Os brasileiros precisam acordar e lutar contra a crescente desnacionalização da economia

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Ilustração reproduzida do Arquivo Google

Milton Vieira de Souza Lima

O grande cientista brasileiro José Walter Bautista Vidal, de saudosa memória, que foi professor de três grandes universidades e autor de 14 livros, considerava que a área da energia é das mais estratégicas e que o Estado precisa ser dono (ter o controle). Claro que pode e deve fazer parcerias. Nem é preciso ter curso na Escola Superior de Guerra para entender que ele tem toda a razão.

É impressionante que esses palpiteiros que consideram que é preciso vender/privatizar tudo (só porque há vulnerabilidade à corrupção), nem sequer fazem ressalvas quanto a venda para os estrangeiros. Não têm visão e capacidade de avaliar o significado ruinoso da desnacionalização da economia.

ENTREGA DE ATIVOS – O desembargador Pedro Valls Feu Rosa, em pronunciamento por ocasião da abertura do XXV Curso de Política e Estratégia da ADESG-ES, em 01/07/2010, bem alertou sobre as consequências graves para a nação da entrega de ativos estratégicos nacionais para grupos estrangeiros.

Vai aí para revisar, pequeno trecho desse pronunciamento: “Concluiu-se, ainda, que o Brasil, após 2020, deverá ser um dos grandes exportadores de petróleo e de produtos agrícolas do planeta, o que robusteceria profundamente sua economia; também confere: basicamente é a continuação da economia extrativista que há 500 anos retira do Brasil riquezas naturais a preço de banana em troca de bens industrializados importados a peso de ouro”, afirmou o jurista.

ABERTURA DOS PORTOS – Sobre este aspecto, disse Feu Rosa que as gerações contemporâneas, na ansiedade de agradar o capitalismo estrangeiro, engendraram uma segunda “abertura dos portos” – esta última, entretanto, de resultados calamitosos para um país que pretende se desenvolver.

“Em verdade, o processo de desnacionalização da economia que se promoveu no nosso país, até onde pesquisei, não encontra paralelo no planeta!. Citarei um pequeno exemplo: há coisa de um ou dois anos planejou-se vender uma das maiores empresas privadas da França a um grupo norte-americano – um negócio absolutamente lícito. Mas eis que os Poderes constituídos daquele país, de forma aberta e frontal, anunciaram ser aquela empresa uma jóia do país, que não poderia ser vendida, e que tudo fariam para impedir o avanço das negociações. O resultado: a empresa continua francesa, e agora revitalizada”, salientou.

ENTREGUISTAS – A seguir, o desembargador Feu Rosa ressalvou que em nosso país o processo histórico contemporâneo foi diferente, no sentido de venda-se e entregue-se.

“Nos últimos anos, incríveis 60% das empresas brasileiras negociadas foram parar nas mãos de estrangeiros. Foi assim que chegamos no insólito país cujos habitantes compram o leite de suas próprias vacas, a água mineral de suas próprias nascentes e a maioria dos produtos de sua própria terra também vêm de empresas estrangeiras aqui instaladas”, afirmou, para concluir:

“Da indústria alimentícia à mineração, da comunicação à siderurgia, dos transportes à energia, o que o Brasil possuía de melhor foi vendido a grupos estrangeiros. Um país não pode se desenvolver verdadeiramente sob tais condições”, concluiu o desembargador Feu Rosa, sem que em nenhum momento suas palavras fossem contestadas.

56 thoughts on “Os brasileiros precisam acordar e lutar contra a crescente desnacionalização da economia

  1. Parabéns pelo Artigo.

    Lendo este artigo, não tem como não lembrar do Grande Brasileiro Jose Alexandre Barbosa Lima Sobrinho e seu atualíssimo Livro, Japão: o capital se faz em casa, que deveria ser leitura obrigatória em todos os cursos de Economia autorizados a funcionarem no Brasil, pelo MEC.

    Hoje no Brasil, temos:

    Mais de 1.400 empresas alemãs, mais de 800 empresas norte americanas. E por aí vai a entrega de nossa capacidade de gerar riquezas.

    Alguém sabe dizer quanto elas enviam anualmente em royalties e dividendos para suas matrizes na Alemanha e nos Estados Unidos na América do Norte?

    Talvez estejamos vivendo os nossos Cem Anos de Humilhação Nacional – Século da Vergonha, assim como os chineses a viveram no passado (de 1839 à 1949).

    E eles chineses nos ensinam com o seu exemplo, de que não existe mal que dure para sempre, quando o Povo toma seu destino em suas próprias mãos.

    Oswald de Andrade já nos elertava nos anos 20 do século XX:

    “Tupy or not Tupy, that’s the question.”.

    Bom fim de semana ParaTodos!

  2. Simples, e só jogar esse governo no lixo, cancelar as vendas lambuja, e construir um outro caminho.

    É possível, basta o povo querer…
    Para isso o povo precisa acordar, entender o circo que foi montado, esquecer Bozomintos, Hucks, porcas amarelas, STFminions e prestar devida atenção ao que está acontecendo por trás do palco desse circo, onde o Paulo Guebbels se esconde…

  3. O único político que fala sobre essas coisas, sobre nossa entrega de setores que poderiam dar ainda ao Brasil a tecnologia, as pesquisas é o Ciro Gomes.
    Não é possível que abdiquemos de tudo, de que nos conformemos somente em sermos eternos exportadores de produtos primários.
    Já entregamos muito e continuamos na mesma toada, com essa ladainha asquerosa de que o mercado regula tudo, que a tarefa do Estado é somente focar em saúde, educação e saúde. Que deixemos tudo sob o setor privado.
    Mas esquecemos que quem está comprando são as multinacionais. Então, o que ganhamos? Nossa tecnologia, nossas pesquisas cada vez mais indo pelo ralo.
    E o povo? cada vez mais desigual, sem perspectiva de melhora. E o pior é que muitos aplaudem essa insanidade.
    E assim vamos, cada vez mais olhando com inveja para outros países. Sem ao menos nos perguntarmos onde foi que erramos?

  4. Carlos Marchi (via Facebook)

    O governo Bolso começou desmontando ostensivamente o aparato federal de proteção e fiscalização do meio ambiente.

    Por quê? Porque achava, imbecilmente, que meio ambiente era coisa de esquerdista.

    Não é. Meio ambiente é coisa das gentes, dos humanos, dos sensatos, dos que pensam na vida de amanhã.

    Em abril, Bolso extinguiu dois comitês do Plano Nacional de Contingência para Incidentes de Poluição por Óleo em Água, criados em 2013.

    Pisou no rodo: eles eram uma espécie de gabinetes de crise prontos para funcionar em casos de desastres ambientais.

    Em fins de agosto, aconteceu o acidente do óleo no litoral do nordeste.

    Os primeiros sinais foram detectados em fins de agosto. Há quase 60 dias depois o governo Bolso não sabe o que fazer.

    Não tem noção da extensão do dano, não sabe como enfrentá-lo, não sabe investigar o que teria acontecido.

    No começo, tudo o que o governo queria era culpabilizar a Venezuela, criando um factoide ideológico.

    Não provou nada que sustentasse essa acusação. O óleo era venezuelano, mas quem o derramou?

    Finalmente, o MPF entrou na Justiça contra esse governo incompetente, inepto, despreparado, amador e precipitado.

    É um mar coalhado de óleo, 187 praias de 77 municípios do Nordeste atingidos pelo óleo, segundo o Ibama.

    Segundo o MPF, são 2.100km, em nove estados, afetados desde fins de agosto.

    O que existe por trás disso tudo? Inépcia, incompetência, despreparo, amadorismo, precipitação.

    Estes cinco adjetivos são pouco para definir o que o governo Bolso fez com o meio ambiente.

    Estes cinco adjetivos resumem o que o governo Bolso é.

    Inépcia. Incompetência. Despreparo. Amadorismo. Precipitação.

    Estes cinco adjetivos são pouco para definir o que o governo Bolso fez com o meio ambiente.

    Estes cinco adjetivos resumem o que o governo Bolso é.

  5. Capital* não tem pátria. Fato.

    Quem quiser fazer parte dele, seja de qualquer país, pode adquirir ações na bolsa de Nova York. Fato.

    A remessa de lucro é dividida entre os acionistas. Fato.

    Onde o capital se instala, ele cria empregos e aumenta a receita do país. Fato

    Todos os países onde há vida inteligente desejam o capital. Fato.

    *capital produtivo.

    • Quando uma empresa estrangeira compra uma empresa nacional estabelecida, onde está a geração de empregos? Onde é aumentada a receita do país?
      Só haverá de fato investimento produtivo, se a empresa internacional construir algo. Se comprar a coisa pronta, o país perde.

      • Esse detalhe de compra e venda de uma empresa já instalada é normal em qualquer país. Poderia citar aqui centenas e até milhares como a LeNovo que comprou a divisão de computadores da gigante americana IBM. A FIAT comprou a Chrysler e por aí vai.

        O problema de um país é atrair investimentos sejam eles nacionais ou multinacionais. Para isso tem que ter custo baixo de produção, o que não acontece no Brasil.
        Este papo de “nacionalismo” é coisa de quem mistura alho com bugalhos. O capital não tem pátria e ele se instala onde alcança maior lucratividade.

        • Lenovo é uma empresa nefasta, exemplo de capetalismo podre, foinbanida de uma imensidade de mercados desde que as agencias de segurança ocidentais detectaram haverem vulnerabilidades backdoor no hardware chines….
          Tenta outra, mané….

        • Mario Jr.,
          estás desatualizado. Disseste mesmo que não te informas. Hoje em dia, essa globalização que defendes não existe mais. Falas de remessa de lucros sem entender como isso funciona. Defendes a economia dos EUA como paradigma sem se dar conta que o deficit monumental em contas correntes seria letal em qualquer outro país que não os EUA, que conseguiram eleger o dólar como moeda do mundo. A remessa de lucros de empresas para a matriz não tem a ver com lucros de acionistas. Procures te informar a respeito.

      • Caro José Vidal,
        Perfeita sua colocação.
        Digo mais: uma empresa estrangeira quando compra uma empresa nacional, a primeira medida é, enxugar a máquina, isto é, demitir vários funcionários, para diminuir a folha de pagamento e aumentar o Lucro.

    • Tudo começa com capital produtivo e termina como remessa de dividendos.

      Na frança, General Eletric acaba de destruir Alshton, um dos poucis restantes orgulhos da indústria nacional, ignorando absolutamente as promessas de não-fechamento de locais de pfodução.

  6. Bom artigo. Não sei se a essa altura alguma coisa pode ser modificada.
    De fato, o tão comemorado “progresso” dos últimos anos foi uma continuidade do mesmo processo extrativista que vem dos tempos coloniais. Um economista entrevista pelo Estadão há 14 anos já dizia isso sobre o agronegócio:

    “O que se diz hoje é que o futuro do Brasil passa pelo agronegócio…

    Eu discordo. O agronegócio não é o futuro do Brasil. Ele é o passado do Brasil.

    Por quê?

    O nome do Brasil foi dado em função da commodity pau-brasil. Depois veio o ciclo da cana, da borracha, do café, do gado… ciclos que se caracterizam pela produção extensiva, pelo aumento da oferta e a conseqüente queda de preços no mercado internacional. Daí, crises. O Brasil deu um salto de desenvolvimento quando saiu do agronegócio e passou à produção de bens industriais. Com a retomada do liberalismo econômico, nos últimos tempos, voltou a ganhar força a idéia do agronegócio. Mas é bom para quem tem o negócio! Primeiro problema: ele gera empregos? Ao contrário, expulsa mais gente do que atrai. Segundo problema: o agronegócio se especializa em commodities para as quais aumento de oferta implica em queda de preço. Aconteceu com a soja no ano passado, embora isso seja pouco comentado. Terceiro problema: o agronegócio é concentrador em termos fundiários. Certamente não vai resolver o problema das periferias do Rio e de São Paulo, nem vai conter a favelização rural. É provável que no interior, durante o boom do negócio, haverá o crescimento de cidades, mas depois começarão a morrer. Não há progresso indefinido. Isso lembra o livro Cidades Mortas, de Monteiro Lobato, “lugares onde tudo foi e nada é”. Nós teremos as cidades mortas da soja.”

    OESP, 20/02/2005, Aliás, p. J1-J2
    https://pib.socioambiental.org/es/Not%C3%ADcias?id=30798

  7. Caro Mario Jr.,
    Quanto à máxima que …capital não tem pátria,….realmente é verdade pois, instalado, passa a ser do local investido.
    Mas, o lucro tem pátria! É o filhote voltando pra casa!
    Mas, deixa pra lá, poucos estão interessados nisso, pois carece o País de um Plano de Desenvolvimento, coisa que não existe desde o 2º PND.

  8. No Brasil vender empresas estratégicas às multinacionais é fácil, difícil será posteriormente encampa-las, pega-las de volta. As potências cujas empresas pertencem não vão aceitar, se necessário ameaçam o boicote ao Brasil e outras medidas.
    Hoje, as potências não precisam invadir um país para domina-lo, basta ter a economia básica do país em seu poder que terá grande influência na política do país.
    Há décadas o Brasil vem se desnacionalizando. O Lula fez a parte dele, com a roubalheira arruinou a economia do país e o Bolsonaro está fazendo a parte mais importante: vendendo vendendo empresas estratégicas às multinacionais,
    Se continuar nesse sentido, o Brasil no futuro será uma colônia das grandes potências

  9. A desnacionalização da Economia (crescimento relativo das Empresas com Matriz no Exterior e decrescimento relativo das Empresas Nacionais) é ruinosa porque só a EMPRESA NACIONAL gera TECNOLOGIA NACIONAL e capitaliza 100% aqui dentro.

    Em termos de PRODUTIVIDADE numa Economia, temos:

    1 Empresa Privada NACIONAL
    2 Empresa Estatal NACIONAL
    3 Empresa com Matriz no Exterior

    Daí que, quando vendemos uma Empresa Estatal Nacional para uma Empresa Privada Nacional,
    temos ganho na Economia Nacional,

    Quando vendemos um Empresa Estatal Nacional, ou Empresa Privada Nacional, para uma Empresa com Matriz no Exterior, temos grande perda na Economia Nacional.

    Assim vemos que para Otimizar o Excedente numa Economia, devemos ter o máximo possível, pelo menos a maioria, de Empresas com Matriz no Brasil. É por isso que o grande Gov. CARLOS LACERDA sempre dizia “CAPITAL BOM é CAPITAL NACIONAL” e por essa clarividência não chegou a Presidência do Brasil. Contrariava, como contraria hoje e SEMPRE os interesses do Capital Internacional.

    Mas independente do grau de Produtividade da Economia Nacional, que atinge o máximo de gerar EXCEDENTE, com maioria de Empresas Privadas Nacionais, e o mínimo com Empresas com Matriz no Exterior, o MAL maior é o GOVERNO ( Federal, Estaduais e Municipais) gastar bem mais do que Arrecadam, e se Endividando para fechar a Conta CONSUMIR +- 43% do PIB (Produto Interno Bruto) ( +- 34% de Carga Tributária) + ( +-9%) de Deficit Nominal, o que leva em conta a Amortização e Juros da Dívida Pública com isso estrangulando a ECONOMIA PRODUTIVA de Bens e Serviços.

    Toda essa CRISE é efeito do Deficit Fiscal causador de Endividamento Crescente, e até da perda de CONFIANÇA de que o Governo vai honrar seus compromissos Financeiros em futuro breve se não se fizer nada.

    Mas o GOVERNO deve procurar VENDER só Ativos não estratégicos para Empresas com Matriz no Exterior e os estratégicos exclusivamente para a Empresa Privada NACIONAL, manejar os pedais e alavancas para baixar o CUSTO do GOVERNO dos atuais +- 43% do PIB, para +- 30% do PIB em 8 anos, “segurando o CUSTO do Governo”, e aumentando ao máximo o PIB.

    É difícil, mas não é impossível.

  10. O capital mariano junior funciona assim:

    Voce colhe a maçã no sul da Inglaterra, coloca num caminhão, leva pro porto, embarca num navio, envia para a Hungria.
    Chegando lá, desembarca, coloca num caminhão, leva pra fabrica onde a maçã será lavada, encerada, empacotada e levada pro caminhão, daí pro porto, num navio, viaja de volta pro porto de partida, mais um caminhão, depósito, refrigeração, logistica, mais um caminhão até chegar á gondola do supermercado que fica a 1 km de distância do pé de onde saiu a maçã…

    ISSO PORQUE É MAIS BARATO, DÁ MAIS LUCRO!?!?!?

    Nao se deixe enganar pelo capital!
    O dinheiro que rola no mundo hoje é PODRE!
    SAIA DESSA! Invista seu dinheiro numa macieira, fora da cidade, LONGE do mercado de capitais, ações, bitcoins, mutreta de companhias extrangeiras, Samarcos Australianas dos infernos!

    A XP só quero o seu dinheiro para o Paulo Guebbels, e enganar voce!

    Na hora que o capital gringo chegar a minha porta eu boto ele pra correr!

    • Travou minha tv na internet, vejo a pagina da promocao Ipê com o bozolado Huck sorrindo mais Um Milhão! 13 Carros! 100 vezes (sei lá o que..?)
      MAIS CHANCES!
      UM PRODUTO! UM NUMERO DA SORTE!

      “CALDEIRÃO” a proxima enganação depois desse governico bundão….

      É a cara do que é o cara (Huck), que inclusive mostra a cara, estampada como icone da promoção…

      Pior que Loteria, esse PRODUTO Huck tem uma entre 56 Milhoes de possibilidades de acertar uma como presidente…
      E pior, como as loterias atuais auditadas e o escambau, NÃO vai acertar é NADA…

      O CAPITAL, como bem disse o Mario Jr, só tem um problema, o POVO….
      Mas como sem o povo nao vende a maçã….
      Entao vende junto esses papagaios configurados como lideres….

      Ponha as maos nos seus direitos, o Brasil é nosso enquanto o povo brasileiro estiver no Brasil.
      Trocar o povo nao conserta o Brasil, extingue-o

      Cuidar é ter um futuro
      Hora de fazer valer o que é nosso!
      Que o vagabundo liderando e os seguidores relinchando estão indo em outra direção….

      • Mas é assim que tem funcionado, sou testemunha, in loco.
        O resultado desse absurdo, essa ciranda financeira, mais o Brexit, e estarei atento, deverá faltar até maçãs nas gondolas dependendo do enrosco que combinarem o Jefes daqui….

        Minhas fruteiras já dão frutos há btemoos, tem para minha familia, pro mercado, pros bichos e até pro ladrão!
        Esse é o caminho, e nao depender das frutas dos outros….

  11. se nacionalizar significar fazer o governo babá de empresários acomodados que vende pro esfolado consumidor por 100 quando em condições de livre concorrencia esse mesmo esfolado consumidor/cidadão/pagador de tributos/eleitor e trabalhador poderia pagar no máximo uns 50 . Pior ainda, estatais estratégicas como Petrobrás, Eletrobrás e outras nas “patas” de politicos ladrões provocam prejuizos irreparáveis à sociedade.
    E para encerrar o show de horrores o STF está prestes a decretar e sacramentar a impunidade total de politicos, de ricos e de poderosos que puderem pagar bons advogados, srem julgados e condenados em 1ª e 2ª instancias e nunca irem parar atrás das grades e nem mesmo restituirem o que roubaram e continuarão roubando da sofrida nação.
    Tenho muitas dúvidas se o principal inimigo da nação brasileira é o capital estrangeiro “explorador”. Aliás país que tem STF como o nosso e politicos bandidos no comando da nação e de empresas estatais e também de empresários corruptores, monopolistas e beneficiarios de privilégios estatais, país assim não precisa de inimigos estrangeiros.

    • Concordo, isso desde os tempos do Geisel isso é fato; pior que a escória politica é a escória da elite empresarial brasileira.
      Tudo uma escória só.
      E o Brasil mantido assim, enferrujado.
      Menos no shopping JK e nas Daslus da vida onde a vida é de fazer inveja aos suíços….

    • Nada a ver Willy Sandoval.
      Caso o capital estrangeiro trouxer algo de bom para o Brasil isso é salutar. Mas misturas as coisas. Com julgamento do STF e privatizações. Nada a ver uma coisa com outra.

      • Tem muita coisa a ver sim. É todo um ambiente promiscuo que inibe o bom capitalismo e estimula o mal capitalismo, a roubalheira e a barbárie. Todo um sistema legal montado na lógica de se criar dificuldades para se vender facilidades. Só não contavam que iriam aparecer uns malucos querendo fazer a lei sendo cumprida custe o que custar, sem nenhum jeitinho. Resultado, país com economia estagnada com pouquissimas possiblidades de retomada de crescimento sustentável. E a instituição mais importante da República, que dá a palavra final, o STF totalmente corrompida e disfuncional. É um pouco injusto falar totalmente corrompida, mas uns 3 ou 4 ministros mal intencionados e incompetentes são o suficiente para gerar instabilidade juridica que praticamente inviabiliza o país de ter a volta de um crescimento economico sustentável que seria gerado com a volta de investimentos, nacionais e estrangeiros.

        • Não desvirtua cara!

          O desastre de Mariana, em novembro de 2015, quando a barragem de rejeitos de minério de ferro em Mariana, Minas Gerais, Brasil, sofreu um fracasso catastrófico matou 19 pessoas.
          ,
          Foram 60 milhões de metros cúbicos de resíduos de ferro correram para o rio Doce, causando fluxos de lama tóxicos poluindo o rio e as praias próximas à foz quando chegaram ao Oceano Atlântico 17 dias depois.

          Responsavel pelo CRIME: Samarco Mineração S.A., joint venture entre a Vale brasileira e a BHP, anteriormente conhecida como BHP Billiton, é a entidade comercial do BHP Group Limited e BHP Group plc, multinacional com sede em Melbourne, Victoria, Austrália.
          CAGARAM E FUGIRAM !

  12. A saída para o Brasil é seguir o mesmo que os países asiáticos de alta performance fizeram. O Brasil e a América Latina seguiram um plano diferente, substituição de importações em vez de privilegiar as exportações (talvez com mais tempo pudesse dar certo) Flávio Bortoltto tem a mesma ideia de retomar o caminho do desenvolvimento e, assim, diminuir as desigualdades.
    Já coloquei um link de trabalhos recentes aqui, repito:
    https://arxiv.org/abs/1701.03770

    • Pois é, mas mesmo se fosse somente com banana e mandioca!!!!!!!!

      Se os maquidonaldes do mundo oferecessem mandioca frita, quem ainda optaria pela batatinha???
      Se o Mundo comesse a banana brasileira, quem no Mundo (fora a Tailandia) iria comer qualquer outra banana??

      Parecem burros, nao imaginam o mercado perdido, essa elite medíocre de bananas que andam gerindo o Brasil…

      Isso é o que dá trela pra esses anti-nacionalistas, robôs da CIA, virem vender banHãnha por banana no Brasil, e a maioria compra…..

      Os governos tem sido como maionese, a boa se faz em casa, mas a regra é crer que maionese é Hellmans !
      Tá incutido no nome!!! HELL mans !!!!
      Os homens do INFERNO, o diabo, passando o chapéu e os idiotas comprando e pagando….

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