O Globo, manchete da enganação: “O réveillon da pacificação”

Para demonstrar que continuará o mesmo neste 2010 que começa, insistiu na “tese” das favelas “pacificadas”, usou a palavra bem lá no alto da Primeira. E ainda chega ao absurdo de afirmar: “Aplaudidos pela multidão, ASFALTO e MORRO celebram a paz na chegada de 2010”.

Além de violentarem a “língua” (não é CELEBRAM e sim FESTEJAM), o culto da inverdade. Não há PACIFICAÇÃO alguma, como já demonstrei, o que há é um acordo espúrio e desanimador. Além do mais, essas passagens de anos, sempre foram CELEBRADAS, Há!Há!Há!, na maior tranquilidade. Não existe registro, no Rio ou em São Paulo, de qualquer baderna ou desordem nas festas do réveillon.

Além do mais, mesmo se quisessem, não poderiam brigar, não havia espaço para nada. A Polícia Militar, que tradicionalmente faz o melhor cálculo de multidões, confirmou os 2 milhões, com tendência de um pouco acima.

Portanto, como não haver paz? Paz, mas não a mentirosa “pacificação”. Há alguns anos, as desordens nas praias do Leme e Arpoador, eram provocadas por baderneiros profissionais, que desciam em massa de ônibus, se despejavam nas areias. Claro, durante o dia, havia muito espaço para correrias e para o noticiário.

PS – Perguntinha inútil, inócua, ingênua: como as favelas estão “pacificadas” e sem traficantes, não há quem venda ou compre drogas? Serginho Cabralzinho, então, está fazendo publicidade errada. Devia insistir por todos os meios de promoção e comunicação: “LIQUIDAMOS COM O VÍCIO, NINGUÉM MAIS CONSOME, CHEIRA OU SE INJETA DROGA”. Um vitorioso.

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