Por uma eleição com ideias em debate e sem brutalidade, sem selvageria, sem bestialidade

Blog Ed Ondo: Discurso de Ódio

Charge do Ed Ondo (Arquivo Google)

Marco Antonio Villa
IstoÉ

Como será 2022? Teremos o processo eleitoral mais violento desde 1989. Isso é mais que uma previsão, é uma certeza. O cenário dos três anos de governo Bolsonaro aponta para uma eleição marcada não pela disputa de ideias, mas pela brutalidade, pela selvageria, pela bestialidade.

Por um lado, porque Bolsonaro fomentou o ataque sistemático às instituições, aos valores consagrados na Constituição de 1988. Foram meses e meses de ameaças ao Estado democrático de Direito, culminando no trágico 7 de setembro de 2021.

SEM REALIZAÇÕES – Por outro lado, porque o governo não tem nada a mostrar, nada realizou, não tem o que se chama popularmente de “vitrine”. Desta forma, só pode apostar na violência, na desqualificação pelo ódio dos adversários.

Teremos, certamente, confrontos de rua, que vão servir, para o extremismo bolsonarista, como instrumentos de mobilização de suas bases e para justificar o discurso de hostilidade à democracia.

As bandeiras políticas de Bolsonaro são frágeis. Não têm consistência. Servem apenas para mobilizar sua militância e, especialmente, os robôs nas redes sociais, que espalham fake news como se fossem propostas de governo.

ATAQUE ÀS URNAS – A tendência é que, como sinal de desespero frente ao derretimento eleitoral da sua candidatura, ele retome o ataque às urnas eletrônicas e aponte uma suposta fraude no sistema de apuração dos votos. Será um artifício para desviar a atenção do essencial: ele não vai chegar ao segundo turno pois será humilhado à 2 de outubro, quando da primeira consulta aos eleitores.

A tarefa de todos os democratas, independentemente dos matizes político-ideológicos, é de transformar o processo eleitoral em um palco de discussão dos grandes problemas nacionais.

DEBATER PROPOSTAS – O Brasil não pode perder esta oportunidade histórica. Será o momento da apresentação de propostas para que o eleitorado livremente possa escolher um caminho.

E para isso é necessário ampla discussão de ideias e não se perder em questões menores ou, muito menos, cair em provocação de extremistas que priorizaram temas absolutamente secundários e carregados de reacionarismo, como, por exemplo, ser ou não favorável a “banheiro trans.”

A segunda década desde século foi marcada por anos de recessão econômica. E, socialmente, o país deu um grande salto para trás. Hoje, mais da metade da população vive em insegurança alimentar, isto só para apresentar um dado.

É tarefa urgente, urgentíssima, apontar soluções para que o Brasil volte a crescer e possa retomar – e vencer – os grandes problemas nacionais.

(Artigo enviado por Loriaga Leão)

5 thoughts on “Por uma eleição com ideias em debate e sem brutalidade, sem selvageria, sem bestialidade

  1. AGORA VAI, sem racha$, mas no arrebento da tampa da caixa preta do sistema podre, ladrão e suas familícia$ ladras, malditas, amaldiçoadas, a paisana e fardadas. PARA TUDO, desconsiderem as pesquisas dos me$mo$, enganosas, erráticas, boiadeiras. Deus está de fato na Causa, aleluia, em janeiro, Marina Silva, Heloísa Helena e o REDE, podem anunciar LORIAGA LEÃO (o Joe Biden Brasuca, revolucionário, com projeto próprio, novo e alternativo de política e de nação a ser submetido ao conhecimento, deliberação e votação do conjunto da população que poderá aprová-lo ou rejeitá-lo, livre e soberanamente, simples assim), pré-candidato à Presidência do Brasil, que terá ao seu lado, na Vice Presidência, com certeza, uma Kamala Harris Brasuca, e tudo leva a crer que o Bicho vai pegar em 2022, porque o povo brasileiro, que até aqui tem sido carneiro, tem todos os motivos do mundo para virar LEÃO, contra o sistema podre, opressor, e fazer acontecer o novo de verdade, completo, com começo, meio e fim, barba, cabelo e bigode no continuísmo da mesmice dos me$mo$, no primeiro turno, até porque em sã consciência ninguém aguenta mais dos me$mo$. E quem viver verá. TENDO EM VISTA, que deu bicheira dos me$mo$ na nomenclatura terceira via, o LEÃO DA MEGA-SOLUÇÃO resolveu propor um TRISAL à Marina Silva e à Heloísa Helena, entre o REDE, a Democracia Direta e o Novo Brasil de Verdade. E POR QUE NÃO, um TRISAL Político entre nós, Marina e Helô (filho e filhas dissidentes por justa causa de uma escola política que, infelizmente, perdeu o rumo e enveredou-se por caminhos obscuros, pecaminosos) ? Digo, que tal um TRISAL entre o REDE, a Democracia Direta (a nova política de verdade) e o Novo Brasil de verdade, confederativo ( o megaprojeto novo e alternativo de política e de nação ), a Terceira Via de Verdade, alicerçado na verdade, na boa-fé, na justiça, na evolução democrática, na paz, no amor, na sinceridade, no olhos nos olhos, na empatia, no perdão, na conciliação, na união e na mobilização pela mega-solução, focada no sucesso pleno do bem comum do conjunto da população, o novo de verdade a ser colocado no lugar do velho FEBEAPÁ (blá-blá-blá, gogó e trololó dos me$mo$, sem borogodó), que aí está há 132 anos, não obstante moribundo e com prazo de validade vencido há muito tempo, que mesmo assim continuam aí dando as cartas, jogando de não e nos fazendo todos e todas de vítimas, reféns, súditos e escravos dos me$mo$ que, aliás, no frigir dos ovos, não valem nem sequer o quanto pesam nas costas da população e que nos assaltam com lei na mão em plena luz do dia, com os seus fundões bilionários, etc e tal, na cara dura ? Será, Marina e Helô, que existe saída mais evoluída, melhor, mais próspera, mais libertadora, mais motivadora, mais esperançosa e mais alvissareira para o Brasil e o povo brasileiro do que a RPL-PNBC-DD-ME, o novo caminho para o novo Brasil de verdade, porque evoluir é preciso, tipo Sonho Meu, que pode ser Nosso, contra o continuísmo do Pesadelo que ai está há 132 anos, na verdade há 522 anos ? O novo amanhecer, com Deus na Causa, depende de nós e do povo brasileiro irmanados pelo mesmo ideal colocado como opção extraordinária na cena eleitoral, via REDE, capitaneado por vocês, Mulheres Brasileiras de Vanguarda, como nunca antes visto na história deste país. E daí, Gatas, Mulheres de boa e muita fé, espero, bora dar uma chance para o Joe Biden Brasuca, revolucionário, com uma Kamala Brasuca, para mostrarem ao Brasil e ao mundo que não é verdade que está tudo acabado e que não há mais nada a fazer senão apenas esperar a morte e o fim do mundo chegarem como Solução para a problemática gerada pelo velho mundo tipo nó górdio que urge desatarmos antes tarde do que nunca ? Bora lá, REDE, Marina e Helô, com fé no HoMeM, fé na vida, fé no novo que virá, fazermos acontecer o novo que será, todos juntos e misturados ? https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2021/12/18/rede-sustentabilidade-senadores-deputados-clausula.htm?fbclid=IwAR2JhzfCkmW2WmWH0Jaf1lxPKB_DKTqlXLd8Lg-hYz-Nv15QuG8PKFUo9uc

  2. Atualmente o eleitor já tem em detalhes como pensam e agem os dois sistemas de governo.
    O concentrador de renda praticado por FHC, por Temer e atualmente por Bolsonaro. É o chamado liberalismo, o cada um por si e Deus por todos. O salve se quem puder. É a meritocracia, quem tem mais pode mais.
    E temos os anos do PT, com Lula e Dilma. Anos com diminuição da pobreza e da fome. Aumento do emprego, do salário médio e do salário mínimo. Até aposentado recebeu índice além do obrigatório!
    Resumindo: uns querem o bem do Brasil, outros querem o bem do brasileiro.

  3. “Por uma eleição com ideias em debate e sem brutalidade, sem selvageria, sem bestialidade”
    Marco Antonio Villa
    IstoÉ

    O Vil e a LixoÉ que disseram isso aí em cima? Esse pessoal não tem espelho em casa não? Hipócritas!!!

  4. Essa distribuição de renda da era PTlha, trata-se de propaganda enganosa. Eles tiraram renda da classe média alta e a deslocaram para a classe média baixa (a pobreza, enfim). Aquele 1% que concentra a maior parte da riqueza, nunca ganhou tanto dinheiro como na malfadada era PTralha (vide as grandes construtoras, os grandes banqueiros et caterva). Quem o diz é simplesmente o laureado economista francês Thomas Piketty.

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