Obama, brilhantemente imita Roosevelt, com os mesmos 15 milhões de DESEMPREGADOS, joga no mercado 50 bilhões. Cria salário e consumo, confessa: “Temos 14 milhões e 800 mil desempregados, precisam de trabalho”.

Surpreendente lá mesmo nos EUA: lançamento de 50 BILHÕES DE DÓLARES, para criação de empregos. O grande estadista que governou por quase 4 mandatos, (morreu no início do quarto, deixando o Poder para o mediocríssimo Truman) assumiu com mais de 15 milhões de desempregados, consequência da crise provocada pela manipulação do mercado financeiro.

Roosevelt implantou o “New Deal”, um verdadeiro programa socialista, mas sem ditadura. Estatizou tudo, da água às ferrovias, dos serviços até os bancos, foi ele que mobilizou o país com o sistema de habitação, a construção de casas com a PENHORA do próprio imóvel.

(77 anos depois, o jovem Obama é atingido pela corrupção desse renovador e inovador sistema de moradia. Centenas de banquinhos, com a participação (oculta por elipse) dos grandes bancos, que explodiram tudo. Ávidos, gananciosos e voluptuosos pelo lucro fácil e volumoso, “emprestavam” a milhões de pessoas, que não tinham como pagar).

A esses “emprestadores” não interessava avaliar e verificar as garantias dos cidadãos, que só queriam conseguir ou conquistar a indispensável moradia.  Aos emprestadores, o alvo era a comissão recebida na hora e a BONIFICAÇÃO de fim de ano.

A grande meta de Roosevelt, solução (em 1933) para a derrubada do sistema financeiro, chegou a 2007, quando estava visível e praticamente garantida a eleição de um outro Roosevelt, negro, mais jovem, e com a preocupação dos desempregados. Dos problemas que afligem os países, todos são graves. Mas nenhum é tão grave, tão abrangente e destruidor quanto o DESEMPREGO.

Embora a diferença da população dos tempos de Roosevelt para os dias de Obama, esses desempregados ficam na mesma casa dos 15 milhões. Só que esses números eram apresentados em percentagem (lá na Matriz como aqui na Filial), agora se materializaram, Obama coloca em linguagem que qualquer um pode entender.

Para iludir e confundir os cidadãos, qualquer que seja a sua localização no mapa, “informam” rotineiramente de forma confusa e quase misteriosa. Comunicam: “O desemprego está em 7,8%”. Ou então: “Caiu um pouco o desemprego, de 9,7%, para 9,3%”. Isso é para ser calculado sobre a FORÇA DE TRABALHO DO PAÍS.

Mas quem sabe traduzir ou localizar o que é verdadeiramente o total dessa FORÇA DE TRABALHO? Lógico, os que dominam a FORÇA DO PODER, conhecem essa FORÇA DE TRABALHO. Mas preferem se comunicar através de asteriscos, de tracinhos e de outros recursos intraduzíveis. Obama inovou de várias formas, pode ser dito, de FORMA RARA depois de Roosevelt.

Obama informa corretamente ao povo americano, citando os desempregados em percentagem e em números. Fica assim, facilmente compreensível a palavra presidencial: “Estamos com 9,6% de desempregados, o que significa que 14 milhões e 800 mil pessoas não têm onde trabalhar”.

Portanto, não recebem salário nem produzem consumo. Qualquer que seja o tamanho do país e sua população, duas coisas estão acima de tudo, criam progresso, prosperidade e desenvolvimento: SALÁRIOS e CONSUMO.

O primeiro tem tudo a ver não só com prosperidade mais coletiva, mas também com dignidade individual. Quanto ao consumo, sem ele nenhum país se transforma em POTÊNCIA. O consumo interno é que movimenta a roda do desenvolvimento.

(Ia falar também da indispensável REFORMA AGRÁRIA, mas não quero provocar mais polêmica, logo depois da independência que nunca tivemos. Mas podemos deixar registrado. NENHUM PAÍS PROGREDIU, SE AFIRMOU, PROSPEROU, SEM REFORMA AGRÁRIA. E isso nada a ver com ideologia).

Já começam a falar, comentar e até acusar Obama de estar apresentando esse plano, pelo fato de ter que ENFRENTAR eleições gerais, dentro de 2 meses. E daí? Por causa da ELEIÇÃO GERAL, o presidente não pode governar, tem que ficar parado ou paralisado?

(O Brasil, estranha e espantosamente, é o único país do mundo ocidental, que faz a ELEIÇÃO GERAL, junto com a de presidente. Agora, menos de 1 mês, 130 milhões, por aí, votam para presidente e para todos os outros cargos, excluído apenas o preenchimento municipal).

Isso é um equívoco tremendo e colossal. Principalmente num país que caminha para uma população de 200 milhões, 130 milhões de eleitores (obrigatórios) e apenas dois candidatos. Nos outros países, o cidadão escolhe o presidente, uma responsabilidade e preocupação. Mais ou menos 2 anos depois, volta à urna para preencher os outros cargos, e não todos ao mesmo tempo.

***

PS – Obama diz que será tudo para infraestrutura, criação de empregos, desenvolvimento. O presidente dos EUA fala especificamente em PORTOS, FERROVIAS e AEROPORTOS. (Estradas são apenas complementares).

PS2 – Em 1894, quando Henry Ford lançou o primeiro automóvel, o país já estava cortado de ponta a ponta pelas ferrovias, passaram então a construir estradas.

PS3 – São 110 anos construindo estradas. Agora a preocupação maior é com AEROPORTOS, pela atualidade desse tipo de transporte.

PS4 – E cita nominalmente PORTOS, impressionado com a China e a Índia, que carregam a descarregam de 70 a 80 navios por dia. Um portento, não querem ficar longe.

PS5 – No Brasil, só estamos preocupados com estádios por causa do mundial de futebol, e a construção deles, que depois serão abandonados.

PS6 – E se estamos também falando em AEROPORTOS, é por medo da Fifa. Não é que estejamos com mais de 50 anos de atraso em matéria de transporte aéreo, não é o desgaste junto à população, abandonada em todos os lugares.

PS7 – Obama tem a preocupação com as necessidades do cidadão, lança dinheiro na praça. O mesmo que defendo há longos anos, para inverter a situação. Em vez da população trabalhar para os EXPLORADORES ELITISTAS, eles trabalhariam para o povo.

PS8 – E teriam também lucros, o DEUS DO CAPITALISMO É O LUCRO, respeitemos as regras. Sem respeitar o roubo ou a corrupçao oficializada. E não existe maior CORRUPÇÃO DO QUE A DOS JUROS.

PS9 – Terminava essas considerações, veio a notícia ainda mais agradável e consagradora: Obama liberou outros 200 BILHÕES, de dólares, de dólares. Com o mesmo objetivo, com a obstinação de combater o DESEMPREGO. Das melhores notícias dos últimos tempos.

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