O novo normal no Brasil são as narrativas, as sentenças interpretativas e as notícias apelativas

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Charge do Duke (O Tempo)

Luís Ernesto Lacombe
Gazeta do Povo

São muitas narrativas. Estão prontinhas para enganar principalmente os leitores de manchetes. Mentiras completas e meias verdades que arrastam os desavisados, desatentos e desinformados e estimulam os já mal-intencionados. Há uma turma que se especializou nisso, em tentativas de assassinato de reputação. Sua falta de caráter, sua leviandade, desonestidade, seu mau-caratismo não têm limites.

Grande parte da imprensa, infelizmente, está nessa, como cúmplice até de senadores da República, de juízes da suprema corte, de uma oposição destrutiva, até de parlamentar que se diz governista.

ASSASSINATO DE REPUTAÇÕES – Não se constrange com a inconsistência, com linhas tortas que não estão nem aí para a realidade, por falas que não resistiriam a duas ou três perguntas que um bando não quer fazer e tenta impedir que se façam.

Há uma turma que se especializou nisso, em tentativas de assassinato de reputação. Sua falta de caráter, sua leviandade, desonestidade, seu mau-caratismo não têm limites

Quem pode perguntar? De quem desejam “respostas”? É sério que acham normal a tentativa de impor narrativas contra aqueles que definem como seus inimigos? Políticos, jornalistas, médicos, cientistas, empresários… Não é como nas guerras, que têm regras. Está valendo tudo. E eu pergunto: é assim que vamos estabelecer a moralidade pública, a ética?

CRITÉRIOS E LIMITES – Quem somos nós, afinal? Quais são os critérios, os parâmetros, os referenciais, as leis, os códigos, as regras que usamos para decidir o que é legal e moral, ou ilegal e imoral? O que está atrelado ao bem, o que está atrelado ao mal? Quem tem o direito de definir isso? Quanta manipulação, quantas interpretações equivocadas, grosseiras, maldosas serão permitidas, em doses de veneno distribuídas diariamente, a todo instante?

Há falsas promessas de salvação e segurança. E toda indecência e todo indecente devem ser rechaçados. Chega de narrativas! Não podemos aceitar passivamente a condenação a um mundo de enganações e mentiras.

(Artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)

10 thoughts on “O novo normal no Brasil são as narrativas, as sentenças interpretativas e as notícias apelativas

  1. Acrescente se a isso tudo o anonimato que as redes sociais permitem.
    A mídia em geral também calúnia a, difamação e destruía reputações alegando “sigilo da fonte”. Mas sabia se as intenções e objetivos.
    Agora com o anonimato vence quem mentir mais. E o difamado não terá como limpar seu nome.

  2. Quem não entende a estrutra, não entende a conjuntura. Aquela é o Estado Clepto-patrimonialista, essa é uma constância em seu âmbito operacionla.

    https://obastidor.com.br/politica/governo-pretende-usar-lobista-max-para-atacar-renan-1155

    Votar torna-se um ato de deliquência e apologia ao crime, ao escolher entre a gangue A ou B, com seu condutopata-chefe X ou Y.

    Parece que os avanços na consitucionalização da corrupção, pelo seu braço judicial, não terá futuro.

    Nossos bandidos são muito burros e afoitos. Felizmente.

  3. Como sempre, o vice Mourão opinou sobre a gravidade do comportamento do pres Jair como se fosse sobre uma partida de futebol. Espero que ao fim do mandato do atual desastroso mandato do imbecil presidente, o seu Mourão seja pra sempre esquecido por todos nós de bem.

  4. É um artigo-desabafo.
    Nós estamos cheios, mas, não temos coragem de agir.
    Meia duzia de black-blocks ou antifas, acabam com uma passeata ordeira e como por encanto abandona-se as cobranças e fica o dito pelo não dito.

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