Pesquisa mostra Bolsonaro em alta e revela rejeição recorde a Haddad

53% dizem que não votam em Haddad de jeito nenhum

Deu no Diário do Poder

Pesquisa realizada no sábado (13) e domingo (14) em todo o País pelo instituto FSB, contratada pelo Banco BTG Pactual, confirma o favoritismo de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela presidência da República, com 51% das intenções de voto na modalidade estimulada, representando 59% dos votos válidos, contra 35% para Fernando Haddad (41% dos votos válidos).

O levantamento revela uma mudança substantiva do eleitor: chega a 53% a rejeição ao candidato do PT, indicada pelos entrevistados afirmando que não votariam nele “de jeito nenhum”. Nesse quesito, Bolsonaro tem rejeição bem inferior: 38%.

Foram entrevistados dois mil eleitores por telefone em todo o País, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%, segundo o instituto FSB Pesquisa. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral(TSE) sob nº BR-07950/2018.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
Nada de novo no front ocidental, diria o escritor Erich Maria Remarque. Bolsonaro emagreceu 15 quilos e precisa fazer um terno novo para tomar posse. A eleição está decidida desde que Bolsonaro foi esfaqueado. Mas quem morreu politicamente foi Lula, por septicemia eleitoral, vitimado pelas bactérias da ficha suja. (C.N.) 

7 thoughts on “Pesquisa mostra Bolsonaro em alta e revela rejeição recorde a Haddad

  1. Que mudança espetacular das pesquisas!

    Antes diziam que Bolsonaro tinha 1000% de rejeição e Haddad ganharia no segundo turno e agora é o contrário.

    Só tem uma explicação: FALSIFICAÇÃO DAS PESQUISAS.

    Agora que tudo está ficando evidente, eles começam a divulgar os dados reais a fim de tentar recuperar a credibilidade. São uns vigaristas!

  2. O sonho do 51 de subir a rampa do Planalto no dia 1º está cada dia mais distante. Um dia ele volta a subir a rampa do Planalto mas desta vez será em cadeira de rodas porque vai estar bastante velho. Quem sabe até acompanhado do seu poste e daquela louca da Dilma, se é que esta já não terá pirado de vez.

  3. A NOVA ONDA NEOLIBERAL

    Está ficando mais difícil, a medida que o tempo passa, a reversão dos votos em favor do candidato Haddad. Bolsonaro amplia a vantagem na última pesquisa do IBOPE, captando os votos de protesto da classe média e da classe A. Tudo pode acontecer quando as urnas forem abertas ou até mesmo não acontecer nada. Uma coisa já é certa, o Congresso será mais conservador do que o atual.

    O Sr. Diretas, ícone da Constituição de 1988, o deputado Ulisses Guimarães afirmou sabiamente: “Se vocês reclamam do atual Congresso, esperem pelo próximo, que será bem pior”. A máxima do doutor Ulisses é confirmada cada quatro anos. De norte a sul do país foram eleitos deputados e senadores majoritariamente conservadores na economia e restritivos de direitos no campo social.

    As propostas dos representantes eleitos na onda conservadora, com foco na redução da maioridade penal, no confronto letal com os bandidos em detrimento do desbaratamento das quadrilhas através da inteligência investigativa.

    Quanto aos milhões de desempregados, suas excelências eleitas têm como proposta simplória, à diminuição da folha salarial, para que os empresários possam contratar mais. Pois bem, a presidente Dilma tentou aumentar a oferta de empregos, desonerando a folha das empresas e o resultado foi a queda na arrecadação de impostos, sem a contrapartida esperada da geração de empregos. O impeachment resultou na desastrada política de desonerações, entre outros equívocos da área econômica.

    A mediocridade é tanta, que uma deputada federal, eleita pelo Estado de São Paulo, aportou esta semana no Rio de Janeiro trazendo a tiracolo, o Sr. Dória, candidato a governador por São Paulo, neste segundo turno. Trata-se do político autointitulado de outsider, que abandonou seu mentor Geraldo Alkimin na corrida presidencial pelo PSDB. O ex-prefeito de SP, Sr. Dória esperava gravar um vídeo com Bolsonaro apoiando-o, para surfar na onda e se cacifar para derrotar seu adversário, Márcio França do PSB. Demonstrando sagacidade política, Bolsonaro rejeitou a manobra de Dória, ao se declarar neutro nas disputas aos governos estaduais do Rio e de São Paulo. O candidato presidencial sequer recebeu o candidato a governador pelo PSDB, o que pela fisionomia de Dória, deve ter deixado o ex-prefeito da capital paulista, muito contrariado e frustrado.

    O senador eleito de SP, Major Olímpio farejou o perigo Dória, já para as eleições presidenciais de 2022, caso seja eleito agora governador, o que o tornaria um adversário em potencial. Todo governador de São Paulo almeja disputar a corrida presidencial.

    Nessa quadra da vida da nação, as contradições do nós contra eles, direita ou esquerda, privataria ou estatização, democracia ou autoritarismo, imprensa livre ou censura, enfim, o resultado das urnas abertas em 07 de outubro do corrente ano, mais do que responde o enigma dos dilemas: Trata-se d um tsunami eleitoral de viés ultraconservador.

    Os brasileiros estão trilhando o mesmo caminho do mundo capitalista ocidental, cujo exemplo maior foi a eleição de Donald Trump nos EUA acompanhado de derrotas dos candidatos da esquerda em quase todos os países europeus.

    A razão está com o pensador florentino, Nicolau Maquiavel, na esteira do artigo do jornalista Sérgio Augusto (Estadão de 04/08/2018), descrito abaixo:

    “O Príncipe alerta para as sociedades divididas em facções, onde as pessoas começam a se ver como inimigas mortais, como grupos de interesses conflitantes, continuamente à beira de uma guerra civil”.

    Maquiavel previu os salvadores da pátria, a moda Sassá Mutema, o álter ego de Collor, o caçador de marajá, que surgem de tempos em tempos como Messias, prontos para levar a classe média rumo ao paraíso na Terra.

    A divisão entre Sudeste/Sul e o Norte/Nordeste é um mal pressagio. A nação precisa continuar unida para o combate sem tréguas contra os inimigos externos e os calabares internos. Somente assim, seguiremos o nosso destino grandioso, o país do futuro promissor, que nos espera no cenário das grandes nações. Lembremo-nos da Iugoslávia presidida pelo Marechal Tito, da URSS presidida por Michail Gorbachev e da Líbia comandada por Muamar Kadaffi (retrocedeu 50 anos na onda da Primavera Árabe), países levados pelas ondas diversionistas, que enfraqueceram seus povos, retalhados sem dó nem piedade pelos mesmos colonizadores imemoriais das nações.

    Alea jacta est, como disse César o Imperador Romano

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