O povão não foi

Carlos Chagas

De que o governo Dilma é um desastre, ninguém duvida. A vida de todos ficou pior, nos últimos meses, com desemprego crescente, custo de vida em ascensão, tarifas de serviços públicos e privados mais altas, inflação, redução de direitos trabalhistas, educação e saúde públicas no fundo do poço, naufrágio da pequena e média empresas e, acima de tudo, corrupção desvairada.

No entanto… No entanto, alguém viu um favelado, dos milhões espalhados pelo Rio de Janeiro, participando das manifestações de protesto contra o governo, ontem, na Avenida Atlântica? Em São Paulo, algum operário em protesto desfilou pela Avenida Paulista?  Em Recife, camponeses ocuparam as margens do Capiberibe e do Beberibe?

Assim no resto do país, do interior de São Paulo às cidades do Nordeste, do  Amazonas às  fronteiras do Sul.

Quem ocupou as ruas foi a classe média. Gente bem vestida, mesmo sem paletó e gravata, como ninguém mais usa, senão de calções e camisetas da moda, coloridas, e pimpolhos bem alimentados, pela mão. Foram milhares,  é claro, acolitados por carros de som e empunhando faixas e cartazes numa justa crítica à administração exangue e falida.

Mas povão, mesmo, zero. O país pobre, majoritário, ficou em casa, se é que tem casa, tanto faz se lhe faltando ânimo para pagar a passagem de ônibus e metrô para os centros urbanos e a orla marítima, ou por falta de motivação para aliar-se à classe média.

Por tudo  isso, Dilma perdeu, já que a classe média forma a opinião pública e a opinião publicada, mas Dilma também ganhou, pois as manifestações de ontem não abalaram sua permanência no poder. Terão incomodado, apenas.

35 thoughts on “O povão não foi

  1. Quem voce considera classe media?

    Isso nao existe no Brasil. Estamos divididos em extremos e a oferta de credito so maquiou por um curto periodo as verdadeiras relaçoes.

    O custo de oportunidade da falta de investimento e da “industria da falta de qualificaçao, infraestrutura e governança” já está custando caro e continuamos com muito mais aproveitadores, sabotadores e especuladores e com investidores desanimados ou migrantes.

    Seria contraditorio uma classe abastada protestar contra o cambio ou contra a CDI, pois ate nas perdas sucessivas da bovespa eles ganham muito e facil especulativamente.

    E evidente que caminhamos para uma virada de mão, mas isso ainda deve demorar.

    O que e insustentavel e a estagflaçao e a letargia de um governo teatral bipolar que apenas diz que propicia melhores condiçoes aos trabalhadores e investidores, educaçao e mobilidade social.

    Mesmo viciados em Estado, glicose e commoditragedia, queremos nos tratar e ser mais saudaveis, independentes no bom sentido, competitivos e produtivos.

    Precisamos de saneamento basico, inclusive na politica, nas ideias, nas posturas e na economia.

    • Carlos Chagas, que já serviu ao Regime Militar e que permitiu que sua filha, Helena, se transformasse em serviçal de Dilma Roussef, se deixando humilhar com xingamentos de madame, agora vem fazer o serviço para o regime político mais corrupto da história. Ele que viveu sempre ao lado de maganos e magnatas, donos e sócios do lupanar republicano do Regime Lula, o que sabe de povão.

  2. O povão não foi, mas o motivo é simples, a descrença nas instituições, não acreditam que Dilma Rousseff sofrerá com o impeachment e nem será , pois a conversa com o ministro do STF em Portugal, as conversas com Renan Calheiros, etc…, tudo isto desestimula a presença do povão, mas o descontentamento é grande, principalmente que não estão vendo os benefícios tanto prometidos nas eleições.

    • Eu realmente, ando enojada desses politicos! Descrente também de qualquer limpeza no Brasil. Todos farinha do mesmo saco! Dá náuseas ! Esperar o que de um Renan amiguinho agora de Janot que tem interesses na recondução do cargo, e agora depende do Senado!Teria que começar do zero para consertar este Brasil!

  3. O Chagas é paranormal. Conseguiu verificar com precisão cirúrgica a carteira de trabalho das mais de 800 mil pessoas que foram às ruas. Nenhuma delas trabalha em fábricas. Incrível…

  4. Sei lá, o sr. Carlos Chagas verificou ‘in loco’ e saiu perguntando quem era e quem não era favelado?
    E mesmo se não tivesse povão ou favelado, e daí? Ontem mais de 1 milhão de pessoas foram às ruas em todo o Brasil para protestar e esse senhor me sai, novamente, com essa cantilena de que não era povão?
    Mas nem a blosta está mais com esse discurso.
    Mais um.

  5. Engraçado, eu sempre achei que fazia parte do povo brasileiro, até porque, nasci aqui neste bananal tropical,
    pois agora o Chagas vem dizer que “povo”, só é favelado, maloqueiro, beneficiários das esmolas do governo
    e outros despossuídos.
    Ora seu Chagas, tanto quanto o senhor, eu também me considero BRASUCA, mesmo sendo um reles aposentado, que faz malabarismos para viver.

  6. Carlos Chagas com todo respeito que você merece, Queria que me ensinasse como distinguir em uma multidão que é classe média, operário ou favelado.

  7. Respeitosamente, detesto e considero altamente condenável a separação que fazem entre os que frequentam as passeatas e, imaginariamente, os que não foram são denominados como “povão”.
    Como se o “povão” fosse mais importante que o povo em geral ou uma categoria acima dos cidadãos brasileiros, cujas manifestações não teriam sentido sem a presença do tal “povão”.
    Ora, as pessoas que foram às ruas protestar contra esse governo corrupto e desonesto fazem parte do povo, elas são o povo, a massa anônima que move este País, independente de o articulista entendê-la como não sendo do “povão”, mas é ela quem trabalha e sustenta esta Nação!
    Por outro lado, “povão”, seria o quê?
    A bem da verdade, o “povão” anda mal das pernas: desempregado, endividado, uma violência desmedida a cada dia, aumentos em números de homicídios que suplantam mortos em muitas revoluções mundo afora, o tal “povão” que, em tese e na opinião do jornalista seria o fiel da balança, encontra-se desprestigiado.
    Não admito este tipo de divisão entre uma pessoa supostamente da classe média – apesar de não haver como identificá-la porque não havia crachás escrito “povão” nos frequentadores – e outra de classe “inferior”, como se esta última tivesse mais importância que à anterior ou que o seu voto valesse por dois!
    Ora, se fosse assim, o “povão” teria mesmo de ficar em casa porque é o responsável maior pela eleição desse governo;
    Deveria ter vergonha de se expor porque recebe benefícios do governo (nossos, na verdade) e não trabalha, não estuda, fica somente trazendo filhos para este mundo sem poder sustentá-los, mas garantem trocados a mais pelo Bolsa Família, medida que o condenou à miséria sem se dar conta que é manipulado, iludido, usado e explorado.
    Nessas alturas, o tal “povão” deve somente assistir e aplaudir movimentos autênticos de cidadania, de independência desse governo de bandidos, de assaltantes do erário, ladrões de estatais, pois não tem a devida condição de analisar os males que tem sido vítima, o quanto é explorado, usado e roubado, diante do seu analfabetismo e extrema dificuldade de entender os fatos lhe colocam alheio às questões políticas, sociais e econômicas.
    Não aceito que o jornalista queira tirar a legitimidade do movimento de ontem porque na sua ótica – e profundamente obtusa – o “povão” não compareceu!
    Ora, Chagas não esteve presente em todas as cidades brasileiras onde aconteceram as manifestações contra Dilma, Lula e PT, então desconhece e omite um tanto irresponsavelmente que não havia gente de vila, das favelas, dos morros e das comunidades nas localidades que não esteve presente, e agravando essa discriminação porque “povão” significa ser fedorento e maltrapilho, na sua concepção.
    Por favor, Chagas, escreveste um artigo absolutamente falso, irreal, inócuo, pois na razão direta que este texto não quer dizer absolutamente nada com referência ao que o povo transmitiu ontem, respeitosamente não representas o “povão”, pois andas de terno, tens um bom emprego, ganhas bem, a tua classe social está muito acima da maioria do povo brasileiro e absolutamente inalcançável pelo “povão”, o teu texto é uma excrescência à lógica, à sociedade, que se notabiliza e se diferencia não pela roupa ou cheiro, mas pela sua posição política, participação, interesse pela Pátria e pelos rumos do País, e não ficar somente à espera de benefícios sociais e votar como obrigação e agradecimento pelo “ajutório” mensal, então sai de casa para se dirigir à seção e votar no candidato que lhe mandaram!
    Ainda bem que o teu “povão” não estava presente, Chagas, pois talvez pensasse que o carnaval tivesse começado mais cedo, menos entender que se quer o bem para este Brasil e, o quanto antes, melhor, isto é, com Dilma, Lula e o PT, fora do poder imediatamente!

    • Bendl, existem diversos fatores para que muitos trabalhadores pobres, que recebem um salário
      de miséria deixassem de comparecer as manifestações que eram .localizadas distante de suas
      residências, levariam horas para ir ao local das manifestações e voltar, teriam um gasto com passagens,
      que hoje devora grande parte do salário, outros não foram por não entender a importância das manifestações, todavia, no meio de uma multidão não dá para distinguir quem é quem.

  8. Sr. Calos Chagas: neste artigo o Sr. pisou na bola.
    Querer medir a quantidade do povão ( aqueles que vivem em barracos e debaixo de viadutos) é demais.
    É a mesma coisa como estas pesquisas do Datafolha, sobre quantidade de pessoas em uma manifestação.
    Eu, como professor de matemática, ainda não encontrei nem uma explicação lógica para essas pesquisas.Gostaria que, se tiver entre os comentaristas deste blog, alguém mais capacitado do que no ofício, me explicasse como é feito essas pesquisas.

    Ah, o teu livro, com certeza, fará parte da minha pequena biblioteca.E o livro do Puggina também.

    Grande abraço.

  9. Fico me perguntando se ao menos o jornalista prestou atenção ou se sentou e reescreveu um texto já publicado, aqui mesmo, referente a outro protesto. Muito sem noção!

  10. É razoável deduzir que os manifestantes de ontem (16/8) não sejam os mesmos que foram às ruas nas duas manifestações anteriores (15/3 e 12/4), todas contra o governo Dilma. Aqueles fizeram a sua parte e disseram o que precisavam dizer e desabafar. É plausível admitir que não retornariam ontem mais uma vez às ruas. Agora, apareceu gente nova. Cabe aqui empregar aquela máxima: “uma é pouco, duas é bom, três é demais”. Ontem, chegou o momento daqueles que não participaram das duas primeiras manifestações, que apesar de ter sido em menor número, foi mais contundente e veemente contra a corrupção, contra Dilma e contra Lula.

    Mas há um dado curioso e enigmático, que foge da coincidência e que por isso precisa ser levado em conta: levantamento publicado na edição de hoje do Globo, aponta, em números tidos por exatos, que em 15/3 foram às ruas 2,4 milhões manifestantes; em 12/4 ,701 mil e ontem, 16/8, 879 mil. Somando as multidões nas três manifestações encontraremos o total de 3.980 milhões de pessoas. O cálculo é aritmético:

    2.400.00 + 701.000 + 879.000 = 3.980.000

    Agora vejamos a votação que tiveram Dilma e Aécio no 2º turno das eleições de 2014. Segundo o TSE, Dilma foi eleita com 54.501.118 votos e Aécio obteve 51.041.155 votos. O cálculo igualmente é aritmético para mostrar que a diferença foi de 3.459.963 votos:

    54.501.118 – 51.041.155 = 3.459.963 votos.

    Como se vê, é muito mais do que simples coincidência que a soma de 3 milhões de pessoas que compareceram nas três manifestações de rua contra o governo Dilma seja, praticamente, a mesma diferença dos 3 milhões de votos que reelegeu Dilma presidente e que agora nela não votariam mais.Significa dizer que hoje Dilma não seria eleita. Sim, é uma hipótese, uma tese, a de que os manifestantes presentes nas ruas ontem sejam os eleitores que foram às urnas no 2º turno de 2014 e votaram em Dilma e que passaram a estar descontentes com o seu governo. Estamos diante de um quadro, talvez despercebido pelos cientistas políticos e sociólogos, que merece exame, estudo e reflexão. Coincidência mesmo é que não parece ser. Este raciocínio e amostragem pertencem à Tribuna da Internet, mas é certo que seu editor e o próprio articulista que o expõe não se opõem, minimamente, que seja divulgado e explicado por outros órgãos e meios de comunicação. De início, com a palavra nossos comentaristas…Para simplicificar: numa eleição para síndico, 11 condôminos votam e 2 são os candidatos. O síndico é eleito com 7 votos e o outro fica com 4. O síndico assume, administra muito mal e dos 11 condôminos, agora 7 são contra o síndico, . Diante deste quadro o síndico não seria mais eleito.

  11. Manifestação pífia, menos de 0,5% da população brasileira. Concordo com o Chagas, no sentido lato, histórico da palavra, a patuleia lá não estava. Se depender das ruas, Dilma pode ficar tranquila, governara até o último dia de seu mandato.

    • O obtuso que não sabe matemática. Oitenta e cinco porcento da população desaprova a Dilma então estiveram lá apenas uma parcela dos 170 milhões que querem a Dilma, o Lulla e a maioria dos petistas na cadeia. Se fosse uma pessoa ou os 170 milhões pouco importa. O FIM chegou e é apenas uma questão de tempo para encerrar este capítulo. Nós não pegamos em armas e nem matamos inocentes como a Dilma fez e como o PT pretende fazer.
      Melhor uma coxinha honesta do que um Petista bandido.

  12. O jornalista poderia me indicar onde retiro minha certidão de “não povo”? Estive em todas a manifestações e estarei em quantas se convoquem. Como brasileira, já que povo não sou.

  13. Como que comprovando a matéria postada há pouco “Sem propinas de empresa, pt faz campanha para arrecadação”, apareceram apenas 2 mav aqui.
    Há coisa de 2 meses teria aparecido uma “rempa” (linguagem do “povão” de antigamente) aqui.
    Tá acabando a grana mesmo.

  14. Então tá certo, Chagas: o “povão” agora foi substituído pela “odiosa” classe média, que determina a opinião pública e publicada. Mas você não acha bem melhor que a coisa seja assim, em vez desse próprio “povão” ser manipulado pelos ladrões que eles mesmos elegeram?

    Aliás, estou como Bendl e chamar brasileiros como nós de “povão” é o cacete! É deboche, é preconceito!

    E estou também com o comentarista Balonequer quando diz que “precisamos de saneamento basico, inclusive na politica, nas ideias, nas posturas e na economia”, e acrescento: no jornalismo podre também!

  15. O Chagas anda se perdendo nas curvas ultimamente, parece estar meio baratinado. Perfeitos os comentários da maioria dos colegas. Engraçado é o pessoal da igualdade querendo fazer distinção sobre quem é mais povo, quem é mais brasileiro. Lamentável o profundo preconceito. As manifestações mais celebradas pela esquerda no passado foram todas realizadas pela classe média. Sobre a quantidade ser maior ou menor que a manifestação de março e a de abril: como se isso importasse! Em apenas oito meses de governo, ocorreram as três maiores manifestações populares que o país já presenciou, isso que somos pouco afeitos a protestar efetivamente.

  16. XEQUE-MATE – Na Avenida Paulista pela estimativa da Folha de S. Paulo compareceram 135 mil nas manifestações deste domingo (16/8), enquanto os organizadores andaram falando em 1,5 milhão.

    Se os números importam eu aponto uma conta bem menor pra pensar. O país continua assim: Dilma Rousseff na Presidência da República; Eduardo Cunha na Câmara dos Deputados e Renan Calheiros no Senado Federal, ambos implicados no ‘Petrolão’. No entorno deles em definições cruciais, como num jogo de xadrez, não mais do que dois ou três.

    Estão encurralando a dama…

  17. “De que o governo Dilma é um desastre, ninguém duvida.” Mas fazer coro fora PT, para colocar o PSDB é uma piada de mau gosto. Ou então perdeu-se o juízo. Pra ser sincero, não vejo ninguém até o momento capaz de levar o nosso País ao desenvolvimento seguro, o que temos é meia dúzia de pistoleiro esperando a hora exata para puxar o gatilho e assaltar os cofres públicos. São os vendilhões da Nação. É necessário que os maus políticos ou outro funcionário qualquer que faça mau uso do erário público, seja punido exemplarmente. Enquanto isso não acontecer em nosso País, o que iremos ouvir será sempre as mesmas coisas: os impostos, que já estão pela hora da morte, descendo pelo ralo da corrupção.

    • Concordo, mas sugiro tirar o corrupto que está no poder. Se outro corrupto assumir, começamos tudo de novo! E assim vamos fazendo nossa parte. Aceitar e calar, nunca!

  18. O que é ser bem vestido nos tempos em que a moda se popularizou? Onde muitas pessoas gastam em um celular o que não ganham no mês? Realmente, é fácil distinguir o povão, claro que sim!

    Essa ideia é simplesmente uma distinção medíocre que estão inventando para jogar o menos esclarecido contra as pessoas que tem uma condição melhor, a classe média contemporânea é diferente da de ontem, ela é trabalhadora e esforçada, ela é mais povão do que qualquer outra classe brasileira, hoje ela também mora em periferias e anda coletivo.

    Abre o olho!

  19. Eu ganho dez mil reais por mes, somados meus tres empregos, minha falta de vida e de sono, mas dependo do emprego, do salario e da força de trabalho. Jamais fui ou serei classe media. Sou classe F de consumo. Sou e sempre serei povao.

  20. Chagas eu não vou seguir a manada. Acho que você tem razão. Povo é povo qualquer que seja sua posição social. Mas um movimento é diferente. Ali estão pessoas com uma finalidade. No caso de São Paulo eu vi sim pessoas que pelas caracteristicas seriam da média e média-baixa. As pessoas que retratamos como povão são as de classe baixa. Tanto faz dizerem que todos somos povo. E o Carlos dizer que o povão não foi. Eu dei uma olhada na TV Globo quando passava pela av. paulista e vi uma manifestação bonita de gente bonita saudável, lógico que a maioria não era da classe baixa. Vi até uns rapases bem nutridos e um gordo como um suino batendo panelas. Isso nã invalida nada. Tanto vale para um lado como para outro. O resto é choro. Por falar em choro. Como é feio chorar.

  21. Não é só um movimento de manada. É a análise de uma mancada. Como se o nível de exigencia, teoricamente mas baixo, de um grupo justificasse a ma qualidade de um serviço (pelo qual, inclusive, pagam muito mais caro proporcionalmente à sua renda).

    Muito alem da mera definiçao tributaria de taxas e impostos (sem contrapartida ou especificidade e divisibilidade) e contribuiçoes, todos pagamos caro demais e a repercussao economica sempre termina nas costas dos mais fracos.

    Nao ha uma divergencia de classes. Todos precisam da demanda, da defesa do mercado interno, da eficiencia e da responsabilidade e eficiencia na gestao dos recursos publicos. Alias, como ja destacaram muitos ilustres comentaristas, nos falta oferta, falta concorrencia, falta competitividade, falta uma oposiçao minimamente competente.

    Escassez de oferta, falta de concorrencia e competitividade e baixa qualidade de produtos, serviços e representaçao politica causam revolta em todos. Desde os que protestam na orla ate os que protestam sobre os trilhos dos trens. Os conjuntos em questao nao sao disjuntos e ha um significativo percentual de interseçao entre eles.

  22. Que péssimo artigo de Carlos Chagas!!! Quanta gente simples naquela manifestação. A cada dia tenho menos vontade de abrir esse site. Parece comprado pelo PT. Abra os olhos!!

  23. A participaçao do sequelado narcótico e da múmia criogenica nos protestos foi a parte mais oportunista.

    Deus nos livre dessa “oposiçao” falsificada. Seu passado-presente-futuro não é digno de confiança e representa o desespero dos decepcionados. Entreguistas e incompetentes. Produto de oposiçao morde e assopra, sem carater ou capacidade de se distinguir. Pior do que importados por descaminhos made in China via Paraguai.

    Siglas partidarias de quadrilhas integradas e a serviço de uma mesma facão ganhadora. Permanente na historia de ilusoes da falsa e sequestrada republica.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *