O “propinotudo” do cabralzinho

Consumada a demissão do secretário da Fazenda, Joaquim Levy, o escândalo de antes, que produziu milhões em outras “administrações”, ganhou (?) o nome do título, tem caminho livre.

Levy volta para Washington, de onde não deveria ter saído. Assume Renato Augusto Zagalo Vilela dos Santos, um  nome enorme para que uma “fiscalização” que deve ser cada vez menor, e até inexistente.

Romero Jucá, “exemplo”?

Na votação do projeto ficha-lima, afirmou: “Não temos que votar ou deixar de votar, porque é para este ano. A prioridade é evitar que políticos corruptos conquistem mandatos”.

Ha!Ha!Ha! Jucá não disputará mais nada, nem se lembra do Ministério da Previdência e da contradição-coerência de ser “LÍDER” de FHC e de Lula?

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