PF diz não haver prazo para apurar fake news na campanha presidencial

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Elzio Vicente da Silva, da PF, diz como será a investigação

Breno Pires
Estadão

O diretor de Investigação e Combate ao Crime Organizado da Polícia Federal, Elzio Vicente da Silva, afirmou neste domingo, 21, que é imprevisível o prazo que vai levar para a conclusão da investigação aberta neste sábado a respeito de pagamentos ilegais de empresas para disseminar notícias falsas envolvendo as campanhas de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad à Presidência da República.

“É imprevisível. Não se trata só de preservar a estratégia, mas seria temerário se falar em um prazo para determinar com clareza (o que houve)”, afirmou Elzio Vicente da Silva, ao ser questionado sobre o andamento do caso, em entrevista coletiva conjunta com demais órgãos envolvidos nas eleições 2018, na sede do Tribunal Superior Eleitoral.

SOB SIGILO – O caso tramitará sob sigilo na Polícia Federal e foi aberto após pedido da Procuradoria-Geral da República. Questionado sobre se a polícia solicitaria as informações do Whatsapp que levaram ao banimento de empresas, ele não respondeu devido ao sigilo, mas disse que, em tese, tudo que diz respeito ao tema da investigação interessa à PF.

“A investigação tramita em sigilo, não só para preservar a estratégia da apuração, mas as pessoas em torno do fato. Em abstrato, falando em termos de doutrina de investigação, interessa à PF obter o maior volume de dados que possam ajudar a trazer informações sobre o caso.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
– Podemos esperar sentados, porque a investigação vai demorar para dedéu, como se diz antigamente. No manejo do Whatsapp tudo é novo, não há legislação que proíba nada, salvo o abuso de poder econômico, eu ser considerado abusado do poder econômica. É somente por aí que o bicho pega. (C.N.)

6 thoughts on “PF diz não haver prazo para apurar fake news na campanha presidencial

  1. Tá certo! Já que é para se investigar os fake news pró-Bolsonaro, por que não se aprofundar também nas investigações do quase assassinato do próprio Bolsonaro?
    Só sendo idiota para se admitir como verdadeira a versão de que se tratava de um lobo solitário, um louco que tomou a iniciativa de praticar sozinho o assassinato. Um desempregado que estava de posse de mais de 14 mil reais, de 6 telefones celulares, dizem também(há que se confirmar) que fazia ligações para a Gleisi Hoffmann . Isso tudo tem que ser investigado e apurado e divulgado no momento oportuno que com certeza não vai ser antes de 28.outubro. Nem precisa disso, pois a maioria esmagadora anti petista já decidiu mandar essa organização criminosa para a lata de lixo da História. Os bandidos de toda essa história torpe não estão ao lado do Bolsonaro, muito pelo contrário.

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