Piada do Ano! Cabo Daciolo diz que facada em Bolsonaro foi show criado pela Maçonaria e Malafaia

Daciolo afirma que atentando a Bolsonaro nunca existiu

Humberto Martins
Correio Braziliense

Obra da Maçonaria com a Nova Ordem Mundial e participação do pastor Silas Malafaia. Esses foram os autores do ‘espetáculo’ da facada em Jair Bolsonaro, segundo o ex-deputado e ex-candidato à presidência Cabo Daciolo.

Pelas suas redes sociais, Daciolo afirmou que não acredita que o presidente da República tenha realmente sido vítima de um atentado e que tudo não passa de uma grande farsa para encobrir a necessidade de Bolsonaro passar por uma cirurgia, para curar uma enfermidade. 

REVELAÇÃO – “Vou revelar algo que está no meu coração há muito tempo. Eu não acredito em facada de Bolsonaro nenhuma. Cabo Daciolo não acredita. Vou dizer o que eu acredito: Bolsonaro estava com uma enfermidade e tinha que fazer uma cirurgia. E aí, a Maçonaria junto com a Nova Ordem Mundial montou todo esse espetáculo aí. É o que eu acredito, o que está no meu coração e estou revelando hoje para você. Se for de Deus o que eu estou falando aqui, isso tudo vai cair por terra em nome do Senhor Jesus Cristo”, disse Daciolo por meio de suas redes sociais.

O ex-presidenciável completa afirmando que o pastor evangélico Silas Malafaia também faria parte da trama. “Observem que, logo depois da facada, no dia seguinte, o senhor Silas Malafaia já estava dentro do hospital convocando todo o povo em 7 de setembro, num dia importante para a nação, para fazer parte dessa caminhada desse governo maçon. ‘Tá’ repreendido em nome do Senhor Jesus Cristo”.

ATENTADO – Em 6 de setembro de 2018, Adélio Bispo de Oliveira atacou Jair Bolsonaro, então candidato à presidência, com uma facada no abdômen, durante um ato de campanha na cidade de Juiz de Fora, Zona da Mata mineira. Daciolo também disputou aquela eleição e ficou em sexto lugar, com 1.348.323 votos (1,26%).

13 thoughts on “Piada do Ano! Cabo Daciolo diz que facada em Bolsonaro foi show criado pela Maçonaria e Malafaia

  1. -Chega de fofocas.
    -Agora, uma NOTÍCIA:

    “Pesquisadores americanos desenvolveram uma vacina capaz de imunizar camundongos contra uma dose letal do coronavírus que causa a MERS (Síndrome Respiratória do Oriente Médio). Trata-se de um “primo próximo” do SARS-CoV-2, o coronavírus que causa a COVID-19.

    A vacina usa de um vírus inativo como veículo para levar uma proteína do coronavírus da MERS até as células, a fim de gerar uma resposta imunológica, e pode ser um caminho para desenvolver vacinas contra outras viroses causadas por coronavírus, incluindo a COVID-19.

    A equipe liderada por Paul McCray, da Faculdade de Medicina Roy J. e Luccile A. Carver, e Biao He, da Faculdade de Medicina Veterinária da Universidade de Geórgia, testou um candidato a vacina contra MERS em camundongos que foram geneticamente modificados para serem suscetíveis ao coronavírus da MERS. A vacina é um vírus parainfluenza inócuo (PIV5) carregando uma proteína denominada “spike”, em formato de coroa (daí o nome corona vírus) que a MERS usa para infectar células. Todos os camundongos vacinados sobreviveram a uma dose letal do coronavírus da MERS. O resultado do estudo foi publicado em 7 de abril no jornal…(…)

    https://sciam.uol.com.br/noticias/

  2. A facada eleitora tirou o cabra fraco dos debates, mas o que elegeu esse mau militar e caricatural parlamentar foram 13 anos de destruição econômica do PT, sobretudo a partir do governo Lula 2, aloprando de vez com Dilma 1 e Dilma fim.

    A maior desgraça (satanista, conspiracionista, antinacionalista, antidemocrática, podem chamar do que quiserem) foi em 1997 e se chama Emenda Constitucional 16, Emenda da Reeleição dos Chefes do Executivo.

    Isso fez com que criaturas ridículas passassem a viver em eterna campanha eleitoral, esquecendo de governar.

  3. Já disse desde a primeira hora, que a tal facada só podia ser duas coisas: armação, ou treta entre Capitão Bolsonaro e Cabo Daciolo, então deputados federais, então candidatos à presidência, então rivais diretos em disputa pelos votos dos mesmos segmentos sociais, militarismo, crentismo, milicianismo e afins, tão fanáticos quanto mercenários, coisas e “coisos” do sistema político podre, com prazo de validade vencido há muito tempo. O PNBC (Projeto Novo Brasil Confederativo) , conjugado com a Meritocracia Eleitoral, perfazem A Revolução Pacífica do Leão (RPL-PNBC-ME), O Mapa da Mina do bem comum do povo brasileiro, a grande Travessia a ser feita pela sociedade brasileira. Nesse sentido, vale a pena refletir sobre o formidável texto abaixo, de autoria do Prof. Fernando Teixeira de Andrade, que vem a calhar face à RPL-PNBC-ME, o Novo Caminho para o Novo Brasil de Verdade, porque evoluir é preciso. MEDO, O MAIOR GIGANTE DA ALMA.” Para quem tem medo, e a nada se atreve, tudo é ousado e perigoso. É o medo que esteriliza nossos abraços e cancela nossos afetos; que proíbe nossos beijos e nos coloca sempre do lado de cá do muro. Esse medo que se enraíza no coração do homem impede-o de ver o mundo que se descortina para além do muro, como se o novo fosse sempre uma cilada, e o desconhecido tivesse sempre uma armadilha a ameaçar nossa ilusão de segurança e certeza. O medo, já dizia Mira Y Lopes, é o grande gigante da alma, é a mais forte e mais atávica das nossas emoções. Somos educados para o medo, para o não-ousar e, no entanto, os grandes saltos que demos, no tempo e no espaço, na ciência e na arte, na vida e no amor, foram transgressões, e somente a coragem lúdica pode trazer o novo, e a paisagem vasta que se descortina além dos muros que erguemos dentro e fora de nós mesmos. E se Cristo não tivesse ousado saber-se o Messias Prometido? E se Galileu Galilei tivesse se acovardado, diante das evidências que hoje aceitamos naturalmente? E se Freud tivesse se acovardado diante das profundezas do inconsciente? E se Picasso não tivesse se atrevido a distorcer as formas e a olhar como quem tivesse mil olhos? “A mente apavora o que não é mesmo velho”, canta o poeta, expressando o choque do novo, o estranhamento do desconhecido. Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma do corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” https://www.facebook.com/photo.php?fbid=1435801726666328&set=a.1435801529999681&type=3&theater

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *