Pezão, que soube esconder bem seu dinheiro, é libertado pela Sexta Turma do STJ

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Pezão diz que nunca levou propina, mas agora vive de renda

Pedro Prata e Breno Pires
Estadão

A Sexta Turma do Supremo Tribunal de Justiça acolheu, por unanimidade, recurso em habeas corpus da defesa de Luiz Fernando de Souza Pezão e substituiu sua prisão preventiva por medidas cautelares. O ex-governador do Rio de Janeiro estava preso desde novembro de 2018 na Operação Boca do Lobo.

Em troca de deixar a prisão, Pezão deverá cumprir sete medidas cautelares: comparecer em juízo sempre que determinado, tornozeleira eletrônica, proibição de manter contato pessoal ou telefônico com outros réus acusados no mesmo caso, proibição de ocupar cargos públicos no Estado do Rio de Janeiro enquanto durar o processo, proibição de se ausentar do Estado, comunicação imediata ao juiz sobre qualquer operação bancária superior a R$ 10 mil e recolhimento domiciliar noturno (das 20h às 6h).

MUDOU DE IDEIA – O ministro relator no STJ, Rogério Schietti, havia anteriormente rejeitado conceder a liminar. Agora, concordou e foi acompanhado pelos demais integrantes da Sexta Turma.

Após perder o foro privilegiado, com o fim do mandato, em janeiro, Pezão virou réu na Justiça Federal do Rio de Janeiro, por decisão do juiz Marcelo Bretas.

Pezão foi preso em 29 de novembro de 2018 pela Polícia Federal, no Palácio Laranjeiras, sede do Governo do Estado. A ordem judicial para sua prisão foi do ministro Félix Fischer, do STJ.

DISSE RAQUEL – Em petição ao ministro, a então procuradora-geral da República, Raquel Dodge, afirmou que havia registros documentais do pagamento em espécie a Pezão de mais de R$ 25 milhões no período de 2007 a 2015, o que equivaleria a cerca de R$ 40 milhões atualizados. Segundo a ex-PGR, solto, Pezão poderia dificultar ainda mais a recuperação dos valores, além de dissipar o patrimônio adquirido em decorrência da prática criminosa.

José Eduardo Cardozo, advogado de Pezão, sustentou que a prova era baseada fundamentalmente no relato de delatores e que, até hoje, não foi provada a afirmação do Ministério Público Federal de que o ex-governador do Rio de Janeiro teria recebido R$ 40 milhões em propina.

“A prisão teria sido feita porque, como governador poderia atrapalhar a investigação, mas ele já deixou o cargo um ano atrás. Afirmou-se que ele seria beneficiário de R$ 40 milhões, mas após um ano de prisão não se encontrou joias, absolutamente nada, constatou-se que ele tem uma vida comum”, disse Cardozo.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG Pezão é muito mais malandro do que Sérgio Cabral, diz que é pobre, não tem dinheiro, mas vive de renda e tem um apartamento espetacular no Leblon, bairro mais caro do Rio de Janeiro. Como dizia Ibrahim Sued, em sociedade tudo se sabe.  (C.N.)

8 thoughts on “Pezão, que soube esconder bem seu dinheiro, é libertado pela Sexta Turma do STJ

  1. “Raquel Dodge, afirmou que havia registros documentais do pagamento em espécie..”

    “José Eduardo Cardozo, advogado de Pezão, sustentou que a prova era baseada fundamentalmente no relato de delatores..”

    -Quem é o mentiroso?

  2. Mas e aí???

    Vai ter xordadinho e cabo pra fechar o STJ?????

    “Aiinnnnn, o povim vai fechá o STJ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

  3. Falando nisso, estou até agora aguardando a “GUERRA CIVIL” que o povinho de merda ia fazer caso o STF soltasse o Lula…..

    “Aiinnnnn, se sortá o Lula o povo se revoltar!!!!!!!!!!!!”

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk xD

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