio fosse deflorada pelos penduricalhos corporativistas, que imediatamente se reproduziram nos trs Poderes.

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P.S. –
O ttulo do artigo uma homenagem ao grande historiador cearense Capistrano de Abreu (1853-1927), que tentou ensinar o brasileiroa ter vergonha na cara, mas no conseguiu. (C.N)

LEIA AMANH:Supremo criou os marajs e agora tem obrigao de extingui-los

33 thoughts on “O Brasil no necessita de interveno militar, precisa de ter vergonha na cara

  1. Caro Carlos Newton,
    Primoroso o seu artigo.
    Mais claro do que o que se contm nos dispositivos constitucionais abaixo transcritos IMPOSSVEL!
    Esses dispositivos constitucionais no permitem quaisquer dvidas.
    TTULO X
    ATO DAS DISPOSIES CONSTITUCIONAIS TRANSITRIAS
    Art. 17. Os vencimentos, a remunerao, as vantagens e os adicionais, bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituio sero imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes, no se admitindo, neste caso, invocao de direito adquirido ou percepo de excesso a qualquer ttulo. (Vide Emenda Constitucional n 41, 19.12.2003)
    1 assegurado o exerccio cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de mdico que estejam sendo exercidos por mdico militar na administrao pblica direta ou indireta.
    2 assegurado o exerccio cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de sade que estejam sendo exercidos na administrao pblica direta ou indireta.
    CONSTITUIO DA REPBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988
    Art. 37. A administrao pblica direta e indireta de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios obedecer aos princpios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficincia e, tambm, ao seguinte: (Redao dada pela Emenda Constitucional n 19, de 1998)
    XI – a remunerao e o subsdio dos ocupantes de cargos, funes e empregos pblicos da administrao direta, autrquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes polticos e os proventos, penses ou outra espcie remuneratria, percebidos cumulativamente ou no, includas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza, no podero exceder o subsdio mensal, em espcie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, aplicando-se como limite, nos Municpios, o subsdio do Prefeito, e nos Estados e no Distrito Federal, o subsdio mensal do Governador no mbito do Poder Executivo, o subsdio dos Deputados Estaduais e Distritais no mbito do Poder Legislativo e o subsdio dos Desembargadores do Tribunal de Justia, limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centsimos por cento do subsdio mensal, em espcie, dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, no mbito do Poder Judicirio, aplicvel este limite aos membros do Ministrio Pblico, aos Procuradores e aos Defensores Pblicos; (Redao dada pela Emenda Constitucional n 41, 19.12.2003)
    EMENDA CONSTITUCIONAL N 41, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003
    Art. 9 Aplica-se o disposto no art. 17 do Ato das Disposies Constitucionais Transitrias aos vencimentos, remuneraes e subsdios dos ocupantes de cargos, funes e empregos pblicos da administrao direta, autrquica e fundacional, dos membros de qualquer dos Poderes da Unio, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municpios, dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes polticos e os proventos, penses ou outra espcie remuneratria percebidos cumulativamente ou no, includas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza.
    De fato, como vem sendo declarado pelo prezado mediador no blog, inaceitvel o comportamento e, sobretudo as decises da mais alta Corte de Justia do pas no que concerne a essas excrescncias dos vencimentos, aposentadorias, entre outros, dos trs poderes da repblica.

    • , mas a turma do STF no pensa assim at mesmo porque eles tambm recebem muito mais do que manda a lei. E, se o guardio to bandido como o pior dos bandidos, ento a lei no existe.

  2. Ento, vamos esperar que com as mudanas climticas, o “brejo seque” e a vamos poder no sair dele, mas ele sair de ns.
    Excelente dia para todos; aproveitem tirando o melhor destes dias sombrios; apreciem os pequenos, as flores, o cu, enfim; a Me Natureza.

  3. Concordo com o artigo.

    Suponha que os militares assumam hoje o poder. -Tero as Foras Armadas generais em quantidade (e qualidade) suficiente para ocupar todos os cargos de governadores e prefeitos do pas?
    -E se assim fizessem, e os cargos do Judicirio e Legislativo, que hoje tambm jazem repletos de bandidos, tambm seria ocupados pelos militares ou seriam sumariamente extintos?
    -Ou faro como fizeram os generais de 64 e governaro com os coronis?

    Vou dar s um exemplo: Um dos governadores do Distrito Federal na poca do militares era o tal Joaquim Roriz, cuja idoneidade conhecida por todos.
    Quem tem melhor memria ou curiosidade para pegar alguma fotografia na internet da poca poder ver os “tipos” de civis que afagavam os militares em troca de cargos, favores e impunidade.

    Abraos.

  4. Hoje no h qualquer “clima” para uma interveno militar. Os militares no podem, no devem e no querem intervir nesta lambana criada pelos civis, que enquanto no acabaram com o regime militar anterior, no descansaram.
    O militarismo pega o Brasil esfacelado e entrega ao poder civil e diz: Toma que o filho teu.
    S mesmo a populao para mudar a situao atravs do voto, no mais reelegendo ningum e acabando com o verdadeiro “cncer”, que a profissionalizao da poltica.
    Enquanto um indivduo passar a vida toda, s ocupando cargos eletivos e se tornar milionrio,
    a coisa no ter jeito.
    No sera com baioneta que reformaremos o pais, mas com o ttulo de eleitor.

  5. A mentalidade de que precisamos de mais estado, mais planejamento, mais assistencialismo governamental, social democracia, welfare estate combinado com um deturpao do nosso cdigo tico/moral talvez seja uma das razes das nossas mazelas. sempre bom lembar que o estado nada produz, nada cria, tudo o que o o mesmo possui foi obtido via tributao (eu diria roubo para ser bem claro) de indviduos produtivos. Ns sabemos que o Brasil cresce noite, onde o estado e os donos do estado, dormem.
    As solues nascem do indivduo, ele quem detm o poder da criatividade, ele quem poupa, detecta algum potencial investimento, possui o julgamento do que fazer, quando fazer e como fazer, tem noo do custo-benefcio, adquiri bens de capital, contrata pessoas, produz e tenta convencer que o seu produto o que possui melhor qualidade e melhor preo. O estado (quando digo estado, falo em burocratas) no tem noo do custo, pela simples razo de que dispem de todo o capital dos outros para gastar e, o pior, raramente arcam com as consequncias de potenciais prejuzos. E quando no nos roubam.
    Portanto, eu acho muita ingenuidade, por melhor que seja a inteno, sonharmos com dias melhores oriundos do grande planejador central. Isto utopia.
    Eu nunca fui um estudioso da escola marxista, s percebi os efeitos nefastos deste tipo de engenharia social. Para mim, a realidade basta. Posso at entender que Karl marx e Friedrich Engels tivessem a melhor das intenes, como o nosso mediador apregoa. Entretanto, eu aprendi que ns no temos nenhuma responsabilidade do que os outros fazem com as nossas idias (especialmente o(s) inventor(es) da bomba atmica). O contedo pode ser muito bom, mas sabemos que na prtica, o resultado do comunismo foi desastroso. Esqueamos o que deu errado e almejamos o possvel.
    Eu particularmente admiro pases como Hong Kong, Singapura e Coria do Sul (que fizeram uma espcie de turnaround no ltimo sculo), Nova Zelndia, Austrlia, Canad, Alemanha, Suia e etc, todos estes capitalistas e com alto grau de liberdade econmica.
    Todos estes pases partem do pressuposto que todo o impulso de crescimento nasa do indivduo e no do estado. Portando, quanto mais frtil for o terreno, maior o crescimento econmico. Dito isto, a conjuno de um estado pequeno, impostos de pessoa jurdica e fsica reduzidos, menor protecionismo para a indstria local, tarifas baixas, facilidade de abertura e fechamento de empresas, agilidade em contratar e demitir, permite que fique mais dinheiro no bolso do empreendedor e menos dinheiro nas mos do governo. A lgica : quanto maior o estado, menor o indivduo.
    Um abrao.

    • Caro leitor e comentarista Rogerio Izquierdo,
      Comungo tambm do seu entendimento.
      Estreme de dvida no foi apenas a corrupo que nos levou ao fundo do poo em que nos encontramos, na maior crise tica e moral dessa pseudo repblica, mas tambm esse falido populismo de esquerda que no vingou em nenhum lugar do mundo e, sobretudo a incompetncia daqueles que tm os postos de comando desse pobre pas.
      Eu no tenho a menor dvida de que o maior INIMIGO do povo brasileiro o PAQUIDRMICO ESTADO brasileiro.
      Somos contribuintes de tributos do tipo da Finlndia com retorno de servios pblicos de contribuintes da pobre frica.
      No me canso de transcrever o pensamento da Filsofa Russo-Americana Ayn Rand, pois no mera coincidncia o seu pensamento, pois se encaixa perfeitamente ao dantesco momento em que se encontra o nosso amado Brasil varonil.
      Quando voc perceber que, para produzir, precisa obter a autorizao de quem no produz nada. Quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia no com bens, mas com favores. Quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influncia, mais que pelo trabalho, e que as leis no nos protegem deles, mas, pelo contrrio, so eles que esto protegidos de voc. Quando perceber que a corrupo recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifcio. Ento poder afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade est condenada. (Ayn Rand, filsofa russo-americana, judia fugitiva da revoluo russa que chegou aos Estados Unidos na metade da dcada de 1920)

      • Caro Joo Amaury Belem, o nosso grande problema o leviat estatal, que subtrai 40% do PIB e no satisfeito, contrai uma dvida interna acima de R$ 3 trilhes de reais. e tudo isto numa economia em recesso, com taxa Selic em torno de 10%.
        A Nova Zelndia, na dcada de 80, reduziu drasticamente o tamanho do estado, chegando a demitir 2/3 do funcionalismo pblico. O lema era o seguinte: o estado far somente o que a iniciativa privada no for capaz de oferecer para a sociedade.
        Houve reduo drstica nas tabelas de imposto de renda, das alquotas de importao e dos trmites legais trabalhistas. O resultado uma nao prspera, com PIB em alta, dvida em baixa, com servios de altssima qualidade.
        Os cidados que contavam com benesses estatais ou se adaptaram ou quebraram. Por adaptao, entende-se oferecer produtos com qualidade superior, com maior valor agregado.
        Para concluir: este espao da Tribuna da Internet de suma importncia para debatermos temas inquietantes para nossa nao, visto que temos pessoas das mais variadas profisses, vertentes religiosas e orientaes polticas. Esta pluralidade ideolgica leva, sem dvida, ao enriquecimento constante do debate, porm temo que esta virtuosa caracterstica seja a nossa principal fraqueza. Estas mltiplas vias para atingir objetivos comuns pode nos levar a derrocada. O ser humano, diante de mltiplas escolhas, tende a ficar confuso.
        Um abrao para todos.

  6. Se a obrigao de ter vergonha na cara fosse imposta apenas ao Judicirio, certamente o pas estaria muito melhor. Se os guardies da Constituio s sabem manter seus interesses corporativos, apelaremos a quem ?

  7. LOUCURA, LOUCURA, LOUCURA, a roubalheira no para, no para, no para, nem mesmo com a a PF de orelhas e olhos vivos nelle$ o tempo todo. O que dizer da loucura do mineirinho fumac: para pegar a grana ai, Joesley, vou mandar algum que a gente possa matar antes que faa a delao. E pasmem, um bandido desse, com esse grau de periculosidade, ainda continua senador da repblica 171, e presidente de partido. Realmente, ser isso aqui um pas, ou uma fazendona de grandes, mdias e pequenas quadrilhas, ou ser um hospcio ? O fato que a safadeza por aqui virou doena, ao que parece. Nesse contexto, no h que se falar em ditadura militar que, alis, mesmo armada at os dentes tb foi devorada pelos ditos cujos gatunos, e, depois de usada at a exausto, at virar bagao, tb fora arremessada no lixo da histria do Brasil.

  8. Bom, os artigos de Carlos Newton, nosso incansvel Mediador, sobre interveno militar, agora amide, do a impresso que estamos em pleno jogo de Cabo de Guerra!

    Newton e aqueles que concordam com ele, puxam o cabo contrrio interveno;
    eu, e poucos que concordam comigo, fazemos o contrrio, a favor da interveno.

    Em outras palavras:
    Entendo as razes do Newton, porm as suas alegaes, a meu ver, tendem em demasia a teorias, teses, imaginaes, e expectativas de que o povo se d por conta da situao catica e decida votar melhor!

    No meu caso, vou pelo atalho.
    No acredito na capacidade do povo ter conscincia em quem eleger;
    Muito menos creio que nossos parlamentares tenham lampejos de honestidade e decidam trabalhar em prol do povo e pas;
    E, menos ainda, que nosso governantes deixem de tambm ser corruptos e desonestos, incompetentes e mal intencionados, e apresentem planos de governo, e no de poder ou a manuteno deste de qualquer forma!

    Ambos queremos o mesmo, eu e o Newton, evidentemente.
    No entanto, Newton quer uma forma mgica, divina, surrealista, eu diria, pois baseada em sonhos.
    Da minha parte, a realidade cruel, a situao desesperadora dos desempregados, dos inadimplentes, dos salrios atrasados e pagos parceladamente, da violncia desmedida, dos policiais mortos e da populao que tombam pelas mos de meliantes e descaso dos governantes!
    E, tambm, pelas crticas cidas que tenho feito omisso, irresponsabilidade e COVARDIA das FFAA, que assistem destruio desta pas e aniquilamento do seu povo de braos cruzados, passiva e contemplativamente nas casernas, devidamente aboletadas e sem tomarem qualquer iniciativa no sentido de diminuir, pelo menos, o genocdio da populao, imolada em dezenas de milhares de mortes por ano, nmeros maiores que os registrados na guerra travada na Sria!!!

    Newton est certo, considerando condies normais de temperatura e presso;
    eu tambm, levando em conta que a temperatura est muito alta e a presso mxima verificada est para explodir o caldeiro chamado Brasil!

    • Concordo, caro Bendl.
      Peo que apontem solues sem interveno, e ficarei feliz em apoiar. A interveno tambm no seria a soluo em si, mas como voc disse, um atalho. Ou posso sonhar que o prximo presidente vai ter uma crise de honestidade e moralizar o pas. S que no. Falta moral e tica ao povo!
      Abraos.

      • Minha querida Teresa Fabrcio,

        Se me faltava o apoio das mulheres com a sua refinada inteligncia e sensibilidade aguada, o teu comentrio preencheu esta lacuna!

        NO TEMOS MAIS COMO ESPERAR POR SOLUES A LONGO PRAZO, a verdade esta!

        O povo morre nas esquinas, nas portas de hospitais, desempregado, endividado, sem esperana e desesperado!

        A democracia brasileira, esta, falsa, enganadora, mentirosa.

        A confirmar o que registro, as urnas inconfiveis, as quadrilhas travestidas em partidos polticos, a corrupo e desonestidade dos parlamentares, a incompetncia e ms intenes dos governantes … enfim, um leque de problemas graves e insolveis, se dermos soluo de continuidade situao atual, que se estender sabe-se l at onde, contabilizando mais centenas de milhares de mortes!!!

        Muito obrigado pelo apoio.

        Um grande e forte abrao.
        Sade e paz, menina.

    • Caro Chico:
      Quanto ao eleitor brasileiro, se considerarmos que somente 5% da populao brasileira acima de 15 anos de idade possui mais de 15 anos de estudos, estamos fu e mal pagos, com perdo pela expresso, mas no tem outra.
      Esse um dado do IBGE que recebi do professor Ricardo Bergamini.
      partir deste dado ofcial j podemos comear a repensar a formao da nossa populao. E mais, so quase 70% de analfabetos funcionais.
      1 abrao, Idacil.

      • Idacil, meu caro,

        QUE GRATA SURPRESA TE VER NESTE BLOG INCOMPARVEL!!!

        Obrigado pelo comentrio e informao, que corrobora nosso analfabetismo absoluto e funcional, em consequncia, a classificao de incultos e incautos, lamentavelmente.

        A bem da verdade, os governantes trabalharam duro para nos colocar neste patamar de idiotice e imbecilidade, pois nos tornamos facilmente manipulados e conduzidos por canalhas, ladres, traidores, que nos comandam h dcadas!

        Resultado:
        O pas deriva e um povo desempregado e endividado, sem futuro algum!

        Ah, tem o bandidos cmplices do petismo, desta quadrilha, que querem de novo Lula no Planalto, ou seja, o retorno dos roubos, assaltos, exploraes, escndalos, a corrupo, desonestidade, acordos esprios, imoralidade e total falta de tica no poder, que tal?!

        Comprova exatamente o que afirmei acima com relao ao povo, pois como entender que ainda exista algum brasileiro que queira votar no ladro?!

        Um grande abrao, Idacil.
        Trata de frequentar este espao democrtico, eu te peo.
        Sade e paz.

  9. ” No meu caso, vou pelo atalho.” Mas, diz a sabedoria popular que quem busca atalho acaba encontrando mais trabalho. ” Newton quer uma forma mgica, divina, surrealista, eu diria, pois baseada em sonhos.” Newton, ao que parece, quer Soluo de verdade, face a sua idade, vasta experincia e possvel cansao quanto a recorrente enganao do $istema apodrecido que h mais de 100a nos promete o Brasil do futuro mas no o entrega nunca. E se a magia, o Divino, o surrealismo e os sonhos ajudarem a encontrar a Soluo de verdade, timo, melhor assim do que contar com a ajuda dos Capeta$ que j tomaram conta de quase tudo e quase todos. Interveno militar, por si s, j uma expresso vaga, enganosa, ou seja, uma sugesto a qualquer louco fardado. Para fazer o qu, mais merdas, a exemplo de 1964, e atrasar por mais 50 anos ( mais 21 fardado e mais 30 paisana ), uma possvel Soluo de verdade, libertadora, capaz de passar limpo os ltimos 127 anos de roubalheira, cagadas e mais cagadas, do partidarismo-eleitoral, do golpismo-ditatorial e seus tentculos, velhaco$, camalenicos, larpios, mentirosos, dissimulados ?

    • Olha, Loriaga,

      Respeito a tua opinio, mas discordo dela veementemente.

      Antes de tu registrares a tua interpretao, precisas analisar com frieza que NO EXISTEM solues para o Brasil que no sejam RADICAIS!

      No h mais tempo para esperarmos por resultados calcados na sucesso dos fatos ou na acomodao da situao por si s, a tal soluo de continuidade ou deixa estar para ver como fica!

      No leste o que deverias no meu comentrio, quando eu me coloco no lugar dos desesperados, dos desempregados, inadimplentes, funcionrios pblicos inativos sendo humilhados e condenados a morrer de fome, no leste, certamente!

      Ento, apesar de eu concordar que Newton tem razo, na verdade a soluo que ele imagina e deseja utpica, nos mesmos moldes do seu comunismo, algo impraticvel!

      Pois assim que nos encontramos no pas, sem qualquer possibilidade que, atravs de uma normalidade institucional, consigamos reerguer a nao e valorizar o povo!

      Ledo engano!

      Quanto incompetncia dos militares em certos setores quando assumiram o poder, por favor, a corrupo e desonestidade dos civis atualmente ultrapassam e muito as deficincias da poca, a ponto que no preciso lanar mo desta violncia desmedida e exacerbada, que dizima milhares de vidas anualmente, imolando desde crianas a idosos, jovens e mulheres!

      Ah, igualmente no necessito te lembrar das milhares de mortes tambm ocasionadas pela pssima sade pblica, enquanto que as castas e elites at por ataques de flatulncia viajam para Boston, USA, para tratamento s nossas custas, claro!

      Um lembrete:
      Quando usares frases minhas para questionar aquilo que discordaste, dirija-te a mim diretamente, sem problemas, garanto que responderei altura exatamente da forma como me tratares.

      Um abrao, Loriaga.
      Sade paz.

      • Caro Francisco Bendl,
        Essa ESQUERDOPATIA brasileira realmente sui generis, ela no se cansa de atacar o regime militar que vigorou em nossa ptria de 1964 a 1985, acusando-o de torturar e assassinar por volta de 400 brasileiros que por livre e espontnea vontade pegaram em armas contra o Estado nacional.
        No entanto, esse falido populismo de esquerda que tanto os ESQUERDOPATAS brasileiros preconizam e que no vingou em nenhum lugar do mundo e certamente aqui no vingaria tambm, nos ltimos treze anos da era PT de Lula/Dilma e oito anos da era PSDB de FHC foram brutalmente assassinados por ano em torno de 60.000 brasileiros, de modo que nestes ltimos 21 anos de populismo esquerdista foram dizimados do solo ptrio por volta de 1.260.000 brasileiros.
        J estamos aqui na outrora cidade maravilhosa e no Estado do Rio de Janeiro com a estarrecedora insegurana pblica dos assassinatos brutais de 91 policiais militares, 1 policial militar assassinado a cada 56 horas, uma barbrie.
        E os familiares desses policiais brutalmente mortos (mes, irmos, irms, pais, esposas e filhos) no receberam a visita de nenhum membro das organizaes dos direitos humanos.
        Palmas para o populismo esquerdista brasileiro!

        • Carssimo dr. Belem.

          O seu apoio ao meu comentrio muito me honra e me deixa alegre!

          O senhor uma pessoa esclarecida, com curso superior, eminente e clebre advogado, portanto, um articulista e comentarista desse blog incomparvel que sabe o que escreve e pensa com o devido senso cvico e discernimento poltico!

          Dito isso, se aprovou o meu texto, folgo em saber que no falo s paredes, que no so palavras ao lo, mas que encontraram eco em gente inteligente, preocupada com o pas, e que tambm percebe que precisamos de uma soluo emergencial, e no apenas atravs dos canais considerados normais.

          Muito obrigado, dr. Belem.

          Um grande e forte abrao.
          Sade e paz.

  10. Newton, o professor Lessa processou Leonel Brizola que o acusou quando no BNDES, de favorecer uma empresa americana que tomou um emprestimo e nunca pagou um tosto. E ainda remeteu dinheiro para sua matriz nos EEUU. Assim sendo deveria entregar a empresa para o Brasil. Lessa fez acrdo e aportou mais recursos para empresa que continuou como proprietria. No programa Faixa Livre da Rdio Bandeirantes Lessa foi entrevistado e eu perguntei a ele por que tinha processado Brizola (j falecido). Lessa simplesmente disse: Me arrependo de t-lo processado. No entrou em detalhes.

    • Criticar Lessa foi uma das maiores mancadas de Brizola. Passaram a Brizola informaes totalmente equivocadas. Lessa agiu com maior dureza com os dirigentes da AES, chegou a humilh-los. O acordo foi altamente favorvel ao Brasil e ao BNDES. O nosso amigo Fernando Brito escreveu um tijolao com essas informaes erradas que passaram a Brizola, Lessa ficou furioso e mandou processa o ex-governador. Depois, se arrependeu, porque ele e Brizola lutavam pelos mesmos ideais. Lessa deveria ter procurado pessoalmente Brizola e explicado a ele o que tinha acontecido no caso AES, que Lessa herdou do governo tucano.

      Abs.

      CN

  11. A ditadura militar teve 21 anos contnuos no poder, e tb no resolveu o pas. No resolveu nem sequer o $istema poltico podre. Da, como confisso do seu fracasso da mesma, trocou a ditadura da ARENA pela ditadura do MDB, que a est h 30 anos, afeioando a uma fuso da ARENA COM O MDB, com o poder, o dinheiro, as vantagens e os privilgios, sem limite$, sendo repassados aos descendentes dos me$mo$. Agora chegou a hora e a vez do Projeto Novo de verdade, novo e alternativo de poltica e de nao, como prope a RPL-PNBC-DD-ME, que realmente resolve o estado e a poltica, e ai sim as foras armadas seriam bem-vindas, para ajudar na implantao do Projeto Novo de verdade, mas isso elas no fazem, preferem ficar ai dando apoio total ditadura do MDB, ou para a ditadura da ARENA, ainda que impossvel separar uma da outra a esta altura do campeonato do mais dos me$mo$, com o partidarismo-eleitoral, o golpismo-ditatorial e seus tentculos, velhaco$, governando o pas praticamente da cadeia, via Eduardo Cunha e Cia. Antes tarde do que nunca, parem de fazer charminho e me aproveitem enquanto ainda estou por aqui, ainda vivo, forte e motivado a mudar de verdade este pas e resolv-lo paras os prximos 100 anos, com o encantamento ainda produzindo efeito, porque de repente, no mais que de repente, a fonte pode secar, o Loriaga pode partir desta para outra e dai vocs no tero outro aqui na terra, originalssimo, pronto para liderar a RPL-PNBC-DD-ME, e implantar o Novo Brasil Confederativo e a Democracia Direta com Meritocracia Eleitoral, o contraponto ideal aos ltimos 517 anos de Brasil.

  12. Bom dia,

    Parabns Francisco Bendl.
    Fao minhas as suas palavras.
    Ns no estamos em tempo de laboratrios, expectativas, etc.
    Vou dar um exemplo: Entra um meliante armado em minha casa e tenta estuprar minha mulher, primeiro, pode at conseguir mais vai ser em cima do meu cadver. C omo no posso estar armado, partirei para cima com as mos, e o resultado s poder ser este.
    Estamos nesta situao, e vejo sim, as Foras Armadas aguardando no sei o que… Passou da hora. Brizola fez os CIEPS e no deram continuidade e estamos vendo isso. Teremos que fazer outros CIEPS?
    Chegou o momento de debelarmos as pragas, para virmos com conjecturas. Elementar meu caro Watson.
    Para mim, no adianta a mdia tentar vir defenestrando o Presidente Trump ele ser um grande cabo eleitoral do Brasil. E olha que talvez seu candidato seja o Jair Bolzonaro. Acho ruim?
    No.

  13. COM DOIS PALITOS, a RPL-PNBC-DD-ME, resolve o que monarquia, imprio e repblica no conseguiram resolver em 517 anos, 127 deles de repblica imposta pelo partidarismo-eleitoral, o golpismo-ditatorial e seus tentculos, velhaco$.

    Constituio Federal

    Ttulo I
    I – DOS PRINCPIOS FUNDAMENTAIS (arts. 1 a 4)

    Art. 1 A Repblica Federativa do Brasil (Mudana. A Confederao Republicana do Brasil, formada pela unio indissolvel de 7 Repblicas regionais …, e seus respectivos estados e municpios), formada pela unio indissolvel dos Estados e Municpios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado democrtico de direito e tem como fundamentos:
    I – a soberania;

    II – a cidadania;

    Lei n 9265, de 12.2.1996, que disciplina a gratuidade dos atos necessrios ao exerccio da cidadania.
    III – a dignidade da pessoa humana;

    IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;

    V – o pluralismo poltico.

    Pargrafo nico. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente ( Mudana. Por meio de representantes eleitos por concurso pblico padro, de provas e ttulos, para exercerem mandatos de 5 anos de durao, sem reeleio…) , nos termos desta Constituio.

    • E da, meus caros, adeus atalhos, safadezas, adeus esperteza, adeus velhacaria, adeus, m-f, adeus guerra tribal primitiva, permanente e insana, por dinheiro, poder, vantagens e privilgios, sem limite$, que a desgraa maior do pas, e vamos todos trabalhar, estudar, viver e ser feliz.

  14. Prezado Douglas,

    Grato pelo apoio, em princpio.

    Alguns colegas esto se fazendo de rogados neste aspecto, se a interveno militar deve ser feita ou no, com receio de se exporem gratuitamente.

    Olha, quero o bem desta nao.

    Do jeito que est no possvel continuar.
    O voto, esta falsa democracia, a ditadura legislativa, a incompetncia do Executivo, a cumplicidade do STF com a impunidade dos parlamentares, a recesso econmica, o desemprego, a inadimplncia, a corrupo, desonestidade, violncia, sade pblica, segurana … exigem providncias imediatas, urgentes, e somente atravs de uma freada instantnea, emergencial, que seria a interveno militar, fechando o antro de venais, conhecido como congresso nacional, e mandando o atual presidente da Repblica para a cadeia!

    Reestruturado o pas constitucionalmente, eleies sem urnas eletrnicas, OS CANDIDATOS SERO APENAS AQUELES QUE JAMAIS FORAM ELEITOS, diminuio pela metade dos parlamentares em todos os nveis, SALRIOS COM TETOS ESTABELECIDOS e clusulas proibindo o tal direito adquirido, a implantao da LEGTIMA DEMOCRACIA, inclusive com nova modalidade de se atingir os tribunais superiores, que no mais seriam os postulantes escolhidos pelo presidente da Repblica, mas atravs de processos internos e de magistrados de carreira, mediante um colgio de juzes com esta funo especfica!

    Ou assim, Douglas ou, ento, aguardar a morte chegar por assaltos, balas perdidas, em frente a hospitais ou condenados pelos governantes misria, fome!

    Um forte abrao.
    Sade e paz.

  15. necessrio fazer sempre uma correo que todos esquecem. O crescimento de 7,5% em 2010 no foi virtude de nenhum modelo econmico.
    Foi, sim, o incio da catstrofe econmica que dom lula nos meteu. Neste famigerado ano ele gastou, dissolveu, torrou tudo que podia para eleger seu poste. Gastou sem lastro. Distribuiu o famoso cabresto que ele, como nordestino, conhece muito bem. Da crescemos 7,5%. Mas depois a queda no parou at hoje. Na matemtica financeira relevante verificar que o PIB do ano anterior havia sido negativo (-0,6%) o que tambm favorece um nmero muito maior no ano seguinte. O pas, na verdade, j estava com seus fundamentos econmicos estremecidos, tudo por causa da obsesso de dom lula em se perpetuar no poder. Copa, Olimpadas, mos sujas de pr-sal e muita corrupo em curso. Tudo isso foi a grande farsa que agora ningum sabe como sair.

  16. Vergonha na cara para quem tem carter, coisa que poltico no tem, mas h culpa do poder judicirio, que faz vista grossa e permite que tudo que est a no acabe, infelizmente estamos longe de ver um Brasil mais justo, no basta exemplo de pases que honram o poder que o povo lhes d, preciso ver na prtica este carter que no vemos aqui neste pas.

  17. Prezado e respeitado Moderador, jornalista Carlos Newton.

    Com todo respeito, discordo do seu ponto de vista, da sua aspirao altrusta de que ainda possa surgir, assim, do nada, uma imensa e envolvente nuvem de vergonha, que tenha o poder de mudar os bandidos das muitas quadrilhas que mandam neste gigante adormecido, chamado Brasil, e no demonstram um mnimo gesto de que vo largar o osso… ao contrrio, pretendem sugar at o tutano..

    Concordo com o Bendl . No resta patriotismo nos que esto com o timo na mo.

    A meu ver, e j externei minha opinio nesta TI por diversas vezes, somente com muita disciplina e rigor por parte de quem reconhecidamente vive com intensidade tais atributos, os militares, s nos resta o atalho da interveno, com as Foras Armadas, para para tirar o pas, j dividido, dos descaminhos que ainda possam trazer mais e maiores desgraas entre irmos..

    Protelar ou aguardar uma soluo diferente, que caia do cu, no creio. Cada novo dia mais um estarrecedor e dramtico que o anterior, face tantas e tamanhas falcatruas, bandalheiras e escndalos que envergonham os brasileiros que tem vergonha na cara.

    • Entendo a indignao de todos, amigo Andrade, mas gostaria de dar uma chance democracia, como diria John Lennon. Amanh vou encerrar o assunto dos salrios acima do teto, que esto prestes a serem extintos, sem que seja necessria a interveno militar. As benesses no foram concedidas por esta formao do Supremo e h grandes possibilidades de serem revogadas pela atual composio. Seria o primeiro grande passo de moralizao do Estado, em seguida vamos dar os outros, em plena democracia. Acredito que podemos conseguir. Eu acho que a democracia tudo, temos de lutar por ela. E acreditar que o Supremo pode fazer a coisa certa.

      Forte abrao,

      CN

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