O último filme do Tarantino, deveria ser exibido em Nuremberg

É lógico que não vou ao cinema “orientado” pelo bonequinho de O Globo. E na verdade, só depois de assistir o filme, já em casa, fui ver o que diziam. RF bate palmas de pé, logicamente entusiasmado. AM dorme. Se tivesse visto a crítica antes, dormiria mais cedo, como AM, pois além de monótono, cansativo.

Fracasso de público
também de bilheteria

O cinema totalmente vazio, consagração para AM, as poucas pessoas que encontrei, dormiam. Tarantino desperdiçou a notoriedade como cineasta e não conquistou a de historiador.

Por que duas horas
e 33 minutos?

Além de desvalorizar a reputação, se transformou num “cineasta que não faz cinema”. Parece estranho? E é, só que não recomendo tirarem as dúvidas indo ao cinema, isso seria injusto e injustificável.

E como explicar os 153 minutos gastos naquele acúmulo de mistificação, de violência sem sentido, de nada que de longe se pareça com cinema? Satisfação: Tarantino dividiu o filme em 5 partes diferentes, quem quiser pode ir ao cinema também por etapas.

Porque Nuremberg

O cineasta (?) desde o meio, (ou da terceira parte) deixa claro, que o filme terminará com um grande incêndio num cinema de Paris. É que nesse incêndio, morrerão Hitler, Goebbels, Goering, Borman, todos os chefes da SS, da Gestapo, não escapa ninguém.

Mas como o que acontece na realidade, no julgamento de Nuremberg, é exatamente o contrário, pergunta-se: por que “violentar” a História? Seria algum tipo de “mensagem”?

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