Planalto reconhece que afastamento de Caboclo abre crise que amplia desgaste da Copa América

Presidente da CBF, Rogério Caboclo

O romântico Caboclo dificilmente poderá voltar à CBF

Gerson Camarotti
G1 Brasilia

Interlocutores do presidente Jair Bolsonaro demonstraram preocupação com o afastamento do presidente da CBF, Rogério Caboclo, poucos dias antes da realização da Copa América no Brasil. Caboclo foi afastado após denúncias de assédio sexual e moral por parte de uma funcionária da CBF.

A avaliação desse núcleo mais próximo é que o afastamento cria um “ambiente turvo” e “amplia desgaste” para a competição, que tem sido criticada por ser realizada em plena pandemia e com risco de terceira onda no país.

REVOLTA DO TIME – A maior insegurança entre auxiliares é com a dificuldade da CBF controlar a insatisfação de jogadores e corpo técnico da seleção com a realização da Copa América. No governo, a percepção é que dificilmente Caboclo terá condições de reassumir o comando da entidade.

Nas palavras de um interlocutor de Bolsonaro, uma coisa seria conter essa rebelião com Caboclo no comando. Outra coisa será enfrentar essa insatisfação na gestão interina de Antônio Carlos Nunes, o Coronel Nunes, vice-presidente que assumiu por ser o mais velho.

SEM RISCO, MAS… – A avaliação palaciana é que não há risco para realização da competição no país. Mas há grande desconforto no governo com uma manifestação crítica dos jogadores com a vinda da Copa América para o país. Caboclo conduziu a negociação sem o conhecimento da comissão técnica e jogadores.

Ao mesmo tempo, também há desconforto no governo com o desgaste de imagem envolvendo Caboclo e a denúncia de assédio sexual e moral a uma das secretárias da CBF, com gravação e tudo o mais.

4 thoughts on “Planalto reconhece que afastamento de Caboclo abre crise que amplia desgaste da Copa América

  1. Governo Bolsonaro enxuga gastos, privatiza estatais e bota o Brasil para andar

    O Brasil precisa andar e o governo Bolsonaro tem trabalhado duro para isso, enxugando a máquina do Estado. Já foram movimentados R$ 200 bilhões com a venda de subsidiárias de estatais, e isso é só o começo.

    Para 2021, além de Correios e Eletrobrás, a equipe econômica programou as vendas do Ceasa de Minas Gerais, da CBTU de Belo Horizonte, do Porto de Vitória, da Emgea (Empresa Pública de Gestão de Ativos) e da Trensurb de Porto alegre.

    O montante das negociações, além de desonerar a União, pode gerar diretamente a arrecadação de cerca de R$ 300 bilhões. E há ainda a previsão de encaminhar a negociação do Porto de Santos, o maior e mais movimentado da América Latina, em 2022.

    Há sempre aqueles que ainda não se conformam com o fim da corrupção, dos desvios e dos rios de dinheiro que jorravam livremente por meio das estatais. São os órfãos das tetas do governo, que secaram de uma vez por todas.

    Mas é preciso que haja continuidade no trabalho realizado por Jair Bolsonaro e sua equipe de ministros, portanto, aproveite para observar os avanços colocados em prática no Brasil, contra tudo e contra todos – 2022 está logo ali.

    • Se está vendendo a CEASA de BH, por que é que não vende o CEAGESP de SP? Aliás o próprio Bozo se declarou contrário à privatização do mesmo. Não aceita nem mesmo devolver o controle para o governo do estado.
      Onde está a coerência privatista? Aliás o CEAGESP está há muitos anos no lugar errado, em um bairro residencial e sujeito a enchentes. Deveria ser transferido com urgencia para um local próximo de estradas ou do rodoanel. O Dória bem que quer mas o Bozo não permite.

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