O prosseguir da questão indígena

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Gelio Fregapani

1 – Acontecimentos no Mato Grosso do Sul  – 80 fazendas invadidas para forçar a ampliação e a demarcação de novas reservas indígenas. Ameaçam fazer novas invasões e os produtores rurais preparam-se para reagir. As divergências irredutíveis e a presença de forças reativas prenunciam um conflito que se sabe como começa mas não como terminará.

Nenhum outro país do mundo admitiria demarcações de quistos em regiões de fronteira, com o risco de independência destas áreas, muito menos onde o subsolo tem urânio, nióbio e outros minérios raros como no caso da Fronteira Norte. Causa perplexidade a obsessão governamental representado pelo indigno Ministro da Justiça em ampliar continuamente as áreas indígenas em detrimento dos não-índios, ignorando o direito da propriedade e prejudicando a produção e o desenvolvimento. Parece querer provocar uma revolução, pois é óbvio que haverá reação.

Certo, os produtores rurais preparam-se para reagir. Certamente ainda mais do que a integridade da Pátria estão defendendo o que é seu, mas todas as revoluções iniciam assim.

Podemos como exercício, pensar no futuro: É claro que algumas das próximas invasões serão rechaçadas com sangue. Certamente entrará em ação a Força Nacional de Segurança para garantir a integridade dos invasores, mas também encontrará resistência, e se esta for séria chegará a vez do Exército então não mais para ajudar as invasões pois sabem melhor do que os políticos que a questão indígena faz parte do plano anglo-americano de dividir o nosso País.

Se os fazendeiros forem inteligentes evitarão o choque com os índios, atacarão as sedes da Funai, do Cimi e das ONGs e castigarão seus membros. Se assim fizerem cortarão a cabeça do mal e pouparão muitas mortes de quem, no final das contas não passa de elemento de manobra do ambicioso estrangeiro.

2 – Mais uma expulsão de brasileiros 1.200 famílias com seis mil pessoas serão expulsas de São João do Caru, MA, para ampliação de uma reserva indígena destinada a 33 índios nômades do Pará. A ampliação, de 118 mil hectares, ocupará parte do município e áreas de mais três cidades. A maior parte das pessoas que vivem lá são pequenos produtores que praticam agricultura de subsistência. Naturalmente aumentarão o contingente de sem-terra.

3 – Dinheiro mal empregado O Governo anuncia que deverá comprar fazendas para ampliar as reservas indígenas. Que burrada geopolítica. Pode até diminuir a resistência dos produtores rurais, mas prejudicará a produção e incentivará cada vez mais novas invasões. Nós é que pagaremos.

4 – Hora de reformular – É urgente definir várias questões sobre nossos índios. Todos os analistas, todos os militares e todos que prestam atenção aos problemas nacionais sabem de sobra que as principais potências do Ocidente estão usando os índios como peça de manobra para dividir o nosso território. Que visam a posse dos preciosos minérios do subsolo e também eliminar a concorrência na agropecuária.

Sabem que as ONGs devidamente subsidiadas conseguem fazer o que nem a CIA e o M-5 ousariam, dentro de uma guerra de 4ª Geração a qual o nosso povo só agora começa a perceber. A maior parte de nossos patrícios indígenas já é aculturada e a miscigenação é uma realidade. São brasileiros, mas as ONGs agem como se fossem um povo dominado que deve ser libertado.

Como considerá-los selvagens, que necessitam de grandes extensões de terra para caçar e pescar? A experiência demonstra que eles são manipulados por alienígenas, com interesses espúrios, objetivando tirá-los do Brasil só uma reformulação da política indigenista nos salvará dos conflitos que tendem a evoluir para uma Guerra Civil.

9 thoughts on “O prosseguir da questão indígena

  1. Carlos Newton,

    como sempre, o BRASILEIRO – com todas as letras maiúsculas – Gelio Fregapani tem razão.

    Apenas uma REPUBLIQUETA CHINFRIM coloca sob a tutela de uma FUNDAÇÃO o seu espaço territorial.

    Todos sabemos que FUNDAÇÃO É UMA ENTIDADE DE DIREITO PRIVADO que possui a característica de ser pessoa jurídica composta pela organização de um patrimônio mas que não tem proprietário, nem titular, nem sócios. É uma instituição constituída por ata dotação patrimonial de terceiros. Enfim, é uma instituição que pode ser facilmente manipulada por interesses nebulosos e se transformar na casa
    da mãe Joana.

    No caso da FUNAI os sucessivos “governos” que passaram pelo Brasil após os militares – todos, sem exceção – foram omissos com relação a atuação desta FUNDAÇÃO, volto a frisar, uma ENTIDADE DE DIREITO PRIVADO.

    Peço vênia para transcrever a parte do RELATÓRIO DA LOJA MAÇÔNICA DOUS DE DEZEMBRO que foi encaminhado às autoridades em 2006:

    “- como objetivo prioritário a estratégia de ação do Estado brasileiro na Amazônia deve ser a defesa da integridade das fronteiras e a preservação plena do território nacional, sem o que tudo o mais que for proposto não será possível, serão quimeras lançadas ao lixo;

    – por desvio de sua finalidade original, promovendo o “apartheid” dos índios (confinamento) em vez da integração – e por sua ação atual também se caracterizar por colocar em risco a integridade das fronteiras e a preservação plena do território nacional – SEJA EXTINTA A FUNAI – FUNDAÇÃO NACIONAL DO ÍNDIO, órgão que teve sua origem no antigo SPI-SERVIÇO DE PROTEÇÃO AOS ÍNDIOS, criado por Getúlio Vargas na década iniciada em 1930, tendo como idealizador o Marechal Cândido Rondon – filho de índia; neto de índios – cuja filosofia era “integrar os indígenas à civilização brasileira, bem como proteger os ainda em estado selvagem para posterior integração”, missão que era bem exercida pelas forças armadas e pelos “sertanistas”. Sempre foi a tradicional e secular política do Brasil a da integração dos índios na Sociedade brasileira. Nos tempos recentes, a FUNAI prostituiu completamente a filosofia do Brasil e do órgão ao qual sucedeu, dando inconfundíveis e contumazes provas de que não quer integrar os índios à civilização brasileira e muito menos promover a evolução social dos mesmos. A ação da FUNAI tem sido claríssima no sentido de condenar os silvícolas a serem mantidos eternamente selvagens, vivendo na idade da pedra. A FUNAI tem dado cabais provas de que se aliou aos estrangeiros, importou e está aplicando no Brasil – descaradamente, nas nossas e também nas bochechas das omissas autoridades brasileiras – a nefasta política do confinamento (sociologicamente, igual ao “apartheid” aplicado na Africa do Sul pelos europeus; difere das “reservas” aplicadas pelos Estados Unidos aos índios americanos pelo único fator de no Brasil as terras serem ricas) completamente antagônica a tradicional política brasileira da integração, aos interesses e ideais do Brasil e do Marechal Cândido Rondon. A essa nefasta e imoral atuação a FUNAI denominada cinicamente de “preservar a cultura indígena”, apartando e isolando o índio em imensos espaços territoriais (“reservas”), despudorada e ofensivamente situadas sobre ricas províncias minerais já detectadas pelas nações desenvolvidas e/ou na faixa de fronteira, onde o contato com os índios só é aceito e estimulado pela FUNAI com os estrangeiros, com estranhos “missionários” e com membros das inúmeras ONGs, cujos interesses, definitiva e certamente, não são os do Brasil e da sociedade brasileira. É inconfundível que as “reservas” demarcadas pela FUNAI, face aos tamanhos e as localizações das mesmas, não são reservas ocupadas e onde vivem realmente os índios e sim “reservas” das riquezas da Amazônia para serem apropriadas dentro de algum tempo pelos estrangeiros. A FUNAI deve ser extinta por ser um órgão que dissimula suas atividades, por ser um órgão que traiu os objetivos de sua criação, por ser um órgão que divide o Brasil, por ser um órgão que traiu e trai continuamente os interesses brasileiros. Um órgão nocivo ao Brasil, ao serviço de interesses antagônicos ao Brasil. Se a FUNAI existisse no século XVII, Pedro Teixeira jamais teria conseguido os 1.200 índios para formar a expedição que resultou no domínio e posse da Amazônia para os brasileiros; certamente esses índios estariam confinados em uma “reserva” onde só poderiam manter contato com “missionários” e representantes de ONGs que não falassem o idioma português, e sim o inglês, o francês, o alemão ou outra qualquer língua das nações que estivessem preparando e bancando financeiramente a mutilação territorial do Brasil.

    Em face das razões expostas, é de importância vital que toda a Sociedade brasileira – com exceção daqueles que já se encontram vendidos aos interesses internacionais na região – seja mobilizada e ouvida, principalmente as Forças Armadas e outras instituições que sempre tiveram e têm o compromisso de manter a integridade territorial do Brasil e suas riquezas para o bem-estar desta e das futuras gerações de brasileiros, como, por exemplo, a Escola Superior de Guerra e a Maçonaria, aliados naturais na batalha que já se iniciou. (*)

    É esta a posição da Loja Maçônica Dous de Dezembro.

    Rio de Janeiro/RJ, 28 de setembro de 2006.

    Loja Maçônica Dous de Dezembro”

    Como é facílimo de se constatar, só não defende o Brasil quem é péssimo brasileiro,
    o que não é o caso de Gelio Fregapani nem dos membros da Loja Maçônica Dous de Dezembro. E, acredito, que não é o caso da maior parte dos brasileiros, vítimas de verdadeiro bombardeio de informações falsas sobre a situação.

    Venerável-Mestre

  2. CONCORDO COM A LOJA MAÇONICA DOUS DE DEZEMBRO.
    É UM PLANO ANGLO AMERICANO PARA DIVIDIR O PAÍS
    OS INGLÊSES DIVIDIRAM OS ARABES E ESTAMOS VENDO O RESULTADO. OS AMERICANOS AUMENTARAM SEU TERRITÓRIO QUE INICIALMENTE ERA DE 13 COLÔNIAS e ROUBARAM AS TERRAS DO MÉXICO E DA ESPANHA. VIVEM OCUPANDO OUTRAS NAÇÕES PARA ENFRAQUECE-LAS E DOMINA-LAS.

  3. Caro Jornalista,

    “A PUREZA IDEALIZADA DO ÍNDIO PRECISA SER REVISTA”

    O romance “Selva! Amazônia Confidencial” é uma ficção do escritor João Celso Toledo Hungaro. Conta uma história envolvente de garimpo ilegal, picaretagem internacional e grandes amores. O cenário é a Amazônia brasileira, que ele conhece bem. João Celso, que assina como J.C. Toledo Hungaro, trabalhou no garimpo. Através da trama aparentemente inverossímil, ele apresenta um pouco do que conhece das riquezas, das belezas, dos mistérios e dos problemas da região. Sem ingenuidades nem estereótipos. É o que ele conta nesta entrevista.

    ÉPOCA: De onde vem sua experiência na Amazônia?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Eu tinha 14 anos, logo que concluí o então chamado curso ginasial, no final da década de 50, quando fugi da casa dos meus pais por pura impaciência. Embarquei no primeiro ônibus que saía de uma agência do centro velho de São Paulo (a cidade de São Paulo não tinha nenhum terminal rodoviário ainda!). Parti para uma viagem de vinte e quatro horas até o ponto final, Brusque, em Santa Catarina. De lá segui naturalmente a onda da ocupação da Amazônia pelos sulistas (os mesmos que estão sendo hoje expulsos), descendentes dos colonizadores europeus que seguiam em ônibus e caminhões até onde havia qualquer simulacro de estrada. Depois, de barcos pelos rios e aberturas de caminhos à base de enxada e facão. Na selva sobrevivi e trabalhei. Os garimpos surgiram naturalmente durante o processo de ocupação. Aí vieram as corridas do ouro, do diamante, da esmeralda nas fronteiras ao norte, além de metais estratégicos, como se sabe. O sucesso do agronegócio na Amazônia vem daí, desta colonização. O ouro e demais commodities enlaçaram-se com o sistema financeiro internacional através dos compradores indianos, chineses, canadenses e europeus. Daí a sofisticação empresarial e social desta Amazônia desconhecida.
    O menininho meio índio saltando de barracos em palafitas, cortadores de árvores e extrativistas de látex são as imagens estereotipadas pela grande mídia.
    Relevância zero no contexto real.

    ÉPOCA: O que é realidade e o que é ficção na trama?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Toda a ambientação de fundo está embasada em acontecimentos reais que partiram da minha experiência pessoal, de situações que testemunhei e de outras que ouvi pelas minhas andanças pela Amazônia. No entanto, todos os personagens, as referências geográficas e temporais dos fatos citados na narrativa são ficcionais.

    ÉPOCA: Você se baseou em algum caso real?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Em muitos casos reais, ocorridos no cotidiano da Amazônia. Além de lendas da região e do mercado, que também foram incorporadas à narrativa.

    ÉPOCA: O que a sua vida no garimpo ensinou?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Ensinou-me, mais que tudo, a autodisciplina como fator de sobrevivência; a perceber o outro, o diverso, as situações novas e adaptar-me a elas imediatamente. E a despir-me de qualquer preconceito social ou religioso, tornar-me agnóstico, o que um dia alguém que conheço chamou de “ateu cauteloso”.

    ÉPOCA: Uma obra de ficção inspirada nos problemas da região pode ajudar a explicar a dinâmica da ocupação e da exploração da Amazônia?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Quando acabei o livro percebi que este era o tema central. Estou certo de que a obra conta a história dos polacos vindos dos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Descendentes das colônias alemãs, austríacas, ucranianas, italianas, suíças, polonesas, etc. Todos polacos para os povos amazônidas. Novos bandeirantes que constroem um Brasil maior, a potência que já é. Quanto às “classificadoras de risco”, “ONGs preservacionistas”, “missões religiosas”, faço várias breves menções ao longo da narrativa e, de certa forma, essas considerações também ajudam a explicar essa ocupação e exploração da floresta.

    ÉPOCA: Você acha que a região está ficando mais ordenada?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: As novas cidades da região amazônica estão consolidadas social e economicamente. A atividade privada investe muito na melhoria do equipamento urbano e pressiona os políticos para acompanhá-los na infraestrutura. Muitos prefeitos são grandes empresários nestas cidades. Aí funciona. Eles não querem passar vergonha no clube de pesca.

    ÉPOCA: Qual seria a melhor forma de acabar com o garimpo ilegal?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Conceder licença às empresas de mineração com reconhecida capacidade, sem permitir a chantagem exercida por agentes dos órgãos regionais envolvidos, como acontece nos dias atuais. Modificando o sistema de permissão de uso do subsolo por pessoas que não são donos da terra e não têm vinculação nenhuma com o negócio. Registrar as áreas no Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) através de mapas e arranjos legais, exercendo severa e honesta vigilância com o cumprimento das normas ambientais.
    Mas eu não creio que isto um dia possa acontecer.
    É uma ilusão.

    ÉPOCA: Faz sentido proibir empresas legalizadas de explorar recursos minerais em terras indígenas enquanto o garimpo ilegal continua nessas áreas?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Não, em absoluto. É prioritário o controle das imensas áreas indígenas por autoridades federais capacitadas e com poder efetivo. Autorizar mineradoras profissionais capazes e ambientalmente responsáveis será uma questão até de segurança nacional.
    Enfatizo que O GARIMPO ILEGAL FUNCIONA SEMPRE COM A COOPTAÇÃO DO ÍNDIO LOCAL, JAMAIS À REVELIA DESTE. FUNCIONARÁ SEMPRE COM SUA CUMPLICIDADE.
    A pureza idealizada do índio precisa ser revista.
    O próprio conceito de quem é índio e quem não é precisa ser reavaliado com transparência e realismo, de indivíduo a indivíduo. Devemos remover o romantismo oitocentista do nosso olhar com relação à Amazônia e realizar uma ocupação científica dotada de prevenção ambiental racional, desapaixonada e ciente de que estamos tratando de 50% do território da nação.

    ÉPOCA: Existe alguma forma de conter a exploração predatória dos recursos naturais em um território tão grande e pouco fiscalizado?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Enquanto for pouco e mal fiscalizado, absolutamente não.

    ÉPOCA: Devemos temer interesses internacionais na nossa Amazônia?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Algumas expressões ditas por aí como verdade, como “a Amazônia é o pulmão do mundo”, “se cortar uma árvore, nunca mais cresce nada ali”, “patrimônio do planeta”, “só chove porque tem árvores”, definitivamente não foram inventadas por brasileiros. Acho que é fundamental estarmos atentos a esses interesses, sim. O problema é que alguns idiotas (úteis) nacionais ajudam em muito neste golpe.
    Proponho algumas reflexões sobre isso:
    a) A estrada transamazônica foi construída com máquinas pesadas que removeram todo o húmus acumulado por milênios para chegar à terra firme e vermelha. Compactaram esta terra para suportar o trânsito de grandes caminhões de carga pesada. Pois bem: passados menos de três anos, nos trechos pouco usados, a floresta retomou o espaço, fez desaparecer a estrada e incorporou árvores de grande porte no leito raspado e compactado.
    b) Milhões de árvores são derrubadas anualmente por… cupins. Assim que tombam, dezesseis mudas ao seu redor vão disputar o espaço para se alimentar de luz. Uma ou duas alcançarão a altura de sessenta metros. A tal da fotossíntese…
    c) A Malásia e o interior do estado de São Paulo produzem muitíssimo mais látex de qualidade superior, sem a menor queima, por coagulação induzida, do que meia dúzia de loucos politicamente corretos caminhando na mata e queimando rolos de látex no fogo.
    d) A floresta existe porque chove; não chove porque a floresta existe. São fatores climáticos globais que fazem da região uma das mais úmidas do planeta. Ou seja, será sempre uma floresta renovada, se explorada com inteligência e método. É só uma questão de capacidade tecnológica, transparência e honestidade.
    Eu entregaria tudo à Embrapa, com dinheiro e poder de polícia. Já disse em uma conferência, inclusive, que um país que tem a Embrapa não precisa de bombas atômicas para mandar no planeta.

    ÉPOCA: Você pretende escrever mais ficção ambientada na região?
    J.C. TOLEDO HUNGARO: Ainda não sei. Estou terminando dois outros livros que de certa maneira estão ligados à Amazônia. Conheci o sistema financeiro e comercial internacional através do garimpo. A selva do hemisfério norte é bem mais incivilizada e implacável. Mas usa gravata e tem bem menos arvores.
    Só isso.

    Entrevista concedida a Alexandre Mansur, da revista ÉPOCA.

  4. Gelio é suspeito. Apoiou o grileiro-arrozeiro Paulo Cesar Quartieiro que, com documentos forjados queria apossar-se de terras da Reserva Raposa Serra do Sol. Terra que desde o ano de 1912 o coronel na época, Cândido Mariano Rondon, tinha junto com o Estado do Amazonas pela lei estadual 910, reservado para os macuxis, igaricós e ipixunas, por terem estes lhe ajudado na demarcação das fronteiras. Isso está na história. “Quanto aos maçons é de pasmar, que uma “sociedade secreta” que vem dos escombros da idade média com “idéias e desígnos obscuros”, durante séculos, uma hora ao lado dos reis outra ao da igreja, se arvore a dar palpites querendo rasgar nossa Constituição. Vocês todos deviam estar na Comissão da Verdade para explicar a morte de milhares de índios de 1964 até agora. Gelio nunca “tugiu nem mugiu” sobre as terras de Blairo Maggi senador de Mato Gosso que chegam ao tamanho da Belgica. Gelio não fala porque também tem dupla nacionalidade é “uriundi”. Todos os italianos e descendentes sempre vivem com saudade de, Lucci Luciano e Benito Mussolini.

  5. Li o que todos escreveram.
    Merece realce, por representar a verdade, Francisco Vieira, de Brasília/DF.
    Muita gente esquece que Rondon era MILITAR E MESTIÇO. E que buscou durante toda sua vida a integração racial no Brasil.
    O que ocorreu em Roraima não foi isso, e sim uma verdadeira separação territorial-racial no Brasil.
    E muito mais fatos estão ocorrendo no Brasil objetivando a consolidação do racismo no país. Tudo, objetivando votos e perpetuação do poder. Com essa semeadura, não é difícil prever o que será colhido.

  6. Em reunião hoje , o conselho de segurança da ONU atendendo aos apelos das NAÇÕES indígenas ,que vivem na Amazônia,declarou estas sobre proteção dos capacetes azuis,as forças armadas e o governo brasileiro não poderão interferir nestes territórios ,que agora são considerados livres da opressão do povo brasileiro .Parece impossível mas é o que vai acontecer se essas demarcações criminosas não pararem de acontecer,nenhuma tribo”corocócó” reivindica terras lá na CAATINGA ,basta se declarar “indio”ou descendente ,e tome terras ,mesmo que para isso se atropele a unidade e a soberania desse país,Interessa á alguma ONG ,REIVINDICAR CASA ,SAÚDE E EDUCAÇÃO?claro que não ,não é essa parte do sub-solo que lhes interessa.

  7. É necessário perguntar aos índios o que ele querem, se for muita terra com florestas e rios, é fácil de
    resolver, o interior do Amazonas, seria um paraíso para os índios. Na verdade, o problema não são
    os índios, são os que estão por trás deles. todo ser humano quer evoluir, ter acesso a modernidade e
    os índios não fogem a regra. O que os índios precisão, é de ajuda do governo, sem precisar intervir na sua cultura. Essa situação indígena, o acordo assinado na ONU no governo Lula, a área que forma a nação Ianomami, as transnacionais que dominam diversos setores de nossa economia, a dívida impagável e a corrupção vulgarizada, sem dúvida, é um problema de segurança nacional.

  8. Celso, você está certo, faço apenas uma observação: Cândido Mariano Rondon era descendete de Bororos e Terenas, foi dito por sua sobrinha indigenista em depoimento na antiga TVE.

  9. Quando falo que que os descendentes de italianos “uriundi”( com a exceção da regra), é verdade. Eles sempre pensam em Lucci Luciano um dos maiores mafiosos italianos, senão o maior. Querem praticar delitos, crimes, querem enriquecer e serem poderosos, matar, usar de violência sem respeito às leis. Quando pensam em Mussolini imaginam-se um líder fascista invadindo territórios, dizimando pessoas e apossando-se de riquezas.Veem em suas mentes Mussolini invadindo a Etiópia, saqueando matando. Acontece que o Brasil tem instituições consolidadas,mas, como muitos foram apoiadores da ditadura de 1964, inclusive maçons (Golbery era maçon), partiram para violência, grilagem e praticaram muitas atrocidades contra os índios, sem respeitarem os artigos 231/232 de nossa constituição. A “Comissão da Verdade é de mentirinha. Não fosse esses maus brasileiros estariam respondendo perante os tribunais os seus crimes pavorosos. O resto é conversa fiada, ambição e o desejo de esmagar os mais fracos. Imaginam a Amazônia como um grande pampa cheio de bovinos, caprinos e muares. O fim dessa gente é morrer de raiva ou praticar atentados e se explodirem. (conheço bem essa fauna; a mim eles não enganam).

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