Populismo fiscal inquieta empresários, que cobram ações concretas a Lira e ao governo

Arthur Lira lança candidatura à presidência da Câmara dos Deputados

Manifesto contra o governo será entre diretamente a Lira

Alberto Bombig e Matheus Lara
Estadão

A ameaça do estouro no teto de gastos e a dificuldade do governo em aprovar reformas têm dado o tom da preparação para um evento de empresários esta semana em Brasília, em que Arthur Lira (Progressistas-AL) é aguardado. Um manifesto exigindo ações imediatas será entregue a Lira após o evento.

Mensagens trocadas nos bastidores da organização do seminário sobre empreendedorismo e geração de emprego do Instituto Unidos Brasil (IUD), que reúne 350 empresários de diferentes setores, mostram insatisfação com a falta de articulação, os rumos da política econômica sob Paulo Guedes e medidas de populismo fiscal como a PEC dos Precatórios para bancar o Auxílio Brasil.

MEDIDAS EM PAUTA – Reformas e desoneração da folha de pagamento estão na pauta. Para os empresários, o setor produtivo precisar passar de “espectador” do momento conturbado a protagonista.

“Vimos reformas sendo enterradas ou desfiguradas. Precisamos ter condições para sobreviver ao próximo ano, que é eleitoral e, naturalmente, bem mais complexo”, afirma Urubatan Helou, presidente da Braspress.

Além de Helou, devem participar do encontro nomes como Flávio Rocha (Riachuelo), Carlos Melles (presidente do Sebrae), Janete Vaz (Sabin) e Vander Giordano (Multiplan).

EMPREGO URGENTE – “O maior programa social que um país pode ter é a geração de empregos. Os empresários precisam de maior liberdade para gerar riquezas para o País”, afirma Giordano.

No Congresso, parlamentares e jornalistas têm estranhado o “sumiço” do senador Márcio Bittar (PSL-AC), relator-geral do Orçamento, neste momento em que o Supremo combate o orçamento secreto. Nas redes sociais, Bittar até exaltou recentemente a conveniência do trabalho remoto, que lhe permite passar mais tempo em seu Estado…

4 thoughts on “Populismo fiscal inquieta empresários, que cobram ações concretas a Lira e ao governo

  1. Não tem o que se discutir: a geração de empregos é sem dúvida o maior programa realmente social que um país pode ter” por isso é que mesmo com todas as mazelas morais ainda aceitamos o Lula; pelo que criou em termos de trabalho, dando significado a vida das pessoas.
    E que fique claro; o que arrebentou com o governo petista, foi a Dilma não ter seguido o planejado pelo Lula. Todo o mundo estava sob o tacão da crise dos sub primes de 2008 o “tsuname” e o Lula ‘bancou’ o crescimento e com sua famosa ‘marolinha’ continuou crescendo, mas, sabia que precisava dar dois passos atrás com medidas que iriam ‘segurar’ o crescimento e por isto, indicou o Meireles para ministro da fazenda o que a Dilma não aceitou “já pensando (?)” na reeleição e bancou o Mantega; mesmo com avisos da premier Merkel e ela a ‘anta’ realmente conseguiu a reeleição mas, destruiu tudo.
    Reduziu conta de consumo elétrico ‘cagando’ para o nível dos reservatórios?!!!! Por cima ainda financiar eletrodomésticos incluso o ar condicionado que hoje é casa de pombos?!!!
    Essa é a minha visão.

  2. Este ladrão cretino, das Alagoas, devia ser enforcado em praça pública, com todos os seus comparsas…
    Haja galhos e praças, para tanto…
    Credo !

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