Pesquisas sem credibilidade, candidatos idem. E Lula de olho no exterior

De uma certa forma, a Copa do Mundo vai concentrar as atenções gerais, e não apenas nos jogos do Brasil. Mas com isso, haverá um espaço amplo para conversas, acordos, entendimentos, seja na situação ou na oposição.

Um fato que não foi devidamente ressaltado, mas importantíssimo: o desastre das pesquisas eleitorais na Colômbia. Os fanáticos em números no Brasil estão preocupados, e logicamente isso reflete nos dois candidatos.

Além do mais, as desavenças e divergências na cúpula das duas candidaturas, se acentuam. Cada um quer aparecer mais do que o outro, seja com Dilma ou com Serra.

Como ninguém é politicamente altruísta, querem mais evidência agora, para conseguir mais influência depois.

Lula-Dilma

Surpresa ou perplexidade: Lula não está mais tão envolvido com a candidatura Dilma. Daí, duas conclusões, de vários lados. 1 – Lula teria se convencido da vitória, estaria dando mais atenção ao plano externo, tentando consolidar sua imagem e prestígio.

2 – A recusa a Dilma (nem quero falar em rejeição, seria a palavra) teria crescido tanto, que “Lula estaria dando por cumprida sua missão”.

Para Lula tanto faz

Lula estaria seguro de que ela ganha, e que essa vitória será obrigatoriamente creditada a ele. Se perder não soltará uma lágrima, não tem a menor dúvida de que ela no Poder não acrescenta nada a ele num possível e quase certo 2014.

Dilma insubstituível

Não pelo prestígio ou importância, mas pela ausência de nomes, ela terá, infelizmente, que ir até o fim. Trocada por quem?

No último ministério do Império, os nomes eram desconhecidos, foram comunicar ao duque-marechal Caxias.

Como estava velho e completamente surdo, a cada nome citado pelo emissário, o marechal perguntava- repetindo: “Quem? Quem?”. O ministério ficou rotulado dessa forma. Dona Dilma, 150 anos depois, é a candidata “quem-quem”.

Serra ainda pior

Ele não consegue arranjar um vice. Tendo “apostado” tudo em Aécio, agora enfrenta a opção aterrorizante: não sabe o que é pior para a candidatura, com Aécio ou sem Aécio. De qualquer maneira, o vice do PSDB será surpreendente. Agora pretendem uma mulher, desde que não seja senadora e ruralista.

Requião, a última esperança

O ex-governador do Paraná, (e um grupo do PMDB que tem votos), não acredita que Temer seja mesmo o vice de Dona Dilma. Sem votos, sem prestígio, sem agressividade, o que vai fazer na campanha?

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