Pesquisa do Noblat! Mais de 60% apoiam as bananas que Bolsonaro dá à imprensa

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Bolsonaro dá bananas aos jornalistas e o filho Eduardo imita

Renato Riella
Site Radar-DF

Pesquisas não garantem nada, mas revelam tendências. Algumas pesquisas, dentro de públicos específicos, mostram tendências mais fortes. É o caso do Blog do Noblat, que abriu uma pergunta difícil. De forma surpreendente, ele mostrou como a grande maioria da população rejeita e como se condena a imprensa.

Noblat perguntou: “Dar banana para jornalista é um gesto à altura do cargo de Presidente da República?”

MAIORIA APOIA – Mais de 60% dos seus leitores responderam que sim. Se a pergunta for feita num plano mais aberto, o percentual será ainda maior contra a imprensa formal que tenta sobreviver no Brasil.

E se for feita pergunta sobre a jornalista Patrícia, da Folha, haverá imensa condenação a ela. Maior ainda se o focalizado na pesquisa for o americano tenebroso Glenn que caluniou o ministro Moro.

O brasileiro está cansado de ver a imprensa falando, sozinha, sobre aberrações. Uma delas – e a pior de todas – é a defesa do maior ladrão do mundo: Lula. Outra aberração foi a barbaridade de aceitar gravações clandestinas feitas contra diversas autoridades, inclusive Moro.

PERGUNTAR NÃO OFENDE – Por que a imprensa não defende a prisão em segunda instância? Por que não combateu a criminosa Lei do Abuso de Autoridade, que impede a apuração de crimes?

Por que não faz intensa campanha para melhorar o nível do Supremo Tribuna Federal, a mais odiada instituição da história do Brasil?

Por que a imprensa não se aprofundou na questão do porteiro subornado para caluniar Bolsonaro? Por que não apurou direito a facada do Adélio? Por que não defendeu ardentemente a Carteira de Estudante gratuita?

Por que não atribui aos Governos da Bahia (petista) e do Rio (Witzel) a queima de arquivo no caso do miliciano? Por que não aplaude quando, finalmente, a Cultura brasileira tem uma pessoa vinda da…Cultura?

MAIS PERGUNTAS – Por que a imprensa não se aprofunda no caso dos impostos embutidos na gasolina, quando no Paraguai a Petrobras vende gasolina a pouco mais de R$ 2,00?

Por que a imprensa não reconhece que a gravidez precoce é mesmo um dos maiores dramas brasileiros? Por que os jornalistas não comemoram o fato de não haver nenhum caso do Covid 19 (coronavírus) no Brasil?

Por que a imprensa não reconhece que, por incrível que pareça, está se viabilizando o partido Aliança? Por que jornalistas pretensamente sérios diversas vezes anunciaram a saída do Ministro Paulo Guedes, interferindo na cotação da Bolsa? E há mil outras perguntas.

SABOTAGEM EM AÇÃO – O povo está vendo um processo monstruoso de sabotagem de um governo sobre o qual não conseguem apontar roubos.

O povo se assusta com o estilo rude do Presidente Bolsonaro, mas grande parte das pessoas se identifica com um ser humano esfaqueado, atingido em todas as faces da vida pessoal, que não reage com violência física, nem ameaça ninguém.

O Brasil é hoje o país mais democrático do mundo, libertino até, que poderá ter escola de samba com verba pública, em espaço público, desfilando contra Jesus e contra o Presidente Bolsonaro.

 SEM ENQUETES – Assim, e por muitas outras, é melhor Noblat não fazer mais enquete. Pode querer mudar do Brasil – para Cuba.

Este artigo é uma tentativa de decifrar o Brasil para gente que não vê a realidade.

E a realidade é que a opinião pública se desgarrou da opinião publicada. Tchau!

(Artigo enviado por Mário Assis Causanilhas)

30 thoughts on “Pesquisa do Noblat! Mais de 60% apoiam as bananas que Bolsonaro dá à imprensa

  1. Acho que o autor do texto delira. Além das muitas bobagens que postou, ainda quer adivinhar o pensamento da população em geral. Porém, da opinião de um político, apoiador do atual governo não seria de esperar uma coisa isenta.

    Pelo que eu saiba, no caso de Patrícia, a maioria condenou a grosseria do presidente.

    Que artigo sem noção.

    • Ha ha ha, Sr Vidal, te pegaram de calças curtas, discordou do artigo mas não teve argumento para embasar sua discordância. A verdade doi quando cai nas costas dos esquerdas. O que está no artigo sao fatos, não tem como negar…

      • Fatos? Talvez especulações, o que é muito diferente. Gosto de ler e ouvir notícias, portanto o que escreve o autor são impressões falsas ou distorcidas pela sua emoção. Por exemplo, vou enumerar algumas coisas:

        Gravidez precoce? Sim, é um problema há muito tempo. E como controlar isso?

        O autor fala da grande maioria da população, a partir de uma enquete que envolveu poucos milhares de leitores. Isso é fato?

        Também acredita que a maioria da população seria favorável ao presidente no caso da grosseria com a jornalista. Isso é fato? ou especulação?

        Aí fala do Adélio. É fato? O que falta descobrir?

        Quanto ao caso do porteiro, o que as autoridades descobriram? Será que a imprensa poderia descobrir mais coisas?

        Aí fala do preço da gasolina. Claro que todo mundo sabe que é cara por causa dos impostos. E a imprensa divulga isso.

        Quanto ao caso do Adriano, eu gostaria que se investigasse mais a fundo. Agora atribuir aos governos da Bahia e do RJ, o que seria uma queima de arquivo. Isso sim, seria leviandade.

        Meu caro, precisas e informar um pouco mais. Sinceramente.

  2. A imprensa não consegue tratar do que deve e de maneira eficiente e honesta, primeiro, porque precisa bajular os governantes da hora. Segundo, porque escreve artigos lacônicos como esse do sr. Renato Riella.

  3. Que mal eu pergunte, esse escrito do Ruella é um artigo ou é um panfleto bolsonariano fanático ? Ora essa, a mídia, como todas as instituições do país, é tb uma expressão do Brasil que há 130 anos encontra-se dividido em três bandas, a saber: a sadia, a bandida e volúvel que é aquela que oscila entre uma e outra conforme as circunstâncias espaciais e temporais. A nosso ver, Bolsonaro que não é líder de coisa nenhuma que preste, que não é bom exemplo para coisa nenhuma, que não tem projeto novo nenhum para o país, está apenas colhendo o vento que plantou ao longo de toda a sua vida agora em forma de tempestade, ao que parece.

  4. Realmente a imprensa tupiniquim precisa fazer uma autocrítica. Ela se dedica quase que exclusivamente a noticiar calamidades, violência de todos os tipos e natureza, e ainda procura ampliar o foco das madades..

  5. Parabéns so Sr Renato Riella.
    Este é o sentimento da maioria da população brasileira.
    Imprensa canalha, que perdeu muitas “boquinhas”, porquê tanto ódio? Não ao Governo, mas so Brasil?
    Chega de mentiras e enganação!!!!
    É Bolsonaro 22, aceitem!!!

    • Imprensa boa é aquela que acobertava aquela avalanche de crimes da famigerada ditadura militar, né, cúmplice da dita-cuja ? Façam a coisa certa e a banda sadia da mídia saberá distinguir o certo do errado, com certeza, mas se continuarem fazendo merda vão continuar levando cacete, com certeza. A era da conivência da mídia com malfeitos, à paisana ou fardados, acabou, quando a Globo, Folha de S. Paulo, entre outros, fizeram a mea culpa e pediram perdão à população. Agora vale a verdade como ela realmente é, e o Bolsonaro que trate de aceitá-la e já ir se acostumando com ela porque ela liberta.

  6. Nao sei se deveo mas volto a comentar.

    No Brasil, imprensa, blog, conversa de bar, sermão de igreja, tudo está ideologizado.

    vejam este artigo:

    Primeiro eu não concordo com a postura do Presidente, mas achei o artigo muito oportuno.

    Nunca no Brasil, se aborda o fundamental e sim o lado que nos interessa.

    Quais das perguntas feitas no texto, é despropositada?

    Quais abordam posturas da imprensa que realmente exigiriam maior envolvimento, profundidade e transparencia?

    Para mim muitas delas.

    No entanto a nossa discussão é se o autor e bolsonarista ou não.

    Nao vamos chegar a lugar nenhum assim

    A imprensa de maneira geral, no Brasil, é panfletária, tem lado e a isenção e equilíbrio são mais raros do se espera.
    Se for assim, o que ha de errado com o texto??

    Eu não aprovo e talvez neste quesito especial, a maioria também não aprove.

    Mas não esqueçam que Bolsonaro foi eleito, entre outras coisas, para da um chute (ou uma banana ) no politicamente correto.

    E ele está cumprindo ( à sua tosca maneira) isso.

    • Concordo. Uma grande parte escolheu Bolsonaro por suas características RATICIDA.
      Na minha opinião uma enorme parte das pessoas não aguentava, e não aguenta, o caráter professoral da imprensa e dos ditos formadores de opinião ditando o que se deve pensar, como agir, o que fazer, o que falar, como se portar, tudo com o tal viés ideológico. O gramscianismo di buteco politicamente correto.
      Poucos acham legal conviver eternamente com raticidas e inseticidas, mas dormir e comer com ratos e baratas é muito pior. Portanto quanto mais eles condenam o remédio, mais remédio é necessário. Eis o paradoxo.

  7. A cada ação gera uma reação e a reação da população, que votou em massa contra o partido do crime, que o liberou, justificando-o nas suas mentiras , roubos e até assassinatos com os sofismas do politicamente correto, encontrou em Bolsonaro aquele que bem a representava, pois já não mais aguentava a situação, que, além de tudo, ainda foi agravada pela destruição da economia, gerando um desemprego de mais 12 milhões de trabalhadores.

  8. KKK defender a imprensa brasileira hoje é mesmo uma tarefa para gigantes, porque ela mesma publica a própria desgraça todos os dias. Quem confia no que lê na dita “grande imprensa”? Só as almas parvas e os esquerdopatas de sempre. Não concordo com os arroubos do presidente mas a imprensa, pobre coitada, está se matando a cada nova fake news que publica.

  9. Uma coisa digna de nota no Brasil de hoje é que as duas forças políticas que chegaram ao segundo turno da eleição de 2018, o bolsonarismo e o lulismo, sempre viveram às turras com a imprensa. Lembram do “Partido da Imprensa Golpista”? De onde veio a expressão, assim como outras como “Globolixo”, “Rede Esgoto”, “Rede Goebbels”, “Falha de S. Paulo”? Todas elas surgiram nos meios lulistas. Hoje bolsonaristas e lulistas falam da mídia no mesmo nível.

    Isso mostra que a grande imprensa já não goza da confiança e do respeito da maioria da população. A grande imprensa vem sofrendo o destino da velha classe política a quem ela sempre deu apoio. A grande imprensa começou a perder a credibilidade quando passou oito anos festejando a era FHC enquanto a economia ia pro brejo. O resultado foi que em 2002 veio Lula, já contra a vontade da mídia que tentou em vão empurrar a candidatura de Serra. A mídia ainda se aproximou ao lulismo pelo dinheiro farto da publicidade oficial e por afinidades intelectuais de esquerda, o que não impediu o lulismo de passar seus anos no poder denunciando a “mídia golpista” que não o apoiava com a seu ver insuficiente entusiasmo, e de criar na internet seu aparato de comunicação de blogs e sites “independentes” para defender sempre o governo e atacar opositores. Aliás, a grande mídia, com poucas exceções, pouco se importou com com a blogosfera “independente” lulista, mesmo quando foi achincalhada por ela como no chamado caso da “bolinha de papel”, a agressão a José Serra de eleição.

    A grande imprensa e a “zelite” política tradicional foram as grandes derrotadas da última eleição. Ambas passaram a agir quase exclusivamente em interesse próprio, tratando-o como se fosse interesse nacional e se distanciaram dos anseios populares. E depois se queixam da estupidez das pessoas quando as coisas são saem como eles querem.

    A nossa imprensa há muito vive numa realidade alternativa, desde o tempo em que tratava FHC como um sucesso, enquanto o povo se sentia esbulhado pelas privatizações e via sua situação econômica se deteriorar. Nos últimos tempos, tentou – e ainda tenta – transformar um apresentador de TV cabeça de vento em grande líder político, achou que o Geraldo “Rouboanel” Alckmin era um fortíssimo candidato a vencer a última eleição presidencial, e hoje transferiu esse papel para o Rodrigo Maia.

    Hoje em dia é impossível não perceber a forma enviesada como muitas notícias são divulgadas. Outro dia O Antagonista, que já teve muitas pretensões de independência e alto nível, ao noticiar a vitória do senador Bernie Sanders nas primárias de New Hampshire, afirmou que a candidatura dele estaria perdendo força por que ele teria tido muitos votos a menos que nas primárias de 2016. O autor da notícia esqueceu convenientemente que há quatro anos os democratas tinham apenas três pré-candidatos (Sanders, Hillary Clinton e um tal O’Malley), e hoje tem uns dez, eu acho, o que certamente pulveriza muitos votos. Além disso, um primeiro lugar, ganho de lavada ou não, continua sendo um primeiro lugar. O que importa é, seguindo os passados da também muito desacreditada mídia americana, desancar a candidatura “esquerdista” de Sanders e “provar” sua inviabilidade para os leitores incautos.

    • Correção: “Aliás, a grande mídia, com poucas exceções, pouco se importou com com a blogosfera “independente” lulista, mesmo quando foi achincalhada por ela como no chamado caso da “bolinha de papel”, a agressão a José Serra na eleição de 2010”.

  10. A imprensa está imprensada entre a verdade e a mentira.
    Um jornalista vascaíno publica sua opinião, jogamos melhor e com muita garra, o time do Flamengo estava fraco e por pura ironia do destino eles meteram três gols. Fomos os vencedores morais.

  11. A maioria do povo é pior que os políticos, onde a ignorância leva ao fanatismo.
    Pelo jeito, o ideal para os bolsonaristas era censurar a imprensa.
    Mal ou bem a imprensa é a base da democracia, é através dela que se toma conhecimento dos acontecimentos diários do país, querer cala-la é próprio de ditaduras.
    A imprensa tem comentado sim sobre assuntos feitas pelas perguntas do Sr. ,Riella. Essas perguntas deveriam ser feitas ao governo que tem poder de mudar as coisas e não a imprensa.

  12. E a outra “pesquisa” que disse que “a maioria” era contra e que saiu aqui, um dia desses?

    -Banana,não!
    -Dá logo um cacho para esse imprensa defensora de bandidos e de corruptos.
    Veja o o G-1, por exemplo.Em todo o confronto de polícia e bandido, defende o bandido.

  13. Não sei se hoje muito do que temos hoje poderíamos chamar de imprensa. Uma imprensa idônea e livre é coiusa do passado. Este jornalista segundo já li e sua esposa, tem um passado não muito confiável.

  14. Os números da pesquisa são um FATO. Contra fatos não há argumento. A não ser que o argumentador julgue o povo um bando de idiotas que não sabem decidir (por sinal é assim que pensa a esquerda).

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