O programa eleitoral do PMDB, misturado com PT e PRB, parece comédia dos irmãos Marx.

Non sense total. Primeiro, entrou Lula pedindo votos para Lindberg Farias, do PT. Termina com o ex-líder dos caras-pintadas beijando a mão do presidente. Muito ridículo.

(Lembrei da foto batida por de Ibrahim Sued, focalizando o senador Otávio Mangabeira beijando a mão de Eisenhower, quando ele veio ao Brasil (em 1948), antes de ser presidente da República.)

Bem, logo em seguida volta Lula pedindo votos também para Marcelo Crivella, do PRB. A gravação mostrada é recente, feita no Palácio do Planalto, verifica-se pelos fatos observados e comentados por ambos.

Aí entra em cena cabralzinho, pedindo votos tanto para Lindberg quanto para Picciani. Na sequência, surge Dona Dilma defendendo a eleição de Lindberg. E os telespectadores já estavam perplexos com os impulsos em várias direções dentro do horário do PMDB, quando aparece Picciani, usando imagens de arquivo em que aparece ao lado de Lula e de Dilma, para dizer que “os dois me apóiam”.

Quem dirigiu o programa? Certamente alguém da Zorra Total.

***

PS – No espaço do DEM , pelo tom  de voz, César Maia já reconhece a derrota nas urnas.

PS2 – O programa do PMDB parece o poema de Carlos Drummond: “Lula amava Lindberg, que era amado por cabralzinho, que ama Picciani, enquanto Crivella era amado por Lula, mas não por cabralzinho”

PS3 – E César Maia, que não amava ninguém, também não era amado, mesmo numa urna.

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