Petrobras demonstra ser a mais eficiente petroleira do mundo, acredite se quiser

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Em 2026, a produção vai a  5,2 milhões de barris/dia 

Carlos Newton 

A Petrobras está submetida a um lobby permanente que visa ao seu fatiamento e à sua privatização. Este artigo do economista Cláudio da Costa Oliveira, ex-funcionário da Petrobras e considerado um dos maiores especialistas mundiais em economia energética, mostra que, ao contrário do que a mídia apregoa, a Petrobras não está e nunca esteve quebrada. Sua geração de receita não para de crescer e em 2026 a produção da estatal alcançará 5,2 milhões de barris/dia, transformando o Brasil num grande exportador de petróleo. Desde total, só o supergigante campo de Búzios, descoberto em 2010, responderá por 2,4 milhões de barris/dia. Em tradução simultânea, a Petrobras vai ajudar a tirar o país da crise.

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EXCESSO DE GERAÇÃO DE CAIXA FAZ PETROBRÁS
PARALISAR A VENDA DE SEUS ATIVOS
Cláudio da Costa Oliveira

Uma desculpa. Tudo que a atual administração da Petrobrás precisava era de uma desculpa para interromper o absurdo e desnecessário plano de privatização. A desculpa perfeita surgiu com a liminar do ministro do STF Ricardo Lewandowski proibindo venda de estatais sem aprovação do congresso. Imediatamente, em Fato Relevante, a Petrobras anunciou a paralisação dos processos de venda das Refinarias, da Araucária Nitrogenados e da Transportadora de Gas – TAG.

Em fevereiro de 2016 escrevi meu primeiro artigo sobre a Petrobras com a título “A verdade sobre a Petrobras”. O artigo foi publicado apenas no jornal do Sindipetro-ES e nele eu já dizia que não havia necessidade de venda de ativos, bastava mudar um pouco o perfil da divida alongando os prazos de amortização, tornando-os compatíveis com a entrada em operação dos projetos do pré-sal , e dizia “não é bicho de sete cabeças”

http://www.sindipetro-es.org.br/wp-content/uploads/2016/07/Boca-de-Fevereiro.pdf

DIZEM OS NÚMEROS – As verdades levantadas naquele artigo são imutáveis, assim como são imutáveis os números registrados nos balanços até aquela data nos quais ele estava baseado. Em fevereiro de 2017, o presidente da AEPET, Felipe Coutinho, escrevia “A construção da ignorância sobre a Petrobras” relatando as mesmas constatações.

Tentar tapar o sol com peneiras, através de falácias, mentiras e fake news do tipo a Petrobras quase quebrou (ou quebrou, como dizem alguns) ou de que os investimentos feitos são na maioria improdutivos, não tem qualquer sustentação para quem analisa os números auditados e publicados pela empresa.

Em junho de 2017 escrevemos artigo intitulado “Avaliação dos maus investimentos e da corrupção na dívida de Petrobras”. Neste estudo adotamos como verdadeiros os impairments (prejuízos) realizados pela Petrobras que indicavam como improdutivos menos de 10% dos investimentos feitos no período de 2010/2014.

http://www.aepet.org.br/uploads/paginas/uploads/File/Formacao%20da%20divida.pdf

SEM PROBLEMAS – Qualquer alteração nestes valores tem reflexo direto no valor dos impairments, mas pelo que temos conhecimento as análises estão sendo feitas de forma rigorosa com mais de 4.000 intervenções de auditoria/ano e, ao que tudo indica, os números estão corretos.

Daqui à cinquenta anos, quem analisar os balanços da Petrobras chegará às mesmas conclusões: a empresa nunca teve problemas financeiros e o retorno dos investimentos feitos (2010/2014) não podem ser escondidos.

Muitos erros foram cometidos. Corrupção, investimentos improdutivos etc, etc. Os culpados têm de ser punidos exemplarmente. Mas isto não significa dizer que a estrutura financeira da empresa tenha sido abalada. Os números dos balanços mostram claramente que não.

ENTREGUISMO – Buscar defender a qualidade de uma administração é um direito de todos, mas isto não pode ser feito manipulando informações para obter apoio da opinião pública e justificar venda de ativos produtivos e entrega de reservas. Isto significaria sair de um erro para entrar num erro ainda maior.

Ninguém pode querer dizer que recuperou financeiramente uma empresa onde não havia problemas financeiros. Os balanços vão sempre mostrar as verdades dos fatos.

O quadro de Usos e Fontes apresentado pelo PNG 2018/2022 é um atestado da falta de necessidade de venda de ativos. Para fechar os números com venda de US$ 21 bilhões de ativos (Fontes) foi necessário aumentar o caixa em US$ 8,1 bilhões (Usos). Um absurdo, pois o caixa da empresa já é elevadíssimo (US$ 22 bilhões) e a companhia ainda tem a receber US$ 6 bilhões de vendas de ativos realizadas em 2016 e créditos com a Eletrobras de outros US$ 6 bilhões, sem falar no acordo da seção onerosa ainda indefinido.

DÍVIDA ALONGADA – Não podemos deixar de reconhecer que Ivan Monteiro, como diretor financeiro, fez um excelente trabalho no alongamento da amortização da dívida da Petrobras, que estava muito concentrada em 2019/2022. Mas isto não significa dizer que outro executivo não teria feito o mesmo, pois se trata de uma atividade corriqueira na administração financeira das empresas.

Este alongamento da amortização da dívida, aliado à manutenção de política de preços alinhada com os preços internacionais com uma taxa de câmbio beirando R$ 3,90, bem como um aumento de produção no segundo semestre de 2018 de 400 mil barris/dia e um posterior aumento de produção de mais 400 mil barris/dia previstos para 2019, provocarão uma explosão da Geração Operacional de Caixa da companhia. Assim, como justificar venda de ativos ?

SUPERPRODUÇÃO – Qualquer tentativa de esconder os fatos será insustentável. A Empresa de Pesquisa Energética – EPE aponta que em 2026 a produção da Petrobras alcançará 5,2 milhões de barris/dia. Desde total só o super gigante de Búzios, descoberto em 2010, responderá por 2,4 milhões de barris/dia.

Entre todas as grandes petroleiras do mundo a Petrobras é de longe a de maior eficiência financeira. Sua capacidade de Geração Operacional de Caixa – GOC é inigualável. A tabela a seguir mostra a divisão da GOC pela Receita Bruta das empresas.

Retorno Financeiro sobre Vendas
                    2012    2013    2014    2015      2016

Petrobras       0,15       0,15       0,15      0,21      0,25
Chevron         0,16       0,16       0,16      0,15      0,12
Exxon            0,12       0,10        0,11      0,11       0,08
Shell               0,10       0,09       0,11      0,11       0,09
BP                  0,05       0,06       0,09      0,09      0.06
Fonte : Balanços auditados e publicados. Obs: Deixamos de mostrar os números de 2017, pois inexplicavelmente a Petrobras não publicou a sua Receita Bruta em US$ neste exercício.

É IMBATÍVEL – Vejam que mesmo com os subsídios, com a corrupção e a elevada carga tributária, a Petrobras é imbatível. Esta tabela resume a eficiência financeira entre as empresas. É boa para calar aqueles que dizem que a Petrobras é ineficiente. 

Dá para imaginar qual não será a Geração Operacional de Caixa desta empresa nos próximos anos. Então como justificar venda de ativos? Impossível. Logo, tudo vai ficar muito claro para todos.

A atual administração está em fim de mandato, mas daria uma grande contribuição se paralisasse as atuais polÍticas de vendas de ativos e reservas bem como de preços, convocando ampla discussão sobre o futuro da Petrobras e da divisão da renda petroleira.

(Artigo enviado pelo jornalista Sergio Caldieri)

53 thoughts on “Petrobras demonstra ser a mais eficiente petroleira do mundo, acredite se quiser

    • Como a venda de estatais no governo FHC? Não abateu um Real da dívida. E ainda dolarizamos a economia e abrimos mão de termos uma tecnologia para nos desenvolvermos. O que deveria ser feito eram associações com outras empresas, com transferência de tecnologia, como a China fez e está hoje colhendo os frutos.

  1. Com o povo brasileiro a sustentando isso de eficiente faz sentido.
    Quero ver abrir o mercado, como num país capitalista de verdade e aí sim, poderemos ter uma ideia mais próxima da verdade.

    E o mais inacreditável, inimaginável é que só ela pode comprar o àlcool e repassar ao consumidor.

    Por essas e muitas outras temos com essa maravilha de estado socialista mais de 40 milhões de desempregados.
    Enquanto isso no resto do mundo….

    • O mercado não é aberto? Qualquer empresa pode vir e construir uma refinaria aqui. Por que não isso não é feito? Pesquises e verás.

  2. Diz o tal jornalista que logo vai ficar muito claro para todos.
    caro jornalista, só procê que ainda não está claro.
    Vc demonstra que é um nacionalista do estado e não nacionalista da nação que é o povo empregado

  3. Minhas dificuldades com a língua (ao escrever) é deficiência mesmo.
    Mas quando alguém que escreve bem “manobra” com os termos, fico danado da vida!

    “EXCESSO DE GERAÇÃO DE CAIXA FAZ PETROBRÁS
    PARALISAR A VENDA DE SEUS ATIVOS”

    O termo “EXCESSO” passa á idéia, pelo menos para mim, de algo que foi feito a maior, mais do que a necessidade, fora do normal, ou seja, ALGO NEGATIVO.

    Por que não usou um termo correto para dizer que ENTROU MAIS DINHEIRO DO QUE ESPERADO!

    Falta seriedade quando misturam dados técnicos com política rasteira e questões pessoais ou grupais.

    Posso estar errado, mas terminei não endo o artigo. O autor, ex-funcionário da Petrobrás, deve ter sido também sindicalista. Tem alguns que, mesmo quando da certo eles dão um jeito de fazer dar errado!

    Não tenho mais paciência com este tipo de “coisinha”.

    Fallavena

    • Fallavena, se o autor não fala qual foi o ROI da Petrobrás, está mentindo. Números como os publicados são apenas uma parte da verdade e, estupidamente ele não fala de 2017 com uma desculpa esfarrapada que nem a mais ingênua das pessoas aceitaria. O ROI é o que interessa ao acionista a não ser que o acionista seja o governo que cobre os rombos com o dinheiro do contribuinte (nós mesmos). E, a fonte desta matéria é o patético 247. É preciso dizer mais?

  4. De novo o sentimento nativo recusando-se a enxergar a realidade. Parece até convicção religiosa: a verdade está na cara, mas o crente obcecado vê Deus num maltrapilho andarilho que se juntou ás hostes de João Batista contra o poderoso Império Romano. Não dá, somos atrasados, podemos trabalhar seriamente para tornar o país grande, mas não é com bazófia. E nem com condescendência com os corruptos. Se quiserem apelar a Deus, tudo bem, mas que ele não mande de novo um Jesus Cristo para começar tudo de novo!

  5. No dia 3 de Outubro de 1953 a Petrobrás foi fundada. Até a data de seu falecimento, o maior crítico desta empresa estatal era Roberto de Oliveira Campos.

    63 anos depois alguém produz uma peça editorial incrível insinuando que a Petrobrás deve continuar a ser estatal, agora, sob a alegação de que a venda de ativos financeiros não pode ocorrer.

    Enviei o artigo a um grande amigo meu, ex-funcionário da Petrobrás, pessoa atualizada e por dentro da empresa sobretudo porque ainda opera na área de petróleo com escritório em Houston, TX.

    Vou aguardar o que ele vai dizer. No momento, para acreditar no artigo, terei que considerar que desfazer de décadas de incredulidade, e no lugar aceitando que esta companhia é a rainha dos ovos de ouro do Brasil.

    Minha desconfiança está mais para a grande patacoada da campanha OURO PARA O BRASIL que, por uma questão de idade, tanto Carlos Newton quanto eu somos conhecemos.

    • O senhor é um homem de classe. Se fosse este pobre carpinteiro, apelaria para um francès portuário: esses esquerdistinhas de merda não passam de retrogrados babacas treinados para fazer bosta parecer pepita de ouro. À tout à l’heure.

    • O debate sobre a privatização ou não da Petrobrás, precisa ser feito.

      Sabemos que esta estatal pelo que representa em dinheiro arrecadado pelas vendas de seus produtos, chega a ser maior do que muitos países!

      Os olhos dos políticos sobre a empresa sempre foram de cobiça, de se aproveitarem de suas fragilidades administrativas para lograr êxito em suas más intenções, de se locupletarem.

      O PT foi com muita sede ao poste, e labuzou-se de tal maneira que a baderna realizada pelos diretores escolhidos por Lula e Dilma começaram a vir à tona, principalmente pelos doleiros e agentes dos partidos – na verdade meros estafetas -, que levavam as mensagens aos responsáveis sobre o percentual de cada partido e parlamentar nos roubos praticados!

      A Petrobrás se tornou maior do que a mina de ouro de Serra Pelada, e com os “garimpeiros” exagerando na destruição das estruturas do grande poço aberto!

      Naturalmente que veio a público o escândalo, na verdade o maior golpe contra um país já arquitetado no mundo pela quadrilha petista!

      Evidente que outras agremiações estão juntas neste crime lesa-pátria, MDB, PP, PCdoB ..mas a ganância e a grandiosidade da estatal são fatores que, entra e sai governo, e ela será sempre visada para ser explorada e roubada!

      Logo, se a lógica diz que não deve ser privatizada porque se trata de uma arma estratégica poderosa que tem o Brasil quanto à venda de combustíveis e controlada pelo governo, os acontecimentos contradizem a razão, surpreendentemente, dizendo que deve ser vendida porque jamais a Petrobrás será administrada adequada e convenientemente em favor do povo brasileiro, porém para parlamentares, diretores da estatal, partidos políticos e empresários desonestos!

      Ora,além de injusto pagarmos caro por um litro de gasolina, pior tem sido com o álcool, pois é a forma encontrada pelo novo presidente da empresa para compensar os prejuízos dos ladrões petistas, que sequer devolveram um centavo do que roubaram, com exceção dos diretores da estatal, mas partido algum e parlamentar não devolveram nada para o país e povo!

      Consequentemente, em face desse problema insolúvel, que seja privatizada, e seus compradores que sigam normas que devem estar no contrato de vendas, de modo que não fiquemos sem combustível porque o empresário decidiu não vender naquele dia!

      • Bendl,
        Por oportuno leio a sua sugestão “O debate sobre a privatização ou não da Petrobrás, precisa ser feito.”

        Fui ao dentista. Discutirei com ele? O preço sim, a técnica, nem de longe. Hoje é que eu aprendi o que é terceiro molar.

        Comprei um lote, as exigências cartoriais me pareceram confusas.

        Apelei para meu contador sobre uma questão da Receita Federal e me senti como zumbi.

        Minha esposa resolveu transferir um valor da poupança para um investimento que pareceu-lhe melhor e seu gerente pareceu um cidadão de outro planeta.

        Acho, com a devida vênia, sua sugestão sem qualquer valor prático. A sociedade não fala, e quando fala, como no caso das nossas, advogados, melhor fosse se estivesse calada.

        Petróleo então, fora troca de óleo e abastecimento, meu conhecimento dos meandros de uma empresa como a PETROBRÁS são esses.

        • Eduardo,

          Uma pena que eu tenha lido o teu comentário agora, portanto minhas desculpas pela resposta tardia.

          Vamos lá:

          Se a minha sugestão não tem valor prático algum, que concordo parcialmente, então os Textos abaixo são pura perda de tempo, inclusive os teus!

          Ora, ora, se a estatal pertence ao povo, em tese, mas é o governo que a administra e muito mal, roubando-a e dilapidando o patrimônio da empresa, o cidadão precisa discutir o que exigirá do governo para mudar a situação!

          O presidente da República é que não vai alterar o quadro atual, de escolher os diretores e determinar o modo de atuar da estatal, mas o povo.

          Se não discutirmos a questão em nível nacional, então somos mesmo desinteressados pelo país e pelos rumos que estão lhe dando.

          Abraço.

    • Pedro
      Também sou contra privatizar o que, teoricamente, é do povo brasileiro.
      Interessante é que, quando o negócio está ruim, É DO POVO, mas quando está dando lucro é DELES (sindicalistas, servidores, etc).

      Uma empresa como a Petrobrás teria de ser administrada fora do governo, mas com a mão do estado. Dá oara entender?

      Este é o principio que estudo,pesquiso e gostaria de ver debatido. Governo é governo (administrador) e estado é o todo.

      Sei que é complexo, à primeira vista, mas te asseguro que é muito simples.

      Abraço

      Fallavena

      • Fallavena, obrigado por comentar.
        A questão das estatais é que quando lucram o povo não vê. Se esse lucro tivesse um direcionamento, por exemplo, educação, infraestrutura, saúde, nós entenderíamos o motivo de sua existência. Mas vai para o bolo do governo e aí desaparece.

      • Com prejuízo ou não, o Estado arrecada através dos impostos. O lucro, esse vai para acionistas. Os preços praticados são os internacionais (e acho que deveriam ser um pouco menores), com exceção do GLP que está com o preço aquém. É uma tremenda ilusão achar que o preços dos combustíveis diminuirá com a privatização de qualquer empresa. Vide tarifas de energia elétrica e comunicações. Ao contrário. Os combustíveis podem ser importados por qualquer empresa, então, isso não acontece porque há essa paridade. Agora mesmo, os importadores de diesel estão chiando, porque houve uma redução nesse combustível e a importação do mesmo se tornou inviável. Vender para multinacionais? Pagando a mesma coisa ou mais e o país perdendo divisas devido à remessa de lucros ao exterior? Que inteligência!

    • O que é ‘blindar’?

      Imagine blindar uma empresa particular, uma Ford, por exemplo. Inconcebível. Talvez blindar uma EMBRAER. Seria possível?

      Se se blindasse, evidentemente que desapareceria, simples assim.

      O casamento com a BOEING foi justamente para salva-la: casou a BOMBARDIER com a AIRBUS, casa-se a brasileira EMBRAER com a americana BOEING.

      Blindar é outro nome para manter uma empresa sob o controle do Estado. A PETROBRÁS tem que ser privatizada de ponta a ponta. Como é que uma empresa, supostamente genuinamente nacional não conhece abastecer o mercado nacional com o que produz? Seu ‘overhead’ é imenso. É fonte de corrupção. Pedro Parente tentou, mas ‘comeram-no’.

      Por enquanto o desafio feito — “acredite se quiser ” — eu simplesmente coloquei na geladeira e fechei a porta da incredulidade sobre ela. Me engana que eu gosto.

      Tudo o que estatal tende à ferrugem. Tudo.

      Se algo for estatal, admito, este será por emergência e necessidade, mas momentânea. Este é o princípio norteador para mim.

      Não existe patriotismo em nada que seja considerado estatal. Nada. Zero.

      Se a EMBRAER estivesse sob a mão do Estado e não fosse privatizada, ela existiria apenas como uma dessas estatais consumidoras de dinheiro sem fim.

      O Estado é péssimo, péssimo patrão, péssimo investidor, péssimo gestor. Um empresário precisa de um funcionário para trocar uma lâmpada. O Estado precisa de 5 mais os conselheiros indicados com direito a ‘jetons’.

      O Estado, mormente o brasileiro, é uma porcaria infinita. faz 500 anos que é assim. Esquerda e Direita quando clamam pela ajuda do Estado, são anjos da morte.

      A BOEING veio aqui porque viu qualidades em uma empresa privada. A PETROBRÁS nunca deveria ter dito, se o fez por boca de terceiros, que é uma empresa viável. Quem faz isso são verdadeiros saltimbancos. É um convite ao ufanismo, ao nacionalismo barato.

      Antes de ser privatizada a EMBRAER estava à beira da falência. Ouçam o que o seu fundador, Ozires Silva, tem a dizer sobre esse ‘merge’ entre as duas.

      Vou aguardar a posição do meu amigo, e não sei o que ele vai dizer, mas confesso que esses dados oferecidos no artigo podem ser verdadeiros, mas estatística é uma maneira de mentir também.

      Em 63 anos a PETROBRÁS provou que não foi criada para provar sua viabilidade.

      Se a certa altura tivesse sido privatizada…

      • Eduardo, esse blindar seria uma administração puramente técnica, sem a interferência nefasta desses incompetente que não sabem nem resolver uma regra de três simples.
        E também uma fiscalização por parte das faculdades públicas. Esse acompanhamento dos contratos e da utilização de nosso dinheiro por entidades independentes seria enormemente benéfico.

        • Pedro Rios,
          A questão reside nessa sua observação de que a suposta solução poderia estar em “uma administração puramente técnica, sem a interferência nefasta desses incompetente”.

          Tenho comigo que é uma ideia como a sugestão ao Chapeuzinho Vermelho de que o Lobo Mau não é tão mau assim e há indicação que ele está em estado de conversão para a bondade.

          Se você disser isso na Câmara ou Senado você será aplaudido de pé. Certamente haverá aqueles que suspeitarão de sua santa inocência.

          A PETROBRÁS tem 63 anos de fundação e não deixará ser o que é na mão dos outros. Outros aí nós brasileiros.

          Só a privatização resolve, sem o olho grande do governo e a mão pesada de uma administração como a de Pedro Parente.

          Isso para começar.

  6. e o absurdo do produtor de álcool não poder vende-lo direto ao consumidor?

    Como se sabe, o Brasil não tem petróleo em terra, ou tem pouquíssimo, mas se o tivesse, um dono de um terreno não poderia fazer como nos EUA em que se pode extrair petróleo como mostra aqueles cavalos de pau que serve para bombeá-lo.

    Enfim, o Cel Osires Silva disse a pouco que o estado brasileiro é nocivo ao desenvolvimento.

    • O Mário Jr. foi na ferida: a ideia de produzir etanol da cana de açúcar foi inteligentíssima.

      Mas aí entrou o Estado, e o empresário viu aí uma oportunidade magnífica para locupletar-se.

      1. O Estado tinha que ter caído fora, logo no início.
      2. O Estado tinha que ficar fora e de olho no empresário, impondo-se, não tentando ganhar.
      3. O Estado não ficou de fora, e trouxe para dentro o empresário que investiu e precisa sobreviver.
      4. Hoje as distribuidores estão na mão do Estado que no escurinho do cinema duas empresas, uma estatal e outra particular, dominam o mercado de distribuição do etanol.

      O etanol foi uma grande ideia? EXCELENTE! Onde o erro? Quando o Estado quis fazer o papel de empresário e locupletou-se com um grupo de empresários e corrompeu-os ameaçando-os.

      Saia Estado!
      Venda suas empresas, mais de 500 que dão horror de prejuízo!

      Vai sair? Claro que não.
      E o empresário, fica? Ele fica porque o Estado acenou para ele investir e não disse que mais tarde seria sócio dele. Agora os dois, Estado e empresário estão como aidéticos. Um não consegue desfazer-se do passado, e o outro depende da medicação.

      O Brasil tem jeito? Está difícil.

      • Colocou bem Eduardo. Mas, com esse tipo de estado como o nosso, que sempre dá oportunidade a todo tipo de malandragem, quem não não quer se locupletar?

        Enfim, o estado tem que se desligar da iniciativa privada como nos EUA e deixar o povo trabalhar em paz que as coisas que interessam ao povo acontecerão naturalmente.

        • Concordo Mário Jr.
          E tem que aprender a dizer ao empresário, “você quebrou, agora se virá”.

          Eu não tenho os dados em mãos, e ficaria grato a quem os fornecesse. Mas sei que o subsídio do Estado brasileiro é algo tão espantoso que chega a mexer com o PIB.

          Ora, que dá subsídio é país rico. Pobre e semi-pobre como o nosso não deveria.

          Locupletar-se no Brasil é quase uma necessidade.

          Agora eu pergunto, para que tanto subsídio, e coloque tanto nisso aí! Em algum lugar tem-se a sensação de mistério com mágico e retorno garantido.

          Não vai dar certo mesmo.

      • Etanol? Foi uma boa ideia, mas porque os produtores chiam quando o preço de gasolina diminui? E porque o percentual do álcool adicionado à gasolina é alto? Será que não é pressão dos usineiros? Porque o etanol não é exportado? Pesquise e obterás as respostas. Verás que estás enganado.

        • A maior parte do valor pago aqui no Brasil são os impostos. O de maior alíquota é o ICMS, estadual. Porque essa mistura do etanol à gasolina? Não seria pressão dos usineiros? E a octanagem da gasolina comum aqui é de 87 IAD, mesma dos EUA. O etanos aqui é subsidiado para poder ser competitivo.

          • Prezado Vidal, algumas correções são necessárias.

            1. A AMAZON é espantosamente maior do que a PETROBRÁS. Fato. Mas os ‘assets’ da PETROBRÁS são maiores. A AMAZON gera uma montanha de dinheiro, a PETROBRÁS tem um lastro muito maior. Falar de lucro, portanto, não é um bom caminho para equacionar uma coisa e outra. Mais a mais, cálculos não se faz com uma moeda como o Real. Assim, ICMS, uma espécie de IVA europeu (apenas em parte), é coisa ínfima perto do Himalaia de que estamos a falar. Sem falar que o ICMS é uma excrescência que nem os secretários de fazenda dos estados falam a mesma língua.

            2. A mistura do etanol é o que se chama neste mercado uma saída à brasileira, uma sem-vergonhe estatal camuflada de safadeza do Estado. Não, não é verdade que os produtores de cana-de-açúcar são os autores. Vou lhe dar um exemplo de um usineiro amigo meu: ele sempre acreditou no etanol, produto que existia antes mesmo do governo fazer a sacanagem que fez. Segundo ele, o governo se ‘aproximou’ dos grandes produtores e sugeriu aquilo que se tornou uma grande benção já no primeiro governo de Lula: produzir etanol da cana-de-açúcar e recalcular o impacto do petróleo nas contas, sejam públicas, seja no bolso do consumidor.

            3. Beleza! A turma embarcou nessa. Meu amigo embarcou nessa. A certa altura o governo começou a manipular preço (porque ele é o Estado) e usar a Petrobrás para ajuda-lo na manipulação. O resultado é o que se vê hoje: quando começou, era uma montanha de carros movidos a etanol (e a Petrobrás sofrendo porque perdia mercado). A solução todos nós sabemos. Meu Nissan é flex. Nunca usei álcool nele. É uma espécie de taça de cristal, puro enfeite.

            4. Se você soubesse o quanto você e eu somos ‘roubados’ com etanol na gasolina, você certamente não falaria uma bobagem enorme como a de que “a octanagem da gasolina comum aqui é de 87 IAD, mesma dos EUA.” Acho que ou você nunca abasteceu carro nos EUA, ou se usou esse dado revelou-se um desinformado. Ou os dois.

            5. O etanol não é subsidiado para ser competitivo. Não, meu caro Vidal, é para ganhar dinheiro, muito dinheiro. E a coisa é tão suja moralmente, que mesmo que você não queira, você acaba por reforçar esse furto na bomba comprando ‘gasol’.

        • O etanol não é exportado porque você seria objeto de chacota se usasse o etanol para girar um motor alemão.

          Um carro americano não conseguiria rodar com etanol. Teria que arrastar um posto de gasolina na traseira para dar conta.

          Se você acelerasse uma light-duty, mais ainda um heavy-duty da GM, Ford ou Chevrolet com álcool, você não sairia do lugar.

          Tem motor e combustível. Estes usam gasolina que lá é de boa qualidade (americanos não suportam diesel). No Brasil o Estado fez o seguinte: inventou uma estrovenga chamado motor 1.0 e meteu gasolina adulterada (etanol) nele.

  7. A Petrobras é realmente lucrativa, basta comparar o preço absurdo do combustível vendido no Brasil com o que é comercializado livremente no exterior por empresas menos lucrativas.

    • Vou com muita frequência aos Estados Unidos. O preço da gasolina lá (não estou me referindo à ‘premium’) é equivalente (não é igual) à do Brasil.

      Agora, compare a qualidade do produto lá de menor octanagem com o melhor produto aqui.

      Mais a mais, alguém já ouviu falar que o governo americano está determinando preço de combustível? Nunquinha.

      É um mercado independente, as companhias distribuidoras do produto é que competem umas com as outras.

      Aqui temos a PETROBRÁS e sua distribuidora mãe e outro ‘particular’ que serve de pau mandado a ela. Hoje mesmo o preço do petróleo subiu na refinaria.

      O que aqui é uma questão nacional, solução ‘verde-amarela’, carregada de muito nacionalismo e pouca octanagem, lá cada uma tenta vender seu produto o mais barato possível porque se não o cliente vai no próximo posto de outra bandeira.

      Eu não entendo, perdoe-me, por que essa de meter nacionalismo e ufanismo em um assunto inteiramente comercial?

      Basta falar PETROBRÁS – privatização e pronto, soltam-se os cachorros e hasteia-se a bandeira a meio-pau.

      Outro dia ouvi uma conversa em um posto de gasolina:
      — “use etanol, com a diferença de preço dá”
      — “dá não…”, retrucou o outro.
      A conversa girou em dá não dá até que um terceiro personagem, eu mesmo, intervi e disse:
      — “não dá porque você está pagando apenas por 75% de gasolina, a diferença é etanol que o posto vende como se gasolina fosse.”

      Quando eu compro gasolina, até aí o Estado me engana: ele não me vende 100%, mas 75% e me cobra pelos 100%.

      A vigarice é nacional, bandeira estatal. Vá fazer isso nos EUA.

      “Ah, mas lá tem etanol de milho”. Tem, mas o preço é diferenciado e você é informado que está comprado 10% de milho no tanque do seu carro.

      Eu quero ser cada vez mais brasileiro, mas está cada vez mais difícil. O Estado Brasileiro não deixa.

  8. Tem q ser muito trouxa para acreditar nesse artigo confuso escrito por um “pseudo”especialista em energia.Parece mais um manifesto marxista,cheio de desinformacao para enganar os incautos.A realidade da peteroubas he outra,milhares de funcionarios ganhando horrores,cheios de mordomias,antro de corrupcao dos politicos apoiados pelos funcionarios,pagando indenizacoes bilionarias mundo a fora,entregando ao povo um produto de qualidade inferior.Pura balela.

  9. Se é tão boa qual o problema de vender, certamente profissionais competentes que são terão lugares garantidos.

    Vamos separar as coisas, o negocio do petróleo é bom, a empresa não, é um cabide de empregos e fonte inesgotável de corrupção e privilégios.

  10. se a petrobras for privatizada de graça já dará um bom lucro para o povo brasileiro que vai deixar de pagar impostos para sustentar os políticos de ocasião que colocam os administradores corruptos que se juntam com os funcionários incompetentes, e no final apresentam prejuízo e clamam por participações em lucro que não existiu.

    Isso precisa acabar e já, basta entregarmos nas mãos de empresas sérias como a Shell qualquer outra que paguem seus impostos que já será um ótimo negócio para o Brasil.

    Chega de bancar essa vagabundagem que tomou conta de uma empresa que é a única petroleira que conseguiu dar prejuízo.

    Todos sabemos que dilmalandra e luiz inácio calaram os funcionários dessa fétida empresa e fizeram tudo o que queriam sem serem denunciados porque recebiam gordos e injustos salários, enquanto o povo brasileiro via aumentar a miséria e os dois bandidos compravam a mídia para espalhar que as condições sociais melhoravam no Brasil.

    Cambada de ladrões (políticos, funcionários e administradores) que agem até hoje em conluio, preocupando-se apenas com seus interesses mesquinhos e refugiando-se sempre no discurso falso de serem nacionalistas.

    Vamos às ruas para privatizar essa empresa que já foi o orgulho do povo brasileiro, mas agora não passa de esconderijo de traidores da pátria.

    Basta de bla bla bla, e vamos pressionar o congresso brasileiro para acabar com essa fétida empresa.

      • Mas em um outro comentário seu, você imaginou que lucro remetido ao exterior tinha marca de alguma coisa não tanto apropriada. Ora, se os impostos, em todos os níveis. são devidamente recolhidos, então a remessa ao exterior é legitima. A menos que você insinue, o que eu admito que você não fez, que a expressão ‘remessa de lucro’ seja algo feito por baixo do pano. E se feito, ainda que por hipótese, deve ser uma montanha de dinheiro que, se saiu, o caminho foi feito com a conivência do Estado. Empresas desse porte não remetem baganas.

  11. Cada comentário sem pé nem cabeça. A Petrobras pratica preços de mercado internacional, logo, privatizando ou não, vai continuar na mesma. Particularmente acho que os preços dos combustíveis poderiam ser um pouco menores que os internacionais (como o GLP), coisa que não poderia acontecer se a empresa fosse privada. Além disso, quem tem cacife para comprar seriam as multinacionais. Nesse caso, os preços permaneceriam como hoje (com o GLP mais caro), os impostos continuariam iguais. O país perderia, porque seriam remetidos lucros ao exterior, além é claro, da eliminação de empregos aqui.

      • Como se as multinacionais não praticassem corrupção nos países em que atuavam, que, aliás, eram incentivadas pelos seus países sede através de incentivos fiscais. Isso foi praticado até os anos 2000. Resquícios continuam, pois práticas antigas custam a desaparecer. Quanto ao álcool, a ANP proibiu que as empresas produtoras vendam diretamente aos postos. A comercialização tem de ser através de distribuidoras. Está errado? quem garantiria a qualidade? Não sejamos simplistas, pensemos no Brasil como um todo.

        • Nem o Estado, nem o particular, no caso das petrolíferas, estão isentas de corrupção. Ser privatizado não significa asas de anjo.

          A questão a meu ver é outra: se o Estado deve submeter todos ao regime da Lei e da Ordem, quando entra como se particular fosse no mundo dos negócios, ele funciona mais como uma espécie de ‘o Estado sou eu’. A Petrobrás é um exemplo.

          O Estado ora oferece concessão, outra hora partilha, e mesmo considerando que a BP cometeu um erro enorme no golfo do México, que eu presumo você deve saber do que eu estou falando, e o Valdez marcou história com o derrame de milhões de galões de petróleo ao mar, são empresas particulares que respondem na justiça, internacional também.

          A Petrobrás no Brasil — em Nova York não — é como que a própria Lei para si e para os outros.

          A Petrobrás não é uma empresa sujeita à níveis de temperatura e pressão como uma privatizada, particular, ela é uma cultura de imposição. E 63 anos depois, seus dias estão começando a serem contados.

          Eu quero uma Petrobrás viva, longe, muito longe das mãos tenebrosas e sombras do Estado que a macula e corrompe e por conseguinte nunca a deixa ser uma gigante, exceto um gigantismo estatal.

          PS. Quem garante? Ora, o próprio governo é o seu detrator, metendo 27% de um produto em cima da gasolina para equilibrar um outro mercado pela mão da política de controle e equilíbrio de mercado. Eu estou pensando no Brasil e tentando entender como o Estado consegue enganar tão bem e de quebra forjar uma mentalidade onde o verdade amarelo passem a ser símbolos transferidos a outro setor enganoso.

  12. Petrobras é a mais eficiente em esfolar o bolso do pagador de impostos. Aliás, o pagador de impostos pode tudo menos pedir para fatiar e vender essa empresinha.
    Absurdo é nós pagarmos mais pelos combustíveis tão-somente para sustentar corjas. Corja de políticos; corja de corruptos; corja de esgotosfera midiática sustentada pela “propaganda” da empresa; corja de sindicalistas e outros aproveitadores.
    Chega de corjas. Privatize já.

    • Cada comentário sem pé nem cabeça. A Petrobras pratica preços de mercado internacional, logo, privatizando ou não, vai continuar na mesma. Particularmente acho que os preços dos combustíveis poderiam ser um pouco menores que os internacionais (como o GLP), coisa que não poderia acontecer se a empresa fosse privada. Além disso, quem tem cacife para comprar seriam as multinacionais. Nesse caso, os preços permaneceriam como hoje (com o GLP mais caro), os impostos continuariam iguais. O país perderia, porque seriam remetidos lucros ao exterior, além é claro, da eliminação de empregos aqui.

      • Discordo cordialmente, José Vidal.

        Se ela pratica preços de mercado internacional, e os “combustíveis poderiam ser um pouco menores [sic] que os internacionais”, logo a margem de interferência do Estado, por ser sócio majoritário, à revelia dos acionistas da empresa, existe. Típico de empresa que não é privada ou particular.

        Em seguida você afirma que essa margem de manobra de preços — flexibilização — não poderia (não sei onde você tirou essa ideia) ocorrer se a empresa fosse privatizada ou particular, como se as grandes empresas do setor não pudessem ‘mexer’ no preço entre elas e para baixo e para cima em relação ao mercado.

        Trata-se, a meu sentir, um mero jogo de palavra sua construção. Uma coisa meio esquisita, teratológica: o que não pode pode, e o que não pode pode.

        Acho que você parece não entender muito de direito tributário, ao afirmar que “O país perderia, porque seriam remetidos lucros ao exterior, além é claro, da eliminação de empregos aqui”.

        Ora, Vidal, lucro não é perda para nenhum dos dois lados. O ganho remetido para fora já teriam sido tributados. E lucro neste sentido está dentro da legislação em vigor e nada tem a ver com perda de emprego.

        O argumento, perdoe-me, é de quem parece não ser da área, petrolífera e tributária, além e resvalar em uma afirmação puramente política.

  13. Conta estranha do cara, afinal a petrobras( p minúsculo mesmo) tem aumentado a produção na média em 2% ao ano, e em 2026 terá crescido 16% o que dá 2.320.000 barrís diários, considerando que hoje pena nos 2 milhões.
    De onde vão tirar 5,8 milhões? Afinal não tem dinheiro para pagar as dívidas e tem que vender o patrimônio como o Parente fez para cobrir o rombo provocado pelo PT.

  14. Qualquer empresa que detenha um MONOPÓLIO como esse, se não for imbatível é porque está sendo pessimamente administrada….

    Fala sério !!!

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