O ocaso das pesquisas

Carlos Chagas

Começou a trapalhada das pesquisas. Aberta a campanha do segundo turno, Ibope e Datafolha, cautelosamente, davam empate técnico entre Aécio e Dilma, mas com prevalência numérica para o tucano, na base do 51 contra 49. Logo veio a Sensus e ampliou a vantagem: Aécio 56, Dilma 48. Só que agora, na semana que antecede a eleição, o Datafolha aponta Dilma com 52 e Aécio com 48. Com o Ibope, hoje e amanhã pode ser diferente.

Qual a conclusão a tirar? Que o eleitorado é volúvel, vive mudando de opinião, ou que amostragens envolvendo no máximo 9 mil eleitores não representam 143 milhões? Quem sabe as metodologias e coletas científicas de tendências constituem mera fantasia?

Tanto faz, mas a verdade é que as pesquisas vivem seu ocaso político. Confundem, mais do que esclarecem. O vexame do primeiro turno jamais será esquecido, mas se estiver sendo repetido no segundo, os institutos perderão futuros faturamentos, aliás monumentais até agora. Torna-se necessário encontrar novos mecanismos de aferição da vontade popular. Ou abandonar essa prática que de ano para ano só perturba e desmoraliza as campanhas eleitorais.

É possível, mas não é provável, que certa parcela de eleitores mude de candidato às vésperas do pleito. Como também admite-se um percentual de indecisos. O problema, ou melhor, a solução, é que a imensa maioria do eleitorado há se decidiu faz tempo pelos candidatos. Saberemos na noite de domingo. Imaginar que ínfima minoria possa representar a totalidade significa dar as costas para a lógica e o bom senso. As pesquisas podem induzir alguns votos, mas se batem cabeça, é sinal de sua incompetência. Não ganham eleição, conclui-se. Ainda mais quando são pagas…

NO REINO DA FANTASIA

Campanhas são campanhas. Aceita-se que os candidatos exagerem em suas promessas na busca de votos, mas quando começam a enganar descaradamente o eleitor, é bom tomar cuidado com eles. A gente não sabe se o segundo turno está se realizando sob a égide do Pinóquio ou do Ali Babá, mas de um dos dois não escapamos. Dilma e Aécio prometem absurdos. Com a vitória de um deles o Brasil se transformaria no Nirvana.

O problema é que a presidente teve quatro anos para realizar o que agora anuncia e nem chegou perto. O senador bem que poderia ter apresentado projetos de lei no Congresso, para viabilizar seus sonhos, mas não apresentou. Agora, encenam um espetáculo de prestidigitação daqueles dignos de mágicos de parques de diversões. Quem vencer dará de ombros para o que prometeu, caindo na real sem buscar muitas explicações para o malogro. O povo que aguarde mais quatro anos para iludir-se. Ou para concluir que nada de novo existe debaixo do sol.

 

7 thoughts on “O ocaso das pesquisas

  1. Caro CN … ocaso … fantasia … … … vamos em frente para o BEM!!!

    (http://pt.wikipedia.org/wiki/Vade_retro_Satana) com:

    Vade retro Satana
    Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
    Abreviatura de Vade Retro Satana {VRS} (V R S N S…) no verso de uma Medalha de São Bento.
    “Vade retro Satana” (“Afasta-te, Satanás”) é uma fórmula medieval católica de exorcismo, composta em 1415 e encontrada numa abadia beneditina na Baviera,1 2 cuja origem é tradicionalmente associada a São Bento de Núrsia.
    Na tradição católica atual, a fórmula (por vezes reduzidas a “vade retro”) é usada para repelir eventuais fatalidades. As iniciais desta fórmula (VRSNSMV SMQLIVB ou VRS:NSMV:SMQL:IVB) têm sido gravadas com freqüência ao redor de crucifixos ou nas medalhas de São Bento.3
    Imagem de São Bento.
    Índice [esconder]
    1 Texto
    2 História
    3 Referências
    4 Ligações externas
    Texto[editar | editar código-fonte]
    Versão original do texto em latim:
    Crux sancta sit mihi lux / Non draco sit mihi dux
    Vade retro satana / Numquam suade mihi vana
    Sunt mala quae libas / Ipse venena bibas
    Tradução literal:
    Que a Santa Cruz seja a minha luz / Não o dragão seja meu comandante
    Afasta-te, Satanás / Nunca me tente com coisas vãs
    Aquilo que me ofereces é mau / Bebas teu próprio veneno
    Versão oficial em português:
    A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia.
    Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos
    História[editar | editar código-fonte]
    O verso “Vade retro Satana” é similar a uma frase dita por Jesus a São Pedro na Vulgata, em Marcos 8,33: “Vade retro me, Satana” (“Afasta-te de mim, Satanás!”).4
    Venerável Leo Dupont
    A origem exata desta passagem não é clara.5 A expressão se difundiu sobretudo a partir de 1647, quando mulheres que tinham sido acusadas de bruxaria declararam ser incapazes de praticar o mal onde houvesse uma cruz, e a Abadia Beneditina de São Miguel em Metten era particularmente isenta da influência maligna.1 Nos crucifixos pintados nas paredes foram inseridas as iniciais da fórmula. Seu significado permaneceu misterioso por muito tempo, até que os versos foram encontrados em um manuscrito datado de 1415 na biblioteca da abadia,6 ao lado de uma imagem de São Bento. A mesma fórmula foi posteriormente encontrada em um manuscrito austríaco do século XIV.7
    Logo após sua redescoberta em 1647, a fórmula foi por um longo período considerada uma superstição, mas logo se popularizou com a cunhagem de medalhas. Em 1742, a fórmula recebeu a aprovação do Papa Bento XIV, tornando-se parte do ritual romano de exorcismo. A popularidade da fórmula cresceu significativamente no século XIX, devido aos esforços de Leo Dupont.
    O Vade Retro Satana permanence atualmente como parte do Rituale Romanum, após sua revisão no século XX e promulgação final em 1999 por meio do documento De exorcismis et supplicationibus quibusdam.8″

  2. Toda alternância de poder é importante, o governo que aí esta com suas propostas não têm mais credibilidade, haja vista que em 4 anos não fez o que promete agora.
    Não se pode comparar, o governo do PT com o do PSDB, são dois períodos diferentes,
    enquanto FHC, pegou o país numa situação muito ruim e consegui arrumar a casa, o
    Lula ganhou a casa arrumada, deitou e rolo, como diz a gíria, teve até tempo para
    churrascos, peixadas e jogar futebol com os companheiros.
    A presidente Dilma, quer comparar o governo dela com o de Aécio. Não há termo de comparação com um governo de Estado, que tem modesto recursos para atender todas
    as necessidades da população, enquanto um Presidente tem todo dinheiro que necessita para
    fazer obras, que é obrigação de qualquer Presidente, desde que comece e termine dentro do prazo
    sem superfaturamento e sem corrupção.

  3. (http://www.osb.org.br/medalha.html) com:

    São Bento
    Medalha e Oração de São Bento
    A medalha de São Bento não é um “amuleto da sorte”. Trata-se de um sacramental, isto é, um sinal visível de nossa fé.
    O uso habitual da medalha tem por efeito colocar-nos sob a especial proteção de São Bento, principalmente quando se tem confiança nos méritos de tão grande Santo e nas grandes virtudes da Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo! São numerosos os fatos maravilhosos atribuídos à esta medalha. Ela nos assegura poderoso socorro contra as ciladas do demônio e também para alcançar graças espirituais, com conversão, vitória contra as tentações, inimizades etc.
    Contudo, a medalha não age automaticamente contra as adversidades, como se fosse um talismã ou vara mágica.
    Todo Cristão, a exemplo de Jesus Cristo, deve carregar a sua cruz. Pois, é necessário que nossas faltas sejam expiadas; nossa fé seja ; provada; e nossa caridade purificada, para que aumentem nossos méritos.
    O símbolo da nossa redenção, a cruz, gravada na medalha não tem por fim nos livrar da prova; no entanto, a virtude da cruz de Jesus e a intercessão de São Bento produzirão efeitos salutares em muitas circunstâncias, a medalha concede, também, graças especiais para hora da morte, pois, São Bento com São José são padroeiros da boa morte.
    Para se ficar livre das ciladas do demônio é preciso, acima de tudo, estar na graça e amizade com Deus. Portanto, é preciso servi-lo e amá-lo, cumprindo, todos os deveres religiosos:Oração, Missa dominical, recepção dos Sacramentos, cumprimento dos deveres de justiça; em uma palavra, cumprimento de todos os mandamentos da lei de Deus e da Igreja. Nem o demônio, nem alguma criatura, tem o poder de prejudicar verdadeiramente uma alma unida a Deus.
    Em resumo, o efeito da medalha de São Bento depende em grande parte das disposições da pessoa para com Deus e da observância dos requisitos acima mencionados.
    Medalha de São Bento
    Medalha de São Bento
    Na frente da medalha (veja foto) são apresentados uma cruz e entre seus braços estão gravadas as letras C S P B, cujo significado é, do latim: Cruz Sancti Patris Benedicti – “Cruz do Santo Pai Bento”.
    Na haste vertical da cruz lêem-se as iniciais C S S M L: Crux Sacra Sit Mihi Lux – “A cruz sagrada seja minha luz”.
    Na haste horizontal lêem-se as iniciais N D S M D: Non Draco Sit Mihi Dux – “Não seja o dragão meu guia”.
    No alto da cruz está gravada a palavra PAX (“Paz”), que é lema da Ordem de São Bento. Às vezes, PAX é substituído pelo monograma de Cristo: I H S.
    À partir da direita de PAX estão as iniciais: V R S N S M V: Vade Retro Sátana Nunquam Suade Mihi Vana – “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!” e S M Q L I V B: Sunt Mala Quae Libas Ipse Venena Bibas – “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”.
    Nas costas da medalha está São Bento, segurando na mão esquerda o livro da Regra que escreveu para os monges e, na outra mão, a cruz. Ao redor do Santo lê-se a seguinte jaculatória ou prece: EIUS – IN – OBITU – NRO – PRAESENTIA – MUNIAMUR – “Sejamos confortados pela presença de São Bento na hora de nossa morte”.
    É representado também a imagem de um cálice do qual sai uma serpente e um corvo com um pedaço de pão no bico, lembrando as duas tentativas de envenenamento, das quais São Bento saiu, milagrosamente, ileso.
    Oração para alcançar alguma graça:
    Ó glorioso Patriarca São Bento, que vos mostrastes sempre compassivo com os necessitados, fazei que também nós, recorrendo à vossa poderosa intercessão, obtenhamos auxílio em todas as nossas aflições, que nas famílias reine a paz e a tranquilidade; que se afastem de nós todas as desgraças tanto corporais como espirituais, especialmente o mal do pecado. Alcançai do Senhor a graça … que vos suplicamos, finalmente, vos pedimos que ao térnimo de nossa vida terrestre possamos ir louvar a Deus convosto no Paraíso.
    Amém.
    Última revisão: 30/06/2002
    Copyright © 1996-2002 by Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro
    TODOS OS DIREITOS RESERVADOS”

  4. (http://blog.cancaonova.com/padreluizinho/2013/07/11/sao-bento-a-medalha-e-o-pequeno-exorcismo/)

    São Bento: A Medalha e o pequeno Exorcismo
    Por no dia jul 11th, 2013 sobre Devoção aos Santos, Espiritualidade, Preciossíssimo Sangue de Cristo.
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    A vida de São Bento foi profundamente marcada pela radicalidade num rompimento definitivo com os prazeres do mundo, profundíssima espiritualidade, prodígios extraordinários e destemida batalha espiritual. Fundador da grande ordem religiosa dos Beneditinos, monges e monjas que se consagram a Deus vivendo os princípios das regras Beneditinas: “Ora et Labora”, traduzindo Oração e trabalho, santificam o homem. Com o demônio, Bento teve que lutar muitas vezes o descreve como “figura de fogo, horrendíssima, a chispar lume pelos olhos contra ele”. Em seus ensinamentos sobre esta batalha contra o demônio, Bento enfatiza que o mais importante e urgente é que o homem reaja contra as tentações.
    Para se ter idéia da grandiosidade da obra Beneditina basta saber que este berço gerou para a Igreja vinte e três papas, cinco mil bispos e cerca de três mil santos canonizados. (trecho do livro São Bento – Um monge caminha conosco, de Ricardo Sá).
    Precisamos conhecer os símbolos da Medalha, pois muitas vezes usamos sem conhecer o verdadeiro significado.
    Rezemos, pedindo a Deus a libertação de todos os males:
    Explicação do verso:
    Nas antigas medalhas aparece, rodeando a figura do santo, este texto latino em frase inteira: Eius in obitu nostro presentia muniamur. “Que a hora de nossa morte, nos proteja tua presença”. Nas medalhas atuais, freqüentemente desaparece a frase que é substituída por esta: Crux Sancti Patris Benedicti, ou, todavia, mais simplesmente, pela inscrição: Sanctus Benedictus.
    Explicação do reverso:
    *Em cada um dos quatro lados da cruz: C. S. P. B. Crux Sancti Patris Benedicti. Cruz do Santo Pai Bento. *Na vertical da cruz: C. S. S. M. L. Crux Sacra Sit Mihi Lux. Que a Cruz Sagrada seja minha luz.
    *Na horizontal da cruz: N. D. S. M. D. Non Draco Sit Mihi Dux. Que o demônio não seja o meu guia. *Começando pela parte superior, no sentido do relógio: V. R. S. Vade Retro Satana. Afasta-te Satanás – N. S. M. V. Non Suade Mihi Vana. Não me aconselhes coisas vãs – S. M. Q. L. Sunt Mala Quae Libas. É mau o que me ofereces – I. V. B. Ipse Venena Bibas. Bebe tu mesmo teu veneno.
    Na parte superior, em cima da cruz aparece a palavra PAX e nas mais antigas IE
    Clique embaixo em comentários e deixe os seus pedidos de orações.
    Pequeno exorcismo da medalha de São Bento:
    A Cruz Sagrada seja minha luz,
    Não seja o dragão meu guia.
    Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos. Amém.
    Oração da Igreja: Ó Deus, que fizestes o abade São Bento preclaro mestre na escola do vosso serviço, concedei que, nada preferindo ao vosso amor, corramos de coração dilatado no caminho dos vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém
    Minha benção fraterna.
    Padre Luizinho, Com Canção Nova.
    http://twitter.com/padreluizinho

  5. Observação: Satanás é Pessoa, não coisa nem imaginação … portanto, se escreve com Maiúscula – em respeito ao Criador!!!

    A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia.
    Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos

    “A cruz sagrada seja minha luz” / “Não seja o dragão meu guia”
    “Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!”
    “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”

    Pequeno exorcismo da medalha de São Bento:
    A Cruz Sagrada seja minha luz, Não seja o dragão meu guia.
    Retira-te, satanás, nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos. Amém.
    … … …
    Temos “1. Depois disso, vi descer do céu outro anjo que tinha grande poder, e a terra foi iluminada por sua glória.
    2. Clamou em alta voz, dizendo: Caiu, caiu Babilônia, a Grande. Tornou-se morada dos demônios, prisão dos espíritos imundos e das aves impuras e abomináveis, 3. porque todas as nações beberam do vinho da ira de sua luxúria, pecaram com ela os reis da terra e os mercadores da terra se enriqueceram com o excesso do seu luxo. 4. Ouvi outra voz do céu que dizia: Meu povo, sai de seu meio para que não participes de seus pecados e não tenhas parte nas suas pragas, 5. porque seus pecados se acumularam até o céu, e Deus se lembrou das suas injustiças. 6. Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de beber, dá-lhe o dobro. 7. Na mesma proporção em que fez ostentação de luxo, dá-lhe em tormentos e prantos. Pois ela disse no seu coração: Estou no trono como rainha, e não viúva, e nunca conhecerei o luto. (Ap 18)”

    Destaco: “6. Faze com ela o que fez (contigo), e retribui-lhe o dobro de seus malefícios; na taça que ela deu de beber, dá-lhe o dobro.”

    Dar o dobro??? “Zaqueu, entretanto, de pé diante do Senhor, disse-lhe: Senhor, vou dar a metade dos meus bens aos pobres e, se tiver defraudado alguém, restituirei o quádruplo”. (Lc 19,8)

    “Se o que ele roubou, boi, jumento ou ovelha, estiver ainda vivo em suas mãos, restituirá o dobro”. (Ex 22,4) … “Se um homem confiar dinheiro ou objetos à guarda de outro, e estes forem roubados na casa deste último, o ladrão, uma vez descoberto, restituirá o dobro”. (Ex 22,7) … “Em toda questão fraudulenta, quer se trate de um boi, de um jumento, de uma ovelha, de uma veste, quer se trate de qualquer outro objeto perdido, do qual se dirá: esta é a coisa, o litígio entre as duas partes irá diante de Deus, e aquele que Deus declarar culpado restituirá o dobro ao seu próximo”. (Ex 22,9) … “Enquanto Jó rezava por seus amigos, o Senhor o restabeleceu de novo em seu primeiro estado e lhe tornou em dobro tudo quanto tinha possuído”. (Jó 42,10) … “Primeiramente, pagar-lhes-ei em dobro o salário de sua iniqüidade e do seu pecado, por haverem profanado a minha terra com os restos imundos de seus ídolos e enchido minha herança de abominações”. (Jr 16,18) … “Voltai, pois, para a vossa terra, vós que viveis de esperança. Desde agora vos anuncio que vos indenizarei em dobro”. (Zc 9,12)

  6. Caro Wagner Pires … o senhor não gostou do último artigo do Paul Krugman … ele demonstra que não está entendendo o que anda acontecendo com o Mercado … ora, o Mercado tem alguém por trás: quem??? ??? ???

    Como o próprio PK escreveu no artigo anterior ao último é Mamon, deus da riqueza!!! !!! !!! ou seja: Satanás!!! !!! !!!
    … … …
    A questão é mais séria: Beato Paulo VI afirmou … (http://www.vatican.va/holy_father/paul_vi/homilies/1972/documents/hf_p-vi_hom_19720629_it.html)

    “X ANNIVERSARIO DELL’INCORONAZIONE DI SUA SANTITÀ … OMELIA DI PAOLO VI … Solennità dei Santi Apostoli Pietro e Paolo … Giovedì, 29 giugno 1972:

    “… SOLLECITUDINI ED AFFETTO PER I DEBOLI E I DISORIENTATI … Riferendosi alla situazione della Chiesa di oggi, il Santo Padre afferma di avere la sensazione che «da qualche fessura sia entrato il fumo di Satana nel tempio di Dio».””
    … … …
    Oremos para que Satanás e sua fumaça saiam da Igreja:
    A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia.
    Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos

    “A cruz sagrada seja minha luz” / “Não seja o dragão meu guia”
    “Retira-te, Satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!”
    “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”

    Pequeno exorcismo da medalha de São Bento:
    A Cruz Sagrada seja minha luz, Não seja o dragão meu guia.
    Retira-te, Satanás, nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos. Amém.

  7. (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/imprimir/5321) tem:

    “- Observatório da Imprensa –
    LULA NA MÍDIA
    Os desfazedores da opinião pública
    Por Urariano Mota em 13/02/2006 na edição nº 368
    Vamos falar baixinho, para que não nos escutem. Os colunistas, os repórteres, os mais bem pagos jornalistas brasileiros moram bem longe do povo do Brasil. Ouviram com os olhos e ouvidos abertos, raros leitores? O povo no Brasil reconhece na grande imprensa um estranho, quando não um inimigo, que lhe sopra afirmações sem nexo, sem valor, sem crédito. E aqui, talvez mais que em outra parte, e aqui, neste caso de divórcio, bem se exibe a sociedade de classes que nos oprime. Aqui estamos diante de mundos diferentes em um mesmo território. Aqui… aos fatos, aos fatos, já, para que não nos acusem de texto opinativo sem fundamento algum na realidade.
    Acompanhem por favor as últimas notícias da semana que, ninguém notou, já foi embora.
    ** No Jornal da Record de quarta-feira (8/2): “Lei Seca no Planalto: ministro revela que o presidente Lula está sem beber há 40 dias”.
    ** No dia seguinte, no jornal O Estado de S.Paulo: “Bar no Aerolula? ‘Ele não bebe há 40 dias’…” .
    ** No jornal O Globo, no mesmo dia: “Lula está abstêmio há 40 dias, revela Furlan” – e mais revelaram as repórteres, que teriam ido cobrir a viagem do presidente ao continente africano: “Animado com a DIETA à base de proteínas que já lhe fez perder 12 quilos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu mão de um de seus prazeres confessos, a cachacinha”.
    Lindo, não? Antes que adentrem a intimidade presidencial, e revelem outros prazeres inconfessos, prazeres até maiores, mesmo para um viciado em álcool, vejam que da viagem presidencial, dos acordos que firmou, do estreitamento da política externa com países antes sequer visitados, vejam que o fato jornalístico mais importante foi o fato de um alcoólatra, por acaso e injustiça na presidência da República, estar angustiosa e ansiosamente sem álcool há terríveis e tenebrosos 40 dias.
    Isto que acabamos de escrever não é uma inferência, não é um livre interpretar, como o fez Clóvis Rossi, na Folha de S.Paulo (8/2):
    “A ópera-bufa Brasil
    Uma vez iniciada a ação judicial que o PT quer propor contra Fernando Henrique Cardoso por ter dito que ‘a ética do PT é roubar’, as coisas desenvolver-se-iam assim, conforme a Folha apurará: FHC convoca Luiz Inácio Lula da Silva como testemunha de defesa. O juiz estranha. FHC explica: ‘Bom, não foi o Lula quem disse, no horário nobre da TV, que o PT estava desmoralizado? Ninguém fica desmoralizado por ter comportamento ético irreprochável, certo? Então, Lula está dizendo o mesmo que eu disse, com mais conhecimento de causa porque é um dos fundadores do PT e seu presidente de honra’.
    O juiz cede à lógica fernandohenriquista e chama Lula, que acusa o governo FHC de ter sido também corrupto. FHC se defende: ‘Minha corrupção foi pontual, não foi sistêmica como a sua’.
    O juiz estranha. Corrupção é corrupção, acha, mas toca o bonde, que afinal ele é juiz, não candidato.
    Lula, furioso, grita: ‘Mas eu não sabia, eu não sabia, eu juro que eu não sabia. A culpa é do PT.”
    A citação acima é um pouquinho mais que o livre-inferir. Com mais propriedade, dir-se-ia um livre-ferir. Observem que nesse passo, em nome da independência, que depende da política da empresa, um colunista de um dos maiores jornais brasileiros manda aos infernos um dos deveres sagrados da grande imprensa – o de ser objetivo, o de se ater ao acontecido. E tamanha é a gana que não se vexa em danar a recomendação de citar os fatos sem falsificar o contexto.
    Compreensível, dirão, aqui o colunista exerce a sua veia de ficcionista, com a devida licença de Machado de Assis. Compreensível, mas nos importa mais destacar que em nome da luta política, que neste ano assume o papel de uma luta eleitoral, a imprensa brasileira vai do acessório, que obedece a um preconceito, ao livre-ferir, que obedece a velhos conceitos. E nisto, reconheçamos, há um improviso que raia a criação, porque repórteres e colunistas já têm a notícia pronta, antes até da realidade. É coisa de gênio o que conseguem escrever com as idéias que têm antes do conhecimento de qualquer fato. Vejam se há engano.
    Além de bêbado, supersticioso, bruxo
    Depois de resistir à tentação de beber até cair, no avião e do avião, o presidente conseguiu chegar ao segundo destino na África. Para quê? Para receber os títulos de algumas, com o devido perdão da palavra, reportagens do sábado (11/2).
    ** No Jornal do Brasil:
    “Lula fecha o corpo contra a ‘urucubaca’ no governo
    Presidente participa de ritual vodu em Benin, na África, e se diz ‘mais leve’
    Com o Portal do Não Retorno ao fundo, no vilarejo praiano de Ouidá, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ganhou ontem uma ajuda contra a ‘urucubaca’ que diz atrapalhar o seu governo. Esteve num ritual de vodu, fechou o corpo e afirmou que ficou ‘mais leve’.”
    ** O Globo, mesmo dia:
    “Lula participa de ritual vudu no Benin
    Os tambores da África bateram forte ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Se estava preocupado com a urucubaca lançada pelos adversários no Brasil, como disse recentemente, ele pode ter saído do Benin, berço do vudu, com o corpo fechado para enfrentar a ferrenha disputa eleitoral. O presidente passou a tarde toda sendo reverenciado com orações e danças feitas por feiticeiros vudus, líderes tribais e pelos descendentes de escravos brasileiros que formam uma espécie de colônia em Ouidá, nos arredores de Cotonou, capital do paupérrimo Benin.”
    Com a devida ressalva do vodu que se enfeitiçou num “vudu”, deveríamos acrescentar esse título do colunista Josias de Souza , em seu blog (11/2), “Lula ‘corpo fechado’ da Silva”, para maior glória da informação e notícia. E, se a inteligência do leitor permite, esta pérola:
    “Há coisa de um mês e meio, Lula queixara-se de que seu governo vinha sendo alvo de ‘urucubaca’. Pois Sua Excelência tratou de aproveitar a visita à África para ‘fechar o corpo’. De PASSAGEM pelo vilarejo de Ouidá, no litoral do Benin, o presidente tomou parte de um ritual vodu”.
    Permitam, não se trata aqui de um passeio masoquista por uma imprensa provinciana – esta, sim, digna do maior banho de alfinetes, fetiches, magias e vodus. Estamos falando, estamos nos referindo aos maiores jornais de um país que honra o mundo por sua diversidade e cultura. Estamos nos referindo a profissionais de imprensa com mais de 40 anos de exercício, e que ainda assim se referem aos leitores como…
    “…Os descerebrados da teoria da conspiração deveriam incluir nela o ministro Luiz Fernando Furlan. Cada vez que vai ao exterior, produz uma frase que nem a oposição imaginaria utilizar. Primeiro, foi o reconhecimento de que o país estava ‘desanimado’ (dezembro). Depois, que o Brasil perdera o momento internacional, atropelado por China e Índia (janeiro).
    Agora, devolve ao noticiário a questão etílica, ao dizer que Lula não bebe há 40 dias. Bom, e antes?, é a pergunta inevitável seguinte. Que, por sua vez, remete ao episódio Larry Rother, como bem lembrou Nelson de Sá em sua coluna de ontem. Parece inesgotável a capacidade do governo de fabricar trapalhadas”. (Clóvis Rossi, Folha de S.Paulo, 10/2)
    Colunistas assim não levantam o cérebro da cadeira e desenvolvem suas colunas a partir do que os repórteres montaram em reportagens, que estão prontas antes que se escrevam. Em que situação, qual foi mesmo a resposta, em que contexto foi dito que o presidente não bebe há 40 dias? Não importa. O que se disser, quer apenas dizer: o presidente é um desqualificado, e isto quer dizer, é um analfabeto, um alcoólatra, e agora, por cima, burro, estúpido, que viaja ao continente africano com o objetivo de mergulhar numa sessão de bruxaria. Um típico homem do povo, corrupto e corrompido.
    Quem não vê isso é um descerebrado, isso, um doido que acredita em teoria de conspiração das classes dominantes, um paranóico que julga a grande imprensa uma defensora dos interesses do velho capital. Descerebrados e paranóicos que jamais compreenderão o jogo da barganha: “Se perdoas minhas dívidas, se me concedes crédito que jamais pagarei, então terás a imprensa que sonhas”.
    “Desconstrução” da imagem
    Em mais de um sentido, alguns repórteres e colunistas se tornam desfazedores da opinião. Em um sentido familiar, nordestino, desfazem de, zombam, diminuem, depreciam a opinião pública. A verdade, acreditam, é aquilo que o jornal noticiar. A verdade é a sua versão, repetida até o limite que sature, até um limite que, aí sim, gere descerebrados. “O sucesso de um jantar é o que sair no jornal.” Ou seja, o leitor é um perfeito idiota, uma tábula rasa, que receberá passivo a imagem e as palavras que lhe forem impressas. A opinião pública é a opinião da imprensa, acreditam.
    Em outro sentido de desfazer, ela, a grande imprensa, crê que possui a força da destruição, de reduzir a pó o que estava feito, construído, ou em processo de construção. Existe até uma nova palavra para isso, “desconstruir”. Esta é a opinião dos mais sábios, dos colunistas, dos editores aos publicitários, a crença no poder destruidor, desfazedor da mídia. Um aventureiro, qualquer um, pode se tornar um caçador de marajás, e governar depois com todos os marajás e jóias que caçar, para estar a seu lado.
    Em um e outro sentido, do mais radical ao mais ponderado, colunistas, editores, repórteres, a partir do poder de fogo dos seus veículos acreditam que constroem, que fazem opinião, que fazem cabeças. É até possível que em muitas situações assim aconteça. Se estiverem como peixes no oceano, se os valores que pregam e difundem, sim, os jornalistas fazem opinião. Melhor dizendo, reforçam, estimulam e fazem crescer como fermento a massa de crenças da população. Mas jamais conseguirão impor a índios nas selvas, imersos nas selvas, por exemplo, o valor da beleza das modelos das passarelas. Dirão, os homens e mulheres indígenas, “aqui em nossa tribo essa mulher não conseguiria marido”. Magras, esquálidas, pálidas, altas e com aquele andar, nos caminhos da selva, não.
    Isto é o que nos passa, por vezes, a “desconstrução” da imagem de Lula no meio do povo brasileiro. Uma profunda inadequação de valores, de querer passar desqualificação para um homem que ainda retira o seu peso do que representa para os “desqualificados”. Para os que gostam de beber, para os que freqüentam terreiros de pais e mães-de-santo, para os trabalhadores que sonham um dia vestir também um terno com a sua “galega”, com a sua nega ao lado. Em Canudos, nunca é demais lembrar, frades capuchinhos, contra o Conselheiro, chegaram pregando jejum, a forte e pesada abstinência de tudo, menos de comer bacalhau e farinha. Os sertanejos caíram na gargalhada, e gritaram para os santos frades:
    – Isto para nós é fartura!”
    … … …
    Oremos pelo bem estar de Lula, Dilma, Aécio, Brasil e Povo Brasileiro, Igreja e Aproveitadores do Mercado … que o veneno seja bebido pelo próprio Satanás … e que os pecadores se arrependam para não irem morar no Inferno:
    A Cruz Sagrada seja a minha luz / Não seja o dragão o meu guia.
    Retira-te, Satanás / Nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mal o que tu me ofereces / Bebe tu mesmo os teus venenos

    “A cruz sagrada seja minha luz” / “Não seja o dragão meu guia”
    “Retira-te, Satanás, nunca me aconselhes coisas vãs!”
    “É mau o que me ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos!”

    Pequeno exorcismo da medalha de São Bento:
    A Cruz Sagrada seja minha luz, Não seja o dragão meu guia.
    Retira-te, Satanás, nunca me aconselhes coisas vãs.
    É mau o que ofereces, bebe tu mesmo os teus venenos. Amém.

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