O Brasil perde um grande homem

Vicente Limongi Netto:
”Morreu uma das figuras mais maravilhosas e marcantes que Deus colocou neste mundo: o professor, cientista, físico, matemático, intelectual, militar, José Carlos de Almeida Azevedo, poderoso e competente ex-reitor da Universidade de Brasília. Instituição que valorizou, respeitou, dignificou e amou com eficiência e rigoroso zelo público. Conviver com Azevedo era uma constante alegria para o espírito. Um sentimento de desprendimento e esperança para o coração. Morre aos 78 anos, deixando um legado de fé, de consciência, de credibilidade e, sobretudo, de inteligência, integridade e cultura. Sua vocação era o ensino.Sua convicção, viver como homem de bem, ensinando aos moços lições de decência e caráter. Traços que o separam eternamente da mediocridade, como definiu Helio Fernandes”.

Comentário de Helio Fernandes:
Estive poucas vezes com ele, quase não vou a Brasília. Mas nessas vezes pude sentir o homem competente, culto, generoso, desprendido, um verdadeiro Reitor.

Quem fazia os maiores elogios a ele, foi um grande amigo, jornalista, professor e depois senador, Pompeu de Souza. Este, com quem trabalhei quando fui diretor da redação do inovador Diário Carioca, era um admirador total do professor José Carlos Azevedo. E ter a admiração de Pompeu, quase a mesma de ter a admiração geral de alunos e professores da UnB.

Além de tudo, nesse tsunami de corrupção que faz Brasília naufragar há 54 anos, ele se mantinha inatingível, não havia nada que o atingisse. Você fez bem em ressaltá-lo.

This entry was posted in Sem categoria. Bookmark the permalink.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *