Os quenianos: velozes, resistentes, humanitários

São admiráveis. Por causa da pobreza, da falta de emprego, da altura e da distância entre a casa e o trabalho (mais de 4 quilômetros diários, ida e volta), acabaram transformando a adversidade em fator de progresso e melhora do nível de vida. Passaram a treinar e dominar corridas, hoje têm a admiração do mundo, são ganhadores em muitas provas.

Só que não mudaram a mentalidade. Tudo o que ganham fica lá mesmo no Quênia. Existem fundações, escolas, centro de treinamento, mantidos inteiramente por eles. E com isso, a renovação é maravilhosa. Ontem, na São Silvestre, o queniano que surpreendeu em 2008, confirmou em 2009.

O vencedor de 2006, tirou terceiro agora, pois o segundo lugar ficou com um jovem que surgiu há pouco. Protestam (alguns) porque treinam e até moram no Brasil. Deviam aplaudi-los e segui-los. Como o investimento é unicamente da própria coragem, vontade e desprendimento, tiram muitos da miséria, da fome, da desesperança.

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