Política de Donald Trump em relação à Rússia já desagrada a 54% dos americanos

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Apoio dos americanos ao governo Trump caiu para 39%

Deu no “Izvéstia”
Tradução de Giovanni G. Vieira

Pesquisa da rede de televisão norte-americana Fox News revela que a atuação política do governo do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação à Rússia, não é aprovada por 54% dos americanos, enquanto somente para 36% dos entrevistados a estratégia tem sido positiva.

Note-se que indicadores semelhantes foram constatados em pesquisa no mês anterior. A mais recente apuração, porém, não especifica as razões que serviram de orientação para os entrevistados, quando responderam que a política dos EUA em relação à Rússia era “inconveniente”.

INSATISFAÇÃO – O Portal iz.ru já escrevera que a maioria dos americanos estão insatisfeitos com a atuação do presidente Trump, e acham que ele deve parar de usar a rede social  Twitter.

A pesquisa mostrou que o índice de aprovação de um governo foi o menor nos últimos 70 anos. O governo Trump tem a aprovação de apenas 39% dos cidadãos americanos. Segundo eles, Trump divide cada vez mais o país, em vez de trabalhar por sua unificação. E cresce cada vez mais o movimento para decretar o impeachment do presidenye.

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NOTA DA REDAÇÃO DO BLOG
É importante a notícia enviada pelo jornalista Sergio Caldieri. A inabilidade de Trump na política externa está causando a aproximação cada vez maior entre Rússia e China. Juntos, os dois países podem fazer um estrago nos interesses norte-americanos. Aliás, já estão fazendo o estrago, com a construção da nova Rota da Seda, que unirá a Europa e a Ásia. A mídia brasileira é muito primária em relação ao que acontece no mundo, pois limita-se a copiar a mídia ocidental, que é de um baixo nível estarrecedor. (C.N.)

17 thoughts on “Política de Donald Trump em relação à Rússia já desagrada a 54% dos americanos

      • Ele foi estupido desde o primeiro tuiti.

        José Dirceu volta a atuar no PT e está ajudando a campanha de Fernando Haddad.

        essa é a noticia mais importante do dia, confirma o que o rui pimenta vem alertando, o golpe em lula e o racha no pt.

        • Mas eu durmo tranquilo: nos intramuros dos quartéis dormita o valoroso general dos pesos e contrapesos pronto para agir a qualquer deslize. Estejam avisados os juizes do STF que ele não aceitará qualquer julgamento por conveniência de Toffoli ou Gilmar ou Lewandowsky para soltar mensaleiro e petroleiros. Façam e sentirão o peso da espada do guerreiro.

  1. Essa pesquisa não corresponde a realidade, Trump tem boa popularidade e os candidatos apoiados por ele vem ganhando as eleições primárias e a expectativa é aumentar o número de republicanos na eleição de novembro.

  2. Aqui em Timbiricica eu vejo CNN e MSNBC e tenho todas as informações sem precisar de ajuda de jornalista especial. É tudo em ingrês, mas tenho a sorte de a minha empregada ser boa na língua de Shakespeare.

  3. A meu ver, a matéria precisaria de tradução simultânea. Exatamente em que a política de Trump em relação à Rússia desagrada aos americanos? É a tentativa de diálogo com Putin? Ou com as sanções impostas à Rússia pelo governo americano sob pressão da mídia e dos democratas? Os americanos acreditam na história muito mal contada da “influência russa” nas eleições? Que influência? Um punhado de posts nas redes sociais? O vazamento de e-mails do círculos internos do partido democrata, cheios de coisas que todo mundo já sabia, como que a cúpula do partido favoreceu Hillary Clinton nas primárias? e a que a imprensa americana tratou como coisas normais da política? Como se pode demonstrar que as pessoas deixaram de votar na sempre impopular Hillary Clinton por causa disso?

    Outra coisa, se a política de Trump em relação à Russia é desaprovada, qual é a política que os americanos aprovam? Ir à guerra com a Rússia por causa da derrota dos democratas? Prosseguir num impasse que pode levar á guerra nuclear? Adotar, como exige a mídia americana e européia, uma política “dura” (seja lá o que isso signifique) em defesa da Ucrânia, para obrigar regiões habitadas por populações de língua russa como o Donbass e a Criméia a aceitarem o governo pró-americano de Kiev?

    Quanto à política americana, ela vem dividida no mínimo desde a guerra do Vietnã. Democratas e republicanos vem desde então cada vez mais se odiando mutuamente, e trabalhando no sentido de destruir um ao outro. A coisa se agravou desde 1988, quando George Bush (pai) derrotou o democrata Mike Dukakis com uma campanha ineditamente suja e mentirosa, e depois com a oposição furiosa dos republicanos a Clinton, que culminou no ridículo processo de impeachment por causa de um escândalo sexual, o que parece está para ser revivido. Trump é certamente um personagem divisivo, mas ele não estaria onde está sem o ser. E todos os presidentes americanos tem sido divisivos nos últimos 40 ou 50 anos. Populares ou não, Clinton, Obama, os Bushs e mesmo o popularíssimo Reagan foram alvo de ódio apaixonado de seus opositores. E Hillary Clinton não seria a personagem unificadora da política americana, apesar de seu slogan ‘stronger together’, porque republicanos e democratas são representantes de mundos opostos que se tornaram incapazes de diálogo. A célebre frase de Hillary Clinton acerca das “pessoas deploráveis” sintetiza a visão de mundo dos democratas acerca dos republicanos. Como dialogar ou se unir com quem você despreza?

    A míngua de mais informações, a matéria mostra apenas que para a grande mídia e para quem acredita nela, Trump é, junto com Putin e o Papa, mais um caso perfeito de anti-autoridade, que absolutamente nunca pode dizer ou fazer nada certo.

  4. A meu ver, a aproximação de Rússia e China é exercício natural de atendimento de interesses mútuos e auto-defesa e nenhum presidente americano reverteria a situação, simplesmente porque nos dias atuais é preciso ser muito estúpido para confiar nos americanos. Os russos já tiveram mais que suficiente dos americanos nos anos 90 para quererem confiar neles de novo.

    • Não creio que a aproximação Russia e China sejam tão natural assim.
      No extremo oriente a população russa não passa de 10 milhões, enquanto na China tem mais de 150 milhões apenas na região fronteiriça.
      Se pegar o PIB da Russia e China vamos ter um quadro ainda pior para os russos.

      • A Rússia e a China tem interesses econômicos complementares, já que a segunda é um grande mercado para os recursos naturais da primeira. E são países vizinhos, enquanto os Estados Unidos estão do outro lado do mundo. A disparidade de população entre a Rússia e a China não parece uma questão relevante, na era das armas nucleares. A China não demonstra ambições imperialistas sobre a Sibéria, isso é uma fantasia ocidental. Parece mais lógico para os russos se aproximarem da China do que ficarem à mercê de uma europa controlada de longe pelos americanos. Porque Rússia e China são países vistos com desconfiança por Washington, a aliança entre eles é inevitável.

  5. -Mas, por falar nos Estados Unidos, as forças americanas já chegaram ao Mediterrâneo e já estão preparando os mísseis de cruzeiro para atacar a Síria no “ataque químico” que será realizado pelo Assad, nos próximos dias.

    -O mais curioso é que a Síria só realizará esse ataque depois que as forças americanas estiverem prontas e equipadas para responder…
    -E que o Assad atacará os terroristas com armas químicas mesmo estando já ganhando a guerra com as armas convencionais.
    -Deve ser mesmo por pura pirraça, só para ver os americanos e franceses gastarem os seus mísseis, para justificar a ocupação estrangeira e para despertar a “ira ocidental”…

  6. O que o Trump está fazendo é quebrar o país com uma política econômica de doer nos ossos. Diminuiu impostos e aumentou gastos, o que vai acontecer é o aumento insustentável da dívida pública e uma hora a bolha da dinheirama vai explodir. Se continuar a gastar dinheiro como gasta o buraco não vai ter fim.

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