O secretário de Justiça (em férias), o dossiê-boomerang, Mão Santa e a revista pombo-correio

Falei ontem que Tuma filho errou em sair de férias, apesar de se julgar garantido por um dossiê. Logo, logo, me disseram, “não há dossiê algum, só a credibilidade da família”. Não sei se era gozação, informação, deformação.

Exemplo e mais nada: o dossiê de Arruda jamais apareceu. Nada a ver com o dossiê  que a empresa “Marcello & Filhos” publicou sobre cabralzinho. Era tudo rigorosamente verdadeira, mas podem chamar de dossiê-boomerang.

Desprezado pelo PMDB, Mão Santa
faz sucesso num pequeno partido

Antigamente, senadores tinham legenda certa para a reeleição. Ex-governador e senador garantido, Mão Santa (ganhou o apelido por ser obstetra e fazer centenas de partos de graça) não teve legenda.

O PMDB, pressionado por Lula, não permitiu que o senador usasse a legenda de sempre, Então ele saiu, foi para um partido pequeno, lidera as pesquisas. Enquanto isso, preside e fala diariamente no Senado.

“Veja”, a revista que
virou pombo-correio

Estava encalhando tanto, que passei a chamá-la assim, o semanário que “vai, mas volta”. Agora esse slogan está ultrapassado, e não há como substituí-lo, pois estão voltando mais exemplares do que chegam.

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