Petistas dizem que País vive uma fase de “intolerância política”

Ministro da Secretaria de Comunicação Edinho Silva entre os lideres do governo Deputado José Guimarães (Câmara) e senador José Pimentel (Congresso).

Guimarães, Edinho e Pimentel exaltam a tolerância

Gustavo Porto, Rafael Moraes Moura e Lisandra Paraguassu
Estadão

O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, afirmou nesta segunda-feira, 17, ter respeito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e que a entidade tem todo o direito de se manifestar. No domingo, o presidente da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, cobrou que a presidente Dilma Rousseff pedisse “desculpas ao Brasil” por ter apresentado uma realidade econômica “inexistente” no período de campanha eleitoral.

“Se trabalhar para manter o emprego do País, para manter a renda da população mais marginalizada historicamente, a manutenção de programas sociais, é um equivoco, então que se constate o equívoco”, disse. “Temos muito respeito pela OAB, pelo presidente da OAB e a manifestação será ouvida e tratada com muito respeito”, afirmou Edinho.

O ministro considerou que Dilma trabalhou muito para que empregos e salários fossem mantidos e disse que ela seguirá a agenda com viagens e diálogo com a sociedade e entidades empresariais. Contudo, admitiu que há um clima de “intolerância política”, e que o momento é difícil.

ANTÍTESE DA DEMOCRACIA

“O espírito de intolerância, manipulado em parte pela oposição, é a antítese da democracia”, completou o deputado José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara. com a concordância do líder do governo no Senado, José Pimentel (PT-CE).

Sobre as manifestações, o ministro disse que houve um recuo com relação às ocorridas no primeiro semestre, mas mesmo assim o governo respeita essas manifestações. Ele disse, porém, que não concorda com a agenda colocada nas ruas sob o ponto de vista ideológico.

Segundo ele, as agendas de diálogo com o Congresso Nacional criam condições favoráveis à governabilidade, e assim, “com o pouco espaço de tempo o Brasil poderá recuperar o crescimento econômico, geração de emprego e o otimismo na economia”.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOGO comentarista Celso Serra, que oportunamente nos enviou esta matéria, observou que os petistas reclamam da intolerância, porque foram acostumados com as casas de tolerância. E o fato é mais significativo ainda em relação ao líder José Guimarães, que se tornou nacionalmente famoso como o deputado dos dólares na cueca. “Casa de tolerância e PT”, tudo a ver, disse Serra, parodiando o anúncio da Globo. (C.N.)

23 thoughts on “Petistas dizem que País vive uma fase de “intolerância política”

    • Exatamente, Tarciso, estamos cansados de tolerar a incompetência administrativa, o esbanjamento e o loteamento do País que este governo tem produzido. Estamos cansados de tolerar a corrupção institucionalizada. Estamos cansados de tolerar a transferência de dinheiro para ditadores africanos, via perdão das dívidas, para o governo cubano, via Mais Médicos, enquanto o Brasil se afunda cada vez mais. Estamos cansados de tolerar o aumento de impostos em vez do corte das despesas do governo. Estamos cansados de tolerar o desperdício de dinheiro público. Estamos cansados de tolerar o desmonte da nossa diplomacia. Estamos cansados de tolerar a falência material das nossas Forças Armadas.
      Estamos cansados de tolerar as mentiras com que a presidente e seus ministros tentam esconder do povo a sua incompetência para governar o país.
      Se isso é ser intolerante, nós nos tornamos intolerantes. Ainda bem que a tempo.

  1. O PT é realmente um partido muito “gracioso”. Faz graça com tudo. Pois não é que passaram a reclamar da intolerância com com o governo.
    Logo este partido, que a todos chamava de ladrões e sempre foi contra tudo que não era seu. Depois de tudo o que fez, agora chora por ter sido desprezado pelo povo.
    Já andam dizendo que a Dilma esta recuperando o prestígio, haja visto ter sido menor as manifestações. Porem não se dão conta é que o povo já esta se desiludindo, até mesmo com os protestos, afinal nada acontece com os políticos.
    Mas embora as ruas estejam a acolher menos protestos, ainda assim as pesquisas continuam dando só 7%
    de apoio a presidente, e ela continua impopular.
    Acredito que este governo e o partido dele, já não tem mais condições de governar o pais. Restando apenas a súplica para que se existirem homens com responsabilidade, abreviem ao máximo esta
    agonia, ninguém aguenta mais tanta podridão.

  2. O membros do PT estão confundindo “Intolerancia Financeira com Intolerancia Politica”.

    Quero saber como o PT e seus Companheiros irão pagar a multa que a Justiça Americana vai cobrar da Petrobras.

    “Petrobras pode pagar multa de US$ 1,6 bi para encerrar investigações nos EUA”
    Folha de São Paulo
    Reuters
    18/08/2016 11h00

    Leia mais em: http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2015/08/1670141-petrobras-pode-pagar-multa-de-us-16-bi-para-encerrar-investigacoes-nos-eua.shtml

  3. O cargueiro KC-390, essa maravilha da Embraer pode transportar 19 toneladas em cada viagem como cargas em voo. E porque não usar com os nossos piores inimigos e criminosos do nosso amado país (https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRcAvmz73Ihyj1xd5JAMfP4vlhvUp0bO-0GmE75z_Z_f_R_woJV) e numa altura bem próxima aos céus em pleno Oceano evacuá-los dessa prisão de frente livres na imensidão entre o céu e o mar. Serial radica l pedir o mínimo?

    • Caro PC,

      De preferência evacua-los no Oceano Pacifico para não correr o risco de poluir nossas belas praias.

      Sabe como é essa turma boia, não afunda, e os micros organismos podem correr o risco de serem contaminados.

  4. Essa gente petista é muito engraçada. Não tendo mais escada para se sustentar (eles mesmos a derrubaram), estão todos segurando na brocha para ver se ela gruda, e a “cola” da vez é atribuir as suas próprias mazelas ao ódio e à intolerância por parte da “zelite” e, mais recentemente, da classe média.

    O problema é que a intelligentsia petista – muito abaixo de qualquer crítica – nunca procurou soluções para nada, limitando-se apenas a eleger culpados por isso ou aquilo, esquecendo-se, convenientemente, que a proposta do PT sempre foi a de “salvador da pátria”, ou seja, que não haveria encrenca que não ficasse sem solução. E, é claro, entre os “culpados” eleitos não houve um só que fosse petista.

    Não sou leviano a ponto de afirmar que esse ódio ao PT não existe de todo, porque há uma meia dúzia de gatos pingados da extrema-direita cujo ódio faz parte indissociável do seu caráter, e que exacerbou-se principalmente depois que perderam o poder com o fim da ditadura. Mas daí a generalizar é desespero de causa.

    Queiram ou não, não há dúvida que o PT é herdeiro da ideia de “luta de classes” apregoada nas cartilhas de Marx, onde o ódio é justificado pelas “boas intenções”. No entanto, os petistas quando fazem algum exame de consciência – se é que fazem -, se enxergam como os bonzinhos que têm como missão explicar aos outros que tudo será uma maravilha se estes seguirem a sua cartilha. São os imaculados missionários da moral e da tolerância sem ódio no coração.

    Mas quem não se lembra do ódio à classe média da Chauí ou do que os petistas fizeram com a blogueira cubana Yoani Sánchez?

    Ora, que não me venham de borzeguins ao leito que eu cá não os recebo! Que vão posar de vítimas para outra freguesia! Chega de presepada. Se estão com medo agora, aguentem, estão colhendo o que plantaram.

    Aliás, continuam plantando, porque tomar conhecimento das caganifâncias desse beldroegas cuequeiro chamado José Guimarães desperta em qualquer um com QI acima do de uma ameba os mais primitivos sentimentos.

  5. Até quando assistiremos tais declarações, o país vive numa recessão sem precedentes e todos que fazem parte deste governo serão responsabilizados, não adianta tapar o sol com peneira, as evidências desta roubalheira generalizada está clara, é impressionante esta canalhas defendo o indefensável, pensam que o povo é idiota, não veem que não adianta mais enganar com falsas declarações, admitam o erro e assumam o que fizeram ao país.

  6. “Toda ação corresponde a uma reação” = uma pena que o PT tenha se esquecido de que ficou mais de 2 décadas pregando a intolerância política. Agora, infelizmente, é a implacável Lei do Retorno, a meu ver, precisavam vir a público pedir desculpas a todos (pessoas e partidos) que eles intolerantemente criticaram. Como se diz… “aqui se faz, aqui se paga”.

  7. O Brasil precisa acabar com a própria tolerância e a apatia diante dos desmandos, da corrupção, da ingerência e da irresponsabilidade de determinados setores sociais, da classe política e de agentes políticos eleitos ou designados politicamente.

    Essa intolerância é tudo o que o país precisa para mudar.

    Chega de sermos platéia. É preciso que esta intolerância com o que é mau e errado aflore na população por meio de ações que provocarão a mudança que o país precisa.

    VIVA A INTOLERÂNCIA!!!

  8. Carlos Newton,

    de fato, o saudoso Apparício Fernando de Brinkerhoff Torelly, Barão de Itararé, autor de diversas frases (máximas) que até hoje utilizamos e que, não raro, entrava na porrada da polícia do ditador Getúlio Vargas e não tomava jeito, pois continuava praticando uma imprensa livre, após algumas dessas surras proferiu a frase lapidar “TOLERÂNCIA TEM CASA ESPECIALIZADA PARA ISSO”.

    Hoje, ao ler o artigo e, principalmente, o firme e claríssimo comentário de Francisco Bendl, sou a obrigado a aceitar que Lula Pixuleco da Silva e o PT transformaram o Brasil em enorme casa de tolerância, que, para o bem dos brasileiros, deve ser demolida com punição exemplar dos corruptos, dentro da lei.

    Do cafetão-mor aos anões dessa casa de tolerância edificada pelo lulismo todos devem ser punidos.

    Aliás, o grande fomentador da intolerância no Brasil foi o Sassá Mutema de Caetés (ou Garanhuns, sei lá) com a pregação do “nós contra eles”.

    Colha os frutos da árvore que plantou, Lula Pixuleco da Silva.

  9. Celso,
    Completaste com perfeição o meu texto sobre a demasia tolerância que beira à permissividade e alienação que nos caracterizam como povo!
    Assim, quando li o comentário dos três patetas sobre “intolerância política”, evidentemente que se colocaram na posição de vítima, pois não podem atacar as pessoas que participaram das passeatas, mas querem dar outra conotação ao seu significado de descontentamento e insatisfação com este governo corrupto e desonesto.
    Obrigado por terminares o comentário acima de forma brilhante, que não fui capaz, ao citares o Barão de Itararé, a respeito de podermos nos considerar como uma verdadeira casa de tolerância do PT, que entende ser o País o local para seus fetiches, taras, sexo grupal, exploração do lenocínio, zoofilia e aberrações de toda a ordem, com os moradores que moram no mesmo “condomínio” chamado Brasil, excessivamente tolerantes com as demonstrações de pornografia explícitas diárias e sem qualquer consideração com mulheres e crianças!

  10. “O panelaço da barriga cheia e do ódio

    Nós, brasileiros, somos capazes de sonegar meio trilhão de reais de Imposto de Renda só no ano passado.

    Como somos capazes de vender e comprar DVDs piratas, cuspir no chão, desrespeitar o sinal vermelho, andar pelo acostamento e, ainda por cima, votar no Collor, no Maluf, no Newtão Cardoso, na Roseana, no Marconi Perillo ou no Palocci.

    O panelaço nas varandas gourmet de ontem não foi contra a corrupção.

    Foi contra o incômodo que a elite branca sente ao disputar espaço com esta gente diferenciada que anda frequentando aeroportos, congestionando o trânsito e disputando vaga na universidade.

    Elite branca que não se assume como tal, embora seja elite e branca.

    Como eu sou.

    Elite branca, termo criado pelo conservador Cláudio Lembo, que dela faz parte, não nega, mas enxerga.

    Como Luís Carlos Bresser Pereira, fundador do PSDB e ex-ministro de FHC, que disse:

    ‘Um fenômeno novo na realidade brasileira é o ódio político, o espírito golpista dos ricos contra os pobres.

    O pacto nacional popular articulado pelo PT desmoronou no governo Dilma e a burguesia voltou a se unificar.

    Surgiu um fenômeno nunca visto antes no Brasil, um ódio coletivo da classe alta, dos ricos, a um partido e a um presidente.

    Não é preocupação ou medo. É ódio.

    Decorre do fato de se ter, pela primeira vez, um governo de centro-esquerda que se conservou de esquerda, que fez compromissos, mas não se entregou.

    Continuou defendendo os pobres contra os ricos.

    O governo revelou uma preferência forte e clara pelos trabalhadores e pelos pobres.

    Nos dois últimos anos da Dilma, a luta de classes voltou com força.

    Não por parte dos trabalhadores, mas por parte da burguesia insatisfeita.

    Quando os liberais e os ricos perderam a eleição não aceitaram isso e, antidemocraticamente, continuaram de armas em punho.

    E de repente, voltávamos ao udenismo e ao golpismo.’

    Nada diferente do que pensa o empresário também tucano Ricardo Semler, que ri quando lhe dizem que os escândalos do mensalão e da Petrobras demonstram que jamais se roubou tanto no país.

    ‘Santa hipocrisia’, disse ele. ‘Já se roubou muito mais, apenas não era publicado, não ia parar nas redes sociais’.

    Sejamos francos: tão legítimo como protestar contra o governo é a falta de senso do ridículo de quem bate panelas de barriga cheia, mesmo sob o risco de riscar as de teflon, como bem observou o jornalista Leonardo Sakamoto.

    Ou a falta de educação, ao chamar uma mulher de ‘vaca’ em quaisquer dias do ano ou no Dia Internacional da Mulher, repetindo a cafajestagem do jogo de abertura da Copa do Mundo.

    Aliás, como bem lembrou o artista plástico Fábio Tremonte: ‘Nem todo mundo que mora em bairro rico participou do panelaço. Muitos não sabiam onde ficava a cozinha’.

    Já na zona leste, em São Paulo, não houve panelaço, nem se ouviu o pronunciamento da presidenta, porque faltava luz na região, como tem faltado água, graças aos bom serviços da Eletropaulo e da Sabesp.

    Dilma Rousseff, gostemos ou não, foi democraticamente eleita em outubro passado.

    Que as vozes de Bresser Pereira e Semler prevaleçam sobre as dos Bolsonaros é o mínimo que se pode esperar de quem queira, verdadeiramente, um país mais justo e fraterno.

    E sem corrupção, é claro!”

    Juca Kfouri

    • Será que este jornalista, teve ao menos o trabalho de ler o que revelou o levantamento estatístico do Datafolha sobre o protesto do dia último dia 16 para emitir a opinião?!

      Com certeza não. O sujeito é só mais um cretino pago para dobrar a opinião pública em favor do governo. Só isso.
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      135 mil vão à protesto na Paulista

      Os 135 mil manifestantes que foram à Avenida Paulista para protestar no domingo, 16 de agosto, tinham opiniões e perfil similar aos dos que estiveram nas manifestações ocorridas em março e abril deste ano, no mesmo local. A maioria dos manifestantes era do sexo masculino (61%), e 39% eram do sexo feminino. Uma parcela de 11% tinha até 25 anos, 19%, de 26 a 35 anos, 30%, de 36 a 50 anos, e 40%, 51 anos ou mais. A idade média ficou em 45 anos.

      Três em cada quatro (76%) dos que foram ao protesto tinham ensino superior, e 20%, ensino médio. Apenas 4% haviam estudado até o ensino fundamental. A maioria (84%) também fazia parte da PEA (População Economicamente Ativa), com destaque para assalariados registrados (33%), autônomos regulares (13%) e empresários (13%).

      A segmentação por renda mostra que 14% tinham rendimento familiar mensal de até 3 salários mínimos, 13%, de 3 a 5 salários mínimo, 25%, de 5 a 10 salários mínimos, 25%, de 10 a 20 salários mínimos, e 17%, de 20 salários ou mais. Uma fatia de 4% não informou sua renda mensal familiar.

      A maioria (75%) se declarou de cor branca, e 17%, de cor parda. Apenas 3% se declararam da cor preta, 1% afirmou ser indígena, 2% disseram ser amarelos, e 2% indicaram, espontaneamente, outras cores.

      Os moradores da própria capital eram 80% dos manifestantes. Entre eles, quatro em cada dez (40%) eram moradores da zona sul, e 22%, do centro. Os demais eram das regiões oeste (17%), leste (13%) e norte (8%)..

      O público reunido na avenida tem um perfil diverso dos paulistanos de forma geral. Na população da cidade de São Paulo com 16 anos ou mais, há mais mulheres do que homens (53% a 47%), a idade média é mais baixa (40,2 anos), a minoria chegou ao ensino superior (28%), a faixa de renda familiar mensal de até 5 salários mínimos abrange 69% e a cor branca não é preponderante (48%).

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      http://datafolha.folha.uol.com.br/opiniaopublica/2015/08/1669735-135-mil-vao-a-protesto-na-paulista.shtml

    • Este modelo de jornalismo tendencioso, mentiroso, enganador, que pratica o autor do texto reproduzido acima pelo Gilson, acirra a luta de classes, sonho de um bando de tresloucados que acredita ser possível nivelar a sociedade através de uma revolução, matando seus próprios compatriotas.
      O autor é cínico, hipócrita, ao defender os pobres – atitude repulsiva porque segrega e discrimina quem venceu na vida por méritos – e confessando que pertence a uma “elite branca”, irresignada pela preferência do governo pelos mais necessitados.
      O artigo é simplesmente preconceituoso, e deveria ser questionado em juízo para que o jornalista explique o que vem a ser a “elite branca”, e da qual ele faz parte, que deseja o golpe contra Dilma, um governo a serviço dos trabalhadores e dos pobres, conforme alega.
      Em princípio, certamente escrevendo como mero bajulador, não considerou as últimas medidas da presidente com relação aos direitos dos trabalhadores que estão sendo retirados, que eram leis, e outros negados;
      Segundo, na sua farsa e repulsiva intenção de defender este desgoverno, esquece a situação de penúria dos aposentados.
      Demonstra, desta forma, seu total desconhecimento pela realidade dos “pobres” ou finge desconhecê-la pra agradar quem lhe interessa, que este governo corrupto e desonesto CONDENOU milhões de brasileiros à miséria, e engana o povo através de afirmações venais que, os beneficiados pelo Bolsa Família tiveram ascensão social quando, na verdade, se o governo deixar de pagar a ajuda mensal o pobre volta a morrer de fome porque não houve a contrapartida do benefício, fosse em termos de trabalho ou estudo ou um rigoroso Planejamento Familiar.
      Assim, o verdadeiro trabalhador que paga impostos e sustenta este governo perdulário, incompetente, corrupto e desonesto, também assiste que a absurda carga tributária que lhe é cobrada mantém gente que não trabalha, que não faz nada, à espera do benefício mensal em casa, enquanto que se o governo tivesse mesmo a intenção de promovê-los socialmente encontraria trabalho ou uma ocupação útil tanto para eles quanto à sociedade e País, e não transformá-los em currais eleitorais e ameaçando-os de perder o auxílio se não votarem nos petistas!
      Ora, não se trata de defender os pobres, como alega o obtuso jornalista, mas de EMPOBRECER uma população porque dependente do governo, impedindo propositadamente que essas pessoas se sustentem por si só, e terem a sua total liberdade de organização pessoal e familiar.
      Quanto aos sonegadores e mal educados, certamente o vetusto jornalista se identifica intimamente com este pessoal, a ponto de citá-los no lugar de se preocupar e denunciar que milhares de brasileiros são mortos pela falta de segurança pública – POBRES, na sua maioria -, as centenas de pessoas que morrem à espera de atendimento médico e hospitalar – também a maioria de gente POBRE, vítima dessa opção do governo em “defendê-los” -, e uma educação que beira à irresponsabilidade porque tem como resultado o aumento do analfabetismo e índices gravíssimos de analfabetismo funcional – a maioria absoluta de POBRES, que contradiz as afirmações do péssimo profissional de imprensa, subserviente e lisonjeador, de um governo que mais propiciou lucros e ganhos à elite mais perniciosa que temos, a bancária -, que o escrevinhador não registrou, pois convenientemente aos seus interesses pessoais nesta questão não trazer à baila tais fatos.
      Mais a mais, se de fato o governo se preocupasse com o pobre e o trabalhador haveria oferta de trabalho e salários adequados às necessidades do povo, no entanto, a realidade que o jornalista tendencioso omite é o aumento do desemprego, da inflação, do endividamento, do EMPOBRECIMENTO da classe média, que ele e os ícones petistas detestam – o profissional da imprensa porque é da elite branca, muito acima da classe média, portanto, e as determinações filosóficas que o PT segue à risca, conforme declara a líder petista, a srª Marilena Chaui, que simplesmente detesta a classe média!
      A conclusão lógica que se obtém é que o PT e o jornalista mentem descaradamente quando divulgam defender o pobre quando verdadeiramente querem é destruir a classe média, nivelando-a com aqueles que já condenaram à miséria, e cuja existência está resumida em trocados e uma sacola de alimentos!
      Bom, isto é mesmo ser POBRE!

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